MVP - um podcast do Startups.com.br

Startups

Tecnologia, inovação e negócios de um jeito que você nunca ouviu

  1. A hora certa de começar e de sair de um negócio | Rony Meisler, empreendedor

    2d ago

    A hora certa de começar e de sair de um negócio | Rony Meisler, empreendedor

    Todo negócio é feito de ciclos e tão importante quanto começar é saber a hora de sair. Rony Meisler, fundador da Reserva, sabe disso mais do que ninguém, e neste episódio do podcast MVP ele conta, pela primeira vez desde que deixou a Arezzo, o que aprendeu em cada fase dessa jornada. Da construção da Reserva do zero, sem capital externo, até a venda da marca em 2020 para a Arezzo por R$ 715 milhões, Rony fala abertamente sobre o que foi bom, o que não era sua praia e por que a saída, no fim das contas, foi a decisão certa. "A minha praia é geração de valor, recriação de marca, é máquina de venda", conta o empreendedor, na conversa com Gustavo Brigatto, fundador do Startups. Segundo Rony, em um determinado momento ele e os sócios perceberam que era preciso encerrar o ciclo e deixar de ser gestores para voltar a fazer o que realmente gostavam, que era empreender. Desde então, Rony vem focando em ajudar outros empreendedores a alavancar seus negócios. Hoje, à frente da Rebels Ventures, ele investe em marcas de saúde, bem-estar e lifestyle. Além disso, lançou o Manual de Donos, uma escola de negócios por newsletter. No mundo em que tudo vai se comoditizar, o que vai ser rei? Marca. Se você tem marca, você consegue estabelecer uma marca forte e usa bem a tecnologia e o serviço para escalar essa marca nesse mundo que surge — essa é a visão da Rebels", diz ele. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    1h 16m
  2. Encontro de Segunda | Elisa Mussumeci, CTO e co-fundadora da Dharma-AI

    May 20

    Encontro de Segunda | Elisa Mussumeci, CTO e co-fundadora da Dharma-AI

    A primeira edição do Encontro de Segunda traz a trajetória de Elisa Mussumeci, CTO e co-fundadora da Dharma-AI. A deeptech carioca especializada em Small Language Models (SLMs) está em processo de internacionalização e vem despontando como uma das apostas brasileiras na corrida pela IA de ponta a nível global. Durante a conversa, Elisa explica que a Dharma vem atuando não apenas no desenvolvimento de modelos, mas também como AI Lab. Segundo a executiva, é justamente o rigor técnico da companhia que tem ajudado a posicionar a startup no mesmo nível de pares internacionais mais conhecidos. "O que a gente faz é IA de trincheira. E, quando se fala em internacionalizar, a gente pode não ter um Harvard ou um Stanford no time, mas a gente entrega. A gente participou de um edital e ganhou de todas, inclusive da Palantir. A gente nunca perdeu nada, porque a gente tem um rigor acadêmico muito chato, que eu herdei dos meus professores", conta. O Encontro de Segunda é uma parceria do Startups com o Canal21, apoiado pelo Instituto 12 e pela Zoox Smart Data. O projeto nasce com a proposta de dar voz ao empreendedorismo com identidade carioca, integrando conteúdo ao vivo, experiência presencial e conexões de valor. Durante o encontro, o entrevistado também recebe no estúdio convidados que fizeram parte da sua trajetória, tornando a experiência mais dinâmica e interativa. A primeira série do Encontro foi gravada durante o mês de maio e irá ao ar nas plataformas do Startups e Canal21 no YouTube e Spotify.

    1h 1m
  3. Efeito de Rede | Rodrigo Faustini, cofundador e CEO e Augusto Macedo, cofundador e COO da wehandle

    May 14

    Efeito de Rede | Rodrigo Faustini, cofundador e CEO e Augusto Macedo, cofundador e COO da wehandle

    Fundada em 2020, a wehandle nasceu para modernizar a relação entre grandes corporações e a contratação de prestadores de serviços terceirizados. Depois de levantar um aporte de R$ 36 milhões no ano passado, a startup está focando em expandir tanto no Brasil, quanto no exterior. E, para isso, conta com o chamado "efeito de rede". Nesse episódio do podcast MVP, os fundadores da wehandle Rodrigo Faustini e Augusto Macedo contam como a empresa construiu uma base de 60 mil fornecedores sem precisar comprar um único lead. O segredo está no modelo que eles chamam de market network: ao se posicionar entre tomadores e prestadores de serviço, a própria rede se autoconstruiu. Cada enterprise que entrava na plataforma trazia centenas de fornecedores, que por sua vez atraíam novos clientes em múltiplas camadas. Durante a conversa com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, os empreendedores também falam sobre a virada estratégica da empresa, que deixou de ser uma "avaliadora" de fornecedores para se tornar uma "habilitadora", ajudando esses fornecedores a se qualificarem. O bate-papo também abordou temas como o papel da IA no core do negócio, os desafios de depender de modelos de terceiros e como pensar em margem bruta na era dos tokens. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    41 min
  4. MVP Especial feat. Emerging Giants #14 | Vitor Asseituno, presidente da Sami

    Apr 30

    MVP Especial feat. Emerging Giants #14 | Vitor Asseituno, presidente da Sami

    O setor de saúde desponta como uma das principais apostas do ecossistema de startups para revelar o próximo unicórnio brasileiro. Entre as empresas mais observadas pelo mercado está a Sami Saúde, uma healthtech que busca ampliar e democratizar o acesso à saúde no país. Um dos desafios que a startup busca resolver é um olhar mais completo para a jornada do paciente, dor que o médico de formação Vitor Asseituno, presidente da Sami, identificou ainda na universidade. "A medicina hoje é muito mais do que apenas o corpo. Muitas pessoas não conseguem comprar medicamentos porque são muito caros, ou não fazem uma cirurgia porque o plano não cobre. Exercer a medicina é muito mais do que pensar: paciente, doença, medicamento. Só que todo o resto, muitas vezes os médicos ignoram. Na faculdade de Medicina, eu fazia perguntas sobre isso", conta ele. O executivo foi o convidado desta semana do podcast MVP com o Emerging Giants, da KPMG. Durante a conversa, Vitor fala sobre sua trajetória empreendedora, desde a empresa júnior que criou na universidade, até fundar a Sami em 2018. Na visão do fundador, o setor de saúde enfrenta desafios significativos na implementação de inovações, em um contexto marcado por baixíssima margem para erros. "Se você comete um erro, o paciente pode morrer. Se um médico te oferece uma cirurgia inovadora, nem sempre isso vai ser recebido bem", compara. Os episódios vão ao ar quinzenalmente nas redes do Startups e da KPMG, com entrevistas conduzidas por sócios da KPMG e pelo jornalista e fundador do Startups, Gustavo Brigatto.

    58 min
  5. A IA vai substituir os vendedores? | Juliano Melchior, cofundador da Leads Per Hour (LPH)

    Apr 22

    A IA vai substituir os vendedores? | Juliano Melchior, cofundador da Leads Per Hour (LPH)

    Um dos efeitos mais temidos do avanço da inteligência artificial é o impacto no mercado de trabalho. Mas ao mesmo tempo em que já há empresas demitindo funcionários para priorizar recursos na área de tecnologia, empresas de IA como OpenAI e Anthropic também não param de contratar vendedores. Será esse o início de uma nova era para as vendas? Esse foi o tema do podcast MVP desta semana, que contou com a participação de Juliano Melchior, cofundador da Leads Per Hour (LPH). Em um bate-papo com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, ele diz acreditar que a IA não substitui os vendedores, mas aumenta o seu potencial. "O processo de vendas, de forma geral, possui etapas extremamente operacionais e repetitivas, como o pré-vendas, onde há uma janela de oportunidades. E aí, sim, quando se fala de execução de tarefas, estamos falando de agentes de IA que podem escalar isso. Mas uma substituição completa de ser humano, principalmente vendedor, é uma coisa muito distante", afirma. Para ele, a IA vai substituir profissionais que não sabem usar a tecnologia a seu favor no trabalho, automatizando funções e tarefas de uma maneira inteligente. O conselho do executivo é para que os profissionais comecem a experimentar ferramentas como ChatGPT, Claude, Gemini, entre outras, para entender de que forma elas podem tornar sua rotina mais eficiente. Durante a conversa, Juliano também fala sobre a incorporação de agentes de IA às equipes de vendas, os melhores canais, e como a Leads Per Hour (LPH) tem se movimentado em um mercado que está se tornando cada vez mais concorrido. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    41 min
  6. As dores e as delícias da IA | Berthier Ribeiro-Neto, CTO da Ume

    Apr 15

    As dores e as delícias da IA | Berthier Ribeiro-Neto, CTO da Ume

    Berthier Ribeiro-Neto foi o funcionário nº 1 do Google no Brasil e liderou por 19 anos a engenharia da big tech no país, ajudando a transformar Belo Horizonte em um dos polos globais de tecnologia da companhia. Depois de uma trajetória que combina pesquisa, empreendedorismo e escala mundial, ele voltou ao ecossistema de startups em 2024 como CTO da Ume, fintech de crédito para o varejo. O executivo é o convidado desta semana do podcast MVP, com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, onde conversaram sobre os impactos da inteligência artificial para os negócios, incluindo para o Software as a Service. "A gente tem que separar a tecnologia do discurso exagerado. A IA generativa é altamente disruptiva. Esse discurso de que Software as a Service acabou... depende. Tem muito software que está entranhado no negócio e não vai ser removido facilmente. Tem software que não é tão essencial. Essas empresas que vendem software que são complementos, acho que estão em risco sim", disse Berthier. Para ele, no entanto, existe um desafio que as empresas de SaaS vão precisar enfrentar: "Ou você incorpora a tecnologia e passa a prover um serviço enriquecido com a tecnologia, ou você vai ficar para trás". Durante o bate-papo, o CTO da Ume também falou sobre a incorporação de inteligência artificial à rotina da companhia, e os desafios que envolvem treinamento dos modelos e um período de adaptação. No fim das contas, porém, ele acredita que o saldo da adoção de IA à rotina corporativa é positivo. "Tem que usar a tecnologia para criar produtos que você não criaria se não fosse a tecnologia. O mundo daqui a 10, 15, 20 anos, as pessoas vão estar fazendo coisas que a gente sequer imagina. A pergunta que nós estamos nos fazendo é: o que as pessoas vão estar fazendo no mercado de crédito?". O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    1h 12m
  7. Ecossistemas fortes têm o poder de virar banco | Cesario Martins, CEO da Zoop

    Apr 8

    Ecossistemas fortes têm o poder de virar banco | Cesario Martins, CEO da Zoop

    Pagamentos e serviços financeiros deixaram de ser apenas uma camada operacional para se tornar uma poderosa alavanca de crescimento dentro dos ecossistemas digitais. No novo episódio do podcast MVP, que tem o apoio da Zoop, Gustavo Brigatto conversa com Cesario Martins sobre como empresas com um core forte e uma relação próxima com seus parceiros podem transformar seus ecossistemas em verdadeiras fintechs. Gravado na sede da Zoop, em Osasco, o episódio explora a tese que vem guiando a companhia desde sua origem: ecossistemas fortes têm o poder de virar banco. Cesario relembra como a Zoop já era a infraestrutura que permitiu a existência do iFood Pago e explica como essa visão evoluiu para impulsionar diferentes segmentos por meio de serviços financeiros, sempre com foco em pagamentos e inovação. A conversa também passa pelos resultados recentes da empresa, que entregou R$ 1 bilhão de receita no último ano fiscal, superando com folga a meta estabelecida e iniciando um novo ciclo com o objetivo de dobrar esse número. Mais do que o resultado financeiro, o marco ajuda a comprovar a tese da Zoop de que fintechs bem-sucedidas nascem de ecossistemas conectados ao negócio principal, em uma relação simbiótica na qual o crescimento da empresa fortalece também toda a rede de parceiros. Ao longo do episódio, Cesario detalha alguns dos principais produtos da Zoop, chamados internamente de “diamantes”, como o split de pagamentos — desenvolvido desde os primeiros anos da companhia — e o tap to pay, uma das apostas mais estratégicas da casa. A evolução dessa tecnologia mostra o potencial de escala quando o pagamento deixa de depender de hardware e passa a operar via software: a empresa saiu de 50 mil maquininhas para mais de 1 milhão de dispositivos habilitados. O papo também olha para o futuro, com destaque para pagamentos em agentes conversacionais, uma fronteira que deve ganhar espaço nos próximos anos. Se no presencial o tap to pay já se consolidou como solução, no ambiente online o desafio passa a ser outro: como reduzir fraudes e tornar a jornada de pagamento cada vez mais fluida e segura. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    35 min
  8. De olho no futuro | Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco, e Paulo Emediato, do Inovabra

    Apr 1

    De olho no futuro | Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco, e Paulo Emediato, do Inovabra

    O mundo está mudando rápido e, mais do que nunca, as áreas de inovação se mostram fundamentais para companhias que desejam se manter relevantes no futuro. No setor bancário, um dos segmentos mais tradicionais da indústria, a tecnologia nunca esteve tão presente – dos ativos digitais à computação quântica, passando pela inteligência artificial e cibersegurança. "O Inovabra tem a missão de olhar para a frente e antecipar o que vai vir, trabalhando no aumento da prontidão do Bradesco para tecnologias emergentes. Tem várias tecnologias amadurecendo ao mesmo tempo, e precisamos olhar para essa convergência", conta Renata Petrovic, head de Inovação do Bradesco. A executiva esteve na edição deste ano do South Summit, ao lado de Paulo Emediato, novo head de Growth e Comunicação do Inovabra. No evento, eles conversaram com Gustavo Brigatto, fundador do Startups, sobre o papel da inovação em um dos maiores bancos do país. O Inovabra encerrou o ano de 2025 com 350 startups entre os membros, além de 50 corporações conectadas. "O Bradesco é um ecossistema próprio, que tem uma estrutura gigantesca por si só. Um pouco da minha missão é entender como costurar relacionamentos mais sólidos com o mercado, como construir mais valor, gerar mais eficiência", aponta Paulo. Segundo ele, o mercado está passando por um momento de inflexão, em que é preciso repensar o playbook de práticas de inovação corporativa como um todo. "Parte do que me motiva em estar aqui é esse convite para repensar o futuro dessa prática", acrescenta. O MVP traz conversas novas toda semana, disponíveis no YouTube, Spotify e outras plataformas de áudio. Siga nossos perfis para receber as notificações de novidades.

    17 min

About

Tecnologia, inovação e negócios de um jeito que você nunca ouviu

You Might Also Like