Spirituality

ecos de fatima

Disponibilizamos para você, gratuitamente, podcasts sobre a Mensagem de Fátima, Aparições do Anjo da Paz e de N S de Fátima, os 3 Segredos de Fátima, e muito mais. Também disponibilizamos, gratuitamente, podcasts sobre Espiritualidade, Meditação e também Momentos de Reflexão. We make available for you, free of charge, podcasts on the Message of Fatima, Apparitions of the Angel of Peace and of Our Lady of Fatima, the 3 Secrets of Fatima, and much more. We also provide free podcasts on Spirituality, Meditation and Reflection Moments. Enjoy!

  1. 3ª Bem-Aventurança - 2º Tópico.

    4d ago

    3ª Bem-Aventurança - 2º Tópico.

    CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O SEGUNDO TÓPICO DA TERCEIRA BEM-AVENTURANÇA: - “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”. FALAREMOS HOJE SOBRE A ALEGRIA CRISTÃ. 2º Tópico a ser considerado nessa bem-aventurança: A ALEGRIA CRISTÃ. A terceira Bem-aventurança enuncia uma regra geral: em todas as circunstâncias, Jesus pode transformar em prazer a aflição dos Seus discípulos. Mas antes de justificar esta afirmação, será de utilidade que, perante os que acusam o Evangelho de ter coberto o mundo e a nossa vida com um véu de tristeza, façamos ver que a alegria é o ambiente normal do cristão. A festa de Natal, que todos os anos celebramos, é a grande alegria da humanidade, pois constitui-se no enorme segredo do cristianismo. Deus Encarnado. Acima do berço do Menino Jesus, uma voz proclama: “Não temais, pois vos anuncio uma grande alegria que também será para todo o povo: Hoje, na cidade de David, nasceu um Salvador...” (Lucas 2,10-11). Poderá um Salvador ser triste? Ao iniciar a sua pregação, Jesus comparou o seu ministério com uma festa de casamento (Mc 11,19). Comeu alegremente em casa de todos, o que lhe valeu, da parte dos seus oponentes, a reputação de “comilão” e de “bebedor de vinho” (Mt 11,19). Tudo não passava de sinais da profunda alegria que brotava da sua intimidade com o Pai e de observar os inúmeros benefícios que podia proporcionar aos homens e mulheres de boa vontade. Jesus devia resplandecer de felicidade, quando curava os enfermos e os paralíticos e quando reconciliava com Deus os pecadores. Transmitia alegria à sua volta. “Toda a multidão se alegrava com as obras prodigiosas que fazia”, escreve S. Lucas (13,17). Porque será que sempre aparentam para nós o rosto de Cristo com ares distantes? Era tão fácil vê-Lo sorrir, quando abençoava as crianças e, até mesmo, quando repreendia os seus apóstolos ou a Maria de Betânia! Com que graça teve de descobrir os pitorescos pormenores de certas parábolas! (Cfr. Lc 22,6; 14,8; 18,10). Tanto foi um homem simples da dor como o pregador da alegria. Esta aproximação nada tem de forçado. No instante em que os Seus discípulos ficavam desamparados pela iminência da Sua Paixão, falou-lhes da Sua alegria; deu-a para que enchessem os corações e assegurou-lhes que ninguém poderia tirar dele essa alegria. Depois, antes de ir deste mundo, rogou ao Pai na Sua oração sacerdotal: Agora, porém, eu vou para junto de ti, e digo estas coisas estando ainda no mundo, para que tenham em si a minha alegria em plenitude”. É mesmo esta a condição da vida cristã. A tristeza nada mais consegue do que um monólogo consigo própria; não se pode adorar mais a Deus do que no momento de O encontrar. Sob o império do aborrecimento não se deseja nada de grande; pois bem, o desejo é o primeiro passo para a virtude. S. Filipe de Néri repetia aos seus jovens discípulos: “Fora da minha casa nada mais há do que tristeza e melancolia... O servo de Deus deve estar sempre de bom humor. Um bom humor valoriza o coração”. Podemos concluir, com facilidade, que a alegria é para os cristãos um dever. “Estejam alegres no Senhor; repito-vos, estejam alegres” (Escreveu São Paulo - Filipenses 4,4). Quando S. Paulo escrevia estas linhas aos fiéis de Filipos, estava prisioneiro em Roma há quase dois anos. Num dos nossos mais antigos tratados de espiritualidade – pois data do século II – o “Pastor” de Hermas repete a mesma exortação: “Arranca de ti a tristeza porque ela é irmã da dúvida e da impaciência. Reveste-te da alegria que acha sempre graça diante de Deus e Ele aceita-a, e toma nela as tuas delícias... Jamais a súplica do homem triste tem virtude para subir ao altar de Deus”. CRÉDITOS Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf Imagem: https://br.pinterest.com/pin/51861833202099066/ Trilha sonora: acervo pessoal

    6 min
  2. Exame de Consciência. V

    Jun 6

    Exame de Consciência. V

    EXAME DE CONSCIÊNCIA PARA ANTES DO SONO (Santo Inácio de Loyola) 1° Agradecer os benefícios recebidos: Meu Deus, meu Pai e meu Criador, eu vos adoro, louvo e reverencio e vos dou infinitas graças por me terdes criado, feito cristão e cumulado de benefícios. 2º Pedir luz para conhecer os próprios pecados e graça para os aborrecer e detestar: Oh! Divino Espírito Santo, dignai-vos conceder-me luz para conhecer os meus pecados, negligências e defeitos, e graça eficaz para me arrepender e emendar deles. 3° Examinar as ofensas feitas a Deus, por pensamentos, palavras e obras desde o último exame até a hora presente, respondendo ao seguinte interrogatório (ou a outro semelhante, conforme o estado e condição de cada um): Como cumpri os deveres para com Deus?… Fiz a oração da manhã?… Estive presente com a devida reverência interior e exterior, a todos os atos religiosos?… Ofereci a Deus as minhas ações e tive reta intenção em todas elas, ou procedi por amor próprio, vaidade ou paixão?… Que devoções particulares tenho eu e como as rezei?… Cumpri todos os meus deveres para com o próximo?… Obedeci com amor, respeito e submissão aos superiores?… Fui cordial com os iguais?… Mostrei-me altivo, falto de caridade, desprezador ou demasiado exigente com os inferiores?… Fui justo, leal e sincero com todos?… Faltei à verdade, murmurei, ou fiz juízos temerários do próximo?… Como cumpri os deveres para comigo?… Consenti em maus pensamentos, pronunciei más palavras ou violei de algum modo a castidade?… Andei com más companhias, fiz leituras perigosas?… Deixei-me vencer pelo respeito humano?… Cumpri as obrigações do meu estado ou condição?… 4° Fazer um ato de contrição das faltas cometidas, incluindo nele as mais graves da vida passada: Que teria sido de mim, Oh! meu Deus, se me tivésseis castigado, como eu merecia? Ai! Quanto me pesam as minhas culpas, que tão grandes castigos provocariam! E como fui louco em renunciar à felicidade eterna da bem-aventurança pela mesquinha satisfação de um pecado, que ainda neste mundo me aviltou e encheu de remorsos!… E ofender-vos eu, a Vós!… Eu, tão miserável, tão ingrato, tão cheio de graças e dons… A Vós. meu Criador, meu Redentor, infinitamente bom e amável, a própria onipotência, santidade e amor!… 5° Propor a emenda com a graça divina: Ah! Mas nunca mais pecarei. Senhor, nunca mais vos ofenderei. Antes a morte, Senhor, antes todos os trabalhos do mundo, porque tudo passa e a eternidade não acaba porque o pecado é um mal maior que o inferno; porque não há, nem pode haver, compensação para a perda de um bem infinito, qual é o Céu; porque o pecado vos ofende e desgosta, a Vós, meu Deus, meu Pai e meu Criador, beleza e amabilidade infinitas. Prometer evitar alguma falta mais particular ou alguma ocasião de pecado e terminar com um Padre Nosso. (Santo Inácio de Loyola) Texto (adaptações/créditos): https://homilias.com.br/exame-de-consciencia-para-antes-do-sono-santo-inacio-de-loyola/ Imagem (créditos): Créditos: WesleyAlmeida/cancaonova/cancaonova.com Trilha sonora: arquivo pessoal.

    2 min
  3. May 30

    A fé - Catecismo da Igreja Católica. (VII)

    Maria, a mulher que acreditou e modelo para todos aqueles que acreditam em Deus. Quando Maria chegou à casa de Zacarias, como nos relata o Evangelho de S. Lucas (Lucas 1,43), Isabel, repleta do Espírito Santo, com voz forte, ela exclamou: “Bendita és tu entre as mulheres e bendito é o fruto do teu ventre! Como mereço que a mãe do meu Senhor venha me visitar”? Isabel reconhece, portanto, as maravilhas que Deus realizara em Maria e é a primeira daqueles que, em todas as gerações, proclamarão bem-aventurada a Mãe de Jesus (Lc 1,48). O texto de S. Lucas sublinha, também, que as palavras de Isabel foram inspiradas pelo Espírito Santo. Isto quer que o mesmo Espírito que desceu sobre a Virgem no momento da Anunciação é também a fonte de onde provém a alegria das palavras de Isabel, que proclamam Maria bendita entre todas as mulheres. É, pois, pela força do Espírito que as grandes coisas que Deus realizou na humildade da sua serva (Lc 1,48), na intimidade da casa de Nazaré, se tornam conhecidas por todas as gerações. Portanto, Isabel não fala como uma pessoa individual, mas representa a voz da primeira comunidade cristã que venera a Mãe do Senhor, não apenas pela sua maternidade, mas também pela sua fé exemplar. Na expressão «feliz és tu porque acreditaste» encontra-se a chave que abre o acesso à realidade íntima de Maria, Daquela que foi saudada pelo Anjo como «cheia de graça» (Lucas 1,28). Foi mediante a fé que Ela se dedicou, sem reservas nem hesitações, à pessoa e à obra do Seu Filho. [...] Assim, a fé desta mulher, escolhida para permitir que o Filho de Deus entrasse no mundo, é o espaço interior que Deus Pai preparou para iniciar a nova Aliança na história da Humanidade. O Anjo expôs a Maria o projeto de Deus para que Ela pudesse, com a sua fé, contribuir para o seu cumprimento. A Encarnação de Jesus Cristo é obra do Espírito Santo mas também é obra da fé ativa de Maria que, ao aceitar o desafio do Anjo, reconhece a Palavra de Deus como válida e digna de confiança. Maria acredita em Deus, acolhe como verdadeira a sua Palavra e aceita a Sua vontade. A fé que se formou em Maria no momento da Anunciação não esteve isenta de momentos de dura prova e de tribulações. Exatamente porque faz parte do grupo dos pequeninos a quem Deus se revela e que aceitam o desafio da fé (Mateus 11,25), a Mãe de Jesus é a primeira daqueles que acreditam sem terem visto (João 20,29). Guiada pela fé, Maria leva Jesus ao Templo para que se cumprissem os sinais da sua maternidade messiânica, tornando-se testemunha privilegiada do cumprimento do que tinha sido prometido aos humildes de Israel que, como Simeão, esperavam «a consolação de Israel» (Lucas 2,25) e, como Ana, aguardavam a «libertação de Jerusalém» (Lucas 2,38). Só pela fé Ela pôde compreender o verdadeiro mistério de Cristo, luz para todos os povos, e o mistério da espada de dor que Simeão lhe anuncia de forma clara (Lucas 2,28-35). Só pela fé pôde aceitar a decisão do Seu Filho Jesus em ocupar-se «das coisas de seu Pai» (Lucas 2,49). Pela sua fé perseverante antecipou a hora da revelação de Jesus, quando Ele deu início «aos seus sinais» em Caná, transformando a água em vinho (João 2,1-11). Sem ter visto ainda os milagres de Jesus, Ela acreditou no Seu poder. Mas será que hoje é pertinente e importante falar da fé? Terá Maria algo a dizer aos discípulos do seu Filho nos dias de hoje? Fonte (texto/créditos): http://www.fatima2017.org/pt/menu-topo/planificacao Imagem (créditos): AdobeStock_96518148_Preview Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=HFFRzug1wfY.  Braveheart Theme: An Amazing Piano Solo - Jacob's Piano.   Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima e ao Apostolado Mundial de Fátima - (AMF) - https://worldfatima.com/pt/

    8 min
  4. 3ª Bem-Aventurança - 1º Tópico.

    May 20

    3ª Bem-Aventurança - 1º Tópico.

    CONVIDO VOCÊ HOJE PARA REFLETIR CONOSCO SOBRE O PRIMEIRO TÓPICO DA TERCEIRA BEM-AVENTURANÇA: - “Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados”. QUEM SÃO OS QUE CHORAM? 1º Tópico a ser considerado nessa bem-aventurança: QUEM SÃO OS QUE CHORAM? Cristo refere-se aqui ao sofrimento pelo Reino de Deus. O que conta é o amor e a dor como expressão e manifestação do amor. Devemos insistir mais uma vez que o Reino de Deus percorre caminhos opostos aos do mundo. Esta é a constante das Bem-aventuranças e nesta sobressai, de modo especial, “Os que choram” por contraponto “aos que riem” (Lucas 6,25), os que sofrem por oposição aos que buscam o prazer de acordo com o mundo. O que chora é pobre, despojado de algo desejado ardentemente pelos homens. O justo sofredor (tal como o pobre) aceita humildemente perante Deus uma posição de abatimento. Do Deus de todo o consolo espera alívio, ajuda, força e, de certo modo, uma explicação (dentro do mistério) do porquê da dor. O sofrimento bem aceito, embora custe de início, torna a todos nós mais humanos e compreensivos, mais tolerantes e educa a todos para ver a outra face da realidade, oculta muitas vezes pela superficialidade, o cansaço da vida ou as mil ocupações com que se possa estar comprometido. [..] Estamos aqui nos referindo à felicidade daqui de baixo, desta terra, a que qualquer homem e qualquer mulher pode ter, trabalhando e sem esquecer que a existência está sujeita a tantas necessidades que sempre faltam peças ou fragmentos que se perderam e não podem completar esse quebra-cabeças que é cada um de nós. No Evangelho de Lucas vemos esta Bem-aventurança com uma condenação de Jesus: “Ai daqueles que agora riem”, os que vivem uma espécie de gozo superficial, despreocupados de qualquer empreendimento humano que os eleve acima do puramente material. Os risos censurados por Jesus são os risos que soam em falso; os risos condenados são os que profanam o que deveriam respeitar, os que escarnecem das verdades, os que ofuscam o olhar cândido de uma criança, os que quebram os entusiasmos generosos. [...] Esta Bem-aventurança torna-se bem clara numa parábola: a do rico avarento e o indigente Lázaro, descrita em Lucas 16, 19-31. Nela há um testemunho claro das duas facetas: a alegria e a tristeza. A do rico é uma felicidade sem fundamento, pois pôs o seu coração nas coisas que brilham e que o enchem. Por isso, o único que pode rir de verdade é o cristão, já́ que possui argumentos que documentam e dão corpo ao seu percurso. Esta parábola ensina mais uma lição: a dignidade da pessoa por apenas ser o que é, independentemente da sua posição social, econômica, política ou religiosa. [...] É necessário ter sofrido para chegar a ouvir dentro de si os tímidos apelos da esperança; porém, a quem responde à chamada, a esperança mostra prontamente os difíceis caminhos da fé. Não se vê aqui o primeiro resplendor que ilumina o mistério das dores humanas? Será que continuaremos a dizer que o Evangelho é cruel, quando proclama a Bem-aventurança das lágrimas? Mas a vida atual seria muito pior se não pudéssemos chorar as nossas culpas; basta para castigo não poder repará-las completamente. Sim, começamos por maldizer a sorte que nos voltou as costas, protestando contra a injusta adversidade e o sofrimento imerecido. Depois, um dia, uma luz que não vem desta terra atravessa o nosso espírito e já não atreveremos a afirmar que não merecíamos sofrer. Chorar e lamentar-se por falhas próprias conduz, ou deveria conduzir, a mudar, a tentar seguir o exemplo e o modelo que Jesus nos oferece ao longo das páginas do Evangelho. Por aí se reconquista a verdadeira alegria que leva à paz interior. A verdadeira dor de coração leva a todos ao melhor: à dor do amor. CRÉDITOS Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf Imagem: https://br.pinterest.com/pin/973973856889188581/ Trilha sonora: acervo pessoal.

    8 min
  5. May 12

    Quereis oferecer-vos a Deus?

    Convido você a refletirmos e meditarmos juntos sobre as seguintes palavras ditas por Nossa Senhora em sua primeira Aparição no dia 13 de maio de 1917: – Quereis oferecer-vos a Deus para suportar todos os sofrimentos que Ele quiser enviar-vos, em ato de reparação pelos pecados com que Ele é ofendido e de súplica pela conversão dos pecadores? – Sim, queremos. Disse Lúcia em nome dos 3 videntes. Vamos comentar um pouco sobre estas palavras ditas por Nossa Senhora, sendo que fizemos algumas adaptações no texto elaborado pela Dra. Isabel Varanda. A pergunta que do Céu chega ao pastorzinho Francisco e às pastorinhas Jacinta e Lúcia naquele dia 13 de Maio de 1917: QUEREIS OFERECER-VOS A DEUS teve uma resposta imediata, sem hesitações, sem reservas, sem condições, sem pedidos de esclarecimento ou de suplementos de informação: “Sim, queremos”. Esta pergunta e esta resposta exprimem, por excelência, o acontecimento da fé religiosa. Elas representam, concretamente, o coração da fé cristã. Assim bate o coração da história de Fátima. Não é preciso treinar muito a escuta para ouvir e sentir este coração palpitando, como o coração de carne, num diálogo vital a dois batimentos, o sistólico: - “Quereis oferecer-vos a Deus?” e o diastólico: “Sim, queremos”. Esta é a essência da fé cristã. Este é o lugar crucial da fé, altar santo de um lugar santo e admirável entre Deus e aquele que n’Ele crê e ícone por excelência da vocação transcendental do ser humano. Tal coração da fé, tal coração de Fátima, porque Fátima é acontecimento de fé. Deveríamos tirar os nossos sapatos e sandálias e cair por terra, de joelhos, com humildade e gratidão, porque o terreno em que entramos é verdadeiramente humano e verdadeiramente divino. Há pouco lugar para palavras. Seria recomendável escrever um silêncio de muitas páginas para ser lido bem devagarzinho, linha por linha, palavra por palavra. Não haverá coração de gente que não dispare se sentir e ouvir o coração da fé. É este coração de fé, palpitante em Fátima, que os 3 Pastorzinhos nos ofereceram e que ao longo de 100 anos bate ao ritmo das alegrias e das tristezas, das esperanças e das angústias, da fé e da descrença do mundo. Fonte (texto/créditos): http://www.fatima2017.org/pt/menu-topo/textos-e-documentos/aprofundamentos-da-mensagem-de-fatima/tema-do-ano-pastoral-2011-2012-quereis-oferecer-vos-a-deus Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=TQ-rjP17YsU.  An Angel - James Harrison Orchestra - Tema Imagem (créditos): AdobeStock_567168305_Preview Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Zouza Lima. Agradecimentos: Apostolado Mundial de Fátima (AMF) - https://worldfatima.com/pt/

    5 min
  6. Apr 18

    Santíssima Trindade - Parte 09

    Terminado o Tempo Pascal no dia de Pentecostes, celebramos a Festa da Santíssima Trindade, isto é, a presença de Deus Pai, Filho e Espírito Santo. É o mistério da revelação de Deus Trino, expressão de unidade na diversidade, de manifestação da divindade. É difícil entender esse mistério, a não ser com a revelação do próprio Deus. Deus Pai aparece como o Criador de tudo, dando evidência para a pessoa humana com todas as suas características de vida. Deus Filho destaca-se como o Redentor, o Salvador de toda a humanidade criada e vivida na dignidade. E Deus Espírito Santo é o guia e santificador dos homens e mulheres no caminho de sua história de vida. Pela revelação, Deus dá à criatura humana a possibilidade de participação nas realidades divinas. O próprio Deus Filho diz: “Quem crê em mim fará as obras que eu faço, e fará ainda maiores do que estas, porque eu vou para junto do Pai” (Jo 14, 12). O mistério da Trindade lança luzes para a vida de comunidade, no amor, na partilha, na fidelidade e no compromisso fraterno. Isto não é apenas um fato humanitário, mas com fundo cristão e de inspiração divina, que diviniza o humano. Em última análise, todo o universo é obra de Deus, criado com Sabedoria, que se manifesta à criatura humana como fonte de alegria e de condições de sobrevivência e de vida. Com isto, o universo revela a Sabedoria e o querer de Deus para com as pessoas. Tudo o que somos e temos manifesta o projeto de amor do Pai, que deseja a vida e a felicidade para toda a humanidade. Nós nos tornamos sempre criaturas novas pela fé, capazes para viver a paz e a esperança, enfrentando as dificuldades e as tribulações. Temos que experimentar um Deus amor e comunhão com um projeto de libertação, de ternura, de compaixão e capacidade para ir ao encontro do outro e lhe prestar ajuda nas horas mais difíceis. É atitude de compaixão com doação sem medida. Fonte (texto/créditos): http://www.catequisar.com.br/texto/catequese/crisma/apostila/01/imaculada/verdades/06.htm Imagem (créditos): http://www.catequisar.com.br/texto/catequese/crisma/apostila/01/imaculada/verdades/06.htm Agradecimentos (vinhetas): Vinicius Souza Lima ; Apostolado Mundial de Fátima - https://worldfatima.com/pt/ Trilha sonora (créditos): https://www.youtube.com/watch?v=dFvarF52Rc4.  Our Future - Peder B. Helland

    4 min
  7. 3ª Bem-Aventurança - Introdução.

    Apr 9

    3ª Bem-Aventurança - Introdução.

    “Bem-aventurados os que choram porque serão consolados”. Os que não têm tudo de graça, os que sofrem ao ver miséria e a injustiça, os que sentem na pele o sofrimento dos irmãos. Os que têm consciência da sua situação e sofrem por ela, os que entendem que são pessoas que sofrem e choram pela liberdade. Nada nos parece tão oposto como os conceitos de “sofrimento” e “ventura”; no entanto, como cristãos, não podemos negar que Jesus foi “Bem-aventurado” e, com a mesma convicção, assegurar que se alguém sofreu foi Ele. Por um lado, o Evangelista Mateus apresenta para nós as Bem-aventuranças como “atitudes” com as quais devemos viver o Evangelho (sendo pobres, não violentos, mas sim mansos); por outro lado, isto de “sofrer” não nos parece uma “atitude”, mas algo que nos vem do Alto. Como é possível que algo que não é querido por Deus nem por nós – o sofrimento – seja convertido por Jesus numa causa de felicidade e de ventura? É simples: Jesus une a felicidade dos que sofrem ao consolo que estes receberão na proporção da sua conformação, quando lhe derem o sentido que Ele lhe deu, quando for transformado num instrumento de redenção própria e alheia. Nem toda a dor proporciona a consolação divina. Sofrer por sofrer é loucura ou estupidez humana. Cristo pode proclamar “afortunados” os que sofrem e choram, porque, como o nosso Salvador, é o grande “Consolador”. Simeão, no Templo, mal O vê nos braços de Maria, e sente que pode morrer descansado, porque encontrara o que esperava, a “consolação de Israel” (Lucas 2, 25). Muito antes, já Isaías descreve Cristo como o Ungido pelo Espírito do Senhor “... a levar a boa nova aos pobres, a curar os de coração despedaçado... a dar aos amargurados de Sião uma coroa em vez de cinzas, o óleo de alegria em vez de luto, a glória em vez de desespero” (Isaías 61, 1-3). CRÉDITOS Texto: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf Imagem: https://ens.pt/protected/wp-content/uploads/2018/05/tema-de-estudo-2004-as-bem-aventurancas.pdf Trilha sonora: acervo pessoal.

    4 min

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