da ideia à luz

Camila Tiago e Marcelo Augusto

O “da ideia à luz” é o maior canal, no Brasil, de diálogos entre áreas técnicas teatrais e de criação artística das artes cênicas. É um espaço de compartilhamento de processo da criação, de conhecimento das pesquisas realizadas sobre Artes Cênica e de intercâmbio entre profissionais, pesquisadores e pesquisadoras dos bastidores do Brasil e de outros países. Cada convidado expõem seu trabalho em um bate-papo descontraído e aconchegante, proporcionando uma troca de experiência a cada programa que vai ao ar. Sejam todas e todos muito bem-vindos. Esse canal também é seu ;)

  1. 1d ago

    Criação Ep#210 - 12/05/2026 - Antonio Rabàdan e a criação do figurino para a peça "O Inspetor Geral"

    Antonio Rabàdan é Doutor em Design Estratégico pela Unisinos-RS; Mestre em Artes Visuais pela Faculdade Santa Marcelina (FASM-SP); Pós-Graduado em Negócios e Marketing de Luxo Contemporâneo pela ESPM-SP; Bacharel em Moda e Tecnólogo em Moda e Estilo pela Universidade de Caxias do Sul. Atualmente está em pós doutoramento investigando a Passarela Performática na ECA da USP.Grande experiência na área da moda, atuando na produção de desfiles e eventos, editoriais de revistas e campanhas fotográficas. Recebeu prêmios nacionais, como o Açorianos e o Tibicuera, de teatro, e prêmios internacionais, como o Mário Rui Gonçalves Internacional, pelo figurino do espetáculo “Vanessa Quer Voar”, em Portugal.Foi Professor titular e Professor visitante em instituições como UFRGS, Feevale, Senac-RS, Senai-RS, UCS, UCPEL e Univates e, atualmente, é Professor Doutor nos cursos de Design e de Comunicação e Publicidade da ESPM-SP e ministra as disciplinas de Mercado e Produção de Moda; Varejo de Moda e Visual Merchandising; Prototipagem Criativa; Coolhanting; Narrativas de Espetáculos; Moda Autoral; Pesquisa e Tendência de Produto e Semiótica.Release:“O Inspetor Geral”, de Nicolai Gogol, ganhou em 1998 uma montagem radicalmente visual, grotesca e circense através da direção de Zé Adão Barbosa e da Cia. das Índias, em Porto Alegre.A encenação partia de um teatro físico, imagético e de forte construção plástica. A estética do espetáculo buscava um estado permanente de exagero e artificialidade, aproximando-se da palhaçaria, do grotesco e da escultura viva.A cena era composta por grandes painéis pintados manualmente pelo artista plástico Zezé Kronbauer. Esses painéis funcionavam como enormes quadros móveis que criavam diferentes atmosferas e espacialidades ao longo do espetáculo. Para movimentá-los, foi desenvolvido um sistema mecânico rudimentar construído a partir do maquinário de uma máquina de lavar roupas. Em determinados momentos da encenação, os painéis despencavam sobre os atores, provocando instabilidade visual e física, reforçando a sensação de colapso político e moral presente no texto.Outro elemento fundamental da cenografia era um grande sofá multifuncional que se transformava constantemente durante a peça: chaise, mesa, plataforma, cama e estrutura cênica. Esse único objeto assumia diferentes funções dramatúrgicas e operava como eixo central da movimentação dos atores.O figurino, também assinado por Antonio Rabadan, antecipava discussões que hoje se aproximam do upcycling e da ressignificação têxtil.Naquele momento, ainda em processo de descoberta enquanto ator, cenógrafo e figurinista, Rabàdan desenvolveu os figurinos inicialmente como desenhos idealizados. Porém, diante das limitações financeiras comuns às produções teatrais independentes da época, tornou-se impossível executar as peças utilizando materiais novos.A solução encontrada transformou-se no principal conceito do figurino.Junto da figurinista e costureira Titi Lopes, roupas usadas, tecidos domésticos, peças antigas e aviamentos foram completamente desmontados, separados e reconstruídos manualmente para formar novas superfícies têxteis. O processo envolvia desconstruir roupas já existentes para recriar tecidos híbridos que posteriormente davam origem aos figurinos do espetáculo. Antonio Rabàdan recebeu o Prêmio Açorianos de Melhor Figurino pelo espetáculo.Ficha Técnica:Texto: Nicolai GogolDireção: Zé Adão BarbosaMontagem: Cia. das ÍndiasDiretora Assistente: Jaqueline PinzonCenário: Antonio RabadanAssistente de Cenografia: Juliana RivetCriação de Painéis: Zezé KronbauerFigurinos: Antonio RabadanDesenhos de Figurino: Luciana ChavesConfecção de Figurinos: Titi Lopes e Mada OliveiraEnchimentos: Janine GomesChapéus: Juliana KunzBijuterias: Cigana SallyCabeças: Antonio RabadanMaquiagem: Zé Adão BarbosaIluminação: Fernando OchoaSonoplastia: Eduardo ManeraCriação Gráfica: Alessandro SalvatoriFotografia: Myra GonçalvesDivulgação: Renato Campão

    Criação Ep#210 - 12/05/2026 - Antonio Rabàdan e a criação do figurino para a peça "O Inspetor Geral"
  2. 2d ago

    Criação Ep#209 - 05/05/2026 - Karen Mezza e a criação da iluminação para o espetáculo de dança “Cacunda”

    Karen Mezza é Iluminadora e Artista da Cena, bacharela em Artes Cênicas pela Unicamp e técnica formada pelo curso de Iluminação da SP Escola de Teatro. Atua como desenhista e operadora de luz, coordenadora técnica de festivais e artista docente na mesma escola de sua formação.Em 2025 passou a fazer parte da Cia Sacana em São Paulo, entrando para a equipe dos espetáculos UMA e Terra Brasilis. Realizou o desenho de luz de Taquesutaque, de Yasmin Gomes, direção de Jessica Teixeira, em cocriação com Dafne Rufino e Ricardo Barbosa. Circulou por diversos estados com Mariana Aydar e em São Paulo operou luz em shows para Anná, Renato Braz e Tâmara David.Em 2024 realizou o desenho de luz do espetáculo A Vaca Virou um Rádio da Companhia de Artes Cênicas do Conservatório de Tatuí, com direção do Coletivo Cê; e também da peça Um Céu de Assombro, direção de Kleber Montanheiro, contemplada pelo Prêmio Zé Renato da Cidade de São Paulo.Dentre seus trabalhos realizados destaca-se a iluminação de CACUNDA de Adnã Ionara, O Samba da Pauliceia e Sua Gente da Cia Coisas Nossas e a operação de luz do espetáculo Julius Caesar, da Cia dos Atores no Sesc Consolação e sua mais recentemente participação na equipe de iluminação de Hamlet - Sonhos que Virão, liderada por Wagner Antonio e Dimitri Luppi.Atuou como Coordenadora Técnica do Festival Estudantil do Conservatório de Tatuí, no 29° e 30º FETESP e da Mostra Solo Mas Não Só - Vozes do Interior em Pindamonhangaba, foi Head de Luz no espetáculo História da Violência da Schaubühne na XI MIT, além de ter contribuído como técnica em diversas edições do Feverestival de Campinas.Release:"Cacunda", espetáculo de dança da artista Adnã Ionara, explora a ancestralidade, memória e o tempo nagô de terreiro, utilizando a palavra de origem quimbundo que nomeia a curvatura das costas. A performance traz à cena a figura de Cacurucaia, entidade da umbanda, celebrando e questionando o peso da existência com movimentos que traçam curvas no tempo.Ficha Técnica:Concepção e interpretação: Adnã IonaraCo-direção cênica: Adnã Ionara e José TeixeiraComposição e execução de trilha musical: Yandara Pimentel, Otavio Andrade e Marcelo SanthuDesign e operação de luz: Karen MezzaSonoplastia e operação de som: Pedro FlórioProdução artística: José TeixeiraProdução Executiva: Wannyse Zivko

    Criação Ep#209 - 05/05/2026 - Karen Mezza e a criação da iluminação para o espetáculo de dança “Cacunda”
  3. Jul 2

    Criação Ep#208 - 14/04/2026 - Claudio Lira e a criação da direção de arte para o espetáculo "Quatro Luas"

    Claudio Lira é um multiartista, premiado Diretor Teatral, Ator, Produtor Cultural, Designer Gráfico, Cenógrafo e Figurinista. Formado em Desenho Industrial/Programação Visual (UFPE), começou a estudar Teatro em 1992 no Curso Arte Viva; em 1995 fez o Curso Básico à Formação do Ator (Fundação Joaquim Nabuco) e em 2001 o Curso de Iniciação à Direção Teatral (UFPE). Estudou com renomados pesquisadores e encenadores teatrais nacionais e internacionais, como: Tatiana Cardoso, Iben Nagel Rasmussen, Maurice Douzier (Théâthe du Soleil), Francisco Medeiros, Maurício Guzinski, João Mota, Antonio Cadengue e João Denys.Release:“Quatro Luas” é um espetáculo de teatro para infância com formas animadas e música ao vivo, inspirado no universo do escritor espanhol Federico Garcia Lorca. O espetáculo é contado e interpretado por um grupo de ciganos reunidos sob a sombra de uma velha árvore e a narrativa é baseada na história de Federico, um jovem ciganinho órfão que era fascinado pela Lua Cheia e tinha o sonho de subir em um cometa e voar bem alto em direção às estrelas, até conseguir alcança-las. Na busca pela realização de seu sonho, Federico, guiado pelos conselhos de quatro Luas de diferentes personalidades, adentra em uma jornada por um mundo encantado repleto de seres imaginários e animais falantes. No caminho, sem uma direção certa, o menino vai se encontrando e aprendendo a lidar com suas emoções e intuições.Ficha Técnica:Dramaturgia e Encenação: Claudio Lira, a partir do universo de Federico Garcia LorcaElenco: Brunna Martins, Célia Regina, Dougla Duan e Matheus CarlosMúsicos: Hélio Machado (Viola) e Arnaldo do Monte (Percussão).Dramaturgia Sonora, Direção Musical e Preparação Vocal: Douglas DuanIluminação: Eron VillarDireção de Arte: Claudio Lira e Célia ReginaCriação e confecção dos bonecos e adereços: Romualdo Freitas e Célia ReginaAuxiliar nas confecções de adereços: Adriano FreitasConfecção da árvore: Douglas DuanCenotécnicos: Eduardo Albuquerque (Dudu) e Gustavo AraújoCostureiras: Maria Lima e Márcia MarisaAssessoria de imprensa e Redes Sociais: Milton Raulino - 1000Tons ComunicaçãoProgramação Visual: Claudio LiraProdução: IvoBarreto e Claudio LiraRealização: O Bando Coletivo de teatro

    Criação Ep#208 - 14/04/2026 - Claudio Lira e a criação da direção de arte para o espetáculo "Quatro Luas"
  4. Jul 1

    Livro Ep#24 - 31/03/2026 - Cadernos de Luz - Guilherme Bonfanti

    Os quatro livros dos “Cadernos de Luz” são registros de processos de criação de luz colocados no papel. São três peças do Teatro da Vertigem (“Bom Retiro”, “Agropeça” e “Dizer o que você não pensa em línguas que você não fala”) e o processo da peça “Roda Viva”, do Teatro Oficina.Cada livro funciona como um diário de trabalho, trazendo anotações, reflexões e comentários criando um retrato sincero e “ao vivo” de cada processo e cada peça, sem cair na hiper edição dos registros acadêmicos.A publicação também tem organização de Francisco Turbiani, formador da SP Escola de Teatro, e edição de Marcio Aquiles, coordenador da área de relações internacionais e parcerias da Instituição.Guilherme Bonfanti é Light Designer paulista e atua desde o final da década de 80, desenvolveu dezenas de projetos de iluminação por todo o país e exterior. É um dos fundadores do Teatro  da Vertigem junto com Antonio Araujo e da SP ESCOLA DE TEATRO junto com outros profissionais das artes cênicas. Trabalhou com diversos profissionais na área do teatro, dança, musica, exposições e arquitetura. Destaque para seus projetos nas XXIII , XXIV e XXV e XXVII Bienal Internacional de São Paulo,  III  e V Bienal Internacional de Arquitetura, Mostra do Redescobrimento - Brasil 500 anos Artes Visuais e diversas exposições. Destaque nos trabalhos em arquitetura para parcerias com Paulo Mendes da Rocha, Marcelo Ferraz e Chico Fanucci, Isay Weinfeld entre outros.Na área da moda trabalhou em  diversos eventos de moda , com destaque para São Paulo Fashion Week e Semana da Moda. Colaborou com artistas da área da musica como Titãs, Criolo, Tim Bernardes, André Abujamra, entre outros. Na dança trabalhou com Ballet Stagium, BAlet da Cidade de São Paulo, Ana Mondini entre outras participações. Coordena o primeiro curso de iluminação regular de São Paulo na SP ESCOLA DE TEATRO, desde  2010. Tem larga experiência internacional, tendo trabalhado em diversos países da Europa, Estados Unidos e Asia. Recebeu diversos prêmios e indicações, destaque para SHELL, APCAs (Associação Paulista dos Críticos de Arte), MAMBEMBE, APETESP, PANAMCO.

    Livro Ep#24 - 31/03/2026 - Cadernos de Luz - Guilherme Bonfanti
  5. Apr 29

    Criação Ep#207 - 24/03/2026 - Federico Puppi e a criação da Trilha Sonora para o espetáculo “(um)Ensaio Sobre a Cegueira”

    Italiano radicado no Brasil, Federico Puppi é compositor, diretor musical e violoncelista. Sua trajetória reúne música instrumental, canção e teatro em um trabalho que aproxima composição, presença cênica e criação sonora.No teatro, consolidou-se como um nome de destaque na composição e direção musical para a cena, assinando trabalhos como (Um) Ensaio sobre a Cegueira, do Grupo Galpão, “Ficções” com Vera Holtz e direção do Rodrigo Portella e “Enquanto Você Voava, Eu Criava Raizes” da Cia. Dos a Deux. Começou a estudar violoncelo aos 4 anos, no Suzuki Center, na Itália. Formou-se em violoncelo erudito no Conservatório de Aosta e estudou música moderna no Liceu de Barcelona. Desde que se estabeleceu no Brasil, vem construindo uma trajetória singular em diálogo com alguns dos principais nomes da música e das artes cênicas do país.Em 2015, lançou seu primeiro disco autoral, O Canto da Madeira, celebrado pela crítica especializada como um dos destaques da música instrumental brasileira daquele ano. Em 2018, apresentou Marinheiro de Terra Firme, álbum com participação de Milton Nascimento. Segue o álbum “Crisalide” com single preste a alcançar a marca de 2 milhões de plays. Ao longo da carreira, participou de vários projetos projetos indicados e premiados ao Grammy Latino, como Guelã, e ao Grammy Awards, com o álbum Magic, de Sergio Mendes.Release do TrabalhoUma epidemia de cegueira assola a cidade, privando seus habitantes de enxergar o mundo como antes. Tudo começa com um homem no trânsito, repentinamente cego. Rapidamente a condição se espalha e coloca à prova a moral, a ética e as noções de coletivo. Um encontro entre o Grupo Galpão e a obra de José Saramago, escritor português ganhador do Prêmio Nobel de Literatura.Ficha Técnica:DIREÇÃO: Rodrigo PortellaDIRETORES ASSISTENTES:Georgina Vila Bruch e Paulo AndréDIREÇÃO MUSICAL, TRILHA ORIGINAL E PAISAGEM SONORA: Federico PuppiCENOGRAFIA: Marcelo Alvarenga - Play ArquiteturaFIGURINO: Gilma OliveiraINTERLOCUÇÃO DRAMATÚRGICA: Bianca RamonedaILUMINAÇÃO: Rodrigo Marçal e Rodrigo PortellaADEREÇOS: Rai BentoVISAGISMO: Gabriela DominguezDESENHO SONORO, PROGRAMAÇÃO E MIXAGEM: Fábio SantosASSISTÊNCIA DE DIREÇÃO: Zezinho ManciniASSISTÊNCIA DE FIGURINO: Caroline MansoASSISTÊNCIA DE CENOGRAFIA: Vinícius BicalhoCONSTRUÇÃO CENÁRIO: Artes Cênica ProduçõesCOSTURAS: Danny MaiaFOTOS: Igor Cerqueira e Mateus LustosaREGISTRO E COBERTURA AUDIOVISUAL: Luiz Felipe FernandesCOMUNICAÇÃO: Letícia Leiva e Fernanda LaraARTE GRÁFICA: Filipe Lampejo e Rita DavisCONSULTORIA DE ACESSIBILIDADE: Oscar CapuchoOPERAÇÃO DE LUZ: Rodrigo MarçalOPERAÇÃO DE SOM: Fábio SantosTÉCNICO DE PALCO: William BililiuASSISTENTE TÉCNICO: William TelesASSISTENTE DE PRODUÇÃO:Zazá CyprianoPRODUÇÃO EXECUTIVA: Beatriz RadicchiDIREÇÃO DE PRODUÇÃO:Gilma OliveiraPRODUÇÃO:Grupo Galpão

    Criação Ep#207 - 24/03/2026 - Federico Puppi e a criação da Trilha Sonora para o espetáculo “(um)Ensaio Sobre a Cegueira”
  6. Apr 22

    Criação Ep#206 - 17/03/2026 - Violeta Castro e a criação da maquiagem para a ópera "Dido e Eneas"

    Violeta Castro é cantora, atriz e atuante como direção artística e cenográfica de espetáculos teatrais e musicais. Iniciou sua carreira profissional em 2017, como personagem e contadora de histórias em uma empresa situada em Boa Vista. Sua experiência com o teatro iniciou-se durante o Ensino Médio através de apresentações sobre a direção do professor Nonato Chacon. Atualmente trabalho como cantora e atriz profissional, e no ano de 2023 iniciou seus estudos e atuação com figurino, cenografia e visagismo de espetáculos.Release:A ópera Dido e Enéas é um projeto do grupo de canto erudito Soarr, e nasceu a partir da necessidade de fomentar a cultura da ópera na cidade de Boa Vista. A escolha do repertório se deu ao fato de a ópera ter um tempo reduzido, bem como da interessante construção da história, que gira em torno de um cenário lúdico e caricato: uma tragédia grega.Dido e Eneas conta a história da rainha de Cartago Dido, que enfrenta um luto persistente após a morte de seu esposo, e entra em um misto de desesperança e solidão até a chegada do herói troiano Eneas, que enamora-se da rainha e busca oferecer-lhe a esperança que urge através do amor. Por outro lado, há uma expectativa, proveniente das vilãs - a feiticeira Sorceress e as duas bruxas, de ver a derrocada de Cartago e a queda da rainha Dido, construindo um plano para pôr fim à sua existência.Ficha Técnica:Regência: Beany CabreraDireção vocal: Nathália Lago e Alexandra MacedoDireção Artística: Violeta CastroParceria: Orquestra sinfônica do Instituto Boa Vista de Música.

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