Hoje, fazemos um convite para olhar com muita atenção e mudar o modo como pensamos sobre o que é certo e errado. O tema é o ecofeminismo, um campo de estudo e ação muito importante. Em particular, vamos partilhar notas críticas que expressam um profundo desconforto perante os pontos que o movimento branco europeu não vê ou não reconhece. O ecofeminismo europeu, com a sua longa história de lutas femininas pela igualdade, traz ideias importantes e tem boas intenções. Mas o problema está aqui: a maioria das propostas continua a usar as ideias e maneiras de pensar antigas que dizem querer mudar. Seguimos por várias dobras: O LUXO DE SE SENTIR INOCENTEQUE MULHER? QUE NATUREZA? O PERIGO DE ACHAR QUE É TUDO IGUALOLHAR DE CIMA E A ABSTRAÇÃO MORALCUIDADO PRÁTICO E MUDANÇA PROFUNDAPodes ler as Notas Soltas de Ecofeminismo. Referências (resumidas): Plumwood, Val (2003). Decolonizing Relationships With Nature. In: Adams, W. & Mulligan, M. (Eds.), Decolonizing Nature: Strategies for Conservation in a Postcolonial Era. Earthscan.Ferdinand, Malcom (2021). Uma Ecologia Decolonial: Pensar a partir do mundo caribenho. Bazar do Tempo.Flores, Bárbara Nascimento (2021). Mulheres e Povos Rumo ao Bem-Viver: Por um ecofeminismo comunitário. Susana de Castro. (2022). “Origem e ideias centrais”. In: Revista Cult, edição 262 – O que é o feminismo decolonial. São Paulo: Instituto Cult. Disponível em: https://revistacult.uol.com.brTzul Tzul, Gladys. (2021). Textos sobre autogoverno indígena e feminismo territorial. Disponíveis em plataformas de saberes indígenas e feminismos comunitários.Marim, Caroline (2022). Decolonizando o olhar. In: Revista Cult, edição 262 – O que é o feminismo decolonial. Instituto Cult.Davis, Angela. (1981). Women, Race and Class. Vintage Books.Ghosh, Amitav. (2021). The Nutmeg’s Curse: Parables for a Planet in Crisis. University of Chicago Press.hooks, bell. (1981). Ain’t I a Woman: Black Women and Feminism. South End Press.hooks, bell. (1984). Feminist Theory: From Margin to Center. South End Press.Vergès, Françoise. (2021). A Decolonial Feminism. Verso Books.Ahmed, S. (2007). The phenomenology of whiteness. Feminist Theory, 8(2), 149–168. https://doi.org/10.1177/1464700107078139Andreotti, V., Stein, S., Ahenakew, C., & Andreotti, J. (2021). Hospicing modernity: Facing humanity’s wrongs and the implications for social activism. North Atlantic Books.Bailey, A. (2007). Privilege: Expanding on Marilyn Frye’s “Oppression”. Journal of Social Philosophy, 38(3), 521–542. https://doi.org/10.1111/j.1467-9833.2007.00395.xMills, C. W. (1997). The racial contract. Cornell University Press.Tronto, J. C. (1993). Moral boundaries: A political argument for an ethic of care. Routledge.Tronto, J. C. (2013). Caring democracy: Markets, equality, and justice. New York University Press.Wekker, G. (2016). White innocence: Paradoxes of colonialism and race. Duke University Press.Yunkaporta, T. (2019). Sand talk: How Indigenous thinking can save the world. Text Publishing.Machado de Oliveira, Vanessa. Outgrowing Modernity. North Atlantic Books, 2025.Simpson, Leanne Betasamosake. As We Have Always Done: Indigenous Freedom Through Radical Resistance. University of Minnesota Press, 2017.Lorde, Audre. Sister Outsider. Crossing Press, 1984.de la Cadena, Marisol, & Blaser, Mario (Eds.). A World of Many Worlds. Duke University Press, 2018.Stengers, Isabelle. Another Science is Possible: A Manifesto for Slow Science. Polity Press, 2018.Butler, Judith. Precarious Life: The Powers of Mourning and Violence. Verso, 2004.Ahmed, Sara. The Promise of Happiness. Duke University Press, 2010.