Se Liga na Saúde

Liga Acadêmica de Infectologia UFPel

Se Liga na Saúde é um Podcast idealizado pela Liga Acadêmica de Infectologia (LAINFEC) da Universidade Federal de Pelotas (UFPel) que conta com a participação de alunos dos cursos de Farmácia, Enfermagem e Medicina. Fique ligado nos nossos episódios em formato Informativo e "Storytelling". Onde estiver, aperte o play e escute o que temos para lhe contar! Acompanhe nosso Instagram @lainfec.ufpel

Episodes

  1. 12/25/2020

    #Episódio 5 - CAMPANHA HIV/AIDS

    No #Episódio 5, último da série de programações desenvolvidas em alusão ao DEZEMBRO VERMELHO e ao dia mundial da AIDS, iremos retomar nossa conversa sobre o vírus da imunodeficiência humana, o HIV, em apoio ao dia MUNDIAL do HIV e da AIDS que ocorreu no dia 1º de dezembro e que faz parte da campanha do DEZEMBRO VERMELHO, a qual nesse ano, de 2020, carrega o tema: “Solidariedade Global, Responsabilidade Compartilhada”. Além das formas tradicionais de prevenção ao HIV como a utilização de preservativos, como a camisinha, ou os cuidados que se devem ter em relação a higienização de agulhas, seringas e outros instrumentos cortantes, você conhece à profilaxia pré e pós exposição ao HIV? Venha conferir e não deixe de conferir também os outros episódios dos dias anteriores! Devemos sempre lembrar que embora os pacientes sejam protagonistas, eles NÃO atuam sozinhos! O cenário de ação deve agir no sentido de eliminar os estigmas e a discriminação, além de buscar a promoção de uma abordagem sensível a essas pessoas. Assim, reforça-se o papel da solidariedade, juntos podemos fazer a diferença. Este dia Mundial do HIV e da AIDS, almeja não só a eliminação da doença, mas também do preconceito, da discriminação, da insensibilidade e da desinformação que existe a seu respeito. Devemos unir esforços para além de alcançar sociedades mais saudáveis, formar sociedades mais solidárias. - Não deixe de procurar as unidades básicas de saúde em caso de dúvidas. Solicite as testagens. Se possuir o diagnóstico, realize o tratamento proposto pelo profissional de saúde, de forma adequada e, principalmente, previna-se! Apresentado pela acadêmica do curso de Medicina da UFPel: Lívia Saraiva Carriconde

    #Episódio 5 - CAMPANHA HIV/AIDS
  2. 10/16/2020

    #Episódio 5 - CAMPANHA SÍFILIS

    Ao longo do #Episódio 5 falamos sobre o tratamento para sífilis e a possibilidade de reinfecção. Esse foi o último episódio da nossa série programada em apoio ao Dia Nacional de Combate à Sífilis Adquirida e Congênita. O tratamento para sífilis é gratuito e oferecido pelo SUS (sistema único de saúde), siga as orientações médicas, realize o tratamento e siga a rotina de exames proposta pelo seu médico. Além disso, gestantes também devem realizar as testagens para sífilis durante o Pré-natal e, caso tiverem a doença, devem realizar o tratamento o quanto antes para garantir a saúde do bebê.  Já tive sífilis, posso adquirir a doença outra vez?  Sim, mesmo após realizar o tratamento para sífilis, se novamente entrar em contato com a bactéria, o paciente terá um novo episódio da doença. Ter tido a doença e ter curado, não significa que você não possa adquirir novamente. Por isso é muito importante fazer a prevenção por meio de preservativos, como a camisinha, lembrando que anticoncepcional, como as pílulas, não previnem contra as infecções sexualmente transmissíveis. Mantenha-se prevenido, não fique constrangido, faça os exames, faça o tratamento e use camisinha. Consulte, e mantenha a sua saúde em dia. Os profissionais estarão lá para lhe oferecerem toda atenção e cuidado, procure atendimento. O que importa é que você esteja bem. Teste, trate e cure. Cuide de você e de quem você ama. A sífilis pode ser silenciosa, mas precisamos falar dela e precisamos que você nos escute! Fique ligado, confira os episódios anteriores idealizados em alusão à campanha de sífilis e não perca nossa programação da semana que vem sobre o HPV, outra doença que é mais presente na nossa realidade do que imaginamos. Apresentado pela acadêmica do curso de Medicina da UFPel: Lívia Saraiva Carriconde

    #Episódio 5 - CAMPANHA SÍFILIS
  3. 10/15/2020

    #Episódio 4 - CAMPANHA SÍFILIS

    No #Episódio 4 conversamos sobre os exames e testagens para sífilis!  O exame para sífilis deve ser feito em pacientes com sinais e sintomas da doença, ou ainda pacientes assintomáticos que pertencem a um grupo de risco. São pessoas do grupo de risco: pacientes cujo parceiro foi diagnosticado com sífilis recente (primária, secundária ou latente); pacientes infectados pelo vírus HIV ou com Aids; pacientes expostos a relação sexual sem uso de preservativo; pacientes com hepatites virais; profissionais do sexo e homens que fazem sexo com homens.  Além disso, gestantes devem ser testadas duas vezes durante o pré-natal, no primeiro e no terceiro semestre, e uma vez imediatamente após a internação para o parto na maternidade.  O diagnóstico de sífilis é feito levando em conta a história do paciente, seus sintomas e sinais, bem como os testes laboratoriais. Quanto aos testes utilizados, existem vários tipos, mas para o diagnóstico inicial, geralmente fazem-se exames laboratoriais como o VDRL. No caso de uma pessoa ser diagnosticada com sífilis, ela deve fazer o monitoramento da resposta do tratamento a cada 3 meses no primeiro ano e a cada 6 meses no segundo ano. O acompanhamento médico é essencial para a indicação ou não de um novo tratamento no caso de falha do primeiro, ou ainda, no caso de uma possível reinfecção. Teste, Trate e Cure, a sífilis pode ser silenciosa, mas precisamos falar dela e precisamos que você nos escute! Fique ligado no #Episódio 5, de amanhã, o último dessa programação especial em alusão ao Dia Nacional de Combate à Sífilis Adquirida e Congênita, no qual iremos falar sobre o tratamento da doença e a possibilidade de reinfecção. Não perca! - Apresentado pela acadêmica do curso de Medicina da UFPel: Kellen Crizel da Rocha

    #Episódio 4 - CAMPANHA SÍFILIS
  4. 10/14/2020

    #Episódio 3 - CAMPANHA SÍFILIS

    No #Episódio3 da série de programações desenvolvidas em apoio ao Dia Nacional de Combate à Sífilis Adquirida e Congênita, é abordada, sobretudo,  a maneira como a doença é transmitida entre as pessoas, afinal de contas, a transmissão ocorre através de relações sexuais ou de mãe para filho ainda na gestação.  Na transmissão através de relações sexuais, sejam elas orais, vaginais ou anais, a contaminação por sífilis ocorre porque existem lesões nos órgãos sexuais, e justamente nessas lesões existem grandes concentrações da bactéria que causa a doença, e o contato direto das mucosas nas relações sexuais entre as pessoas, propicia o contagio.  Portanto, é importante ressaltar que o uso de camisinha desde o início da vida sexual em qualquer relação sexual, é extremamente necessário, uma vez que diminui significativamente a possibilidade de contágio e também previne a transmissão de outras infecções sexualmente transmissíveis. Quanto à transmissão de mãe para filho, ainda na gestação - Sífilis Congênita -  é uma doença bastante grave e que afeta os bebês. Para que isso possa ficar mais claro, vamos supor que uma gestante tenha sífilis, não saiba, pois a lesão primária não dói e passa muitas vezes imperceptível, são altíssimas as chances do seu filho desenvolver sífilis congênita, se não tratada na gestação. Isso porque ela é transmitida de mãe para filho através da placenta, que é uma estrutura que envolve o bebê dentro da barriga da mãe. Dessa maneira, o pré-natal é de extrema importância em qualquer gestação, pois é protocolo no nosso sistema de saúde a realização dos testes rápidos de sífilis nas gestantes.  Lembre-se, embora a sífilis seja uma doença altamente infecciosa, ela pode ser evitada. Portanto, façam o uso de camisinha dentro de qualquer modalidade de sexo; se fizerem sexo e verificarem qualquer lesão nos seus órgãos sexuais, procurem a unidade básica de saúde mais próxima e realizem a testagem. Às mamães, realizem o pré-natal corretamente, frequentem às consultas, e em caso do seu médico não prescrever a testagem para sífilis, solicite você mesma! Teste, Trate e Cure, a sífilis pode ser silenciosa, mas precisamos falar dela e precisamos que você nos escute! Fique ligado e não perca o #Episódio 4 no qual iremos conversar sobre os exames para a sífilis, o seu diagnóstico e o que fazer depois desse diagnóstico!  Apresentado pelo acadêmico do curso de Medicina da UFPel: Luan Soares

    #Episódio 3 - CAMPANHA SÍFILIS
  5. 10/13/2020

    #Episódio 2 - CAMPANHA SÍFILIS

    No #Episódio 2 do PODCAST Se Liga na Saúde, fala-se sobre os estágios da doença, os seus sintomas e o porquê da sífilis ser considerada uma doença silenciosa.  A sífilis possui diferentes estágios com sintomas específicos. Sendo que o estágio primário tem o surgimento de uma primeira ferida indolor, também chamada de “cancro duro”, devido a bordinha da ferida ser endurecida. Esta ferida ou lesão por não causar dor, ela muitas vezes é imperceptível, ou seja, a pessoa nem percebe que adquiriu a sífilis e está no primeiro estágio da doença.  Os locais que esta primeira lesão aparece são na região genital de homens e mulheres, mas também pode parecer na boca e no ânus. Em seguida, o paciente fica um tempo sem sintomas, a lesão desaparece. É o que chamamos de fase latente ou silenciosa. Cerca de alguns meses aparece a secundária, quando aparecem várias manchas vermelhas pelo corpo, principalmente na palma das mãos e planta dos pés, e mesmo na costas, acompanhadas de febre, mal-estar e dor de cabeça. Esta é uma etapa em que a doença é bastante transmissível. Neste estágio os sintomas também podem desaparecer espontaneamente, dando um falso sentimento de cura. Logo depois, o paciente entra em uma segunda fase de latência, pois por anos aparentemente nada acontece. O estágio de latência não se tem nenhum sintoma e ele intercala com períodos de manifestação. Por último, o estágio terciário ocorre feridas na pele, além de afetar o sistema nervoso e cardiovascular, assim, podendo levar à morte.  Dessa forma, pôde-se entender o porquê da sífilis ser uma doença silenciosa, pois os sintomas iniciais não causam incômodo e podem passar despercebidos, como a ferida inicial, pois dependendo do local não se nota. Por isso, sempre suspeite quando aparecer alguma ferida indolor nas regiões genitais como pênis e vulva ou em outros locais, e procure o serviço de saúde em caso de dúvidas.  Teste, Trate e Cure. A sífilis pode ser silenciosa, mas precisamos falar dela e precisamos que você nos escute! Fique ligado, pois amanhã, no #Episódio 3, terá mais informações sobre a transmissão da sífilis adquirida e congênita, além da prevenção da doença. Apresentado pela acadêmica do curso de Enfermagem da UFPel: Laura Mercali

    #Episódio 2 - CAMPANHA SÍFILIS

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