Neste episódio do Controller Cast, conversamos com André Biasotto, Gerente de Tesouraria na John Deere, sobre um tema que costuma ser tratado como rotina operacional, mas que pode se tornar uma das áreas mais estratégicas do financeiro: a tesouraria.Afinal, tesouraria não é só pagar conta.Quando bem estruturada, ela ajuda a empresa a proteger o caixa, antecipar riscos, melhorar o relacionamento com bancos, apoiar decisões de capital, fortalecer a governança e se conectar de forma muito mais estratégica com FP&A, Controladoria, Contabilidade, Impostos, Compras e demais áreas do negócio.Ao longo da conversa, André compartilha sua visão sobre os diferentes tipos de tesouraria, a diferença entre uma tesouraria operacional e uma tesouraria corporativa, os pilares da gestão de caixa, funding, capital e riscos, além dos desafios que vêm pela frente com IA, reforma tributária, duplicatas escriturais e mudanças no mercado financeiro.Também falamos sobre um ponto essencial para qualquer profissional de finanças: como usar Inteligência Artificial sem perder pensamento crítico. Porque, como André destaca no episódio, a IA pode acelerar análises e processos, mas o raciocínio lógico continua sendo indispensável para validar, questionar e transformar respostas em decisões confiáveis.Neste episódio, você vai entender: Por que a tesouraria precisa sair da execução e se aproximar da estratégia;Como a tesouraria se conecta com FP&A, Controladoria e liderança;Qual o papel do relacionamento bancário na gestão financeira;O erro comum das empresas ao tratar bancos apenas como fornecedores de taxa;Como a IA pode ser aplicada em finanças corporativas e tesouraria;Os impactos esperados da reforma tributária na liquidez das empresas;O que são duplicatas escriturais e por que o financeiro precisa acompanhar esse tema;Por que curiosidade intelectual pode ser uma das habilidades mais importantes para o futuro do profissional financeiro.Se você atua em tesouraria, controladoria, FP&A, gestão financeira ou liderança, este episódio vai te ajudar a enxergar a tesouraria como uma área muito mais estratégica do que operacional.