Conexão Capital

Capital Aberto

Espaço de encontros, entrevistas e debates da Capital Aberto.

  1. 03/29/2021

    O potencial do setor de cannabis

    Entre as oportunidades exponenciais de investimento para a próxima década, o setor de cannabis é uma das apostas mais citadas. Cerca de 50 países aprovam a produção de cannabis e o uso de seus derivados, principalmente do canabidiol (CBD) pela indústria farmacêutica. Este ano, a eleição de Joe Biden para a presidência dos Estados Unidos e a sinalização do governo democrata em prol da legalização da substância abriram espaço para que as empresas do setor entrem no radar de investidores com foco no médio e longo prazo. Recentemente, o Brasil também deu um passo na mesma direção. Em dezembro de 2020, a aprovação do uso de derivados de maconha pela Anvisa acelerou o ritmo dos negócios desse nicho no País. A expectativa das consultorias The Green Hub e New Frontier é de que, entre 2021 e 2023, o mercado brasileiro de cannabis legalizada atinja o valor de 4,7 bilhões de reais — uma pequena parcela dos 166 bilhões de dólares que o mercado global pode movimentar em 2025. Para analisar o setor de cannabis mundial e as oportunidades que irão surgir no médio e longo prazo, convidamos para um encontro na Conexão Capital: George Wachsmann, chefe da equipe de gestão e sócio-fundador da gestora Vitreo; Viviane Sedola, CEO da plataforma Dr Cannabis; e Matheus Patelli, diretor geral da HempMeds no Brasil. Para mediar a conversa, contamos com a presença de Alessandra Nascimento S. F. Mourão, professora de Direito na FGV, sócia fundadora do escritório Nascimento e Mourão Advogados e conselheira na International Bar Association. O encontro aconteceu dia 29 de março de 2021.

    O potencial do setor de cannabis
  2. 03/11/2021

    O voto contrário deveria ser adotado para a eleição de conselheiros?

    O voto contrário, também chamado de voto negativo, causou controvérsia no mercado após a iniciativa da mineradora Vale de colocá-lo na pauta de reforma de seu estatuto social. O mecanismo propõe uma alteração relevante no processo de eleição de conselheiros — em vez de serem escolhidos por chapa, eles seriam eleitos por meio de votação individual, na qual receberiam votos a favor ou contra. Nessa situação, caso o número de votos contrários superasse a quantidade de votos favoráveis, o candidato seria considerado inelegível. Após a análise da proposta pela Superintendência de Relações com Empresas (SEP) da Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Vale desistiu de implementar o voto contrário — a mineradora, entretanto, não descarta a possibilidade de voltar atrás na decisão. A questão é: o voto contrário é permitido segundo a Lei das S.As.? Quais as vantagens e riscos desse mecanismo? Ele poderia prejudicar a governança corporativa das companhias abertas? Para discutir essas e outras questões, convidamos para um encontro na Conexão Capital: Pablo Renteria, sócio fundador do escritório Renteria Advogados e ex-diretor da Comissão de Valores Mobiliários (2015 – 2017); e Raphael Martins, sócio do Faoro  Advogados. Para mediar a conversa, contamos com a presença de Carlos Portugal Gouvêa, sócio fundador do escritório Portugal Gouvêa Advogados (PGLAW) e professor de Direito na Universidade de São Paulo (USP). O evento aconteceu dia 11 de março de 2021.

    O voto contrário deveria ser adotado para a eleição de conselheiros?

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