Intermediate Portuguese With Portuguese With Eli

Eliaquim Sousa

If you've struggled to find an easy way to improve your listening skills in Portuguese, here you'll have it and much more. If you'd like to support this podcast, please consider buying us a coffee through https://www.buymeacoffee.com/elisousa :-)

  1. Aug 28

    Episode 275: Skin Care

    To get transcripts and additional notes (and to support the podcast), please visit: ⁠⁠https://buymeacoffee.com/elisousa⁠⁠ Please note that simple, unedited transcripts are available on that site. Additional notes are available for private students. Are you one of them? Send me an email requesting the notes! To get started right away in my school and learn more about how we can help you, start here: ⁠⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠⁠ Now, here is the monologue for your benefit. E lá se vão mais trezentos contos nesse potinho mixuruca de creme facial. Mas, pra te ser sincero, vale a pena. Afinal, o rosto é a nossa vitrine. Pelo menos é a minha. Sou representante comercial. Visito clientes empresariais o tempo todo. Por isso, minha aparência tem que estar impecável. Mas não adianta de nada ter lindas roupas e um ótimo visual, se os cuidados com a pele não estiverem em dia. Minha pele é oleosa e tende a criar espinhas e cravos. Na minha adolescência, espremia tudo sem piedade e ficava cutucando o tempo todo, mas hoje me arrependo disso. Ficaram algumas cicatrizes daquele tempo. Para resolver esse problema, inicialmente, me valia de cosméticos mais baratinhos. Tinha gel de limpeza, hidratante com fator de proteção solar 30 e um esfoliante simples. Era realmente o basicão. No começo, tudo foi indo de vento em popa, mas aí vieram as consequências. Uma crise de urticária, depois uma secura e muita descamação. Minha camisa ficava como se tivesse nevado. Parei com isso por um tempo até procurar um dermato. O médico observou que eu tinha umas manchinhas no rosto e uns sinais no braço. Perguntou se eu tomava sol (um pouco) e se havia histórico de câncer de pele na minha família (não havia). Mesmo assim, como tinha a pele muito clara e sardas, precisava cuidar para não me expor tanto ao sol. Se percebesse alguma alteração, voltasse logo para fazer o check-up. Se na parte da saúde ia bem, não podia dizer o mesmo da aparência. Chegando na casa dos 40, me dei conta de umas ruguinhas na testa e de linhas de expressão. Ao sorrir, via os pés de galinha nos meus olhos, e ao passar a mão nos cabelos, sentia o couro cabeludo extremamente oleoso. Passei a me preocupar mais. Minha pele não reluzia como antes, nem parecia tão macia. Aflito, procurei uma solução... e a encontrei nos cosméticos hipoalergênicos. São bem mais caros, mas não causam vermelhidão e ainda me deixam com um aspecto jovem e saudável. Hoje, minha rotina de cuidados é longa: leva cerca de meia hora de cabo a rabo, mas os resultados falam por si. Quando tentam adivinhar a minha idade, nunca me dão os anos que realmente tenho. Não sou lá muito vaidoso, mas confesso que fico muito orgulhoso quando ouço que pareço mais jovem.

    Episode 275: Skin Care
  2. Aug 21

    Episode 274: Superstitions throughout the Years (Essay)

    To get transcripts and additional notes (and to support the podcast), please visit: ⁠https://buymeacoffee.com/elisousa⁠ Please note that simple, unedited transcripts are available on that site. Additional notes are available for private students. Are you one of them? Send me an email requesting the notes! To get started right away in my school and learn more about how we can help you, start here: ⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠ Now, here is the essay for your benefit.   Superstições ao longo do tempo e os brasileiros nisso   Os brasileiros são um povo supersticioso. Mesmo que não acredita nessas crendices, tende a respeitá-las. Por isso, diz-se má sorte EM VEZ DE azar. Por quê? Por que falar azar traz má sorte. Temos várias outras superstições. NADA DE comer e tomar banho, SENÃO vai passar mal. E AI DE QUEM deixar na porta os calçados emborcados: quem paga por esse deslize é a mãe, que HÁ DE sofrer um acidente ou até mesmo ter um piripaque e morrer. Muitas superstições vêm e vão. Algumas, porém, perduram séculos e se transformam ao longo do tempo. VEJA SÓ. Antigamente, casar-se em maio era desaconselhado. Por quê? Porque foi nesse mês que Remo, um dos fundadores mitológicos de Roma, foi assassinado pelo irmão, Rômulo. Para aplacar os maus espíritos (incluindo o espírito de Remo), os romanos faziam oferendas nos dias 9, 11 e 13 de maio, num festival que ficou conhecido como “Lemúrias”. Acreditava-se que as oferendas acalmavam os espíritos. E o que acontecia a quem DESOBEDECESSE ao conselho? Sua vida era encurtada. Não sabemos se é verdade, mas, de todos os reis portugueses, os três que se casaram em maio sofreram destinos terríveis: Um viveu com problemas, outro enviuvou em 14 meses e o último foi assassinado... 22 anos depois de se casar. E agora, OLHE QUE LEGAL. Essa antiga superstição FOI DESAPARECENDO e desaparecendo... e hoje, maio é o mês das noivas. QUE INESPERADO, não é?

    Episode 274: Superstitions throughout the Years (Essay)
  3. Jul 27

    Episode 273: Simple Investment Advice

    To get transcripts and additional notes (and to support the podcast), please visit: https://buymeacoffee.com/elisousa Please note that simple, unedited transcripts are available on that site. Additional notes are available for private students. Are you one of them? Send me an email requesting the notes! If you’d like to chat with me, go to: https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/ Now, here is the monologue for your benefit. Sou do tipo que paga para não entrar numa briga, mas quando entro, pago para não sair. E a briga que recentemente tive foi com um colega de trabalho que me disse que eu não ia ficar rico nessa encarnação. Calma, antes, me deixa te explicar o que aconteceu. Sempre tive tino para negócios. Meu primeiro investimento foi numa barraquinha de importados. Era jovem e, na época, meio verde: por isso o negócio foi por água abaixo. Eu não tinha feito nenhuma pesquisa de mercado para descobrir se havia mesmo demanda para aquela tralha toda, essa é que é a verdade. Por isso, quando tive de me ausentar dos negócios, não me surpreendi nada, nada. Mas o tempo foi passando e eu fui aprendendo. Primeiro, frequentei um seminário que mudou minha maneira de enxergar o assunto. Era uma apresentação de um sujeito que tinha enriquecido às custas de muito trabalho. Sujeito honrado, dos meus. E, no seminário, aprendi uns macetes que agora pretendo usar para encher os bolsos de grana. A coisa mais importante é observar as tendências de mercado. Por exemplo, quando a febre do Labubu estava dando os primeiros passos, comprei alguns para vender quando estivesse no auge. Empaquei com alguns dos bonecos? Sim, mas vendi alguns. Saí no empate... ou seja, pelo menos não tive prejuízo. Outra lição que aprendi foi a entrar no negócio quando tudo estivesse começando. Passarinho que chega cedo bebe água limpa. Por que é que hoje investir em propriedade é difícil? Porque já tem gente adoidado, não tem mais espaço para quem quer entrar. O negócio agora é pegar a propriedade que se tem e adaptar para alugar no AirBNB, é aí onde está todo o dinheiro. Mas, claro, sou realista e sei que existem dificuldades. Se eu tivesse observado os sinais de alerta quando investi em importados, teria me poupado uma grana federal. E a taxa de retorno era baixíssima, fui palerma de investir tanto. Mas são águas passadas. O que vejo no mercado imobiliário promete... e também no ramo de tecnologia. Meu colega diz que eu não tenho foco, que deveria me concentrar numa coisa só, mas ele é míope. Diversificar é importantíssimo: apostar todas as fichas num só investimento é pedir para ir à falência. Por isso que eu vou investir em imóveis, em ações na bolsa e montar um negócio para mim. Assim, corro menos risco de sair com as mãos abanando. Agora só falta arranjar o capital para começar.

    Episode 273: Simple Investment Advice
  4. Jun 22

    Episode 272: Going to the Gas Station - part 2

    Would you like to support this project? Leave us a review in your podcast player if possible 😊 And if you’d like to have lessons with me, please visit https://portuguesewitheli.com/ and take the free assessment. If you’d rather send us a little tip to help maintain this project, you can do so at: https://buymeacoffee.com/elisousa  And here is the monologue for your benefit! Tive uma experiência engraçada no posto de gasolina, e tenho certeza de que você vai extrair uma lição disso. Ando de carro sempre que posso. Dirijo muito por conta do trabalho, para levar a esposa para lá e para cá, buscar os filhos na escola e para chegar ao trabalho. Tudo muito bonito e tal, mas também meu carro bebe gasolina que é uma beleza, e por isso tenho que abastecer dia sim, dia não. Naquele dia, fui a um posto conhecido. Costumava comprar coisas na loja de conveniência lá. Eu já era freguês: sabia o nome dos frentistas de cor e salteado, e eles sabiam que eu sempre mandava completar. Mas, naquele dia, o frentista era novo. — O que o senhor manda, chefe? — Ele perguntou, indo para a bomba de gasolina. Com um aperto no coração, e esses preços subindo em disparada, pedi: “complete com gasolina, por favor.” O frentista ficou me encarando. Dei a ele a chave. Ele foi para a traseira do carro, tirou a tampa do bocal do tanque, pegou a mangueira da bomba e começou a abastecer. — Quer que eu limpe o para-brisa? Ele já estava com o rodo na mão enquanto abastecia. Fazia tudo isso e não parava de me encarar. — Por favor — eu disse, meio constrangido. Achava que ele não tinha ido com a minha cara, para me encarar tanto. Quando ele acabou, peguei minha carteira que estava no assoalho. O frentista não tirava os olhos de mim. — Qual a forma de pagamento? Mesmo espantado com o valor, paguei no débito. Quando ia manobrando o carro para sair, o frentista olhou para mim e disse: — Elson, não está me reconhecendo? Respondi com um sorriso amarelo que não tinha certeza. — Sério? Sou o Pedro, o Pedroca, do Liceu Estadual, não lembra? Fiz que não com a cabeça. — Sério? — ele disse mais uma vez, incrédulo. Muito sem jeito, dei a partida no carro e pisei fundo. Se eu tinha me esquecido dele? Que nada! Lembrava muito bem do Pedroca e sabia que ele era um chato grudento.

    Episode 272: Going to the Gas Station - part 2
  5. Mar 20

    Episode 271: Talking about Fame and Being Famous or Not

    To learn more about how you can join a group with full support and plenty of opportunities to speak, visit: ⁠https://portuguesewitheli.com/club⁠ To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you 😊 ): ⁠⁠⁠⁠⁠https://buymeacoffee.com/elisousa/⁠⁠⁠⁠⁠  And here is the monologue for your benefit: A melhor coisa do mundo é acordar-se e saber que se tem fãs fervorosos em várias cidades do Brasil. Você não sabe a sensação indescritível que dá ver aquele enxame de gente reconhecer a pessoa na rua. Vou te contar. Quando se é um Zé Ninguém, ninguém te respeita. Você chega numa loja e tem que ficar esperando um vendedor vir te atender. E quando o vendedor vem, é de muito mau grado. A gente até desanima. Depois de ficar batendo perna num shopping levando patada de um e de outro, ainda tem que encarar um ônibus apinhado de gente grossa. Mas basta uma aparição na TV, de preferência num programa de entrevistas, e a gente vira celebridade. De repente, você se torna um ator consagrado. Todos os programas de fofoca querem te entrevistar. E você, claro, vai para todas as entrevistas, como manda o figurino. Não se pode viver sob os holofotes e ser uma pessoa antipaticíssima. Você tem que fazer sala para jornalista, entreter os apresentadores, mostrar um pouco da sua intimidade para o grande público, dar autógrafos para as tietes que te reconhecem mesmo sob disfarce. Não gosto muito da ideia de ver a minha vida íntima devassada, mas a privacidade é superestimada, a meu ver. Além do mais, quando se tem dinheiro e fama, ninguém precisa agir na surdina e tentar despistar as pessoas das coisas que você faz. Na verdade, você quer é o contrário. A crítica vai descer a lenha na sua cabeça, os seus fãs vão inflar direto seu ego, vai ser o maior bafafá sobre você. Mas como se diz por aí, que falem bem ou mal, mas que falem de você. Bom, agora você me dê licença, porque tenho de voltar ao trabalho. Depois de sair daqui do caixa do supermercado, vou direto gravar meus vídeos no TikTok.

    Episode 271: Talking about Fame and Being Famous or Not
  6. Mar 12

    Episode 270: Talking about How Business Is Doing

    To learn more about how you can join a group with full support and plenty of opportunities to speak, visit: https://portuguesewitheli.com/club To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you 😊 ): ⁠⁠⁠⁠https://buymeacoffee.com/elisousa/⁠⁠⁠⁠  And here is the monologue for your benefit: Todo ano nossa família combina de passar o São João numa casa de praia alugada. A gente prefere passar numa casa de praia porque a cidade fica vazia e não tem muito o que fazer. E dez pessoas alugarem a casa por três ou quatro dias barateia bastante. Mas sempre tem um que choraminga. E dessa vez esse foi meu cunhado. Meu cunhado deu para se julgar empresário. Inicialmente, montou uma barraca para vender importados no centro. Ninguém botava muita fé naquele negócio, mas, por incrível que parecesse, as coisas foram de vento em popa. Pelo menos, era a versão que ele contava. Disse que tinha encontrado um filão de mercado: vender reprodutores de MP3 para professores da Educação Infantil. Assim, os professores iam ter uma ferramenta que os ajudava a poupar as cordas vocais. Na semana em que o negócio estreou, o estoque esgotou rapidinho. Ninguém acreditava que ia chover gente atrás daquele negócio, mas o fluxo de pessoas foi contínuo. Na verdade, os aparelhos de som estavam super em alta. O estoque que meu cunhado tinha comprado mal supria a demanda. Eu mesmo fui cliente e comprei um sonzinho na mão dele. Não era o melhor produto, mas chegava para o que eu precisava. No dia que fui lá tinha poucos aparelhos. Alguns clientes quase saíam no tapa para garantir o seu rádio MP3. Mas como diz o ditado, não há bem que sempre dure, nem mal que nunca acabe. O que meu cunhado não contava para ninguém era que a mercadoria era contrabandeada. E contrabando é uma contravenção punida por lei. Daí, pouco antes do São João, houve uma batida da fiscalização. Meu cunhado meteu sebo nas canelas e deixou todo o estoque para trás. Agora, contava essa história com cara de coitadinho da coitadolândia. Chorava as pitangas para quem quisesse ouvir sua história. E dizia que não podia pagar sua parte do aluguel, e que ficaria muito sentido se não fosse para a casa. Eu bem que queria que ele não fosse. Mas acho que vou dar uma contribuiçãozinha, para ver se ele pelo menos para de chorar

    Episode 270: Talking about How Business Is Doing
  7. Mar 5

    Episode 269: People's Reactions

    To book your conversation with Eli this very week, go to ⁠⁠⁠⁠⁠https://portuguesewitheli.com/get-your-roadmap/⁠⁠⁠⁠⁠ To support this podcast, consider leaving a review or making a donation (only if you can, and if you feel this podcast’s helped you 😊 ): ⁠⁠⁠⁠https://buymeacoffee.com/elisousa/⁠⁠⁠⁠  For the book club, check this out: https://portuguesewitheli.com/club And here is the monologue for your benefit: Desde que eu me entendo por gente, quis trabalhar como escritor. Infelizmente, não virei daqueles que trabalham com romances e poesias. Passaria fome se tivesse feito isso. Mas, depois de muito esforço, finalmente arranjei um emprego na editoria de entretenimento de uma revista voltada para o público adulto. Eu sei, não é nada glamouroso, mas, para quem está se afogando, jacaré é tronco. Agora me sobrava dar a notícia para as pessoas importantes na minha vida. Elas me dariam apoio e me ajudariam a ver se minha decisão tinha sido acertada. A primeira pessoa a quem contei foi o meu pai. Apesar de ele ser muito sério e machão, sempre foi muito acolhedor. Fiquei completamente sem jeito de falar com ele, então resolvi desembuchar logo. “Pai, arranjei um emprego de redator numa revista de entretenimento adulto.” Meu pai ficou em choque. Disse que isso não era trabalho de gente. Não sabia que ele torceria o nariz para isso, mas fazia sentido. No fim das contas, ele disse que não sabia o que pensar, mas também não ia falar mais nada, porque eu era bem grandinho para me virar por conta própria. Entendi isso como uma aprovação. O primeiro desafio estava superado. Agora tinha de falar com a minha mãe. Com ela a barra não ia ser tão pesada. Minha mãe sempre viveu livre, leve e solta, especialmente depois que se divorciou do meu pai. Mas, ainda assim, não acho que ela fosse querer ver um filho se embrenhando nessas áreas tão questionáveis para algumas pessoas. Pensei que ela fosse fazer cara feia para a minha escolha profissional, sendo pega de surpresa com essa bomba que eu ia largar no colo dela. Mas, no final das contas, ela só sorriu de orelha a orelha e me perguntou se eu estava contente. Claro que estava! Eu ia finalmente conseguir parar de depender do salário da minha esposa. Então minha mãe me abraçou e me desejou boa sorte. E agora tinha de contar para minha esposa. Aqui eu estava receoso. Escrever para uma revista desse tipo significa que, com frequência, ia ver fotos de modelos em poses inusitadas. Isso não influenciaria em nada o meu casamento, mas tinha medo da reação de minha esposa. Se ela me olhasse atravessado ou fizesse a mínima careta que fosse, eu provavelmente agradeceria a oportunidade na revista e declinaria da oferta. Então resolvi contar a ela, mas antes precisava preparar o terreno. Disse para ela que tinha conseguido um emprego e que iríamos jantar fora para discutir o assunto. Mas ela não se aguentou e pediu para eu adiantar o assunto, porque estava muito curiosa para saber mais detalhes. Quando abri o jogo, ela fez a maior cara de paisagem e perguntou se podia ver também um exemplar da revista para a qual eu ia escrever. Claro. Eu lhe mostrei uma edição e ela olhou lentamente cada página e cada foto, demorando-se em cada uma, e disse que era um trabalho honesto como qualquer outro. O que importava era se eu gostava. Eu gostava, mas eu acho que ela tinha gostado da novidade mais do que eu.

    Episode 269: People's Reactions
5
out of 5
32 Ratings

About

If you've struggled to find an easy way to improve your listening skills in Portuguese, here you'll have it and much more. If you'd like to support this podcast, please consider buying us a coffee through https://www.buymeacoffee.com/elisousa :-)

You Might Also Like