A Mulher Sistêmica

A Mulher Sistêmica

Seja bem-vinda ao podcast A Mulher Sistêmica, um canal que tem como principal propósito trazer reflexões e possibilitar a real conexão com o nosso feminino sagrado e sistêmico através da postura sistêmica e sabedoria ancestral das constelações e a sabedoria do sagrado feminino e conexão com a ciclicidade. Toda semana tem episódio novo partilhado por aqui. Sinta toda a magia em ser uma Mulher Sistêmica e Sagrada!

  1. Sep 10

    O que precisa morrer para uma mulher renascer?

    Existe um momento em que a vida que construímos pode deixar de corresponder à mulher que estamos nos tornando. O trabalho que fazia sentido já não faz. Algumas relações começam a incomodar. Surge uma necessidade profunda de colocar limites, dizer verdades, fazer escolhas diferentes e abandonar antigas formas de viver. Neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos compreender essas transformações a partir de uma perspectiva sistêmica. Saímos do nosso sistema familiar levando conosco valores, crenças, papéis, expectativas e formas de pertencimento. Muitas dessas referências nos ajudam a construir nossa primeira vida adulta — mas elas não precisam necessariamente nos acompanhar para sempre. O que acontece quando a nossa vida interior começa a pedir algo diferente? Por que deixar uma antiga identidade pode despertar tanto medo de rejeição, desaprovação e não pertencimento? A partir do mito de Inanna e sua descida ao mundo inferior, vamos refletir sobre as passagens em que precisamos simbolicamente deixar morrer uma antiga versão de nós para abrir espaço àquela que está nascendo. Uma conversa sobre pertencimento, identidade, maturidade, ancestralidade, limites, escolhas e as muitas mulheres que continuam vivendo dentro de nós. Talvez a pergunta não seja apenas “quem eu quero me tornar?”, mas também: “o que já cumpriu sua função e eu ainda tenho medo de deixar ir?” E ao final eu também apresento a nova jornada da Escola Mulher Sistêmica: Deusas Sistêmicas 2 — As Fases da Vida da Mulher, cujas inscrições já estão abertas no link abaixo: https://mulhersistemica.my.canva.site/c-pia-de-jornada-deusas-sist-micas Gratidão por acompanhar nossas aulas. Ju & EMS

  2. Aug 27

    A importância de impor e expor seus limites

    Quantas vezes você já disse sim enquanto, dentro de você, existia um enorme não? Para muitas mulheres, colocar limites pode significar correr o risco de desagradar, decepcionar, provocar um conflito ou até mesmo perder o amor e o pertencimento. Por isso, neste episódio do Podcast Mulher Sistêmica, vamos olhar para os limites não apenas como uma questão de comportamento, mas a partir das dinâmicas sistêmicas e transgeracionais que podem existir por trás da nossa dificuldade de dizer não. Falamos sobre pertencimento, medo da rejeição e do abandono, necessidade de agradar, os modelos femininos que recebemos dentro de nossas famílias e aquilo que aprendemos ou não aprendemos sobre os limites do nosso corpo, do nosso tempo, da nossa energia e da nossa disponibilidade. Também refletimos sobre a mulher que entrega demais, aceita demais, silencia demais e, muitas vezes, somente percebe que seu limite foi ultrapassado quando já está exausta, ressentida ou prestes a explodir. Porque estabelecer um limite não significa necessariamente romper um vínculo. Podemos amar e dizer não.Podemos pertencer sem carregar.Podemos continuar em uma relação sem precisar abandonar a nós mesmas para permanecer nela. Um convite para reconhecer onde você termina, onde começa o outro e quais “nãos” talvez estejam esperando para finalmente serem escutados dentro de você. 🎙️ Podcast Mulher Sistêmica | Escola Mulher Sistêmica

  3. Aug 7

    Como ocupar o meu lugar de poder?

    Você consegue reconhecer qual é o seu verdadeiro lugar diante das diferentes situações da sua vida? Muitas vezes, acreditamos que estar no nosso lugar de poder significa demonstrar força, controlar os acontecimentos, resolver os problemas ou nos tornar indispensáveis para as outras pessoas. Entretanto, o nosso lugar de poder não é necessariamente o lugar de quem faz mais, entrega mais ou assume todas as responsabilidades. O nosso verdadeiro lugar de poder é aquele no qual conseguimos permanecer inteiras, conscientes e conectadas com a nossa essência. Neste episódio da Aula Sistêmica, refletimos sobre os diferentes lugares que podemos ocupar nas nossas relações: O lugar de receber, especialmente diante da Vida, da Natureza, dos nossos ancestrais e dos nossos pais. O lugar de trocar, presente nas relações entre adultos, nos relacionamentos amorosos, nas amizades e nas parcerias. E o lugar de entregar, diante dos nossos filhos, dos nossos projetos e daquilo que depende verdadeiramente dos nossos cuidados. Também conversamos sobre as diferentes formas pelas quais saímos do nosso lugar. Às vezes, tentamos salvar alguém que precisa encontrar a própria força. Assumimos uma responsabilidade que pertence ao outro. Entregamos excessivamente porque desejamos ser reconhecidas, necessárias ou importantes. Silenciamos quando precisamos falar. Falamos quando o nosso lugar seria escutar. Permanecemos quando precisamos partir. Ou partimos sem antes assumir aquilo que verdadeiramente nos cabia. A culpa, o medo da rejeição e a necessidade de aprovação podem nos convidar a ocupar lugares que não nos pertencem. Mas o nosso corpo conhece o caminho de volta. Quando paramos, respiramos e escutamos profundamente o nosso corpo, começamos a reconhecer aquilo que está em coerência com a nossa essência e aquilo que exige que abandonemos a nós mesmas. Neste episódio, você também será conduzida por uma breve vivência para observar uma situação da sua vida e perguntar: Qual é o meu verdadeiro lugar aqui? O nosso lugar de poder não é o lugar de onde controlamos tudo. É o lugar de onde não precisamos nos abandonar. 🌿 Siga o nosso podcast para acompanhar os próximos episódios e as novas Aulas Sistêmicas. 🌿 Faça parte da Comunidade Feminino Sistêmico no WhatsApp e receba os avisos das aulas, práticas, meditações e conteúdos da Escola Mulher Sistêmica:https://chat.whatsapp.com/JBBiap0zOdz76dfZWqbh2m 🌿 Acompanhe também a Escola Mulher Sistêmica no YouTube e no Instagram. E compartilhe este episódio com outras mulheres. Quando uma mulher encontra o seu lugar, ela permite que a sua força permaneça com ela. Juliana GomesEscola Mulher Sistêmica

  4. Jul 30

    Por que sentimos tanta culpa perante os nossos pais?

    Você já sentiu culpa por seguir o seu próprio caminho? Culpa por morar longe.Culpa por dizer "não".Culpa por ter uma vida mais confortável que a dos seus pais.Culpa por escolher seu casamento, seus filhos, sua carreira ou simplesmente a si mesma. Na Constelação Familiar, compreendemos que a culpa nem sempre significa que estamos fazendo algo errado. Muitas vezes, ela é apenas o preço emocional que sentimos ao crescer e nos diferenciar da nossa família de origem. Nesta aula, vamos compreender por que esse sentimento aparece com tanta força, qual a sua função sistêmica e como é possível seguir em direção à própria vida sem romper o amor que nos liga às nossas raízes. Nesta conversa, você vai entender: • por que crescer costuma despertar culpa;• como o amor infantil tenta proteger os pais;• o que significa ocupar verdadeiramente o lugar de filha;• por que honrar os pais não significa permanecer pequena;• e como criar uma relação mais leve entre as suas raízes e o seu futuro. Se esta aula fez sentido para você, compartilhe com outra mulher que também precisa ouvir essa mensagem. Inscreva-se no canal para acompanhar os próximos episódios da série Geometria do Feminino Sistêmico. E faça parte da nossa comunidade gratuita Feminino Sistêmico, onde compartilho reflexões, práticas e conteúdos sobre o universo feminino, as Constelações Familiares e o caminho de retorno ao lugar de filha. Seja muito bem-vinda.

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