Teologia Pra Gente

Pr. Fabiano Almeida

Devocionais bíblicos diários que nos ajudam a conhecer a palavra de Deus e o Deus da palavra.

  1. 7h ago

    PORQUE TANTOS SALVOS NÃO OBTEM VITÓRIA CONTRA O PECADO

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 08\09‚6 TÍTULO PORQUE TANTOS SALVOS NÃO OBTEM VITÓRIACONTRA O PECADO TEXTO A palavra de Deus nosensina que a salvação concedida em Cristo concede ao salvo verdadeira vitóriacontra seus hábitos pecaminosos, frutos de sua vida em pecado. O apóstolo Pauloapresenta esta verdade aos salvos em Roma de uma forma muito direta ao dizer “Assim também vós considerai-vos certamente mortos para o pecado, masvivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor. Não reine, portanto, o pecado em vossocorpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências” (Romanos 6.11,12). Logo adiante o apóstololhes dá a razão de os ter admoestado tão fortemente “Porque o pecado não terá domínio sobre vós, pois não estaisdebaixo da lei, mas debaixo da graça” (Romanos 6.14). O que estes versos nos ensinam é que tudo o que énecessário para que um salvo em Cristo tenha vitória sobre o pecado já lhe foiconcedido em Jesus Cristo. Porque então encontramos salvos que, mesmo depois deanos de conversão, ainda não obtiveram vitória contra determinados hábitospecaminosos em sua vida? É bom que examinemos com sinceridade esta questão. É o próprio Senhor Jesus que lança luz sobre este problema ao propor umametáfora que bem representa esta questão, registrada no evangelho segundo Lucas “Quando o espírito imundo temsaído do homem, anda por lugares secos, buscando repouso; e, não o achando,diz: Tornarei para minha casa, de onde saí. E, chegando, acha-a varridae adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que elee, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem é pior do que oprimeiro” (Lucas 11.24 a 26). Na metáforaapresentada por Jesus a casa representa a vida de uma pessoa que foi libertadade seus vícios, e onde aparentementetudo estava em ordem, uma vez que a casa estava limpa e adornada. Porém somosinformados que logo o estado daquela casa tornou-se pior que em seu princípio ea razão é clara: apenas metade das obrigações haviam sido feitas, pois, a casafora desocupada, limpa e organizada, porém manteve-se vazia. O que lhe faltavaera um novo morador. Encontramos a aplicação destaverdade no ensino do apóstolo Paulo aos romanos, quando nos diz "Masrevesti-vos do Senhor Jesus Cristo, e não tenhais cuidado da carne em suas concupiscências”(Romanos13.14). Nesteexemplo não ter cuidado da carne em seus desejos significa não alimentar seusdesejos, não dar a natureza pecaminosa o que ela quer. Mas esta é somente uma parte do trabalho,pois não basta abandonar um velho hábito pecaminoso, é preciso que um hábitosanto seja praticado em seu lugar. Tal verdade é encorajada na carta aosefésios, “Que, quanto ao trato passado, vos despojeis do velho homem, que secorrompe pelas concupiscências do engano; E vos renoveis no espírito da vossamente; E vos revistais do novo homem, que segundo Deus é criado em verdadeirajustiça e santidade” (Efésios 4.22 a24). O salvo deve não apenas se despir de velhas e pecaminosas práticas, comotambém assumir novas e santas práticas de vida. Afé em Cristo produz um novo homem, uma nova criatura que tem prazer na justiçae santidade de Deus. Porém a velha natureza permanece ativa em nós; assim comoos padrões pecaminosos que aprendemos não foram apagados da nossa mente. A soluçãobíblica é substituir padrões pecaminosos de conduta por padrões piedosos deconduta. Ou seja, não basta deixar de cometer o pecado, é preciso praticar apiedade.

    PORQUE TANTOS SALVOS NÃO OBTEM VITÓRIA CONTRA O PECADO
  2. 1d ago

    O MAIOR ENTRE OS HOMENS E OS ANJOS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 07\09‚6 TÍTULO O MAIOR ENTRE OS HOMENS E OS ANJOS TEXTO O diligente leitor dassagradas Escrituras fará bem em atentar-se ao ensino cristocêntrico explanadopelo apóstolo Paulo no segundo capítulo de sua epístola aos filipenses,aplicado pelo apóstolo a fim de dirimir as diferenças e vencer qualquerpensamento egoísta e partidário na vida daquela igreja, ao exorta-los a ter omesmo sentimento que encontram em Cristo Jesus. A argumentação usada por Paulo osfaz olhar para Cristo e contemplar sua humilde obediência ao Pai, dizendo dele “E, achado na forma de homem, humilhou-se a si mesmo, sendo obedienteaté à morte, e morte de cruz. Por isso, também Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que ésobre todo o nome; para que ao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus,e na terra, e debaixo da terra, e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor, para glória de DeusPai” (Filipenses 2.8 a 11). A fim de atingir seu objetivo, Paulo demonstra aos filipenses o que Jesushavia realizado em sua missão terrena, ao dizer “E, achado na forma dehomem, humilhou-se a si mesmo, sendo obediente até à morte, e morte de cruz” (Filipenses 1.8). Era necessário que o salvador doshomens assumisse a plena condição humana, o que Ele fez vindo a este mundo,nascendo de uma mulher e vivendo em meio as pessoas de seu tempo. Porém Jesusfoi muito além disto, pois Paulo diz que Ele “humilhou-se a si mesmo”, ou seja, voluntariamente deixou suacondição celestial submetendo-se a humilde condição humana. É por isso que Paulo escreveuaos coríntios dizendo que “... Deus escolheu as coisas visdeste mundo, e as desprezíveis, e as que não são, para aniquilar as que são” (1 Coríntios 1.28). Deus determinoue Jesus se dispôs a trilhar um caminho de humildade. Aprendemos que nossoSalvador foi ainda além, pois o apóstolo diz que Jesus foi “obediente até à morte, e morte de cruz”. Sua perfeitaobediência ao Pai é revelada em sua oração no Getsemani, assim narrada peloevangelista Mateus “E, indo um pouco maispara diante, prostrou-se sobre o seu rosto, orando e dizendo: Meu Pai, se épossível, passe de mim este cálice; todavia, não seja como eu quero, mas comotu queres” (Mateus 26.39). Na polida sociedade romana este tipo demorte não era nem mesmo citada, tamanha sua vergonha, sendo designada apenasaos piores criminosos e escravos. Jesus não somente se dispôsvoluntariamente a rebaixar-se a mais humilde condição humana, como tambémobedeceu ao Pai quanto a missão destinada a ele neste mundo, ser oferecido emsacrifício pela humanidade. O argumento cristocêntrico de Paulo chega a seu clímax ao descrever oresultado da vinda de Jesus a este mundo, começando por dizer que “... Deus o exaltou soberanamente, e lhe deu um nome que é sobre todo onome”. Observamos no capítulofinal do evangelho segundo Lucas, que Jesus somente é chamado de Senhor apóssua ressurreição, sendo este o fato que Paulo deseja destacar. Por suaobediência Jesus Cristo foi declarado por Deus como Senhor sobre todo ouniverso, o que é confirmado pela declaração seguinte do apóstolo “Para queao nome de Jesus se dobre todo o joelho dos que estão nos céus, e na terra, edebaixo da terra”, verdade que seráconfessada por todas suas criaturas. Indiscutivelmente,Jesus Cristo é o maior entre os homens e os anjos.

    O MAIOR ENTRE OS HOMENS E OS ANJOS
  3. 2d ago

    UM DIA DE CADA VEZ

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 06\09‚6 TÍTULO UM DIA DE CADA VEZ TEXTO O atento leitor dassagradas Escrituras encontra no sexto capítulo do evangelho segundo Mateus umapérola preciosa que, se aplicada corretamente quanto a vida cristã, nos serviráde imprescindível auxílio em meio aos difíceis dias que vivemos. Ao final de seuensino quanto a forma que seus discípulos devem encarar a questão da ansiedade,o Mestre nos diz “Não vos inquieteis, pois, pelodia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada diao seu mal” (Mateus6.34). A verdade ensinada por Jesus nestes versos nos admoesta diretamentequanto ao pecado de nos dividirmos entre a confiança no Senhor em meio asnossas necessidades diárias e a confiança em nossa própria capacidade de suprirestas necessidades. Seu ensino nos convence que não possuímos poder de mudar oque ocorrerá amanhã, sendo nossa responsabilidade vive-lo na maneira que Deus otrouxer, evitando colocar sobre nós mesmos um peso maior do que podemoscarregar. Esta exortação do Senhor Jesus nos permite colocar em prática trêsprincípios que muito nos fortalecerão na luta contra a ansiedade. Primeiramente, odiscípulo do Mestre deve viver cada dia como uma unidade, com seus problemas ebençãos próprios. Como exemplo desta atitude podemos olhar para o imenso avançoque a medicina tem alcançado nestes últimos anos, sendo capaz de prever quaisas possíveis enfermidades que poderão nos atingir no decorrer de nossa vida.Pense em alguém que apresente uma forte propensão a uma doença incapacitante eque poderá ou não se manifestar em algum momento. Tal pessoa possui doiscaminhos, ela pode se angustiar dia após dia com tal possibilidade, ou poderáviver um dia de cada vez e enfrentar estas dificuldades quando e se elas semanifestarem. É esta atitude que Jesus deseja ver em seus discípulos. Da mesma forma, o Mestrenos convida a enfrentar as lutas e provar dos livramentos de cada dia, sabendoque estas questões andam juntas no maravilhoso plano de Deus para seus filhos,como o apóstolo Paulo bem nos ensina na epístola aos coríntios ao dizer “Nãoveio sobre vós tentação, senão humana; mas fiel é Deus, que não vos deixarátentar acima do que podeis, antes com a tentação dará também o escape, para quea possais suportar” (1Coríntios 10.13). Ao dizer que junto a provação Deus enviará também a solução,Paulo encoraja os salvos em Cristo a orar a Deus no sentido que lhes permitavislumbrar seu livramento em meio as mais duras provações. Pense em quanto maisseríamos abençoados se, ao invés de murmurarmos e nos queixarmos, simplesmentecolocássemos nossa fé em ação, confiando nesta preciosa promessa de Deus. Finalmente, ao nosexortar a não nos inquietarmos pelo dia de amanhã, o Senhor Jesus deseja queaprendamos a andarmos dia a dia com nosso Pai celestial, na plena certeza dapromessa registrada pelo apóstolo Paulo aos filipenses “Tendo por certo isto mesmo,que aquele que em vós começou a boa obra a aperfeiçoará até o dia de Cristo” (Filipenses 1.6). Portanto, sabedordesta verdade, viva um dia de cada vez, confiando na forma pela qual o Senhor cuidadas necessidades de seus filhos, como nos promete sua palavra ao dizer “Asmisericórdias do Senhor são a causa de não sermos consumidos, porque as suasmisericórdias não tem fim. Novas são cada manhã; grande é a tua fidelidade” (Lamentações 3.22,23). Isto é o queprecisamos para viver.

    UM DIA DE CADA VEZ
  4. 3d ago

    O CONSELHO DE PROVÉRBIOS E O DEVER DE PROTEGER NOSSOS FILHOS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 05\09‚6 TÍTULO O CONSELHO DE PROVÉRBIOS E O DEVER DEPROTEGER NOSSOS FILHOS TEXTO Quantosde nós já meditamos com seriedade em um dos mais notáveis versos bíblicos noque tange à educação de nossos filhos, que diz “Educa a criança no caminhoem que deve andar; e até quando envelhecer não se desviará dele” (Provérbios22.6). Ao pensarmos profundamente na imensa verdade contida neste pequeno versosomos levados a encarar com seriedade a mensagem que está sendo transmitida anossos filhos seja por figuras públicas como youtubers e influenciadoresdigitais, seja pelo liberalismo praticado pelos meios acadêmicos empraticamente todos os níveis. As gerações atuais tem sido bombardeadas pelaexposição a estímulos indevidos que visam aflorar precocemente instintos edesejos que biblicamente devem ter lugar na vida adulta e no casamento. Estemundo tenebroso também entende que, se for capaz de incutir seu caminho namente e no coração das crianças, eles envelhecerão vivendo segundo seusmalignos preceitos. Quando analisamos ométodo empregado por governos humanos encontramos três pontos principais em suaestratégia: primeiro, estabelecer a relatividade moral, ou seja, tornar averdade suscetível a interpretação pessoal de cada pessoa; segundo, fazer comque aquilo que é considerado anormal seja paulatinamente reconhecido comoaceitável e até desejável pela maioria das pessoas, e, terceiro, destruir  a moralidade judaico-cristã e a civilização estabelecidasa partir de normas bíblicas de conduta e convivência. Esta metodologia malignaé alicerçada em princípios defendidos por pensadores modernos que subverteramverdades bíblicas que por séculos protegeram as gerações infantis contra osperigos da imoralidade, propondo a abolição de toda espécie de restrição amanifestação da sexualidade infanto-juvenil, a fim de que sua sexualidade sejateoricamente manifesta de forma pura. Tais teóricos defendem a ideia que todasorte de perversidade sexual deve ser reconhecida como legítima. Sua intenção desexualizar todos os níveis das relações humanas parte do princípio que todarepressão a sexualidade é nociva ao desenvolvimento humano. Tais pensamentosformaram a base da liberação sexual promovida há poucas décadas, celebrando asensualidade e a perversidade moral como um novo estágio de desenvolvimento dasociedade humana. Vivemos dias onde quebrartabus tornou-se uma forma de reengenharia social, seduzindo pais e adultosdesatentos em prol de não serem discriminados como retrógrados e ultrapassados.Por isso é essencial relembrar aos salvos em Cristo aquilo que ensina oapóstolo João . Obedecer e honrar a Deus através de nossa condutajamais será algo tolo ou ultrapassado, assim como educar nossos filhos segundoprincípios bíblicos não os tornarão adultos problemáticos, mas sim realistasquanto a verdade que reina sobre suas vidas, o desejo deste mundo passa, mas avontade de Deus jamais deixará de ser cumprida. Por isso, amadospais, a prática de vestir seus filhos com trajes adequados a sua idade sempreserá uma atitude sábia, assim como o cuidado com acessórios e enfeites nãocondizentes com a idade infantil, evitando toda vestimenta que denotesensualidade ou procure transformar crianças em pequenos adultos. É sábio queos pais imponham limites a relacionamentos precoces entre adolescentes, assimcomo a influência secular repleta de apelos a sensualidade precoce. Em suma, o sábio nosconvoca a uma prática que segue em sentido contrário a este mundo. Educar acriança no caminho em que deve andar também é protege-la de tudo aquilo que lheseja nocivo, resguardando sua alma de ser escravizada pelo mal. O conselho deProvérbios jamais será derrotado “Educa a criança no caminho em que deveandar; e até quando envelhecer não se desviará dele”.

    O CONSELHO DE PROVÉRBIOS E O DEVER DE PROTEGER NOSSOS FILHOS
  5. 4d ago

    A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO A SAÚDE MENTAL

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 04\09‚6 TÍTULO A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO ASAÚDE MENTAL TEXTO O interesse da moderna medicinapara com os transtornos mentais é algo relativamente recente, sendo reconhecidopor sintomas como o comprometimento dos sentidos e pensamentos, chegando aoponto de alterar a noção de realidade. As décadas recentes testemunharam umapopularização de nomenclaturas que, em sua maior parte, servem apenas paranomear algo de que os especialistas não sabem como ou de onde procedem.Diferente da limitada sabedoria humana, a sabedoria de Deus trata a milêniosdestas mesmas questões, definindo suas causas e alertando quanto as suasconsequências de forma realista. Faremos bem em dar ouvidos a santa palavra deDeus quanto a esta questão. A ciência moderna aponta asquestões psicossomáticas como a causa da maior parte dos males do homemmoderno, reconhecendo que muitas enfermidades no corpo humano são resultadodaquilo que o homem produz em sua própria mente. Porém, ao examinarmos aspalavras de Jesus no sexto capítulo do evangelho segundo Mateus, observamosque, muito antes do ser humano chegar a esta conclusão, o Mestre já alertava arespeito de tal mal ao dizer “A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forembons, todo o teu corpo terá luz; se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo será tenebroso.Se, portanto, a luz que em ti há são trevas, quão grandes serão taistrevas!” (Mateus 6.22,23). A metáfora usada por Jesus éfacilmente entendível, aplicando aos olhos a função de portais da mente humana,sendo responsáveis pela maior parte das informações que chegam à mente. Aconclusão de Jesus é clara, se nossa mente for alimentada daquilo que é bom, ouseja, adequado a nossa alma, isso afetará todo nosso ser para o bem; porém, senossos olhos enchem nossa mente de toda sorte de questões inadequadas, issoresultará em malefício a nós mesmos. A Bíblia, diferenteda ciência humana, não nos abandona neste ponto, e onde a moderna farmacologiareceitará ansiolíticos, em uma tentativa de tratar das consequências sem atacara causa, a Bíblia vai diretamente a fonte de nossas inquietações ao nos dizer “Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro,tudo o que é honesto, tudo o que é justo,tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudoo que é de boa fama, se há alguma virtude, ese há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses4.8). O preceito bíblico parte da premissa que a maioria absoluta destestranstornos mentais que atingem os seres humanos são consequência diretadaquilo que permitem adentrar a mente, provocando toda sorte de males e máscondutas como a ansiedade, a autocomiseração, a ira pecaminosa e os atosimpensados. A Bíblia nos encoraja a ocupar nossa mente com a verdade ao invésda ficção, com coisas honrosas em lugar de pensamentos que, de tão perversos,não podem nem ao menos ser citados. A Bíblia nos chama a refletir em coisas queatendam aos padrões justos e que tenham na pureza sua maior qualidade. A ocuparnossa mente com coisas amáveis, ou seja, cujo caráter é respeitável e de boareputação. O apóstolo Paulo encerra esta recomendaçãoaos filipenses dizendo-lhes que seus pensamentos devem ser ocupados por taisverdades virtuosas, reconhecidas por seu valor mesmo que a moderna sociedadetenda a lhes desprezar. Sua conclusão é clara “...nisso pensai”, ou seja, que isso ocupe o vosso pensamento deforma a influenciar toda sua vida. Que relembremos daexortação do salmista, a fim de protegermos nossa mente contra os males destemundo tenebroso “Sonda-me, ó Deus, econhece o meu coração; prova-me, e conhece os meus pensamentos. E vê se há emmim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Salmo 139.23,24).

    A NECESSIDADE DE VIGILÂNCIA QUANTO A SAÚDE MENTAL
  6. 4d ago

    A AÇÃO DA IGREJA PARA COM UM CRISTÃO QUE SE NEGA A ARREPENDER-SE E ABANDONAR UMA ATITUDE PECAMINOSA

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 03\09‚6 TÍTULO A AÇÃO DA IGREJA PARA COM UM CRISTÃOQUE SE NEGA A ARREPENDER-SE E ABANDONAR UMA ATITUDE PECAMINOSA TEXTO  No primeiro capítulo do evangelho segundoMateus encontramos a narração do encontro entre José e um anjo enviado peloSenhor a fim de anunciar-lhe a miraculosa concepção do filho de Deus. Amensagem do anjo revela a José o nome e a função que aquela criançadesempenharia em sua vida, ao dizer-lhe “E dará àluz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará oseu povo dos seus pecados” (Mateus 1.21). O Senhor Jesus veio a este mundo a fim de separar opecador de seus pecados através do sacrifício de si mesmo na cruz no calvário,fazendo daqueles que nEle creem um povo peculiar, como nos ensina o apóstoloPedro “Mas vós sois a geração eleita, o sacerdócio real, a nação santa, opovo adquirido, para que anuncieis as virtudes daquele que vos chamou dastrevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2.9). Diferente do ensino dosfalsos mestres, tal povo ainda não foi separado de sua velha natureza, o queocorrerá quando da manifestação do Senhor nos ares. Eles continuam a cometeratos pecaminosos, necessitando constantemente do auxílio de seu Salvador, comonos ensina João “Meus filhinhos, estas coisas vosescrevo, para que não pequeis; e, se alguém pecar, temos um Advogado para com oPai, Jesus Cristo, o justo” (1 João 2.1). O Novo Testamento exorta a igreja a sempre buscar arestauração de um salvo que venha a ser enredado pelo pecado, porém admite queesta pessoa possa rejeitar esta restauração, como citado pelo apóstolo Paulo emsua epístola aos tessalonicenses . Como a igreja deve proceder para com um salvo que,tendo sido exortado quanto a prática de um ato pecaminoso, endurece seu coraçãoe nega-se a arrepender-se e abandonar seu pecado? As sagradas Escrituras nãonos deixam sem resposta. Encontramos no Novo Testamento pelo menos três citações a respeito decircunstâncias específicas que devem ser tratadas pela igreja, assim como aação correspondente a cada uma delas. A primeira destas citações é encontradana epístola aos tessalonicenses “Mandamos-vos, porém, irmãos, emnome de nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que andadesordenadamente, e não segundo a tradição que de nós recebeu” (2Tessalonicenses 3.6). O caso específico aqui trata de cristãos que se negavam a trabalhar a fim deprover seu próprio sustento, mesmo após serem advertidos sobre seu erro, o quetambém se aplica a cristãos que se deixam envolver em todo tipo de desordem emsua vida e não tomam providências para soluciona-las, tais como dívidas e recorrentesmanifestações de ira. A ordem em relação a eles é que a igreja se aparte, nãotomando parte em tais atitudes. O segundo caso é encontrado na epístola aosromanos “E rogo-vos, irmãos, que noteis osque promovem dissensões e escândalos contra a doutrina que aprendestes;desviai-vos deles” (Romanos16.17). Este relato trata especificamente de falsos mestres que estavamcolocando em risco a saúde espiritual da igreja e mesmo após advertidos senegavam a reconsiderar sua posição. A ordem em relação a eles é semelhante aanterior, a igreja deve negar-lhes a destra de comunhão. Finalmente,encontramos a primeira epístola aos coríntios semelhante instrução “Mas agora vos escrevi que não vos associeis comaquele que, dizendo-se irmão, for devasso, ou avarento, ou idólatra, oumaldizente, ou beberrão, ou roubador; com o tal nem ainda comais” (1Coríntios 5.11). Otexto aqui trata de pessoasque mantém hábitos pecaminosos nas áreas de imoralidade, ganância, idolatria e vícios. A exortação é que não é benéfico ao testemunho do cristão fiel ser vistoacompanhado por tais pessoas. Reconheçamos que em todo momento tais instruções visamrealçar a responsabilidade de tais pessoas, fazendo-as perceber a gravidade deseus atos, conduzindo-as ao arrependimento. Que a igreja do Senhor saibapraticar esta verdade em amor.

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  7. 5d ago

    TRÊS RAZÕES PARA CONFIARMOS NO SENHOR EM MEIO AS LUTAS E TRIBULAÇÕES

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 02\09‚6 TÍTULO TRÊS RAZÕES PARA CONFIARMOS NO SENHOREM MEIO AS LUTAS E TRIBULAÇÕES TEXTO Oque uma pessoa deve fazer quando conclui que todas as suas esperanças jádesvaneceram? Quando todos seus planos de se restabelecer fracassaram e suasforças para prosseguir parecem já ser insuficientes. Muitos de nós já provamoso completo fracasso pessoal, resultado da incansável militância empreendidapelos inimigos de nossa alma, aliada a pensamentos perturbadores a respeito denós mesmos. Tal angústia se faz acompanhar pelo pensamento que fomos completa edefinitivamente abandonados por Deus a nossa própria sorte, o que resulta noagravamento de nossas aflições. É possível vencer em meio a um diagnóstico tãodesanimador? A palavra de Deus nos ensina que sim. Ohomem do Salmo 13 possivelmente tenha atingido profundezas de dor ainda maioresdo que estas, reveladas em seus questionamentos diretos a Deus, resultado desua profunda angústia. Seu desejo é averiguar a razão do aparente desprezo deDeus por suas aflições “ATÉ quando te esquecerás demim, Senhor? Para sempre?” (verso1). As palavras do salmista revelam uma das maiores inquietações que assaltamos sofredores, quando o tempo passa a ser um dos seus maiores algozes, fazendoprolongar uma espera que parecer interminável. Este “Até quando?”  do salmistademonstra que a aparente demora de Deus em agir joga contra ele um fardo aindamaior de dor, a de imaginar-se terminantemente desprezado. Suas lutasinteriores a muito ultrapassaram o limite das coisas físicas, adentrando oterreno das verdades espirituais e levando-o a questionar mais uma vez a Deus “Até quando esconderás de mim o teu rosto?”(verso 1). Sua necessidade vai além da cura de suas enfermidades físicas,elas se misturam a seus temores espirituais e terminam por atingir suasemoções, como nos revela “Até quandoconsultarei com a minha alma, tendo tristeza no meu coraçãocada dia?”. Possivelmente a ansiedade já havia iniciado seu maligno laborna alma do salmista, enfraquecendo-o e tornando-o uma presa frágil diante deseus inimigos, que certamente aproveitam sua desvantagem a fim de vê-lodefinitivamente destruído, de acordo com o temor que ele nos revela “Até quando se exaltará sobre mim o meuinimigo?” (verso 2). Devemos ser cônscios queos santos do Senhor não estão imunes a enfrentar tais acontecimentos, de formaque a observação do poder que restaurou a vida do salmista deve encontrar emnós ouvidos atentos e prontos a receber a instrução. O antes moribundo salmistarecobra suas forças ao apontar seus olhos para aquilo que jamais deveria terabandonado “Mas euconfio na tua benignidade” (verso 5). A palavra benignidade diz respeito agenerosidade derramada por Deus em favor de suas frágeis criaturas,concedendo-lhes forças e proteção através do cumprimento de suas muitaspromessas a seus filhos. Na expressão seguinte, o salmista lembra-se dospoderosos atos de Deus em favor dos seus, da sua ajuda sempre presente emtempos difíceis e do seu socorro no tempo certo, levando-o a declarar “... na tua salvação se alegrará o meu coração” (verso5). A terceira verdade na qual o salmista se apoia e que lhe serve de grandealento diz respeito a ações bondosas de Deus para com ele em seus diaspassados, quando diz “Cantareiao Senhor, porquanto me temfeito muito bem” (verso 6). O salmista reconhece como Deus haviasido bom para com ele em todo tempo, e que isto continuava a ser verdade. Oque é necessário que façamos a nossa alma diante da perturbação quepoderosamente nos assalta? Volte seus olhos a três verdades a respeito dogrande e majestoso Deus: Ele é benigno, sempre pronto a nos ajudar; Ele époderoso, capaz de nos socorrer em qualquer situação; Ele é sempre bondoso,mesmo quando nós não merecemos. Porisso, confie no Senhor em toda e qualquer situação.

    TRÊS RAZÕES PARA CONFIARMOS NO SENHOR EM MEIO AS LUTAS E TRIBULAÇÕES
  8. Sep 1

    A RAZÃO DA PROSPERIDADE E FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS

    DEVOCIONAL DIÁRIO DATA 01/09/2026                                                                                  TÍTULO A RAZÃO DA PROSPERIDADE E FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS TEXTO O conjunto dos salmos 120 a 134 é conhecido dos atentos leitores dasEscrituras como salmos de romagem, uma vez que eram entoados durante as peregrinaçõesjudaicas para as festas religiosas em Jerusalém. O ensino central destescânticos é demonstrar como nosso Deus deseja que enfrentemos as circunstânciasenfrentadas por seus filhos no Velho Testamento, ensinando-nos a buscar aorientação o do Senhor em todo tempo. Encontramos no Salmo 128 uma preciosalição sobre a benção de Deus sobre seus servos fiéis. Não encontramos neste salmo qualquer menção a fatos históricos, porém ocontexto nos permite perceber que se trata de uma descrição da vida no orientemédio em um período de trabalho manual e de vida familiar simples, onde afelicidade de uma pessoa residia em coisas comuns como o trabalho, casamento,filhos e a abundância de alimentos. A primeira grande lição nos concedida pelosalmista é que esta felicidade era resultado direto da comunhão com Deus, comodescrito no verso 1 “BEM-AVENTURADO aquele que teme ao Senhore anda nos seus caminhos”. O termobem-aventurado tem o sentido de feliz, de alguém digno de ser cumprimentado ereconhecido por sua forma de vida. No verso 2 o salmista testemunha daquilo queocorre com aquele que prioriza a comunhão com o Senhor “Pois comerás dotrabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem”. É importante ressaltarque, diferente do homem ímpio, os filhos de Deus têm prazer sem seu trabalho,além da satisfação em ver as bênçãos de Deus sobre seu lar, como descrito noverso 3 “A tua mulher será como a videira frutífera aos lados da tua casa;os teus filhos como plantas de oliveira à roda da tua mesa”. Encontramos noverso 4 a grande disparidade entre aquele que teme ao Senhor e vive em comunhãocom ele, e aquele que despreza a Deus em sua vida. Há coisas que a enganosaprosperidade dos ímpios não pode adquirir, e que são dadas graciosamente porDeus a seus filhos, conforme conclui o salmista “Eis que assim será abençoadoo homem que teme ao Senhor”. Finalmente, o salmo é concluído com promessasde bênçãos e paz ao povo de Israel e promessas de longevidade a seus servosfiéis “O Senhor te abençoará desde Sião, e tu verás o bem de Jerusalém emtodos os dias da tua vida. E verás os filhos de teus filhos, e a paz sobreIsrael”. Os salvos em Cristoencontram grandes verdades neste salmo. Primeiramente, ele ressalta a enormediferença entre aquilo que os homens ímpios consideram como prosperidade eaquilo que verdadeiramente é ser um homem próspero. O ímpio é próspero, jamaiscontente, o salvo pode ser humilde, e mesmo assim provar de plenocontentamento, como bem nos ensina o apóstolo Paulo em sua primeira epístola aTimóteo “Porque nada trouxemos para estemundo, e manifesto é que nada podemos levar dele. Tendo, porém, sustento, e comque nos cobrirmos, estejamos com isso contentes” (1 Timóteo 6.7,8). Porém,o que dizer dos filhos de Deus que não provam de prosperidade material e queaté mesmo sofrem de dores inimagináveis até mesmo aos homens incrédulos, asemelhança do justo Jó. Reconhecemos que a condição humilde de um filho de Deuspode trazer tanta glória ao nome do Senhor quanto a prosperidade material.Lembre-se daqueles que são perseguidos por sua fé, tendo seus bens tomados eaté mesmo sua liberdade cerceada. Que jamais nos esqueçamos daquilo querealmente importa, “Portanto, quer comais, quer bebais ou façais outra qualquercoisa, fazei tudo para a glória de Deus” (1 Coríntios 10.31).

    A RAZÃO DA PROSPERIDADE E FELICIDADE DOS FILHOS DE DEUS

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