Horizonte de Eventos

Sérgio Sacani Sancevero

Podcast dedicado exclusivamente para a astronomia e ciências correlatas.

  1. Horizonte de Eventos - Episodio 84 - Especial AAS 247 - As Descobertas Que Estão Mudando A Astronomia

    5D AGO

    Horizonte de Eventos - Episodio 84 - Especial AAS 247 - As Descobertas Que Estão Mudando A Astronomia

    Neste episódio especial do Horizonte de Eventos, trazemos uma cobertura completa do segundo dia da 247ª reunião da Sociedade Astronômica Americana (AAS 247), realizada em Phoenix, Arizona. Prepare-se para uma viagem fascinante pelos confins do universo! 🚀 O QUE VOCÊ VAI DESCOBRIR: ✨ UNIVERSO PRIMORDIAL: O Telescópio James Webb revelou que as primeiras galáxias amadureceram muito mais rápido do que imaginávamos. Elementos pesados já existiam em abundância quando o universo tinha menos de 1 bilhão de anos! 🦆 OS "ORNITORRINCOS" CÓSMICOS: Uma nova classe misteriosa de objetos que não se encaixa em nenhuma categoria conhecida. Seriam galáxias bebês extremamente jovens ou um novo tipo de núcleo galáctico ativo? ⭐ ESTRELAS-MONSTRO: Cientistas propõem que alguns dos enigmáticos "pequenos pontos vermelhos" podem ser estrelas individuais com 1 MILHÃO de vezes a massa do Sol, prestes a colapsar diretamente em buracos negros massivos. 💀 PLANETAS APÓS A MORTE: Como anãs brancas nos contam os segredos de mundos destruídos através da "poluição" de suas atmosferas, revelando a composição de exoplanetas rochosos e a possibilidade de vida ao redor de estrelas mortas. 💥 EXPLOSÕES CÓSMICAS: O filme mais longo já feito pelo Chandra mostra 25 anos de evolução do remanescente da Supernova de Kepler, expandindo a velocidades de até 14 milhões de milhas por hora!🔬 ECOS DO PASSADO: O XRISM revela que o buraco negro supermassivo no centro da Via Láctea foi milhares de vezes mais brilhante há apenas 100 anos. 🎓 INCLUSÃO NA CIÊNCIA: Conheça os programas CrEST que estão democratizando o acesso à astronomia para jovens de todo o mundo.Este é o universo como você nunca viu: mais estranho, mais complexo e infinitamente mais fascinante.#Astronomia #JamesWebb #Astrofísica #Ciência #DivulgaçãoCientífica #AAS247 #UniversoPrimordial #BuracosNegros #Exoplanetas #Supernovas

    59 min
  2. Horizonte de Eventos - Episódio 82 - Colisões cósmicas E Novos Horizontes

    JAN 5

    Horizonte de Eventos - Episódio 82 - Colisões cósmicas E Novos Horizontes

    O início de 2026 nos presenteia com um dos episódios mais empolgantes do Horizonte de Eventos! Preparamos uma jornada fascinante pelas últimas descobertas e eventos que estão moldando nossa compreensão do universo e expandindo as fronteiras da exploração espacial.Começamos nossa viagem na Europa, onde a Dinamarca recebeu luz verde da Agência Espacial Europeia para sua primeira missão à Lua. A missão Máni, batizada em homenagem ao deus nórdico da Lua, representa um marco histórico para o país e um novo modelo de exploração lunar: missões pequenas, ágeis e de baixo custo que democratizam o acesso ao espaço. Com lançamento previsto para 2029, o satélite mapeará a superfície lunar em alta resolução, identificando locais seguros para pousos tripulados e áreas promissoras para a busca de gelo de água nos polos lunares.Em seguida, embarcamos no primeiro lançamento da SpaceX em 2026, que colocou em órbita o terceiro satélite da constelação italiana COSMO-SkyMed. Equipado com tecnologia de Radar de Abertura Sintética, este satélite possui um superpoder: enxergar através de nuvens e na escuridão total. Essa capacidade revolucionária permite monitorar desastres naturais, detectar mudanças milimétricas no solo, combater a pesca ilegal e fornecer dados cruciais para agricultura de precisão, independentemente das condições climáticas. O episódio mergulha então em um verdadeiro mistério cósmico. Fomalhaut b, celebrado como um dos primeiros exoplanetas fotografados diretamente, simplesmente desapareceu. A solução deste enigma é espetacular: nunca foi um planeta, mas sim a nuvem de destroços de uma colisão titânica entre dois asteroides gigantes. Testemunhar esse evento raro nos dá uma janela única para os processos violentos que dão origem aos planetas, incluindo possivelmente a nossa própria Terra.Ampliando nossa perspectiva, exploramos a juventude turbulenta da Via Láctea. Usando o Telescópio Espacial James Webb como uma máquina do tempo, astrônomos canadenses identificaram 877 "gêmeas" da nossa galáxia em diferentes estágios evolutivos. As descobertas revelam que nossa serena galáxia espiral teve um passado caótico, marcado por fusões violentas e explosões de formação estelar, crescendo literalmente "de dentro para fora".Para os observadores do céu, trazemos um guia completo para a espetacular oposição de Júpiter em janeiro. O gigante gasoso estará em seu ponto mais próximo e brilhante do ano, visível durante toda a noite. Com simples binóculos, você poderá ver as quatro luas galileanas, recriando uma das descobertas mais importantes da história da ciência.Finalmente, celebramos uma vitória da engenhosidade humana: após cinco anos de busca meticulosa, os cosmonautas russos conseguiram selar o vazamento persistente no segmento russo da Estação Espacial Internacional, trazendo um suspiro de alívio para toda a comunidade espacial.Este episódio especial é uma celebração da curiosidade e do espírito de exploração que nos define. Das missões inovadoras para a Lua até os mistérios em galáxias distantes, cada história nos conecta com o cosmos e nos lembra que vivemos em um universo dinâmico e repleto de maravilhas.Seja você astrônomo amador ou curioso sobre o universo, este episódio tem algo especial para você. Junte-se a nós nesta jornada pelo cosmos!

    48 min
  3. Horizonte de Eventos - Episódio 81 - Um Telescópio Do Tamanho do Sol

    JAN 5

    Horizonte de Eventos - Episódio 81 - Um Telescópio Do Tamanho do Sol

    Já imaginou poder enxergar a superfície de um planeta a anos-luz de distância com detalhes suficientes para distinguir oceanos, continentes e, quem sabe, os primeiros sinais de vida? Atualmente, nossos telescópios mais poderosos veem esses mundos distantes como meros pontos de luz. Neste episódio de Horizonte de Eventos, mergulhamos em um dos projetos mais ambiciosos e visionários da história da exploração espacial: a Lente Gravitacional Solar. Descubra como cientistas planejam transformar nosso próprio Sol em um telescópio de proporções cósmicas, uma lupa gravitacional capaz de ampliar a imagem de um exoplaneta em 100 bilhões de vezes.Baseado na Teoria da Relatividade de Einstein, o conceito parece ficção científica, mas a física é sólida. A missão, no entanto, apresenta desafios de engenharia monumentais. Junte-se a nós enquanto exploramos a jornada épica de enviar uma frota de naves espaciais a uma distância três vezes maior que a da Voyager 1, usando tecnologias de ponta como velas solares para uma viagem de 25 anos até o ponto focal do Sol. Vamos desvendar como os cientistas pretendem capturar a luz distorcida em um "Anel de Einstein" e reconstruí-la em uma imagem de alta resolução, superando obstáculos como a comunicação a laser em distâncias interplanetárias e a autonomia das sondas.O que poderíamos encontrar ao final dessa jornada? Uma imagem de 800x800 pixels de uma segunda Terra, revelando sua geografia, seu clima e, talvez, a cor de sua biosfera. Este episódio não é apenas sobre tecnologia; é sobre a busca fundamental pela resposta à pergunta "estamos sozinhos no universo?". Aperte o play e embarque conosco nesta incrível aventura até os limites do sistema solar, em uma missão que pode redefinir nosso lugar no cosmos e o futuro da humanidade.

    45 min
  4. Horizonte de Eventos - Episódio 80 - O Voo 9 do Starship: Falha ou Sucesso?

    05/28/2025

    Horizonte de Eventos - Episódio 80 - O Voo 9 do Starship: Falha ou Sucesso?

    A SpaceX encontrou outro obstáculo em sua busca por "tornar a vida multiplanetária". Durante o nono voo de seu foguete integrado Starship-Super Heavy na terça-feira, o veículo mais uma vez falhou em completar o voo completo conforme o planejado, perdendo a capacidade de controlar sua orientação pouco mais de 20 minutos após o início do voo. A SpaceX interrompeu a exibição de imagens ao vivo do estágio superior por cerca de 10 minutos. Quando as imagens das câmeras foram retomadas, cerca de 30 minutos após o início do voo, a Starship pôde ser vista começando a girar. “A Starship atingiu o corte programado do motor da nave, uma grande melhoria em relação ao último voo! Além disso, não houve perda significativa das placas de proteção térmica durante a subida”, disse o fundador da SpaceX, Elon Musk, em um comunicado pós-lançamento no X. “Vazamentos causaram perda de pressão do tanque principal durante a fase de navegação costeira e reentrada. Muitos dados úteis para revisar.” A missão, batizada de Starship Flight 9, foi a terceira tentativa da SpaceX de voar a versão atualizada do Bloco 2 de seu estágio superior. Nos dois voos anteriores, a nave perdeu o controle de atitude antes do desligamento de seus seis motores Raptor, menos de nove minutos após o início de suas respectivas subidas. Em um comunicado divulgado pela Administração Federal de Aviação, a agência disse estar "ciente de que uma anomalia ocorreu durante a missão SpaceX Starship Flight 9, que foi lançada na terça-feira, 27 de maio, da Starbase, Texas, e está trabalhando ativamente com a SpaceX no evento". “Não há relatos de ferimentos públicos ou danos à propriedade pública neste momento”, disse a FAA. Antes da missão Starship Flight 9, Musk disse que realizaria uma palestra da empresa, intitulada "O Caminho para Tornar a Vida Multiplanetária", que, segundo ele, seria transmitida ao vivo. No entanto, a palestra estava originalmente agendada para antes do lançamento, mas foi adiada para depois e agora parece estar descartada por enquanto. Musk conversou com alguns veículos de notícias antes do lançamento, incluindo a Ars Technica. Nessa conversa , ele disse que havia "80% de chance de resolver esses problemas" relacionados ao estágio superior. "Para realmente termos 100% de chance, é necessária a iteração do projeto do motor. E parte disso foi que tivemos que descobrir que precisávamos apertar os parafusos que prendiam a câmara de empuxo à cabeça do injetor após o disparo", disse Musk a Eric Berger, da Ars Technica. Musk disse na entrevista que a SpaceX pretende lançar a terceira versão de seu motor Raptor até o final do ano. Ele acrescentou que "a versão 3 da nave e do propulsor tem um redesenho bastante radical". Embora o estágio superior da Starship Versão 2 usado neste voo, número de cauda S35, tenha superado as falhas observadas com as S33 e S34, ele sofreu vários contratempos, incluindo um problema que impediu a abertura da porta do compartimento de carga. A SpaceX pretendia lançar oito painéis grandes que simulassem o tamanho e a massa dos satélites Starlink Versão 3. A perda do controle de atitude do estágio superior também impediu a SpaceX de realizar o reacendimento planejado de um dos motores Raptor no espaço. Este é um recurso que a SpaceX precisará em missões futuras para permitir que a Starship desorbite com segurança e realize queimas secundárias durante uma missão. As imagens das câmeras de bordo foram irregulares em alguns momentos, mas duraram mais de 45 minutos de voo. Após o término da missão, Jared Isaacman, o indicado para ser o próximo administrador da NASA, aplaudiu o esforço da SpaceX.

    23 min
  5. Horizonte de Eventos - Episódio 79 - A Busca Por Vida Em Europa

    05/07/2025

    Horizonte de Eventos - Episódio 79 - A Busca Por Vida Em Europa

    Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Spoace Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos. E no programa de hoje!!! Vamos mergulhar fundo na missão Europa Clipper da NASA, uma jornada audaciosa até a lua gelada de Júpiter, Europa! Descobriremos por que este mundo distante, com seu vasto oceano escondido sob uma crosta de gelo, é um dos lugares mais promissores para buscar sinais de vida extraterrestre no nosso Sistema Solar. Exploraremos a história fascinante de sua descoberta, desde Galileu até as sondas Voyager e Galileo, entenderemos a geologia única de sua superfície e o incrível fenômeno do aquecimento de maré que pode manter seu oceano líquido. Detalharemos os objetivos científicos da Clipper, seus instrumentos de ponta, os desafios monumentais que ela enfrenta, como a radiação intensa de Júpiter, e o que a possível descoberta de um ambiente habitável – ou até mesmo vida – significaria para a humanidade. Preparem-se para uma viagem aos confins do Sistema Solar em busca de respostas para a pergunta: estamos sozinhos? Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!! Olá, entusiastas do cosmos e mentes curiosas! Sejam bem-vindos a mais uma jornada pelo universo aqui no nosso podcast. Hoje, vamos embarcar em uma das aventuras científicas mais empolgantes do nosso tempo, uma viagem a um mundo distante, gelado, mas que pulsa com a promessa de descobertas extraordinárias. Falaremos sobre a missão Europa Clipper da NASA, uma sonda espacial destinada a desvendar os segredos de Europa, uma das luas mais intrigantes de Júpiter. Por que tanto interesse nesse pequeno mundo coberto de gelo, orbitando um gigante gasoso a centenas de milhões de quilômetros da Terra? A resposta é tão simples quanto profunda: Europa pode abrigar vida. Imaginem só: sob uma crosta espessa e congelada, cientistas acreditam existir um vasto oceano de água salgada, um oceano global que pode conter mais água do que todos os oceanos da Terra juntos. E onde há água líquida, calor e os ingredientes químicos certos, a possibilidade de vida, como a conhecemos ou talvez de formas que nem imaginamos, torna-se real. A missão Europa Clipper não vai pousar em Europa, nem perfurar o gelo em busca direta de organismos. Sua missão é investigar se as condições para a vida realmente existem por lá. É uma missão de reconhecimento astrobiológico, uma busca pela *habitabilidade* de um mundo alienígena. No grande palco do Sistema Solar, onde planetas rochosos, gigantes gasosos e inúmeras luas dançam em uma coreografia cósmica regida pela gravidade, a busca por vida além da Terra sempre fascinou a humanidade. Por muito tempo, Marte, o planeta vermelho, foi o principal foco dessa busca, com suas evidências de água passada e uma atmosfera tênue. Mas as descobertas das últimas décadas nos mostraram que a vida pode ser mais resiliente e adaptável do que pensávamos, prosperando em ambientes extremos aqui mesmo na Terra, como nas profundezas escuras e pressurizadas dos nossos oceanos, perto de fontes hidrotermais vulcânicas. E isso abriu nossos olhos para outros candidatos potenciais no Sistema Solar, lugares frios e distantes do Sol, mas que poderiam ter fontes internas de calor e água líquida escondida. Europa emergiu como um dos principais candidatos nessa nova fronteira da astrobiologia.

    1h 11m
  6. Horizonte de Eventos - Episódio 78 - KOSMOS 482 O Satélite Russo Que Vai Cair Na Terra

    05/05/2025

    Horizonte de Eventos - Episódio 78 - KOSMOS 482 O Satélite Russo Que Vai Cair Na Terra

    Muito bom dia, boa tarde e boa noite queridos ouvintes, meu nome é Sérgio Sacani, sou editor do blog Space Today e do canal Space Today no Youtube e trago para vocês mais uma edição do podcast Horizonte de Eventos. E no programa de hoje!!! Vamos desenterrar a incrível e pouco conhecida saga da Kosmos 482, uma missão soviética destinada a Vênus em 1972 que falhou logo após o lançamento. Descobriremos como essa falha, em plena Guerra Fria, levou à queda de destroços misteriosos na Nova Zelândia e deixou uma cápsula espacial, um verdadeiro 'fantasma de Vênus', orbitando a Terra por mais de 50 anos! Exploraremos os desafios de pousar no inferno venusiano, os segredos por trás da missão, sua longa jornada orbital e o que sua história nos ensina sobre a exploração espacial e o crescente problema do lixo espacial. Então você já sabe, se prepara, chegou a hora da ciência invadir o seu cérebro!!!! Imaginem o cenário: estamos em 1972, no auge da Corrida Espacial. A União Soviética, após ver os americanos cravarem a bandeira na Lua, está determinada a manter sua dianteira na exploração dos planetas. O alvo da vez é Vênus, o nosso vizinho mais próximo, um mundo coberto por nuvens densas e com uma superfície tão hostil que desafia a imaginação. Uma nave sofisticada, parte do lendário programa Venera, é lançada com a missão de penetrar essa atmosfera esmagadora e talvez até pousar em solo venusiano. Mas algo, algo crucial, dá terrivelmente errado logo após o lançamento. O último estágio do foguete falha. A nave, em vez de seguir sua jornada interplanetária, fica presa, girando e girando ao redor da Terra numa órbita elíptica e instável, como um **carro que patina no gelo e não consegue sair do lugar**. O que poderia ter acontecido? E a história só fica mais estranha a partir daí. Poucos dias depois, objetos metálicos misteriosos começam a cair do céu na Nova Zelândia, do outro lado do mundo, causando espanto e teorias mirabolantes. Eram esferas de titânio com inscrições em russo! Seriam destroços da missão fracassada? O governo soviético nega veementemente qualquer relação. Por que tanto segredo? Enquanto isso, a nave principal se desfaz em órbita, seus pedaços reentrando na atmosfera ao longo dos anos... exceto um. Um fragmento específico, que muitos acreditam ser a parte mais importante da missão – a cápsula de descida, projetada para suportar o inferno de Vênus – permanece lá em cima. Por décadas! Cinquenta anos orbitando a Terra como um espectro silencioso da Guerra Fria, um segredo soviético flutuando no espaço, como uma **mensagem numa garrafa que nunca chegou ao seu destino**. O que aconteceu com essa cápsula? Ela ainda está lá? Ou já caiu? O que era exatamente essa missão Venera-72? Por que ela falhou de forma tão dramática? Que segredos essa cápsula perdida guardou por tanto tempo em sua jornada solitária? E o que a queda dos seus destroços nos ensina sobre a exploração espacial e seus perigos? Para entendermos completamente a história da Kosmos 482, precisamos primeiro ajustar nossos relógios e calendários. Voltemos para o início da década de 1970, mais precisamente para o ano de 1972. A Guerra Fria, aquela disputa tensa e multifacetada entre os Estados Unidos e a União Soviética, estava em pleno vapor, e um dos seus palcos mais visíveis e simbólicos era, sem dúvida, o espaço. Mas por que o espaço se tornou um campo de batalha tão importante nessa disputa ideológica?

    43 min

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