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Podcast by Automotive Business

  1. Da fábrica à liderança: a trajetória de um executivo LGBTQIA+ na Toyota

    1D AGO

    Da fábrica à liderança: a trajetória de um executivo LGBTQIA+ na Toyota

    O segundo episódio do podcast Lideranças Diversas em 2026 recebe o gerente de comunicação e ESG da Toyota, Otacílio do Nascimento, também diretor executivo do Instituto Toyota.Com mais de 20 anos de carreira na montadora, o executivo compartilha sua trajetória que começou como menor aprendiz na área industrial, aos 16 anos, e depois, migrou para a área de comunicação, onde construiu praticamente toda a sua atuação profissional.Neste episódio conduzido pela repórter de Diversidade e ESG da Automotive Business, Natália Scarabotto, o executivo da Toyota fala sobre como se reinventa na empresa ao longo do tempo e como desenvolve um modelo de liderança mais inclusivo. A experiência de um profissional LGBQTI+ no setor automotivoOtacílio do Nascimento compartilha também a sua experiência como um homem gay dentro da indústria – uma realidade que ainda é muito rara, já que apenas 1% dos colaboradores do setor se declaram LGBQTI+, segundo a pesquisa de Diversidade no Setor Automotivo, de AB.“Quando eu falo que sou assumidamente gay, isso não significa que eu preciso falar disso para os quatro cantos aqui dentro da Toyota, lá no refeitório”, disse. “Mas [ter um ambiente acolhedor] é a oportunidade de você ser quem você é. Ter liberdade de contar coisas que a gente fala no dia a dia para os colegas de trabalho. Não precisar esconder ou medir as palavras para poder falar, ‘viajei com o meu marido’ ou ‘terminei o relacionamento’, e coisas assim.”O executivo conta ainda sobre o trabalho desenvolvido pelo Instituto Toyota, com objetivo de contribuir com a sociedade nas agendas de educação, meio ambiente e inclusão social. Confira o episódio completo.

    44 min
  2. Radar AB #77 - O que o SXSW revela sobre a próxima década do setor automotivo

    APR 1

    Radar AB #77 - O que o SXSW revela sobre a próxima década do setor automotivo

    As tecnologias mais provocativas apresentadas no SXSW 2026, que aconteceu em março, em Austin, nos Estados Unidos, são a bola da vez nesta edição do Radar Podcast. A CEO Paula Braga, e o editor de negócios, Bruno de Oliveira, mostram como elas se conectam diretamente aos desafios e às transformações do setor automotivo. Esta edição reúne interpretações sobre temas que vão do avanço acelerado da automação ao futuro da energia na indústria, passando por mudanças profundas no modelo econômico global. Entre os destaques está a análise sobre a tese de que o capitalismo estaria entrando em seu estágio final, conforme apresentado pela futurista Amy Webb. Segundo ela, a combinação entre inteligência artificial avançada, automação quase total da manufatura e novos padrões de consumo está redesenhando o ambiente econômico. Esse cenário tem impacto direto sobre as montadoras, que enfrentam uma reconfiguração de cadeias produtivas, de processos de trabalho e, principalmente, de como gerar valor em um mercado onde máquinas tomam decisões e executam tarefas antes exclusivas de humanos. Outro ponto discutido no podcast é a ascensão dos chamados “robôs fora da jaula”, uma tendência que rompe com o modelo tradicional de automação isolada. A conversa também aborda as tecnologias emergentes que podem sustentar o crescimento energético da indústria nos próximos anos. Entre elas, a energia nuclear de nova geração e as baterias de sódio. http://www.automotivebusiness.com.br

    33 min
  3. Radar AB #76 - Marcas disputam o equilíbrio entre volume, participação e rentabilidade

    FEB 26

    Radar AB #76 - Marcas disputam o equilíbrio entre volume, participação e rentabilidade

    O Brasil impõe desafios frequentes para as fabricantes de veículos. Com a chegada de várias marcas chinesas, as empresas tradicionais - e mesmo as chinesas “veteranas” - fazem malabarismos para equilibrar volume de vendas e participação de mercado, sem esquecer a vital rentabilidade. O ano de 2025 trouxe mudanças na parte de baixo do top 10 das marcas líderes de mercado. Principalmente com a ascensão das chinesas, em especial da BYD, que mudou a realidade para fabricantes que têm clientes fiéis, como Honda e Toyota. Marcas líderes mantiveram participação Na parte de cima, a líder Fiat permaneceu intacta no primeiro lugar, apesar de ver a Volkswagen mais perto no seu retrovisor. Enquanto a Chevrolet tenta se manter na terceira posição após a renovação de produtos conhecidos e na expectativa do lançamento de seu novo SUV de entrada. Por falar em novos carros, a agenda de lançamentos de 2026 pode trazer novas surpresas nessa briga das marcas de veículos por volume, participação e rentabilidade. Além de muitos candidatos ao Prêmio Lançamento do Ano, da Automotive Business. Todo esse cenário, suas causas e prováveis consequências ao longo dos próximos anos, é debatido e analisado pela equipe da AB no Radar Podcast. No novo episódio, os editores Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya avaliam o mercado automotivo em 2025 e o que esperar de 2026. Marcas líderes mantiveram participação

    56 min
  4. Radar AB #75 - O ano dos extremos da indústria automotiva

    JAN 19

    Radar AB #75 - O ano dos extremos da indústria automotiva

    No livro “Era dos extremos”, o historiador britânico Eric Hobsbawm destaca como o século 20 foi marcado por grandes catástrofes, como também por uma prosperidade global. O ano de 2025 para a indústria automotiva brasileira também foi de extremos. Este é o tema do novo episódio do Radar AB Podcast, claro, guardando as devidas proporções. É que o setor viveu um ano de lançamentos importantes, de ajustes fiscais que ajudaram a cadeia, da volta do Salão do Automóvel e da chegada de muitas marcas. Na outra ponta, os aspectos negativos. A queda preocupante nas vendas e produção de caminhões, que expõe outro problema com o qual a indústria teve de conviver neste ano de extremos: a elevada taxa de juros. Os extremos positivos e negativos da indústria automotiva No Radar AB Podcast, os editores da Automotive Business, Bruno de Oliveira e Fernando Miragaya, debatem justamente sobre esses extremos da indústria automotiva em 2025. Um ano, por exemplo, que trouxe um alento para o mercado de carros compactos com o IPI Verde. E também que marcou o início, enfim, das atividades industriais das chinesas GWM e BYD, o que impacta positivamente a cadeia de fornecedores e sua luta contra a capacidade ociosa de suas unidades. Teve ainda o primeiro carro elétrico finalmente feito no Brasil. Que não foi de nenhuma chinesa, mas sim da General Motors, inaugurando o sistema de CKD na planta da Pace, no Ceará. Sem falar na chegada de produtos importantes e aguardados. Foi o ano do lançamento da segunda geração do Honda WR-V, do novo SUV médio Renault Boreal e do compacto Toyota Yaris Cross, todos feitos no Brasil e que deram o ar da graça em outro ponto de destaque de 2025: a volta do Salão do Automóvel. Mas o Yaris Cross quase fica de fora da lista de aspectos positivos do ano. Nessa dança dos extremos da indústria automotiva brasileira, a Toyota foi afetada por uma catástrofe ambiental que destelhou sua fábrica de Porto Feliz (SP), o que atrapalhou todo seu cronograma de produção. Ao mesmo tempo, a fabricante japonesa revelou seu poder de resiliência e reação. E rapidamente conseguiu retomar as operações a tempo de apresentar seu lançamento mais importante do ano. Ano pesado para os caminhões Quem não reagiu foi o segmento de pesados. Os caminhões amargaram uma queda anunciada na produção e nas vendas em 2025, refletindo um adiamento do mercado nas renovações de frotas. A ponto de muitos clientes optarem pela locação de veículos para suprir pontuais aumentos das demandas do agro e do setor de construção. A retração do setor de caminhões foi reflexo direto de outro ponto negativo nesse ano de extremos da indústria automotiva. Sim, sempre ela, a taxa de juros elevada que deixa o financiamento mais caro, especialmente para os pesados. Taxa de juros que parece um fantasma para a cadeia produtiva, mas o fantasma de verdade que voltou a assombrar a indústria foi o da falta de chips. Sim, os semicondutores, que sumiram das fábricas de veículos na pandemia, provocaram novos temores no setor automotivo local em 2025. Um ano de extremos que a equipe da AB analisa e debate em mais esse Radar AB Podcast. http://www.automotivebusiness.com.br

    52 min

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