Brasileiríssimo

Rafael Leite

“Explore o fascinante mundo do português brasileiro com o Brasileiríssimo! Seja você iniciante (nível B1) ou avançado (nível C2), nosso podcast educativo, prático e divertido é perfeito para estrangeiros que desejam aprender o idioma. Descubra nossa rica cultura, história, gramática, fonética e curiosidades sobre o português brasileiro. Acompanhe-me nessa jornada enquanto melhoramos juntos o seu domínio do idioma.”

  1. APR 28

    Perrengue - A arte 🇧🇷 brasileira de rir do Sufoco

    Uma das palavras mais utilizadas por nós brasileiros é Perrengue. Ela começou como uma gíria, mas se difundiu de tal forma que hoje está totalmente inserida em nosso vocabulário. Neste episódio, falaremos sobre ela. A princípio, a palavra mais utilizada era Sufoco. Ainda a utilizamos, porém a colocamos em um patamar emocional mais pesado que o perrengue, pois o verbo "sufocar", por si só, tem um significado denso, pesado… Poeticamente, a palavra "sufoco" pode soar como um adjetivo para uma paixão que não te deixa respirar ou para um relacionamento conturbado e repleto de ciúmes. Inclusive, uma das minhas músicas antigas preferidas se chama justamente Sufoco, da cantora Alcione. A letra começa assim: "Não sei se vou aturar / Esses seus abusos / Não sei se vou suportar / Os seus absurdos / Você vai embora / Por aí afora / Distribuindo sonhos / Os carinhos que você me prometeu / Você me desama / Mas depois reclama / Quando os seus desejos / Já bem cansados / Desagradam os meus / Não posso mais alimentar / A esse amor tão louco / Que sufoco…" É perceptível que ela sabe que o relacionamento lhe faz mal, mas insiste por estar obcecada. Algo curioso é que, se essa música fosse lançada hoje em dia, ela se chamaria Perrengue, já que os brasileiros a usam também como desilusão amorosa, então, no final da música, trocaríamos o Que sufoco!, por Que perrengue! Para continuar, acesse:

    10 min
  2. MAR 25

    Assombração em São Paulo 🇧🇷

    A história que estou prestar a descrevê-la aconteceu com meus pais no início da década de 80 antes deu nascer. Meus pais eram um casal jovem com uma criança pequena, minha irmã, que talvez tinha 3 ou 4 anos de idade. O contrato de aluguel do apartamento que eles moravam tinha vencido e eles tinham três meses para decidir se ficariam por lá ou encontrariam um apartamento novo. Como o dinheiro era apertado, eles não tinham muita opção, porém a imobiliária lhes mostrou um apartamento grande, muito bem localizado do qual eles se interessaram muito, o preço do aluguel do apartamento estava mais barato do que eles estavam pagando no apartamento atual, então quando aparece uma vantagem dessas, realmente temos que pegá-la. Ao visitar o apartamento, meus pais repararam que a cozinha estava bem encardida, ou seja, extremamente suja, no piso havia restos de velas que deveriam estar lá há muito tempo que não tinham sido limpadas e um dos quartos havia uma fumaça preta estranha na parede. Entretanto, o resto do apartamento estava perfeito, meus pais somente tinham que limpar bem limpado o apartamento, trocar o piso dos quartos e pintá-lo. O apartamento ficava em frente a um cemitério na cidade de São Paulo, qualquer janela do apartamento dava para esse local tão tranquilo e tão estranho ao mesmo tempo. Meus pais não se importavam de terem uma vista do cemitério, afinal de contas, quase todos os cemitérios possuem bastante verde e é um lugar tranquilo. Pois bem, meus pais não perderam a oportunidade, fecharam o contrato, depois de um mês já estavam morando lá. Nas primeiras duas semanas, tudo ocorria muito bem. Até que minha irmã começou a ficar passando tempo demais na janela do apartamento dando tchau e falando com as pessoas para as quais ela acenava. Minha mãe começou a achar cada vez mais estranha essa atitude, pois o apartamento não era um andar tão baixo e a distância entre a rua e o edifício era relativamente larga. Minha irmã sempre subia no sofá, abria a janela e ficava por lá, dando Ois, conversando, mostrando a boneca dela às pessoas e por ai vai … Só que quando minha mãe se aproximava, via que não existia ninguém na rua, ou quando havia, não tinha ninguém acenando de volta a minha irmã e muito menos olhando pra ela ou falando com ela; minha irmã dizia “está vendo aquela senhora com uma saia branca me dando oi?””está vendo aquela homem sorrindo pra nós?””está vendo aquela minha amiguinha de mão dada com o pai dela?”… entre várias outras personagens que supostamente passavam pela mente de minha irmã. Como sempre dizem, é normal crianças pequenas terem amigos imaginários, mas claro, minha mãe ficava toda arrepiada já que ali era um cemitério que ocupava toda uma quadra. O mais inexplicável de tudo era que o passeio favorito da minha irmã aos domingos era ir ao cemitério dar uma volta com meu pai. Todos os domingos pela manhã, meu pai pegava o carrinho de feira, colocava minha irmã dentro dele e ia passeando com ela por uma boa parte do cemitério, depois eles iam para a freira livre para comprar frutas, vegetais e pescados…. Muitas vezes, quando meu pai e minha irmã voltavam do passeio e das compras da feira, minha irmã chegava com uma ou duas flores que ela tinha pegado do cemitério para presenteá-la(s) a minha mãe dizendo “olha Mamãe, peguei uma flor pra você que peguei do cemitério, minha amiga disse que você ia gostar”. Para continuar, acesse: https://obrasileirissimo.wordpress.com/2026/03/25/assombracao-em-sao-paulo/

    14 min
  3. FEB 27

    A fábrica de Verbos 🇧🇷

    #verbos Como transformar adjetivos em verbos 🤩😄🙀 Nesse episódio, vamos conhecer as 3 regras mais utilizadas para transformar um adjetivo em verbo. Sabe quando você conhece um adjetivo, mas não sabe se há um verbo derivado dele? Pois bem, o português tem um ‘truque de mágica’ chamado Derivação. É como um LEGO de montar palavras, transformando um adjetivo em uma ação, ou seja, um verbo.  Gramaticalmente, chamamos essa técnica de derivação parassintética que são os prefixos e os sufixos utilizados para montar , no caso, o verbo que desejamos. Usando mais uma analogia, o português é como uma cozinha: a gente pega o ingrediente principal (o adjetivo) e cozinha com temperos (prefixos e sufixos) para criar um prato novo (o verbo)!”. É como se o adjetivo ganhasse ‘braços e pernas’ para começar a se movimentar e virar uma ação.  Muitas vezes, a regrinha é bem simples:  Para alguns adjetivos, se usarmos o Prefixo (EN/EM) e o Sufixo (ECER ou CER) vamos transformá-los em verbos.  Adjetivos neutros terminados em E. Se algo está Pobre, e você quer transformar isso em uma ação, você diz: EM + POBRE + CER = Empobrecer. Podendo usar todos os tempos verbais. Exemplo: se ele empobrecesse, ficaria muito triste.  Triste: Entristecer – sentido de causar tristeza ou tornar algo triste/melancólico.  Exemplo : “O preconceito me entristece”. Ou “O céu cinzento entristeceu as pessoas que estavam querendo curtir o dia na praia.” Grande: Engrandecer – tornar nobre / dar destaque/magnitude. Exemplo: “Ele engrandecia sua alma toda vez que ajudava alguém.” Ou “Aquela arte de rua engrandeceu o prédio”.  O adjetivo Velho é masculino, não é neutro, então vai ficar:  EN + VELH + ECER / cortamos a vogal O do adjetivo = Envelhecer. Rico: Enriquecer. Exemplo: “Ele viajou o mundo para que enriquecesse seu repertório cultural.” Ou “Ele enriqueceu por meios ilícitos.” Duro: Endurecer – Tornar algo rígido ou ficar mais forte/insensível. Exemplo “O cimento precisa de algumas horas para que possa endurecer.” Ou “A vida difícil fez com que o coração dele endurecesse.” Fraco: Enfraquecer: Perder as forças ou tornar algo menos resistente. Exemplo: “A falta de exercícios físicos enfraquece os músculos.” Ou: “As críticas constantes acabam enfraquecendo a confiança de uma pessoa.” Surdo: Ensurdecer: Causar surdez ou fazer um barulho muito alto. Exemplo: “Antigamente, o barulho das caixas de som nas praias ensurdecia as pessoas. Agora é proibido” Ou “Minha avó ensurdeceu depois que completou 90 anos .” https://obrasileirissimo.wordpress.com/2026/02/27/a-fabrica-de-verbos/

    12 min
  4. JAN 30

    Racismo, Futebol ⚽️ e Prisão: O Recorde de Estrangeiros Detidos no Brasil 🇧🇷

    Alguns estrangeiros chegam ao Brasil com uma imagem pré-concebida de que aqui tudo é samba, é só festa e está tudo liberado. Eles vêm pelo sol, pelas praias, pelo futebol e pelo carnaval… Mas, nos últimos anos, um número crescente de turistas e profissionais estrangeiros tem trocado o check-out do hotel pelo check-in da delegacia. Esses turistas importunos se deparam uma surpresa, a legislação brasileira. O choque de realidade é imediato: o sorriso do desembarque desaparece quando a algema se fecha. O que em muitos países ainda é tratado como uma 'ofensa de momento' quando o turista se sente nervoso por algum situação que esteja passando no Brasil ou nos jogos de futebol como ‘provocação de estádio', no Brasil é crime inafiançável e imprescritível. Eles alegam choque cultural, dizem que 'não sabiam' ou que 'foi apenas uma brincadeira'. Mas para a Justiça brasileira, racismo não é uma questão de interpretação cultural, é um crime contra a dignidade humana. O Brasil tem endurecido a legislação contra o racismo e a injúria racial, que agora são equiparados, e isso tem gerado um aumento nas prisões em flagrante de estrangeiros que, muitas vezes, alegam desconhecer a gravidade da lei brasileira. Mas, por qual motivo? Bom, o Brasil é um país majoritariamente miscigenado, entretanto há muito racismo dentro do nosso país. O pior é o que chamamos de racismo estrutural, que não se limita ao preconceito individual, mas sim a um sistema histórico onde desigualdades raciais são reproduzidas automaticamente no funcionamento cotidiano da sociedade. Basta você viajar por qualquer cidade do Brasil, olhe em volta das áreas ricas da cidade e veja se há algum morador negro ali, você pode ter certeza que a quantidade será mínima, o que você verá será trabalhadores negros trabalhando em serviços nesses bairros. Pois bem, como já temos muita dor de cabeça no nosso país sobre esse tema, imagina um turista chegar aqui e ter esse desrespeito ainda mais visível. No ano de 2025, o Brasil bateu o recorde de visitantes estrangeiros, foi o maior da história do país. Os Argentinos ficaram na primeira posição dos que mais visitaram o Brasil. Tivemos quase 10 milhões de estrangeiros, sendo que quase 3 milhões e quinhentos mil eram argentinos, em segundo lugar ficaram os Chilenos com um pouco mais de 800 mil e os Estadounidenses em terceiro com quase 760 mil pessoas. A grande parte dos turistas se divertem e aproveitam muito o Brasil, entretanto há sempre aqueles poucos que causam e mancham a reputação do país, o que é o caso dos Argentinos. Estatisticamente, se olharmos para as manchetes dos últimos cinco anos, os argentinos lideram o ranking de estrangeiros detidos por racismo. Fiz uma pesquisa rápida na internet e peguei as principais manchetes que fala sobre o tema. Você verá que a maior parte é no futebol, que é um esporte capaz de deixar os torcedores a flor de pele ao nível de mostrar a sua mais cruel forma, por isso, a maior parte do crime de racismo cometido é no futebol, mas claro que nada justifica o racismo e nem deve justificá-lo, pois não há justificativa. Por outro lado, tanto torcedores negros quanto de outras cores se mostram totalmente preconceituosos com gays em estádios de futebol, cantando hinos homofóbicos e eles alegam que é cultural do esporte e não preconceito, mas a resposta é simples, invirta a situação, imagina se um grupo de torcedores brancos brasileiros começam a fazer hinos racistas com torcedores negros, ou se um grupo de torcedores noruegueses começam a fazer hinos xenofóbicos com esses mesmos brasileiros brancos? Não é legal, né? Para continuar, acesse: https://obrasileirissimo.wordpress.com/2026/01/31/racismo-futebol-e-prisao-o-recorde-de-estrangeiros-detidos-no-brasil/

    20 min
  5. JAN 20

    Bossa Nova : o sussurro que conquistou o mundo 🇧🇷

    Imagine o Rio de Janeiro no final da década de 1950. O Brasil respirava otimismo: JK prometia que a economia iria crescer 50 anos em 5, Brasília estava sendo erguida e tínhamos acabado de ganhar nossa primeira Copa do Mundo. Nas rádios, havia uma mescla de diferentes tipos de música, como o samba, o bolero, o baião e por ai vai… um gênero que fazia muito sucesso era o samba-canção, que era uma música mais melancólica, dramática e sentimental, carregada de orquestras pesadas e vozes de ouro. Esses cantores não apenas possuíam extensos vocais privilegiadas, mas compartilhavam um estilo de interpretação potente, operístico, usando vibratos marcantes e grande volume sonoro, o chamado vozerão. Uma voz operística (ou lírica) é uma forma de produção vocal treinada tecnicamente para projetar o som com grande potência e volume sem o uso de amplificação eletrônica, permitindo que o cantor seja ouvido sobre uma orquestra inteira em grandes teatros Bom, até que um jovem baiano chamado João Gilberto pegou um violão. Ele não tinha esse vozerão, ele praticamente sussurrava, cantava baixinho. Assim, ele criou uma batida que mais tarde foi chamada "samba desossado”; a essência rítmica da escola de samba transferida para os dedos… Aquele sussurro era o nascimento da Bossa Nova. Mas esse estilo não veio somente dele, havia grupos de cantores que eram influenciados pelo jazz estadunidense e do impressionismo francês, como também de músicos brasileiros que já flertavam com a modernidade. O movimento da bossa nova nasceu nos apartamentos da Zona Sul carioca, especialmente no apartamento da cantora Nara Leão, que convidava jovens, músicos e universitários que amavam Jazz e impressionismo francês para trocarem figurinhas, ou seja, se juntavam para criar uma mescla desses estilos com um toque brasileiro. Para entender a Bossa Nova, você precisa de três nomes fundamentais. Primeiro, Tom Jobim. Um gênio de formação erudita que criava harmonias complexas disfarçadas de melodias simples. Ele era como o Oscar Niemeyer da música: elegante, moderno e solar. Segundo, Vinícius de Moraes. O "Poetinha". Diplomata e poeta que trouxe um novo vocabulário. Chega de letras sobre traições trágicas e "fossa". Vinícius escrevia sobre o mar, sol, peixinhos a nadar e a beleza descompromissada de uma moça a caminho da praia. E, finalmente, João Gilberto. O mestre que uniu tudo com sua "batida" sincopada. Ele provou que era possível cantar baixinho, quase como se estivesse falando ao pé do ouvido de quem ouve. Ele trouxe uma economia de meios onde menos era mais, reduzindo a percussão ao dedilhado preciso do violão. Para continuar, acesse: https://obrasileirissimo.wordpress.com/2026/01/31/bossa-nova-o-sussurro-que-conquistou-o-mundo/

    16 min
  6. 12/20/2025

    O Apagão - 20 minutos preso no elevador!

    Quero compartilhar uma história real e um pouco assustadora que aconteceu comigo semana passada por causa da falta de energia em São Paulo. Era 10:50 da manhã. Eu estava voltando da academia e entrei no elevador do meu prédio. Apertei o botão do quinto andar e, depois de alguns segundos, a energia caiu (ou seja, acabou). O elevador ficou escuro por um momento, depois ligou e subiu muito rápido, apagou de novo, desceu muito rápido e, de repente, parou completamente. Ficou um breu total (ou seja, muito escuro!). Até agora não sei se foi só a impressão do elevador ter subido e descido mais rápido que o normal ou se realmente aconteceu. Na hora, senti um pouco de pânico. Fiquei no elevador escuro, apertando todos os botões, bati na porta, tentei abri-la, mas nada. O elevador, completamente escuro, parecia um caixão. Minhas pernas ficaram bambas (fracas) e comecei a ter dificuldade para respirar. Minha sorte foi ter o celular, que me salvou, pois a lanterna ficou ligada. Usei o celular para mandar mensagens. Mandei para a portaria (que não respondeu), mandei mensagem ao meu aluno, pois dentro de minutos iríamos começar a aula, dizendo que a ele que estava preso no elevador e não saberia quando iria sair de lá, e depois mandei mensagem ao grupo da minha família que me ajudaram, ligando para o síndico do prédio para informar que eu estava preso no elevador e precisava ser resgatado. O mais estranho é que nenhuma luz de emergência e nenhum botão de alarme (interfone) funcionava, o que é contra a lei de segurança, e eu só pensava como era possível nada estar funcionando ali. Para continuar, acesse: https://obrasileirissimo.wordpress.com/2025/12/20/o-apagao-20-minutos-preso-no-elevador/

    10 min
  7. 11/25/2025

    O Professor me Disse 'Você é Burro?' Minha CNH no 🇧🇷

    Hoje, vamos mergulhar na saga de tirar a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) no Brasil. Preparem-se, porque esta é uma história que envolve burocracia, carros manuais e um professor de autoescola... digamos... peculiar. A Burocracia Obrigatória: Teoria e Prática Para se tornar um motorista habilitado no Brasil, é preciso passar por dois exames: o teórico e o prático. O exame teórico até que é tranquilo, se você conseguir gabaritar a prova (ou seja, tirar a nota máxima ou acertar tudo) depois de decorar o livro. Mas, na prática, ah... aí são outros quinhentos! O exame prático é geralmente o mais temido. Por que? Porque qualquer errinho já é considerado uma reprovação. Você precisa estar bem concentrado, sem medo de errar e, acima de tudo, com uma boa segurança em si. No dia do exame, o avaliador senta ao seu lado e apenas informa o que você deve fazer. Detalhe: se você sair sem dar a seta – ou seja, sem sinalizar com a luz que você vai sair – ele pode descontar ponto ou, dependendo da gravidade, já decretar sua reprovação. E tem um detalhe importante, que para muitos é um desafio: no Brasil, a lei exige que a primeira CNH seja tirada em carros manuais. Em 2006, quando eu tirei a minha, carro automático era visto como um luxo, não era o padrão. Era uma questão de preferência nacional pelos manuais. Para chegar ao exame, é obrigatório cumprir 15 aulas práticas com um instrutor credenciado. Só depois dessas aulas comprovadas é que você pode agendar o teste final. Para continuar, acesse: https://obrasileirissimo.wordpress.com/2025/11/25/o-professor-me-disse-voce-e-burro-minha-cnh-no-brasil/

    12 min

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