palavra cidade

Carlos Lima

podcast sobre cidades e livros

Episodes

  1. episódio 8 - urbanismo sampler

    07/09/2021

    episódio 8 - urbanismo sampler

    O funk não é modismo, é uma necessidade É pra calar os gemidos que existem nessa cidade. MC Bob Rum Os bailes funk no Rio de Janeiro, seus investimentos corporais, artefatos e ambiências são os temas deste último episódio de palavra cidade.  Ficha Técnica: Roteiro, edição e mixagem: Carlos Henrique de Lima Áudios mixados: bases e pontos baixados de arquivos do YouTube (uso livre) e da Pasta dos DJs disonível no SoundCloud. O trecho do toque "Congo de Ouro" está disponível na página da Escola Cultural de Curimba Império dos Ogans no YouTube.  Referências  COOKE, Sekou. Hip-Hop Architecture. Nova Iorque: Bloomsbury Visual Artes, 2021. LUDEMIR, Julio. 101 Funks que Você Tem que Ouvir Antes de Morrer. Rio de Janeiro: Aeroplano/ Hunter Books, 2012. MIZRAHI, Mylene. Figurino funk: uma etnografia sobre roupa, corpo e dança em uma festa carioca. ____________. A estética funk carioca. Criação e conectividade em Mr. Catra. Rio de Janeiro: 7 Letras, 2014. PALOMBINI, Carlos; FACINA, Adriana; GOMES, Mariana. Pavana para vinte infantes mortos: cinquenta falácias que não ressuscitam defunto. Textos Escolhidos de Cultura e Arte Populares 13(1):69–91 DOI: 10.12957/tecap.2016.21401 ROSENBLATT, V. Exposition "Rio Baile Funk" à la MEP - MCE TV from Agencia Olhares on Vimeo. ROWE, Colin; KOETTER, Fred. Collage City. Cambridge; Londres: The MIT Press, 1978. SIMAS, Luis Antônio. Fio sobre o Funk Carioca em que o historiador apresenta associações rítmicas.  VIANNA, Hermano. O mundo Funk Carioca. Rio de Janeiro: Zahar, 1997. Imagem de Capa:  "Funk Ladeira dos Tabajaras"   SEASDH - Secretaria de Assistência Social e Direitos Humanos. is licensed with CC BY-NC-SA 2.0. To view a copy of this license, visit https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/

    9 min
  2. episódio 7 - in-corporações

    04/10/2021

    episódio 7 - in-corporações

    Uma conversa com Miguel Gally e Cícero Portella sobre a obra de Hélio Oiticica (Rio de Janeiro, 1937 – idem, 1980). A obra do artista performático, pintor e escultor, marcada pela experimentação e inventividade, inspirou reflexões variadas no campo da arquitetura e urbanismo.  Ficha Técnica: roteiro, edição e montagem: Carlos Henrique de Lima;  trilha do episódio: Blue Dot Sessions. www.sessions.blue trechos de entrevista com Helio Oiticica: Experimental, Ivan Cardoso (1979). portacurtas.org Referências:  CASTRO, Cícero, P. Estética do cotidiano colonizado e cidade : Hélio Oiticica e Adirley Queirós. Dissertação de mestrado. Brasília: PPFFAU-UnB, 2018.  GALLY, M. A dimensão política da arte: rascunhos sobre um Hélio Oiticica tardio. Rapsódia, [S. l.], n. 12, p. 203-222, 2019. Disponível em: https://www.revistas.usp.br/rapsodia/article/view/153447. Acesso em: 10 abr. 2021. HÉLIO Oiticica. In: ENCICLOPÉDIA Itaú Cultural de Arte e Cultura  Brasileiras. São Paulo: Itaú Cultural, 2021. Disponível em:  .  Acesso em: 10 de Abr. 2021. Verbete da Enciclopédia. JACQUES, Paola Berenstein. Estética da ginga: a  arquitetura das favelas através da obra de Hélio Oiticica. Apresentação  Ricardo Macieira; projeto gráfico Tiago Rodrigues de Castro. Rio de  Janeiro: Casa da Palavra, 2001. 160 p., il. color. Fotografia da capa:"helio-oiticica" by Tio Palhaço Ribeirinho is licensed with  CC BY-NC-SA 2.0. To view a copy of this license, visit                   https://creativecommons.org/licenses/by-nc-sa/2.0/

    24 min

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