Residência 8

Residência 8

O Residência 8 surge do Projeto 8, uma residência artística com seis artistas - Andre Arçari, Bruno Zorzal, Fredone Fone, Juliana Pessoa, Luciano Feijão e Rick Rodrigues -, sediada na OÁ Galeria, em Vitória. Os artistas em residência dialogam com os professores e curadores Ananda Carvalho, da Universidade Federal do Espírito Santo, e Marcelo Campo, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.

Episodes

  1. 04/02/2021

    Uma conversa sobre processo criativo de Rick Rodrigues

    Rick Rodrigues possui bacharelado em Artes Plásticas pela Universidade Federal do Espírito Santo, atualmente estuda mestrado em História, Teoria e Crítica da Arte (PPGA – UFES).   Integra o grupo Almofadinhas, também formado por Fábio Carvalho (RJ) e Rodrigo Mogiz (BH), que se dedicam a atividades no território do sensível e do delicado, tendo o bordado como um dos meios de produção de suas obras.   A proposta para o Residência 8 é dar continuidade às séries já em curso e ampliar suas possibilidades, tomando como partida o desenho/bordado sobre suportes não tradicionais e extra-artísticos, tais como: papéis, fotografias, plásticos, caixas e pedaços de papelão, embalagens de remédios, etc. Além de criar composições mesclando os bordados aos objetos que garimpo ou coleciono. São trabalhos que lidam com memórias familiares vividas e/ou inventadas, afetividades e gênero. De certo, no contexto da residência, serão agregadas às obras, novos significados, processos, formas e afetações.   Os curadores, Ananda Carvalho, professora do Departamento de Artes Visuais, da Universidade Federal do Espírito Santo, crítica de arte e curadora. Junto a ela, estará também o curador Marcelo Campos, Professor do Departamento de Teoria e História da Arte e dos Programas de Pós-Graduação em Artes e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ e curador chefe do Museu de Arte do Rio. Convidado, Luã Éricles.

    Uma conversa sobre processo criativo de Rick Rodrigues
  2. 03/22/2021

    Uma conversa sobre o processo criativo de Fredone Fone

    Fredone Fone aprendeu a pintar ajudando o pai, construindo e reformando casas, por mais de dez anos. Em meados dos anos 1990, através do skate, do graffiti, do hip-hop descobriu novos modos de usar a cidade. Seu trabalho é constituído por pintura, instalação, colagem, áudio, vídeo, fotografia e outros.  Fredone fala sobre o sonho da casa própria em contextos de periferia, sobre a autoconstrução e o hip-hop como táticas subversivas de existência, de ocupação e de sobrevivência da população negra periférica, que é maioria no trabalho da construção civil. Recentemente, recebeu o prêmio Pollock-Krasner Foundation Grant, New York, USA, 2020/2021 Fredone Fone desenvolverá o projeto Visão central-periférica, iniciado neste ano de 2020. Neste trabalho, pesquiso materiais vazados - entre cobogós, lajotas, blocos - utilizados na construção civil. Busco por estes materiais em lojas de materiais de construção, localizados em bairros de "periferia", a fim de estudar presença deles na construção e na configuração da paisagem destes bairros. Em referência ao foco central e o periférico da visão, aos pontos de vista que definem o que ou quem é centro ou periferia, uso estes elementos vazados como uma espécie de binóculo e sou fotografado em diferentes partes da cidade.  A conversa será guiada pelos curadores Ananda Carvalho, professora do Departamento de Artes Visuais, da Universidade Federal do Espírito Santo, crítica de arte e curadora, e também o curador Marcelo Campos, Professor do Departamento de Teoria e História da Arte e dos Programas de Pós-Graduação em Artes e História da Arte do Instituto de Artes da UERJ e curador chefe do Museu de Arte do Rio. Como convidado especial, Sagaz.

    Uma conversa sobre o processo criativo de Fredone Fone

About

O Residência 8 surge do Projeto 8, uma residência artística com seis artistas - Andre Arçari, Bruno Zorzal, Fredone Fone, Juliana Pessoa, Luciano Feijão e Rick Rodrigues -, sediada na OÁ Galeria, em Vitória. Os artistas em residência dialogam com os professores e curadores Ananda Carvalho, da Universidade Federal do Espírito Santo, e Marcelo Campo, da Universidade Estadual do Rio de Janeiro.