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Nova Acrópole do Brasil

Nova Acrópole. Escola de Filosofia à Maneira Clássica. A Filosofia atemporal aplicada no cotidiano para viver melhor.

  1. 2d ago

    Jogos Olímpicos da Antiguidade

    O que o esporte pode nos ensinar sobre a maneira como enfrentamos a vida? Neste episódio do Podcast Filosófico, Pedro Guimarães e o professor Cristiano Born conversam sobre o esporte como instrumento de educação e formação humana, a partir da experiência do convidado nos Jogos Internacionais do Voluntariado, realizados em Olímpia, na Grécia, em 2026.  O diálogo revisita o sentido dos jogos na Antiguidade e sua relação com a união do mundo grego, a arte e a espiritualidade. A ginástica e a música são apresentadas como práticas complementares de uma educação que buscava formar o ser humano integralmente: exercitar o corpo, cultivar a sensibilidade e desenvolver qualidades interiores. Nesse contexto, o esforço do atleta expressa a busca pela excelência — a areté grega. Essa perspectiva aproxima o esporte da filosofia e dos desafios cotidianos. Reconhecer os próprios limites, aprender a conviver e perseverar diante das dificuldades são experiências que encontram nas provas esportivas um campo de exercício. A conversa convida a compreender a superação de si mesmo como um trabalho de autoconhecimento e autodomínio, que amplia nossa capacidade de agir com generosidade e colocar o que desenvolvemos a serviço dos demais. Participantes: Cristiano Born e Pedro Guimarães Trilha sonora: Johann Sebastian Bach — Suíte para Orquestra nº 3, BWV 1068, em Ré Maior — Overture Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast

    Jogos Olímpicos da Antiguidade
  2. Sep 8

    A busca por motivações mais humanas

    De onde vem a força que nos coloca em movimento? Assim como as crianças se aproximam do mundo por meio da curiosidade e das perguntas, a atitude filosófica nos convida a investigar a vida, nossas escolhas e a nós mesmos. Neste episódio, a motivação é apresentada como aquilo que nos impulsiona a sair de um estado e caminhar em direção a outro, seja no plano físico, psicológico ou mental. A conversa aborda a diferença entre as motivações psicológicas, muitas vezes ligadas a gostos, desejos, emoções e circunstâncias passageiras, e as motivações filosóficas, que buscam referências mais estáveis e profundas. Quando nossa realização depende excessivamente de fatores externos — como elogios, aprovação, reconhecimento, relacionamentos, conquistas ou bens materiais —, ficamos sujeitos às constantes mudanças da vida e podemos perder facilmente o sentido de nossas ações. A Filosofia propõe, então, uma busca pelas causas interiores que orientam nossas escolhas. Por meio do autoconhecimento, das próprias experiências e dos ensinamentos dos grandes filósofos e mestres de sabedoria, podemos reconhecer nossas fragilidades, descobrir nossas virtudes e construir ideias, sentimentos e convicções capazes de sustentar uma vida mais consciente. Fortalecer o que há de melhor em nós não significa afastar-se do mundo, mas aprender a oferecer-lhe o nosso melhor. Ao encontrar motivações mais profundas e compartilhá-las com outras pessoas que também buscam superar seus limites e viver seus ideais, transformamos o crescimento individual em uma força de união e construção coletiva. Participantes: Giovana Bresciani e José Roberto Trilha Sonora: Franz Liszt — Piano Concerto nº 1 Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast

    A busca por motivações mais humanas
  3. Aug 17

    Trivium e Quadrivium

    Trivium e Quadrivium são caminhos de formação de origem greco-latina que atravessaram a história da educação e foram retomados na Idade Média. Suas sete artes buscavam desenvolver a inteligência, educar o caráter e preparar o ser humano para a Filosofia e para uma compreensão mais profunda de si mesmo e da Natureza. Neste episódio, conhecemos as três artes do Trivium — Gramática, Retórica e Dialética —, relacionadas à linguagem humana, à expressão das ideias e à busca da verdade. Já o Quadrivium — Aritmética, Geometria, Música e Astronomia — conduz ao estudo da linguagem da Natureza por meio dos números, das formas, do espaço, do tempo e da harmonia. Mais do que disciplinas isoladas, Trivium e Quadrivium constituem uma proposta de educação integral. Para os antigos, esses conhecimentos preparavam o indivíduo para a Filosofia entendida como uma forma de vida, unindo desenvolvimento intelectual e formação do caráter. A busca da unidade e da harmonia é um dos fios condutores dessas sete artes. Ao desenvolver diferentes capacidades humanas, esse caminho educativo nos convida a perceber a unidade por trás da diversidade e a construir uma relação mais consciente e harmônica conosco, com os outros e com o universo. Participantes: Cristiano Born e Pedro Guimarães Trilha Sonora: Piotr Ilitch Tchaikovsky – Concerto para Violino, Op. 35 Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast

    Trivium e Quadrivium
  4. Aug 3

    As Musas e o mergulho no Universo

    As antigas tradições gregas concebiam as Musas como expressões vivas da beleza, da harmonia e da inspiração, capazes de elevar o ser humano para além da rotina e aproximá-lo de sua dimensão mais profunda. Neste episódio, os professores refletem sobre o simbolismo das Musas, sua relação com a arte, a memória e a filosofia, mostrando como esses arquétipos representam uma ponte entre o mundo sensível e o transcendente. Ao longo da conversa, são exploradas as diferentes tradições sobre a origem das Musas, sua ligação com Mnemósine, deusa da memória, e o papel da arte como instrumento de educação e humanização. A partir de referências à cultura grega e a grandes pensadores e artistas da humanidade, o episódio evidencia que a verdadeira beleza não é um privilégio de poucos, mas um patrimônio universal, capaz de despertar no ser humano o sentido de unidade, contemplação e aperfeiçoamento interior. Por fim, o diálogo convida a resgatar, no cotidiano, momentos de contemplação, sensibilidade e contato com as grandes obras da filosofia, da literatura, da música e da natureza. Ao cultivar esse refinamento da consciência, o ser humano amplia sua capacidade de reconhecer a beleza dentro de si e de perceber-se como parte viva da alma do universo. Participantes: José Roberto e Danilo Gomes Trilha Sonora: Psyché et Éros – César Franck Conheça a Nova Acrópole: https://nova-acropole.org.br Entre em contato conosco: https://nova-acropole.org.br/podcast

    As Musas e o mergulho no Universo

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