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Este é o Como Começar, podcast de cultura do Nexo, um jornal digital para quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo. O programa se debruça, a cada episódio, sobre a obra de um autor ou movimento da literatura, da música ou do cinema

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Este é o Como Começar, podcast de cultura do Nexo, um jornal digital para quem busca explicações precisas e interpretações equilibradas sobre os principais fatos do Brasil e do mundo. O programa se debruça, a cada episódio, sobre a obra de um autor ou movimento da literatura, da música ou do cinema

    Como começar a ver cinema sul-coreano

    Como começar a ver cinema sul-coreano

    Ganhador da Palma de Ouro no festival de Cannes de 2019 e do Globo de Ouro de melhor filme estrangeiro em 2020, “Parasita” já contabiliza mais de 100 outros prêmios ao redor do mundo. O longa sul-coreano é ainda o primeiro do país a ser indicado às principais categorias do Oscar: além de “Melhor Filme Estrangeiro”, aparece entre os americanos nas listas de “Melhor Filme”, “Melhor Direção” e “Melhor Roteiro Original”.

    Não é um fenômeno espontâneo: Bong Joon-ho, diretor do filme, é de uma geração de cineastas que vem se destacando em festivais internacionais há mais de uma década. Park Chan-wook, Kim Ki-duk, Lee Chang-dong e Hong Sang-soo são apenas alguns deles.

    Atentos à visibilidade que a cultura pode trazer ao país, também evidente na força do k-pop, desde a década de 1990 o governo sul-coreano fomenta a produção artística e garante a exibição dos filmes em salas comerciais, consolidando assim uma indústria nacional que, agora mais do que nunca, consegue exportar seu produto.

    Neste podcast, o Nexo ouviu Cássio Starling Carlos, crítico de cinema da Folha de S.Paulo, e Josmar Reyes, professor de realização audiovisual da Unisinos (Universidade do Vale do Rio dos Sinos - RS). Eles comentaram as características e leituras da filmografia sul-coreana.

    Filmes citados:

    - “The widow” (Park Nam-ok, 1955)
    - “A empregada” (Kim Ki-young, 1960)
    - “Three friends” (Yim Soon-rye, 1996)
    - “Peppermint candy” (Lee Chang-dong, 1999)
    - “Keeping the vision alive” (Yim Soon-rye, 2001)
    - “Oasis” (Lee Chang-dong, 2002)
    - “Mr. vingança” (Park Chan-wook, 2002)
    - “Oldboy” (Park Chan-wook, 2003)
    - “Primavera, verão, outono, inverno… primavera” (Kim Ki-duk, 2003)
    - “Lady vingança” (Park Chan-wook, 2004)
    - “A samaritana” (Kim Ki-duk, 2004)
    - “O hospedeiro” (Bong Joon-ho, 2007)
    - “Forever the moment” (Yim Soon-rye, 2008)
    - “Sede de sangue” (Park Chan-wook, 2009)
    - “Eu vi o diabo” (Kim Jee-woon, 2010)
    - “Poesia” (Lee Chang-dong, 2011)
    - “O expresso do amanhã” (Bong Joon-ho, 2013)
    - “Certo agora, errado antes” (Hong Sang-soo, 2015)
    - “O lamento” (Na Hong-jin, 2016)
    - “A criada” (Park Chan-wook, 2016)
    - “The truth beneath” (Lee Kyoung-mi, 2016)
    - “Na praia à noite sozinha” (Hong Sang-soo, 2017)
    - “Okja” (Bong Joon-ho, 2017)
    - “Em chamas” (Lee Chang-dong, 2018)
    - “Parasita” (Bong Joon-ho, 2019)

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    Músicas do programa:

    - The Belt of Faith - Jung Jae-il (trilha “Parasita”)
    - Cries and Whispers - Jo Yeong-wook (trilha “Oldboy”)
    - The Last Waltz - Jo yeong-wook (trilha “Oldboy”)
    - Jeongseon Arirang - Kim Young-im (trilha “Primavera, Verão, Outono, Inverno… Primavera”)
    - Welcome to Jurassic Park - John Williams (trilha “Jurassic Park”)
    - Generique - Miles Davis (trilha “Em Chamas”)
    - Opening - Jung Jae-il (trilha “Parasita”)
    - Devil’s Bossa - Mowg (trilha “Eu vi o diabo”)
    - Dream - Mowg (trilha “Em chamas”)
    - The Footsteps of My Dear Love - Jo Yeoung-wook part. Gain, Minseo (trilha “A criada”)

    //

    Textos citados:

    - A Sociohistorical Contextual Analysis of the Use of Violence in Park Chan-wook's Vengeance Trilogy:
    http://citeseerx.ist.psu.edu/viewdoc/download?doi=10.1.1.918.2663&rep=rep1&type=pdf

    - Beyond good and evil: revenge in South Korean cinema:
    https://www.easternkicks.com/features/beyond-good-and-evil-revenge-in-south-korean-cinema

    • 25 min
    Como começar a ler 2019 em 19 livros

    Como começar a ler 2019 em 19 livros

    Neste episódio de fim de ano do “Como começar”, a redação do Nexo fez 19 recomendações de livros que não necessariamente foram lançados em 2019, mas que por algum motivo chamaram a atenção de 19 pessoas da equipe do jornal. São livros de não ficção que se destacaram porque tratam de temas relevantes do debate público. Ou livros ficcionais que provocam a imaginação, o prazer da leitura.

    Ouça um compilado de indicações de romances, ensaios, autobiografias, quadrinhos e livro-reportagens que mostram diferentes caminhos para começar a processar o que foi 2019: 

    Lista de livros recomendados:

    - “A Ilha de Arturo”, de Elsa Morante (Carambaia), indicação da Juliana Domingos de Lima
    - “Os Anos”, de Annie Ernaux (Três Estrelas), indicação do Antonio Mammi
    - “Meu ano de descanso e relaxamento”, de Ottessa Moshfegh (Todavia), indicação do Fredy Alexandrakis
    - “Arquivo das crianças perdidas”, de Valeria Luiselli (Alfaguara), indicação de Letícia Arcoverde
    - “Passagem para o Ocidente”, de Moshin Hamid (Companhia das Letras), indicação de Marina Menezes
    - “O Relatório de Brodeck”, de Manu Larcenet (Pipoca e Nanquim), indicação de Cesar Gaglioni
    - “Você é minha mãe?”, de Alison Bechdel (Quadrinhos e Cia), indicação do Mauricio Abbade
    - “A interpretação dos sonhos”, de Sigmund Freud (Companhia das Letras), indicação de Thiago Quadros
    - “O Educador: um perfil de Paulo Freire”, de Sérgio Haddad (Todavia), indicação de Ricardo Monteiro
    - “O povo contra a democracia”, de Yascha Mounk (Companhia das Letras), indicação de Lucas Gomes
    - “Os Engenheiros do Caos”, de Giuliano da Empoli (Vestígio), indicação de João Paulo Charleaux
    - “A terra inabitável”, de David Wallace-Wells (Companhia das Letras), indicação de Mariana Vick
    - “Escravidão - volume 1: do primeiro leilão de cativos em Portugal até a morte de Zumbi dos Palmares”, de Laurentino Gomes (Globo Livros), indicação de Camilo Rocha
    - “Vozes insurgentes de mulheres negras: do século 18 à primeira década do século 21”, organização de Bianca Santana e publicado (Fundação Rosa Luxemburgo em parceria com a Editora Mazza), indicação de Manuela Thamani (Link para o PDF do livro: https://biancasantana.files.wordpress.com/2019/07/web_vozes_insurgentes_de_mulheres_negras.pdf)
    - “Todo dia a mesma noite”, de Daniela Arbex (Intrínseca), indicação de Géssica Brandino
    - “A Guerra: a ascensão do PCC e o mundo do crime no Brasil”, de Bruno Paes Manso e Camila Caldeira Nunes Dias (Todavia), indicação de Natan Novelli Tu
    - “Hyperobjects”, de Timothy Morton (University of Minnesota Press), indicação de Ibrahim Souza
    - “Sociedade do Cansaço”, de Byung-Chul Han (Vozes), indicação de Laila Mouallem
    - “Querida Konbini”, de Sayaka Murata (Estação Liberdade), indicação de José Orenstein

    • 1 hr 3 min
    Como começar a ler para crianças: a obra de Angela Lago

    Como começar a ler para crianças: a obra de Angela Lago

    Livros podem apontar caminhos e levar a reflexões nem sempre tão óbvias. Na infância, isso não é diferente, especialmente quando o assunto é difícil – morte, medo, bullying, machismo, desigualdade e racismo, por exemplo. Como a literatura pode ajudar nesse diálogo? Existe “assunto de adulto” e “assunto de criança”? 

    Esse é o tema do oitavo e último episódio da temporada especial sobre literatura infantil do podcast Como começar. A convidada da vez foi a Lúcia Hiratsuka, escritora e ilustradora, autora de livros como “Chão de Peixes” (2018), “Histórias guardadas pelo rio” (2018) e “Orie” (2014). 

    Conheça também a obra da escritora e ilustradora Angela Lago, que produziu um dos trabalhos mais originais da literatura infantil brasileira. Além de ter experimentado muito ao longo da carreira, Lago incorporou o computador em seu processo de criação nos anos 1980 e chegou a produzir ilustrações animadas para a internet.

    • 36 min
    Como Começar a ler para crianças: a obra de Ziraldo

    Como Começar a ler para crianças: a obra de Ziraldo

    Tablets e celulares estão por toda parte: desde que a pessoa nasce, aparece alguém para fotografar. Sem falar na televisão e no computador. Nesse cenário, como estimular o hábito da leitura de livros em uma criança do século 21?

    Esse é o assunto do sétimo e penúltimo episódio da série “Como começar a ler para crianças”. O convidado da vez é a editora de livros infantis da Companhia das Letras Mell Brites. 

    Além disso, Ziraldo é o autor clássico destacado nesta edição. Um dos mais conhecidos escritores de literatura infantil do país, ele é autor de títulos como  “Flicts”, “Joelho Juvenal” e “Menino Maluquinho”.

    • 36 min
    Como começar a ler para crianças: a obra de Ana Maria Machado

    Como começar a ler para crianças: a obra de Ana Maria Machado

    A palavra mediador é frequentemente citada quando o assunto é literatura infantil. É aquele que lê para o outro em voz alta – seja uma criança que ainda não foi alfabetizada, seja para uma roda de leitura. Mas essa atividade vai além do ato de ler em si, e há alguns fatores que podem torná-la mais proveitosa tanto para a criança como para o adulto.

    Como ler em voz alta para uma criança é o assunto do sexto episódio da série “Como começar a ler para crianças”. O convidado da semana é o escritor Olívio Jekupé, autor de livros como “A mulher que virou Urutau”, “O saci verdadeiro” e “Tekoa: conhecendo uma aldeia indígena”. E a trilha sonora é dos filhos do Jekupé, Tupã e Jekupé Mirim.

    Além disso, Ana Maria Machado é a autora clássica desta edição. Uma das mais importantes escritoras brasileiras da literatura infantil, completou 50 anos de carreira em 2019 e é membro da Academia Brasileira de Letras. Ana Maria Machado é autora de livros como “Bento que Bento é o Frade”, “História Meio Ao Contrário” e “Era uma vez um tirano”.

    • 35 min
    Como começar a ler para crianças: a obra de Eva Furnari

    Como começar a ler para crianças: a obra de Eva Furnari

    A crise e falência de grandes redes de livrarias afetou o mercado editorial como um todo. E desde 2014 as compras de livros por parte do governo não foram restabelecidas. Isso gerou mudanças nas formas de se produzir literatura no Brasil em todos os gêneros, e as obras voltadas ao público infantil ou infantojuvenil também foram impactadas por esse movimento.

    A situação do mercado é assunto do quinto episódio da série “Como começar a ler para crianças”. E a conversa é com o escritor Ilan Brenman. Ele é autor de dezenas de livros, como “Até as princesas soltam pum” (2008), “Telefone sem fio” (2011) e “Refugiados” (2019).

    A vida e a obra da escritora Eva Furnari também são tema deste episódio. Furnari é brasileira de origem italiana e se destacou nos anos 1980 ao criar a personagem Bruxinha. Ela atua também como ilustradora e é reconhecida pela forma como consegue equilibrar texto e desenho em seus livros – sempre com uma pegada bem-humorada. Alguns de seus títulos mais conhecidos são "A Bruxinha" e "Felpo Filva". Ouça:

    • 48 min

Customer Reviews

PattyBarbosa ,

Recomendo!

Adorei os temas de cada podcast sempre com informações muito ricas acerca dos temas escolhidos.

joaomarcelovzo ,

Excelente podcast

Excelente podcast

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