Pastor DOUGLAS PRESOTTO from Brazil

Pr Douglas Presotto (from Brazil)

"com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja EDIFICADO". (Efésios 4.12 NVI) Exposição Bíblica para que a igreja seja firmada na graça e na verdade (João 1.17).

  1. "O AMOR NASCEU" - Gálatas 4.4(Natal/2023 - IPTP Americana/SP, Brasil)

    12/30/2023

    "O AMOR NASCEU" - Gálatas 4.4(Natal/2023 - IPTP Americana/SP, Brasil)

    Em Gálatas (4.4) Paulo, ao se referir ao nascimento de Jesus Cristo, utiliza um expressão singular no NT - plenitude, que significa algo completo ou que se cumpriu . Esta declaração representa o cumprimento de uma passagem profética do AT, registrada em Gênesis (3.15) e considerada a primeira profecia sobre o nascimento de JESUS CRISTO. É , sem dúvida, a maior e a mais importante profecia bíblica: ‭‭"E porei inimizade entre ti e a mulher e entre a tua semente e a sua SEMENTE; esta te ferirá a cabeça, e tu lhe ferirás o calcanhar". O AMOR NASCEU ou, em outras palavras, O AMOR ENCARNOU. A Palavra de Deus nos dá uma definição objetiva a respeito de Deus: ELE é AMOR (1 Jo 4.8). Essa expressão trata sobretudo, da SUA essência - Deus é amor e a maior prova e manifestação do amor de Deus está em SUA encarnação. O amor nasceu... Deus nasceu. O amor encarnou. Deus é o PAI da ETERNIDADE (Is 9.6). Sendo assim, como poderia ter nascido? Como poderia ter-se tornado humano? Eis aí um dos maiores mistérios da revelação de Deus ao homem - a Sua encarnação. O AP João declara que "No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus. Ele estava no princípio com Deus" (João 1.1,2 - ARA). Jesus Cristo é o VERBO, a "Palavra" que estava no princípio, com Deus, e que era o próprio Deus. E, na plenitude do tempo "o Verbo se fez carne e habitou entre nós... (Jo 1.14). Ou seja, nesse tempo específico Deus enviou Seu filho ao mundo, nascido de uma virgem, ou seja, da "semente" da mulher, nascido para revelar e manifestar o grande amor de Deus pela humanidade (Jo 3.16). Nascido para viver uma vida irrepreensível, pois não havia nele a natureza do pecado, nascido para que, através da Sua morte de Cruz, oferecesse salvação a todos quantos nele crerem. "Aquele que não conheceu pecado, ele o fez pecado por nós; para que, nele, fôssemos feitos justiça de Deus" (2 Co 5.21). Assim, em Sua encarnação, morte e ressurreição, Jesus Cristo, o "cordeiro de Deus", perfeito, sem pecado" "tirou o pecado do mundo" (Jo 1.29) e nos perdoou, salvou, resgatou e justificou diante de Deus, livrando -nos da morte, da condenação e nos dando vida eterna. Lucas nos dá um registro detalhado dos eventos relacionados ao nascimento de Jesus, na passagem, conhecida como o Cântico (ou a Profecia) de Zacarias (Lc 1.67 a 75) "Zacarias, seu pai, cheio do Espírito Santo, profetizou, dizendo: BENDITO seja o Senhor, Deus de Israel, porque VISITOU e REDIMIU o seu povo, e nos suscitou plena e poderosa SALVAÇÃO na casa de Davi..." Esse cântico é conhecido como BENEDICTUS. O nome Zacarias significa "DEUS SE LEMBROU", uma referência à palavra do Anjo Gabriel de que Deus ouvira a sua oração a respeito de um filho (Lucas 1.13). Zacarias deveria dar ao menino o nome de João, que significa "DEUS TEM SIDO GRACIOSO. O sentido maior é o de Deus atendeu à oração de Zacaria e cumpriu Sua Palavra, prometida aos seus antepassados, ou seja, ao povo judeu. Zacarias, "cheio" do Espírito Santo, profetizou, inspirado no Salmo 118.26: "BARUK HABBÁ BESHEM YAHWEH" - Bendito o que vem em nome do Senhor. Zacarias louvou a Deus porque Ele VISITOU e REDIMIU o seu povo. A palavra visitar nesse contexto significa que Deus olhou, atentou, cuidou do seu povo. Ele veio com PLENA e PODEROSA salvação, não apenas para uma breve visita, mas para estar conosco TODOS OS DIAS da nossa vida, para nos libertar dos nossos inimigos. Zacarias não tinha em mente uma libertação política, do jugo e da opressão do Império Romano. Ele estava cheio do Espírito Santo e profetizou sobre a grande obra salvífica e redentora, realizada por Deus, em Jesus Cristo, na Cruz. E a libertação da qual Zacarias profetizou não foi a de inimigos de carne e sangue, mas sim a grande libertação espiritual, dos maiores inimigos do homem, ou seja, do diabo, da morte e do inferno (Cl 2.14,15). Agora, livres dos nossos verdadeiros inimigos, podemos adorar (SERVIR) a Deus sem temor, em santidade e justiça.

    47 min
  2. PAIXÃO POR CRISTO (João 12.1-8)

    11/26/2023

    PAIXÃO POR CRISTO (João 12.1-8)

    Após o sinal profético da ressurreição de Lázaro, registrada no capítulo 11 do Evangelho de João, Jesus se encontra novamente em Betânia, vindo de Efraim. Por causa dos judeus, que queriam matá-lo, ele estava evitando aparições públicas. Nessa ocasião ele é convidado para uma ceia, na casa de um anfitrião anônimo. Marta, Maria e Lázaro estavam presentes. Esse anfitrião deve ter praticado as boas regras de hospitalidade, ao contrário daquele fariseu, de nome Simão, que também ofereceu uma ceia a Jesus (Lucas, capítulo 7), mas não lhe honrou com a costumeira hospitalidade oriental, negando a Jesus os cuidados mínimos que eram oferecidos aos convidados, ou seja, a cordial saudação com o ósculo (beijo nas faces), além de providenciar a lavagem dos pés do convidado e o óleo perfumado para a cabeça. Na passagem registrada por João, Marta, como de costume, estava ajudando a servir a ceia, Lázaro, que era um dos convidados, encontrava-se "à mesa". Maria, então, aproxima-se de Jesus, e unge seus pés com um perfume precioso, e depois os enxuga com os seus próprios cabelos. O texto trata fundamentalmente, de uma demostração de paixão e devoção por Cristo. Maria foi repreendida por Judas Iscariotes, mas Jesus a defende, não somente porque Maria havia rompido alguns paradigmas culturais de sua época, mas porque a atitude de Maria, profeticamente, apontava para a morte de Jesus, pois ela o fez "para o dia do meu sepultamento", disse Jesus (João 12.7 - NVI). Portanto, a passagem mostra como devemos servir ao Nosso Senhor e à Sua igreja, ou seja, oferecendo o nosso melhor para Deus. O texto também revela três atitudes de serviço nesse contexto, através do exemplo dos comportamentos de três de seus discípulos: Judas Iscariotes, Marta e Maria. Nessa ocasião todos os discípulos já sabiam, pelo próprio Jesus, que ele estava prestes a morrer pelas mãos das autoridades judaicas. Mas tudo indica que poucos discípulos tinham uma real compreensão do significado profético e salvífico da morte de Cristo. Maria, com certeza, compreendera o significado profundo, espiritual, da morte de Jesus, da sua missão como "Cristo" (o Messias prometido aos judeus). Maria compreendera que a missão de Jesus, ou seja , a sua morte, seria expiatória, vicária e redentora. A atitude de Maria demonstra também que ela fizera de Jesus o seu projeto pessoal, o seu propósito de vida. Judas não entendeu a missão de Jesus Cristo. Seu coração era mau e ganancioso, ao ponto de trair Jesus por dinheiro (Atos 1.15ss). Marta era uma verdadeira serva do Senhor, mas suas preocupações com questões terrenas eram uma barreira para que ela desfrutasse de um relacionamento mais íntimo com o Senhor, e de se tornar uma discípula, com sua irmã. Maria foi além de ser apenas uma mulher disposta a servir Jesus. Ela fez do seu Mestre o seu projeto de vida. Maria se dispôs a romper as convenções sociais para "estar a seus pé, a ouvir-lhe os ensinamentos" (Lc 10.39). Maria demonstrou uma devoção apaixonada por Jesus, expressa no seu ato "exagerado", "escandaloso" de ungir os pés do Mestre e enxugá-los com seus cabelos. Maria sabia que o melhor lugar para se estar é "aos pés do nosso Senhor". Segundo o escritor Paul Freston o Cristianismo é, acima de tudo, e muito além de uma religião, uma devoção apaixonada por Jesus.

    58 min
  3. JESUS CRISTO, O "PÃO DA VIDA (João 6.26)

    11/08/2023

    JESUS CRISTO, O "PÃO DA VIDA (João 6.26)

    Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo: vós me PROCURAIS, não porque vistes sinais, mas porque comestes dos pães e vos fartastes (João 6:26 ARA). 1. SINAIS SÃO BUSCADOS PELOS INCRÉDULOS - Mateus 16.4 (o "sinal" do Profeta Jonas); 2. COMER OS PÃES = OS QUE SEGUEM A CRISTO POR INTERESSES EGOÍSTAS: Teologia da Prosperidade (1 Co 15.19 ) - os que esperam em Cristo somente nessa vida são INFELIZES, MISERÁVEIS; 3. TRABALHAI, não pela comida que perece, mas pela que subsiste para a vida eterna, a qual o Filho do Homem vos dará; porque Deus, o Pai, o confirmou com o seu selo (João 6:27 ARA). 3.1 Trabalho como mandato cultural (Eclesiastes, capítulo 3) = "comida que perece"; 3.2 Trabalho para alimentar a "vida espiritual" (Deuteronômio 8.3); Jeremias 15.16 - "comida de valor eterno" = JESUS CRISTO, cuja CARNE é "verdadeira comida" e o SANGUE é "verdadeira bebida" 4. CONCLUSÃO: Dirigiram-se, pois, a ele, perguntando: Que FAREMOS para realizar as obras de Deus? Respondeu-lhes Jesus: A obra de Deus é esta: que CREIAIS naquele que por ele foi enviado (João 6:28‭-‬29 ARA); A VERDADEIRA OBRA DE DEUS É CRER EM JESUS... 1.Marcos 16.16 - SALVAÇÃO PESSOAL (a maior "obra" de Deus, a "boa obra" de Deus - Fp 1.6); 2. Atos 16.31- SALVAÇÃO PARA A TUA FAMÍLIA E DESCENDÊNCIA (A promessa do Segundo Mandamento - Êxodo 20.6); 3. 1 João 5.5 - VITÓRIA SOBRE O MUNDO; 4. João 7.38 - PLENITUDE DO ESPÍRITO; 5. João 14.12 - FRUTIFICAÇÃO ESPIRITUAL;

    50 min
  4. FIRMADOS NA GRAÇA E NA VERDADE

    07/16/2023

    FIRMADOS NA GRAÇA E NA VERDADE

    FIRMADOS NA GRAÇA E NA VERDADE (Fátima E. A. B. Presotto & Douglas Presotto) “AS VERDADES FUNDAMENTAIS PARA A FÉ CRISTÔ “Porque todos nós temos recebido da sua plenitude e graça sobre graça. Porque a lei foi dada por intermédio de Moisés; a graça e a verdade vieram por meio de Cristo” (João 1.16-17). O Apóstolo Paulo revela que o “fim da lei é Cristo, para justiça de todo aquele que crê” (Romanos 10.4). Essa declaração objetiva e direta significa não apenas a superioridade de Jesus Cristo e da Nova Aliança sobre Moisés e a Antiga Aliança (Jeremias 31.31; Hebreus 8.6-7), mas que, de fato, a revelação de Jesus Cristo é o cumprimento de todas as alianças e revelações que Deus fizera no passado. O autor de Hebreus, a esse respeito, faz uma solene e maravilhosa declaração: “Há muito tempo Deus falou muitas vezes e de várias maneiras aos nossos antepassados por meio dos profetas, mas nestes últimos dias falou-nos por meio do Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas...” (Hebreus 1.1-2 – NVI). Cristo é o cumprimento integral de todas as promessas de Deus para uma nova humanidade, uma humanidade redimida e justificada pela fé no unigênito Filho de Deus. John Charles Ryle declara que, em Jesus Cristo, há “uma plenitude imensurável... um suprimento ilimitado” de tudo quanto o verdadeiro cristão necessita, no tempo presente e para a eternidade. Um verdadeiro tesouro espiritual (de “sabedoria e conhecimento” – Colossenses 2.3). Ele continua, dizendo: “Jesus Cristo é rico em misericórdia, graça, sabedoria, justiça, santificação e redenção”. Todas essas bênçãos são nossas somente, porque, estamos em Cristo, “que nos tem abençoado com toda sorte de bênção espiritual nas regiões celestiais...”. Essa expressão (“em Cristo”) é recorrente no NT. Segundo Willian Barclay “estar em Cristo” constitui a essência do cristianismo. As frases “em Cristo”, “em Cristo Jesus” e “no Senhor” aparecem 34, 48 e 50 vezes, respectivamente, no NT. Estar “em Cristo”, portanto, significa uma nova esfera de relacionamento em que o cristão vive, depois de ter recebido ao Senhor (Colossenses 2.6). Estar em Cristo significa tomar posse da plena salvação, dos benefícios e das promessas preparadas para os filhos de Deus mas, acima de tudo, viver a vida cristã continuamente na presença consciente e pelo espírito de Cristo (Hernandes Dias Lopes). O propósito deste livro é apresentar as doutrinas e ensinamentos principais da fé e da vida cristã. Este fundamento é o próprio Senhor Jesus Cristo, descrito por Paulo como o alicerce, a “pedra angular”, a rocha firme e inabalável onde construímos nossa casa, isto é, onde alicerçamos toda a nossa vida em Cristo. É nesse firme fundamento, perfeito, imutável e eterno, que a igreja de Cristo está sendo “edificada”, através dos “apóstolos e profetas” (Efésios 2.20), dos “evangelistas, pastores e mestres” (Efésios 4.11) que o próprio Senhor Jesus Cristo estabeleceu na igreja, para esta finalidade, quer dizer, para que os cristãos sejam firmados e alicerçados na verdade, para que cresçam “na graça e no conhecimento de Jesus Cristo” (2 Pedro 3.18), para que alcancem a maturidade e sejam aperfeiçoados, em Cristo (Filipenses 1.6 e 2.12). Este livro pretende cumprir dois objetivos básicos. O primeiro, demonstrar o que, verdadeiramente, significa ser cristão: a essência da fé cristã não é apenas um modo de vida, de conduta, um conjunto de cerimônias ou fazer parte de um grupo religioso – uma igreja; a fé cristã consiste, acima de tudo, em conhecer a pessoa de Jesus Cristo e estabelecer um relacionamento profundo com ele. O segundo é apresentar os principais ensinamentos e doutrinas cristãs, que nós cremos, confessamos e praticamos, uma síntese das nossas convicções, estruturadas em torno da nossa crença nas três pessoas da Trindade, Deus Pai, Deus Filho e Deus Espírito Santo (John Stott). PARA SOLICITAR UMA CÓPIA EM PDF DESTE LIVRO, ENCAMINHAR MENSAGEM PARA O ENDEREÇO ELETRÔNICO: d.presotto62@gmail.com

    11 min
  5. JOÃO BATISTA, JESUS CRISTO E O "OUTRO CONSOLADOR" (João 14.16). Pregação IPTP, Americana-SP (25-11-2021).

    02/20/2022

    JOÃO BATISTA, JESUS CRISTO E O "OUTRO CONSOLADOR" (João 14.16). Pregação IPTP, Americana-SP (25-11-2021).

    JESUS CRISTO E A PROMESSA DO ESPÍRITO SANTO  “Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito  Santo, não muito depois destes dias” (At 1.5 – ARC).  "Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e sereis minhas  testemunhas tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da  terra" (At 1.8). Jesus prometeu aos seus discípulos e a todos os crentes, um revestimento do  poder do alto (Lc 24.49). Ele queria que todos fossem revestidos de um poder especial  vindo do Pai, que Ele mesmo recebeu ao dar início a seu ministério terreno, poder esse  vindo juntamente com o Espírito Santo, para manifestar os dons espirituais que  completariam seu ministério e consequentemente, o de seus discípulos. Tudo quanto  Jesus fez no seu ministério terreno, tais como sua pregação, seu sofrimento, sua vitória  sobre o pecado, os milagres, os sinais e as maravilhas, manifestos através de muitos  dons, Ele o fez pelo poder do Espírito Santo, o qual veio sobre Jesus para dotá-lo de  poder, e capacitação para manifestação dos dons espirituais. E hoje, da mesma maneira,  o Espírito Santo quer nos capacitar e ungir com virtude (poder), para continuarmos a fazer  as mesmas obras que Jesus fez (Jo 14.12). Jesus foi reconhecido por João Batista como “o que batiza com o Espírito Santo” (Jo 1.33). Esse batismo é uma experiência definida, que ocorre no processo da salvação,  em que o Espírito Santo “desce” sobre o crente, em primeiro lugar como sêlo (posse,  garantia, penhor) da sua própria salvação (Ef 1.13). Como consequência, o Espírito Santo  derrama poder (unção), capacitando o crente para um serviço especial. Esta experiência,  no NT é descrita como o Espírito “caindo” sobre, “descendo” sobre ou sendo “derramado”  sobre o crente de maneira repentina e sobrenatural. Trata-se da experiência do próprio Senhor Jesus Cristo, conforme predito pelo profeta Isaís (61.1-3) e registrado nas  palavras de Pedro, ao dar testemunho do ministério público de Jesus:   “como Deus ungiu a Jesus de Nazaré com o Espírito Santo e com poder, o qual andou  por toda parte, fazendo o bem e curando a todos os oprimidos do diabo, porque Deus era  com ele” (At 10.38).  Ungir significa consagrar, conferir poder e autoridade divina para ministrar. Jesus ficou  conhecido como “Cristo”, ou seja, o “Ungido” de Deus. Em Atos (10.38) endentemos que:  - A unção é de Deus e emana (procede) de Deus (Como Deus ungiu); - a unção é atribuída a pessoas (a Jesus de Nazaré); - a unção é ministrada pelo Espírito Santo (com o Espírito Santo); - a unção manifesta o poder de Deus (e com poder); - a unção é para fazer o bem (o qual andou por toda parte fazendo o bem); - a unção é para curar (e curando); - a unção é para libertar espiritualmente (a todos os oprimidos do diabo); - a unção é expressão de profunda/íntima comunhão entre o ungido (a pessoa) e Deus (porque Deus era com ele); Assim, é possível seguir o exemplo de Cristo pois o mesmo Deus que o ungiu  também deseja ungir e capacitar (At 1.8) os cristãos, tornando-os aptos para experimentar  a vida na plenitude e no poder do Espírito de Deus, como Jesus viveu. Desta maneira, por  todo lugar em que os discípulos de Cristo andarem, devem levar as “boas notícias” do  evangelho, que é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê”         (Rm 1.16);  aos quebrantados e aflitos de coração devem levar alívio e consolo; aos aprisionados e  cativos nas trevas, libertação; aos sedentos e famintos, água e pão.

    1h 4m
  6. AS BEM-AVENTURANÇAS DA JUSTIFICAÇÃO (Exposição de Romanos 5.1-11)

    01/16/2022

    AS BEM-AVENTURANÇAS DA JUSTIFICAÇÃO (Exposição de Romanos 5.1-11)

    As "Bem-aventuranças" da Justificação (Romanos 5. 1 a 11) A doutrina da "Justificação pela Fé" é o tema principal desta que é considerada pelos estudiosos a "Rainha das Epístolas". De todas as cartas do Apóstolo Paulo esta é, sem dúvida, a mais profunda em termos teológicos e sua mensagem, essencial para a vida cristã, pois expõe, em toda a sua profundidade, a miserável condição do homem sem Deus (1. 18 a 32), morto em seus delitos e pecados (como escreveu posteriormente aos Efésios), corrompido pela natureza pecaminosa, herdada de Adão, escravizado pelo pecado, despojado da presença e da comunhão com Deus, destinado à condenação eterna. O grande apóstolo, pioneiro e arauto do Evangelho, não foi o fundador da igreja de Roma. Quando escreveu esta epístola manifestou seu desejo de conhecer pessoalmente os cristãos de Roma, a fim de repartir com eles algum dom espiritual, para que fossem confirmados (1.11), ou seja, seu desejo, como apóstolo e , sobretudo, como pastor de almas, era o de encorajá-los em sua nova e desafiadora fé, mas também para que ambos fosse confortados pela fé mútua... (1.12). Porém, pela inspiração e revelação do Espírito Santo, Paulo vai muito além do cuidado pastoral com esse igreja, formada num ambiente completamente hostil à mensagem do Evangelho. Paulo atinge as maiores alturas da revelação cristã, ao expor em detalhes a urgente necessidade da justificação (1.18 a 3.20) e a forma pela qual podemos alcançá-la (3.21 a 4.25).     O grande capítulo 5 de Romanos, texto base desta exposição, descreverá os "frutos" dessa justificação, ou seja, suas consequências, não só teológicas, mas também práticas, aplicadas e vivenciadas em nossa presente realidade, mas consumada em sua plenitude, na vida eterna, dom gratuito de Deus ... em Cristo Jesus, nosso Senhor (6.23). O parágrafo inteiro deste capítulo (versículos 1 a 11) se relaciona às suas palavras de abertura: Justificados, pois, mediante a fé... Paulo faz algumas afirmações bastante ousadas, acerca daqueles a quem Deus justifica. Essas são as "bem-aventuranças" da justificação, expressão inspirada na abertura do grande "Sermão do Monte", ocasião em que Jesus Cristo reuniu seus discípulos para lhes expor os valores e princípios do Reino de Deus e as bem-aventuranças daqueles que fazem parte deste reino;  nesse conjunto magistral de ensinamentos a cerca do "Reino" (Mateus, capítulos 5 a 7), Jesus responde àquele que é  maior anseio da humanidade, ou seja, a busca da "felicidade", mas essa é a felicidade segundo Jesus Cristo, ou seja, não se fundamenta nos valores e ideologias deste mundo corrompido, mas em princípios espirituais e eternos, que só podem ser alcançados e desfrutados por aqueles a quem Deus justifica. Eis as "bem -aventuranças" da justificação:  v. 1 - Temos paz com Deus... v. 2 - Temos acesso à graça e à glória de Deus... vv. 3 a 4 - Também nos gloriamos nas próprias tribulações... vv. 5 e 8 - Temos a certeza do amor de Deus por nós... vv. 9 a 10 - Nós seremos salvos e reconciliados por meio de Cristo...  v. 11 - Nós nos gloriamos em Deus...  Referência: John R W Stott. A mensagem de Romanos. São Paulo: ABU Editora, 2007.

    54 min

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"com o fim de preparar os santos para a obra do ministério, para que o corpo de Cristo seja EDIFICADO". (Efésios 4.12 NVI) Exposição Bíblica para que a igreja seja firmada na graça e na verdade (João 1.17).