Antenados

Grupo Bandeirantes

Com uma hora de duração, o jornalista Danilo Gobatto, vencedor do prêmio APCA na categoria "Melhor Apresentação de Rádio", recebe no programa personalidades do teatro, cinema, televisão, da música, da gastronomia, moda e beleza, para um bate papo leve e descontraído! Nos acompanhe também nas redes sociais em @danilogobatto no Instagram, Facebook e no X.

  1. 22h ago

    Antenados #332 - Danilo Gobatto entrevista Nico Rezende

    Antenados #332 - Danilo Gobatto conversa com Nico Rezende. Cantor, compositor e arranjador, Nico iniciou a carreira tocando em orquestras, com as quais trabalhou em bailes pelo interior do Brasil. Em 1983, se muda para o Rio de Janeiro, onde passa a atuar como tecladista na banda do cantor Ritchie. Mais tarde, assina arranjos para discos de Marina Lima, Gal Costa, Roberto Carlos, Lulu Santos, Beto Guedes, Simone, Zizi Possi, Cazuza, Barão Vermelho, Erasmo Carlos, Kiko Zambianchi, entre outros. Nico tem seu nome nos créditos no compacto do Barão Vermelho para os temas do filme Bete Balanço. Na canção, em particular, Maurício Barros não esteve com a banda para colocar os teclados na música e Nico Rezende assume seu lugar na função, oficializando a música. Em 1987, grava seu primeiro LP, Nico Rezende, com destaque para sua música “Esquece e Vem”, tema da novela O Outro da Rede Globo. Desde então sua presença em trilhas sonoras ficou mais constante entre 1988 e 1990. Em 1988, Penso Nisso Amanhã integrou a trilha sonora da novela Vale Tudo. No ano seguinte, 1989, Finge Que Não Falou esteve presente na trilha de Que Rei Sou Eu. Ambas as canções pertenceram ao álbum do artista Jogo de Ilusões. Ainda em 1989, do álbum Nico tem a canção Natureza Viva, incluída na trilha nacional de O Sexo dos Anjos. Em 1990 com o lançamento de Tudo Ficou Pra Trás, que teve a canção Além da Sedução incluída na trilha de Lua Cheia de Amor. Nico Rezende teria outra canção incluída na primeira trilha de Malhação em 1995, Noves Fora. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins

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  2. 3d ago

    Antenados #331 - Danilo Gobatto entrevista Caju e Castanha

    Antenados #331 - Danilo Gobatto conversa com Caju e Castanha. A dupla foi criada pelos irmãos José Albertino da Silva (Caju) e José Roberto da Silva (Castanha) quando ainda eram crianças. Eles apresentavam-se tocando pandeiros feitos com lata de marmelada em feiras e praças de Jaboatão dos Guararapes, Pernambuco. Em 1975, Caju então com 12 anos de idade e Castanha com 7 anos fizeram uma participação no documentário “Nordeste: Cordel, Repente, Canção”, da cineasta Tânia Quaresma. Também apareceram cantando uma embolada do disco da trilha sonora do documentário. No começo da década de 1980, os irmãos mudaram-se para São Paulo, onde inicialmente apresentavam-se em ônibus, participando do movimento de arte urbana da cidade. Em 1981 gravaram o segundo disco, “Embolando na Embolada”, pelo selo Jangada da EMI-Odeon. Foram convidados a se apresentarem no programa “Som Brasil”, onde permaneceram co-apresentando entre 1984 e 1989 ao lado de Rolando Boldrin e de Lima Duarte. No ano de 1993, a dupla passou a ser conhecida nacionalmente através da embolada "Ladrão Besta e o Ladrão Sabido", do disco “Solidão de um Caminhoneiro”. Em 1997, a história da dupla foi contada no documentário “Som da Rua - Caju e Castanha”, uma coprodução da TVE Brasil. Em 2001, José Albertino da Silva (Caju) faleceu devido a um câncer no cérebro. Seu último show havia ocorrido em 1999, na edição do festival Abril Pro Rock. Em seu lugar entrou seu sobrinho, Ricardo Alves da Silva, que também assumiu o nome de Caju (ou Cajuzinho). Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins

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  3. 5d ago

    Antenados #330 - Danilo Gobatto entrevista Maria Cândida

    Antenados #330 - Danilo Gobatto conversa com a jornalista Maria Cândida, dividindo as novidades da carreira e relembrando os momentos marcantes na televisão! Formada em Jornalismo pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, passou pelas principais emissoras do Brasil. Começou a carreira como estagiária e rádio-escuta no Jornal do Brasil, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Também trabalhou no Jornal da Tarde e produziu reportagens para a Veja São Paulo. Em 1994, migrou definitivamente para a televisão. Seu primeiro trabalho como repórter foi na TV Tribuna, afiliada da Globo em Santos. Após um ano, transferiu-se para a TV Record, onde atuou como repórter e apresentou o telejornal Informe SP. Em 1996, foi contratada pela TV Globo, emissora na qual trabalhou como repórter de todos os telejornais da casa. Também apresentou o “Globo Rural”, o “SPTV” e a previsão do tempo no “Jornal Nacional”. No SBT, destacou-se como repórter e apresentadora do “SBT Repórter”. Também comandou as transmissões do Oscar, do Grammy e do Grammy Latino pela emissora. Hoje, aos 55 anos, Maria Cândida é uma das principais vozes sobre menopausa, saúde da mulher, economia prateada e reinvenção profissional no Brasil. À frente da sua própria produtora, a Indira Filmes, ela desenvolve projetos de impacto com foco em conteúdo feminino. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins

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  4. Jul 16

    Antenados #329 - Danilo Gobatto entrevista Denise Stoklos

    Antenados #329 - Danilo Gobatto conversa com Denise Stoklos. A atriz e diretora está de volta a São Paulo com o solo de sucesso “Mary Stuart”, em cartaz no Teatro Vivo. Este espetáculo estreou em 1987 no Teatro La Mama, em Nova York, e desde então tem recebido internacionalmente os melhores elogios da crítica. Inspirado em vários textos sobre a rainha da Escócia, a peça é definida como “estabelecimento das bases do que Denise Stoklos designa como seu chamado Teatro Essencial”, aquele que utiliza o mínimo de recursos materiais e o máximo dos próprios meios do ator, que são o corpo, a voz e o pensamento. Sozinha no palco, Denise é simultaneamente a rainha da Escócia, Mary Stuart - aprisionada e condenada à morte -, e a própria prima, Elizabeth I, rainha da Inglaterra. Nascida em Irati, a descendente de ucranianos começou sua carreira em 1968, enquanto cursava sociologia na Pontifícia Universidade Católica do Paraná e jornalismo na Universidade Federal do Paraná. Depois de trabalhar no Rio de Janeiro e em São Paulo, mudou-se com seu marido para Londres em 1977, onde ela especializou-se em mímica e desenvolveu seu estilo próprio de performances solo. Denise Stoklos foi a primeira atriz brasileira a se apresentar em Moscou, Pequim e na Ucrânia. Ela já representou suas vinte peças em sete idiomas, apresentou-se em trinta países e escreveu sete livros. Apresentação, produção e edição: Danilo Gobatto. Sonorização: Cayami Martins

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