Cuida, Criatura!

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Meio ambiente, mudanças climáticas e divulgação científica. Se tu curte isso, então o Cuida, Criatura! é feito pra ti! Somos um veículo jornalístico independente e tamo aqui pra fazer um Jornalismo Ambiental desenrolado, sem complicação, que é pra tu entender tintim por tintim. Com um olhar voltado pras juventudes e uma boa dose da gaiatice cearense, a gente te mostra que meio ambiente não é só planta e bicho - e que a luta por um mundo melhor começa com um olhar crítico. As vozes que comandam nossos episódios são de Gabriel Matos e Karízia Marques. A cada mês, a dupla traz convidados especiais pra um bate-papo descontraído, mas aprofundado. E detalhe: cada entrevista é gravada em um point diferente da nossa amada terrinha, Fortaleza! Se é pra falar de meio ambiente, tem que sair do ar condicionado, né não? Achou pouco? Pois receba! Além dos episódios mensais, também contamos com colunas sonoras, a “Te Alui, Criatura!”. Semanalmente, Bernardo Maciel e Laura Diógenes vão trazer os assuntos mais quentes do momento pra tu não ficar boiando nas rodinhas de conversa. Informação e deboche, apuração com descontração: tu vai encontrar um pouco de tudo aqui. Curtiu a proposta? Pois vem fazer parte da comunidade Cuida, Criatura! | Instagram: https://www.instagram.com/cuida.criatura | Newsletter: https://cuidacriatura.substack.com/ | Comunidade: https://whatsapp.com/channel/0029VbC903AD8SE2tG2zR73d

  1. #75 - Romária Holanda: LGBTQ+ e justiça climática (feat. Clima Queer)

    Jun 13

    #75 - Romária Holanda: LGBTQ+ e justiça climática (feat. Clima Queer)

    Em junho, as cores do arco-íris pintam as ruas e os corações: é o mês do Orgulho LGBTQIAPN+. Em meio a dados ainda crescentes de violência contra essa comunidade, a data se torna ainda mais importante enquanto celebração às diversas formas que o amar e o ser podem assumir. Mas onde que a crise climática entra nessa história? As mudanças climáticas não afetam todo mundo da mesma forma; onde existe desigualdade social, elas tornam as coisas ainda mais precárias. Dados apontam que a população LGBTQ+ apresenta menos acesso a direitos básicos como moradia, saúde e trabalho. O que isso significa? Menos direitos = mais vulnerabilidade social. Pra essa conversa, chamamos Romária Holanda, ativista de direitos humanos e justiça socioambiental, coordenadora de formação do Instituto Terramar e integrante da Rede LGBTQIAPN+ da Zona Costeira do Ceará. Também é artista, professora, especialista em inovação da saúde do trabalhador e se identifica como travesti. Em entrevista realizada no Dragão do Mar, em Fortaleza, Romária nos conta sobre o processo de identificação como LGBTQ+, as interseccionalidades da pauta climática, a incidência política do ativismo socioambiental e a esperança de um futuro mais justo e igualitário. Ao longo do episódio, tu também ouve inserções de Maria Luiza Gonçalves. Ela é mestranda em Direitos Humanos pela UFPE e fundadora do Clima Queer, coletivo de Recife que trabalha com a relação entre a crise climática e a população LGBTQIAPN+. Dentre outras coisas, Maria Luiza comenta sobre a importância do letramento climático da população LGBTQ+, a falta de dados específicos sobre a comunidade e o conceito de transfobia ambiental. O poema que abre este episódio se chama “A revolução da natureza”, de autoria de Bruno Gabriel Alves de Assis. Disponível na cartilha “Corpos que habitamos, territórios que defendemos”, do Clima Queer. Este episódio foi gravado no dia 05/06/2026. ___________ Pra denunciar LGBTQ+fobia em Fortaleza: | Delegacia de Repressão aos Crimes por Discriminação Racial, Intolerância Religiosa ou Orientação Sexual (Decrim): Rua Valdetário Mota, 970, Papicu – (85) 3101-7590 | Centro Estadual Thina Rodrigues: Rua Valdetário Mota, 970, Papicu – (85) 98993-3884 | Centro de Referência Janaína Dutra: Rua Jaime Benévolo, 21, 2º andar, Centro – (85) 98970-4621 ___________ Pra se aprofundar no assunto: | Instituto Terramar: www.instagram.com/instituto.terramar.ce/ | Rede LGBTQIAPN+ da Zona Costeira do Ceará: www.instagram.com/redelgbtqiapndazonacosteira/ | Clima Queer: www.climaqueer.com.br/ www.instagram.com/climaqueer/ | Agência Diadorim: adiadorim.org/ // www.instagram.com/leiadiadorim/ | Livro “Apocalipse 20:26”, antologia em que Romária Holanda tem um conto: https://loja.uiclap.com/titulo/ua170122 ___________ A gente faz um Jornalismo independente e crítico. Se tu curte nosso trabalho, que tal virar um apoiador? Tu pode contribuir com qualquer valor! | Chave pix: cuidacriatura.pod@gmail.com Te alui pra não perder nenhum conteúdo extra. Avia! | Instagram: https://www.instagram.com/cuida.criatura | Newsletter: https://cuidacriatura.substack.com/ | Comunidade: https://whatsapp.com/channel/0029VbC903AD8SE2tG2zR73d Créditos | Produção, roteiro e entrevista: Gabriel Matos e Karizia Marques | Apoio técnico: Laura Diógenes | Edição de som: Karizia Marques | Newsletter: Ana Alice Freire e Antônio Eudes | Comunicação e redes sociais: Mafê Melo, Gabriel Matos, Luane Sabrina e Lavínia Fonseca

    1h 34m
  2. #74 - Diêgo di Paula: “Cada prédio erguido é uma identidade a menos”

    May 9

    #74 - Diêgo di Paula: “Cada prédio erguido é uma identidade a menos”

    A paisagem de Fortaleza tá cada vez mais diferente. A orla paradisíaca tá tomada por paredões de aço, vidro e concreto que desafiam as leis da gravidade e do ordenamento urbano: são os superprédios, edifícios de 30, 40, 50 andares ou mais. Só pra dar uma noção: Fortaleza deve chegar a 22 prédios com mais de 100 metros de altura até o ano de 2030. Construídos principalmente em áreas nobres, os superprédios são símbolo não somente de luxo, mas também da especulação imobiliária e da concentração de renda. A cada novo canteiro de obras, a gente fica pensando. O que essas construções mudam na nossa cidade? Qual a Fortaleza que vamos ter daqui a alguns anos, se os superprédios tomarem conta de tudo? Gentrificação, outorga onerosa, regularização fundiária. Se tu não tá familiarizado com esses termos, vem que a gente te explica de um jeitinho bem descomplicado! Pra essa conversa, chamamos Diêgo di Paula, idealizador do Acervo Mucuripe, um museu comunitário que preserva a memória e a história de uma Fortaleza que muita gente nem imagina que existe. Em entrevista feita no Parque Bisão, Diêgo nos conta sobre como os superprédios impactam mais do que a paisagem de uma cidade: eles também causam a perda de identidade de comunidades que há séculos moram nesses espaços. Inclusive, o áudio que abre este episódio é uma leitura, feita pelo Diêgo, de uma edição do Jornal Unitário do ano de 1961. A notícia fala justamente da remoção de comunidades para a construção da Avenida Beira Mar, em Fortaleza. No episódio, também contamos com a contribuição de Carolina Guimarães. Ela é mestre em Arquitetura e Urbanismo pela Universidade Federal do Ceará. Assessora técnica popular pelo Quintau Coletivo, e trabalhou como apoio técnico da participação popular na Revisão do Plano Diretor de Fortaleza. Este episódio foi gravado no dia 02/05/2026. ___________ A gente faz um Jornalismo independente e crítico. Se tu curte nosso trabalho, que tal virar um apoiador? Tu pode contribuir com qualquer valor! | Chave pix: cuidacriatura.pod@gmail.com Te alui pra não perder nenhum conteúdo extra. Avia! | Instagram: https://www.instagram.com/cuida.criatura | Newsletter: https://cuidacriatura.substack.com/ | Comunidade: https://whatsapp.com/channel/0029VbC903AD8SE2tG2zR73d Créditos | Produção, roteiro e entrevista: Gabriel Matos e Karizia Marques | Apoio técnico: Bernardo Maciel e Ana Alice Freire | Edição de som: Karizia Marques

    1h 10m

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Meio ambiente, mudanças climáticas e divulgação científica. Se tu curte isso, então o Cuida, Criatura! é feito pra ti! Somos um veículo jornalístico independente e tamo aqui pra fazer um Jornalismo Ambiental desenrolado, sem complicação, que é pra tu entender tintim por tintim. Com um olhar voltado pras juventudes e uma boa dose da gaiatice cearense, a gente te mostra que meio ambiente não é só planta e bicho - e que a luta por um mundo melhor começa com um olhar crítico. As vozes que comandam nossos episódios são de Gabriel Matos e Karízia Marques. A cada mês, a dupla traz convidados especiais pra um bate-papo descontraído, mas aprofundado. E detalhe: cada entrevista é gravada em um point diferente da nossa amada terrinha, Fortaleza! Se é pra falar de meio ambiente, tem que sair do ar condicionado, né não? Achou pouco? Pois receba! Além dos episódios mensais, também contamos com colunas sonoras, a “Te Alui, Criatura!”. Semanalmente, Bernardo Maciel e Laura Diógenes vão trazer os assuntos mais quentes do momento pra tu não ficar boiando nas rodinhas de conversa. Informação e deboche, apuração com descontração: tu vai encontrar um pouco de tudo aqui. Curtiu a proposta? Pois vem fazer parte da comunidade Cuida, Criatura! | Instagram: https://www.instagram.com/cuida.criatura | Newsletter: https://cuidacriatura.substack.com/ | Comunidade: https://whatsapp.com/channel/0029VbC903AD8SE2tG2zR73d