Igreja Batista da Borda do Campo

Igreja Batista da Borda do Campo

Podcast da Igreja Batista da Borda do Campo Siga-nos nas nossas redes sociais: fb.com/ibborda | youtube.com/ibborda | instagram.com/ibborda | www.borda.org.br

  1. 3d ago

    Pregações 356 - A nova identidade em Cristo não negocia seus valores com a sociedade sem Deus

    Série: Cidadania cristã Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e para que fomos chamados, vivendo de forma responsável em uma sociedade que não reconhece Cristo como Senhor. Pregador: Átila da Silva Referências Utilizadas 1 Pedro 1.1–21 Pedro 1.101 Pedro 2.4–51 Pedro 2.9–10Principais Tópicos 1. O cristão pertence a outro Reino, mas vive neste mundo O cristão é estrangeiro e peregrino, mas não está ausente da sociedade.Ser diferente não significa ser indiferente ao lugar onde Deus nos colocou.A cidadania cristã envolve uma presença responsável e participativa na sociedade.O cristão é chamado a viver entre dois mundos, reconhecendo sua cidadania no Reino de Deus.2. A identidade cristã tem origem em Deus Pedro chama os cristãos de eleitos e forasteiros.Ser forasteiro descreve uma situação transitória; ser eleito revela a verdadeira identidade.A identidade cristã não depende das circunstâncias sociais, políticas ou da aceitação das pessoas.A identidade do cristão tem origem na ação de Deus.Pai, Filho e Espírito Santo estão envolvidos no processo de redenção e formação dessa identidade.3. As circunstâncias não definem quem somos Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos podem distorcer a percepção sobre quem somos.Sentimentos e experiências não são referências confiáveis para determinar nossa identidade.A identidade verdadeira está fundamentada em Cristo.Compreender a história da redenção ajuda o cristão a enxergar a ação de Deus também em sua própria história.4. Somos povo de Deus Pedro apresenta os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.Essa identidade produz pertencimento e acolhimento em Deus.Como sacerdócio real, o cristão pertence ao Rei e vive sob seu governo.A cidadania cristã não é definida pelo ambiente, pelas circunstâncias ou pelas pressões da sociedade.5. A identidade cristã possui uma finalidade A identidade recebida de Deus está ligada a um propósito.O povo de Deus é chamado para proclamar as virtudes daquele que o chamou das trevas para a sua maravilhosa luz.Essa proclamação envolve anunciar quem Deus é e o que Ele fez.A vida do cristão deve comunicar o caráter de Deus e os efeitos de sua ação.Em lugar de uma vida marcada por queixas, reivindicações e acusações, o cristão é chamado a expressar gratidão pelo que Deus realizou.6. Cidadãos de outro Reino são chamados a viver sua missão O cristão vive em uma sociedade que pode não reconhecer Cristo como Senhor.Mesmo diante de tensões, injustiças e valores contrários à fé cristã, sua identidade permanece fundamentada em Deus.A cidadania cristã envolve responsabilidade diante da sociedade e fidelidade ao Rei.O cristão é chamado a tornar conhecida a misericórdia de Deus e a proclamar aquilo que Ele realizou em sua vida.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #CidadãosDeOutroReino #CidadaniaCristã #EntreDoisMundos #IdentidadeEmCristo #PovoDeDeus #ReinoDeDeus #MissãoCristã #PrimeiraCartaDePedro

  2. 3d ago

    Pregações 355 - Em busca do tesouro perdido

    Série: Culto Especial do Dia das Crianças Tema: O verdadeiro tesouro é o relacionamento com Deus, encontrado por meio de Jesus. Pregador: Átila da Silva Referências Utilizadas Mateus 13.44–46Salmo 119João 16.13Mateus 5.16Jeremias 33.3Provérbios 17.17Principais Tópicos 1. O verdadeiro tesouro Jesus utilizou parábolas para ensinar sobre o valor do Reino de Deus.O verdadeiro tesouro vale mais do que dinheiro, brinquedos, presentes ou qualquer bem material.O maior tesouro é o relacionamento com Deus.2. A Bíblia é o mapa A Palavra de Deus mostra o caminho para o verdadeiro tesouro.A Bíblia orienta como viver e conduz as pessoas no caminho de Deus.É necessário buscar na Palavra aquilo que precisamos para viver.3. O Espírito Santo é a bússola O Espírito Santo orienta a vida e conduz à verdade.É necessário discernir o que é verdadeiro e o que é falso.A orientação do Espírito Santo ajuda nas decisões e escolhas da vida.4. A luz representa as boas ações As boas ações de amor iluminam a vida de outras pessoas.Ao fazer o bem, o cristão reflete a luz de Deus.Pequenas atitudes de ajuda e cuidado podem demonstrar o amor de Deus.5. A oração é a comunicação com Deus A oração é uma forma de conversar com Deus e desenvolver amizade com Ele.Deus ouve aqueles que clamam a Ele.A resposta de Deus nem sempre é aquilo que desejamos, mas aquilo que precisamos.A oração expressa confiança no amor e no cuidado de Deus.6. A amizade com outros cristãos fortalece A amizade com pessoas que amam a Jesus ajuda na caminhada cristã.Amigos verdadeiros fortalecem e ajudam nos momentos de dificuldade.A comunhão com outros cristãos contribui para permanecer firme no caminho de Deus.7. Jesus é a chave para o verdadeiro tesouro Jesus é apresentado como a chave para o relacionamento pessoal com Deus.Por meio de Jesus, a pessoa pode encontrar o caminho de volta para Deus.O relacionamento com Deus não é apresentado como mera religião, mas como uma relação pessoal de Pai e filho.A mensagem convida aqueles que ainda não receberam Jesus a se arrependerem e entregarem sua vida a Ele.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #DiaDasCrianças #OMaiorTesouro #Jesus #RelacionamentoComDeus #PalavraDeDeus #EspíritoSanto #Oração #AmizadeCristã #IBBorda

  3. Oct 11

    Pregações 354 - Cidadãos de outro Reino

    Série: Cidadania cristã Tema: A cidadania cristã é exercida a partir da consciência de quem somos em Cristo e do propósito para o qual fomos chamados, mesmo vivendo em uma sociedade que não reconhece Jesus como Senhor. Pregador: Eduardo Chaves Referências Utilizadas 1 Pedro 1.1–21 Pedro 1.101 Pedro 2.4–51 Pedro 2.9–10 Principais Tópicos 1. Nossa identidade tem origem em Deus Pedro se dirige aos cristãos como eleitos e forasteiros, distinguindo a identidade deles da situação transitória que enfrentavam.Ser forasteiro não significa estar perdido ou abandonado. Antes de qualquer circunstância, os cristãos são escolhidos por Deus.A identidade cristã não depende da aceitação social, das circunstâncias políticas ou da iniciativa humana, mas da ação de Deus.O Pai, o Espírito Santo e Jesus Cristo estão envolvidos na obra da salvação: o Pai conhece e conduz seu propósito, o Espírito santifica e Cristo purifica pelo seu sangue.Essa ação de Deus oferece segurança e encorajamento para permanecer firme mesmo em meio às dificuldades.2. As circunstâncias não definem quem somos em Cristo Experiências familiares, traumas, rejeições, limitações e relacionamentos difíceis podem distorcer a maneira como enxergamos nossa identidade.Sentimentos de inadequação, necessidade de aprovação e medo de ser ferido podem influenciar a maneira como interpretamos a vida.Essas experiências não são uma referência confiável para determinar nossa identidade verdadeira.Pedro lembra aos cristãos que sua identidade está fundamentada em Deus, e não no passado ou na situação que estão vivendo.Compreender a história da redenção nos ajuda a reconhecer a ação de Deus em nossa própria história, inclusive em momentos que antes não compreendíamos.3. Somos povo de Deus, mesmo vivendo entre dois mundos Pedro identifica os cristãos como geração eleita, sacerdócio real, nação santa e povo de propriedade exclusiva de Deus.Em Cristo, os cristãos encontram pertencimento e acolhimento que não dependem da aprovação das pessoas ou da sociedade.Como sacerdócio real, pertencem ao Rei e vivem sob seu governo, mesmo em uma sociedade marcada por injustiças e valores contrários aos de Deus.Ser cidadão do céu não significa estar ausente da sociedade, mas assumir uma presença responsável e participativa no lugar onde Deus nos colocou.4. Nossa identidade tem uma finalidade: proclamar quem Deus é Pedro afirma que o povo de Deus foi chamado para proclamar as virtudes daquele que o tirou das trevas e o conduziu à sua maravilhosa luz.A identidade cristã está ligada a uma missão: anunciar o caráter de Deus, sua santidade, seu amor, sua misericórdia e seu poder.Essa proclamação também comunica o que Deus fez na vida daqueles que foram alcançados por sua graça.A experiência da salvação conduz a uma postura de gratidão e testemunho, em vez de uma vida centrada em queixas, acusações e reivindicações.Quem reconhece a misericórdia recebida é chamado a tornar conhecida a obra de Deus por meio de suas palavras e de sua vida. Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #CidadaniaCristã #EntreDoisMundos #CidadãosDeOutroReino #IdentidadeEmCristo #PovoDeDeus #MissãoCristã #PrimeiraCartaDePedro

  4. Oct 4

    Pregações 353 - A Ceia do Senhor: lembrança, comunhão e reflexão

    Série: Ceia do Senhor Tema: A Ceia do Senhor é um memorial do sacrifício de Jesus que nos conduz à comunhão com Cristo e com os irmãos, e ao exame sincero do nosso coração. Pregador: Luiz Antônio Referências Utilizadas 1 Coríntios 11.23–28Principais Tópicos 1. A Ceia do Senhor é uma lembrança do sacrifício de Cristo A Ceia foi instituída pelo próprio Jesus e ordenada para que seus discípulos se lembrassem dele.O pão e o cálice apontam para o corpo entregue e o sangue derramado por Cristo em nosso favor.Jesus enfrentou acusações falsas, julgamento injusto e a morte na cruz, movido por amor e entrega.Por meio do sacrifício de Cristo, somos libertos da condenação do pecado e recebidos na família de Deus.A Ceia não é um ritual vazio, místico ou mágico, nem uma forma de obter favores de Deus. Seu foco é Jesus e sua obra na cruz.2. A Ceia do Senhor expressa comunhão com Cristo e com os irmãos A partilha do pão e do cálice representa a união dos cristãos com Cristo e entre si.A comunhão envolve participação, compartilhamento e unidade espiritual na comunidade de fé.A Ceia fortalece os laços de fraternidade e reafirma a identidade da igreja como família de Deus.A igreja de Corinto celebrava de maneira contraditória: enquanto alguns tinham fartura, outros passavam fome, e havia divisões entre os irmãos.Não é coerente celebrar a comunhão com Cristo enquanto se promove divisão, egoísmo ou falta de amor na comunidade.3. A Ceia do Senhor exige reflexão e exame pessoal Paulo orienta cada pessoa a examinar a si mesma antes de participar da Ceia.Celebrar indignamente está relacionado, no contexto apresentado, à falta de amor, à divisão e à ausência de comunhão no corpo de Cristo.O exame pessoal envolve reconhecer erros, identificar mágoas e ressentimentos e avaliar a necessidade de pedir ou liberar perdão.A cruz revela a dimensão do perdão recebido e nos confronta quanto à disposição de perdoar o próximo.Quando existe a necessidade de reconciliação, somos chamados a buscar a pessoa envolvida e tomar a iniciativa de restaurar o relacionamento.A participação na Ceia deve ser acompanhada de arrependimento sincero e de um compromisso com a reconciliação.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #CeiaDoSenhor #SacrifícioDeCristo #Comunhão #Perdão #Reconciliação #Igreja #MemorialDaCruz

  5. Sep 20

    Pregações 352 - O caminho do Reino na decisão

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai Tema: Ouvir Jesus exige uma decisão que se revela no caminho escolhido, nos frutos produzidos e na submissão ao governo do Rei. Pregador: Marcio Bertolini Referências Utilizadas Mateus 7.13–29Mateus 5Mateus 6Principais Tópicos 1. A voz que conduz o nosso caminho Somos conduzidos por diferentes vozes: pessoas que amamos, nossos desejos e medos, a cultura, as redes sociais, as ideologias e até a religiosidade.A questão central não é ouvir essas vozes, mas decidir quem terá a última palavra sobre nossas vidas.Jesus apresenta a porta estreita e a porta larga, mostrando que cada caminho conduz a um destino.Entrar pela porta estreita é uma decisão que exige resposta ao Rei, em arrependimento e fé, reconhecendo que a salvação é pela graça, e não por mérito humano.2. Discernir as vozes pelos seus frutos Jesus alerta sobre os falsos profetas, que parecem ovelhas, mas são lobos devoradores.O discernimento exige vigilância, pois nem toda voz que utiliza linguagem bíblica conduz ao coração do Pai.Os frutos revelam a raiz: o Reino não consiste em maquiar comportamentos, mas em transformar o coração.O fruto esperado é uma vida de obediência e alinhamento aos valores do Reino, e não apenas sucesso, influência ou capacidade de comunicação.3. Quem realmente governa a nossa vida? Não basta chamar Jesus de Senhor; é necessário fazer a vontade do Pai.O problema não está em confessar Jesus como Senhor, mas em professar essa fé sem permitir que ela governe as decisões e a conduta.É possível ter vocabulário, história, hábitos e atividades religiosas sem viver em verdadeira submissão ao Rei.As realizações ministeriais não substituem uma vida governada por Deus.4. O perigo de uma fé apenas de aparência Jesus confronta aqueles que apresentam suas atividades religiosas como credenciais, mas cuja vida não corresponde à vontade de Deus.A proximidade com a religião não significa, por si só, pertencimento real ao Rei.O cristianismo não deve formar espectadores que apenas criticam, terceirizam responsabilidades e esperam que outros sirvam.O discípulo coloca a própria vida à disposição de Jesus, reconhecendo que servir também faz parte de sua resposta ao Rei.5. Ouvir e praticar: construir a vida sobre a rocha Na conclusão do Sermão do Monte, Jesus apresenta o contraste entre a casa construída sobre a rocha e a casa que não possui fundamento resistente.As tempestades revelam a diferença entre os fundamentos sobre os quais as casas foram construídas.Ouvir os ensinamentos de Jesus exige uma resposta prática: a vida precisa demonstrar aquilo que professamos.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #OCaminhoDoReino #Decisão #SermãoDoMonte #Obediência #Fé #Discipulado #PalavraDeDeus

  6. Sep 13

    Pregações 351 - O caminho do Reino no discernimento e na misericórdia

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai Tema: Um coração alinhado com o Reino desenvolve maturidade nos relacionamentos por meio do autoexame, do discernimento e da dependência de Deus. Pregador: Eduardo Chaves Referências Utilizadas Mateus 7.1–12Principais Tópicos 1. O discernimento começa pelo exame do próprio coração Jesus não proíbe toda avaliação, mas confronta o julgamento condenatório e a atitude hipercrítica.A crítica motivada pelo ego busca defeitos, alimenta o orgulho e procura atingir pessoas em vez de promover os valores do Reino.O autoexame precisa ter como referência a Palavra de Deus, e não a própria percepção de superioridade ou inferioridade.O coração alinhado ao Reino reconhece suas motivações e permite que Deus trate suas áreas de orgulho.2. Reconhecer a própria trave é essencial para ajudar o próximo A imagem do cisco e da trave evidencia a incoerência de apontar as falhas alheias sem reconhecer as próprias.A trave representa, na exposição, especialmente o orgulho que impede o reconhecimento do próprio pecado e o arrependimento.Jesus não exige impecabilidade, mas confronta as motivações de quem deseja corrigir outra pessoa.O discípulo precisa discernir a si mesmo, arrepender-se, buscar ajuda e permitir ser pastoreado antes de ajudar o próximo.Na comunidade cristã, somos chamados a servir uns aos outros e a ser instrumentos de transformação na vida do próximo.3. O discernimento também orienta como lidar com a rejeição Ao falar sobre não dar aos cães o que é santo nem lançar pérolas aos porcos, Jesus destaca a necessidade de discernimento.O santo e as pérolas representam as riquezas e os valores do Reino, incluindo o Evangelho.A mensagem confronta a postura de orgulho, autossuficiência e resistência persistente ao Evangelho.O discípulo precisa reconhecer quando alguém rejeita e escarnece da mensagem, sem insistir em compartilhá-la de maneira improdutiva.4. A maturidade cresce na dependência contínua de Deus Diante da dificuldade de discernir o próprio coração, as pessoas e as situações, Jesus ensina: pedir, buscar e bater.Pedir expressa o reconhecimento da necessidade; buscar envolve uma procura intencional; bater demonstra aproximação e decisão.O discípulo reconhece que não é autossuficiente e precisa da sabedoria e da transformação que vêm de Deus.A oração não deve ser ocasional, mas uma prática contínua de dependência do Pai.A maturidade cristã não consiste em conquistar autonomia em relação a Deus, mas em aprender a depender cada vez mais dele.5. A confiança no Pai sustenta a vida do discípulo Jesus compara o cuidado de Deus ao cuidado de um pai que oferece coisas boas aos filhos.Se seres humanos imperfeitos sabem dar coisas boas aos seus filhos, muito mais o Pai celestial dará coisas boas aos que lhe pedirem.A busca por discernimento e transformação deve ser acompanhada pela confiança na bondade do Pai.6. O relacionamento com o próximo deve refletir os valores do Reino Jesus conclui essa parte do ensino com o princípio: tratar os outros da maneira como gostaríamos de ser tratados.A maturidade nos relacionamentos envolve discernimento, humildade e misericórdia.O coração transformado por Jesus busca refletir o caráter de Deus tanto no relacionamento com o próximo quanto na dependência do próprio Pai.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #OCaminhoDoReino #Discernimento #Misericórdia #MaturidadeCristã #Oração #Relacionamentos #SermãoDoMonte

  7. Sep 7

    Pregações 350 - A mensagem da cruz

    Série: Ceia do Senhor Tema: A mensagem da cruz A mensagem da cruz confronta cada pessoa e revela o poder e a sabedoria de Deus em Cristo Jesus. Pregador: Edmur Pereira Referências Utilizadas 1 Coríntios 1.18–25MarcosDeuteronômioPrincipais Tópicos 1. A mensagem da cruz confronta as pessoas A cruz é uma mensagem confrontadora que exige um posicionamento.A mensagem da cruz pode ser recebida como loucura ou como poder de Deus.Ao longo da história, a mensagem da cruz também foi motivo de zombaria e escândalo.2. A mensagem da cruz revela o poder de Deus O pecado trouxe separação entre Deus e a humanidade.A iniciativa da reconciliação partiu do próprio Deus, que enviou seu Filho.Jesus viveu em obediência, morreu a morte que nós merecíamos e ressuscitou.O mesmo Cristo que morreu voltará.3. Para os que se perdem, a cruz é loucura Os que buscam conhecer Deus segundo sua própria sabedoria não conseguem compreender a mensagem de um Deus crucificado.Os judeus buscavam sinais e esperavam um Messias de acordo com suas próprias expectativas.Os gregos buscavam sabedoria e uma mensagem coerente com sua própria compreensão.Essas atitudes revelam a tentativa humana de moldar Deus segundo suas próprias expectativas.4. Para os que são salvos, Cristo é o poder e a sabedoria de Deus A salvação não é resultado de mérito humano.Deus é o agente da salvação realizada por meio de Cristo.Somos salvos de uma vida autônoma, da escravidão ao pecado e do império das trevas.A fé é confiança naquilo que Deus fez por nós em Cristo Jesus.5. Não existe neutralidade diante da cruz A mensagem da cruz separa as pessoas entre os que se perdem e os que são salvos.Não existe uma terceira opção diante da mensagem de Cristo crucificado.Os que são salvos reconhecem em Cristo a manifestação do poder e da sabedoria de Deus.Essa mensagem é compartilhada com outras pessoas para que também encontrem salvação.6. A cruz nos chama a um posicionamento Cada pessoa precisa responder à mensagem de que Jesus deu sua vida, ressuscitou e voltará.A mensagem da cruz pode ser motivo de zombaria, mas é a base da esperança e da confiança daqueles que creem.A salvação não está fundamentada no mérito humano, mas na obra de Cristo Jesus.A Ceia anuncia a morte de Jesus até que Ele venha e conduz a um momento de autoexame diante de Deus.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store#AMensagemDaCruz #CeiaDoSenhor #CristoCrucificado #PoderDeDeus #SabedoriaDeDeus #Salvação #Fé

  8. Aug 30

    Pregações 349 - O coração alinhado com o Reino encontra em Deus tudo o que precisa para viver

    Série: O caminho do Reino: Uma vida alinhada com o coração do Pai Tema: O coração alinhado com o Reino encontra em Deus tudo o que precisa para viver Pregador: Átila da Silva Referências Utilizadas Mateus 6.19–34Salmo 46.1–2Salmo 121.1–21 Tessalonicenses 5.17Filipenses 4.6 Principais Tópicos 1. O tesouro revela onde está o coração Jesus ensina sobre os tesouros na terra e os tesouros no céu.Aquilo que consideramos nosso tesouro revela onde está o nosso coração.Recursos, bens, trabalho e conquistas podem ocupar um lugar que pertence a Deus.O problema não está em possuir recursos, mas em permitir que os recursos possuam o coração.2. A segurança não está nos recursos Perdas financeiras, problemas profissionais, incertezas na saúde e dificuldades nos relacionamentos podem revelar onde colocamos nossa segurança.Jesus não ensina a abandonar os bens, o trabalho ou o planejamento.A verdadeira questão é quem controla os recursos e onde está depositada a confiança.A segurança só encontra seu lugar correto quando Deus ocupa o centro da vida.3. A ansiedade revela onde colocamos nossa confiança A preocupação pode ocupar o lugar que deveria pertencer a Deus.Jesus aponta para os pássaros e para os lírios como exemplos do cuidado do Pai.A ansiedade revela uma dificuldade de descansar na provisão e no cuidado de Deus.Jesus chama seus discípulos a uma confiança consciente no Pai.4. Buscar primeiro o Reino Jesus apresenta o chamado para buscar primeiro o Reino de Deus.Essa busca não é uma decisão isolada, mas uma postura que precisa ser renovada diariamente.Colocar o Reino em primeiro lugar significa reorganizar prioridades e reconhecer Deus como Senhor.A fé envolve uma decisão consciente de entregar e descansar em Deus.5. A entrega precisa ser diária Confiar em Deus não significa acreditar que tudo acontecerá conforme nossas expectativas.A verdadeira confiança permanece mesmo diante da incerteza.Buscar primeiro o Reino é um exercício diário de entrega e dependência.A confiança em Deus não depende das circunstâncias serem favoráveis.6. Deus é o verdadeiro refúgio O Salmo 46 apresenta Deus como refúgio e força.O Salmo 121 aponta para o Senhor como aquele de quem vem o socorro.A segurança do cristão não está na capacidade de controlar todas as situações.A confiança está em saber que, aconteça o que acontecer, o Pai cuidará de seus filhos.Acompanhe a Igreja Batista do Borda: YouTubeInstagramFacebookSiteBaixe o app da Igreja Batista do Borda: Google PlayApp Store #OCaminhoDoReino #UmaVidaAlinhadaComOCoraçãoDoPai #SegurançaEmDeus #Fé #ConfiançaEmDeus #ReinoDeDeus

About

Podcast da Igreja Batista da Borda do Campo Siga-nos nas nossas redes sociais: fb.com/ibborda | youtube.com/ibborda | instagram.com/ibborda | www.borda.org.br