O Podcast da Natassia Maia

Natassia Maia

Insights sobre a vida, yoga e muito mais

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  1. 08/29/2021

    Ep.07-O controle das paixões!

    A paixão não necessariamente é algo bom. Quando você é tomado pela paixão, sua visão fica turma e seus ouvidos não conseguem ouvir bem, pois o que mais vai te interessar é provar que a sua paixão está certa. É necessário um equilíbrio de acreditar quem você é e um auto controle de entender a visão do outro sem que a paixão te consuma. A respiração é necessária. Todos falam: siga o seu coração! Mas.. O coração é enganoso. Por isso precisamos olhar para as situações como se fôssemos uma terceira pessoa observando os dois lados. Isso pode parecer utópico, mas não é! Exige auto controle, desapego, compaixão, maturidade e acima de tudo, prática! Seria eu capaz de ouvir alguém falar mal do Deus que eu amo? Ou da ideia que eu acredito? A pergunta certa é: Eu quero que as pessoas sejam verdadeiras ao meu redor, mesmo que eu não concorde com algum ponto de vista delas? Eu sou tolerante? Quando sabemos quem somos e em que acreditamos, somos capazes de transitar no meio daqueles que pensam diferente de nós! O que é mais importante? O indivíduo ou a sua ideia? A questão é: o que mais me incomoda ali naquela situação em que a sua ideia não é a predominante? Seria o medo de não ser aceita ou o desconforto de uma talvez discursão vazia? Mostrar que eu estou certo é a minha motivação? Eu acredito que seja diferente para cada pessoa é cada situação. Para mim é fácil conviver com alguém que não pensa igual a mim, pq não tenho o interesse de convencê-lo do contrário, mas eu não sei se aqueles que estão me ouvindo pensam o mesmo. Algumas pessoas são viciadas em argumentar, simplesmente para mostrar a paixão por suas ideias e pelo seu intelecto. Eu tento não entrar nesse jogo. Eu sei dizer não para uma conversa que talvez não nos leve a lugar nenhum. Mas entristece me abster de alguns assuntos para proteger uma relação com aquela pessoa. Por não ter certeza que aquela pessoa pode me ouvir, discordar de mim e continuar o respeitando a minha liberdade de pensar diferente. Então esta é uma relação verdadeira? Jesus amou a todos, de todos ele era mais próximo de 12, que eram os apóstolos e desses 13 havia um que ele mais amava, que era João. Aos meus 12, sim, eu devo ser eu mesma. Ao restante, não. Não necessariamente. Na Bíblia diz: “ tudo lhe é permitido, mas nem tudo edifica. Ninguém deve buscar o seu próprio bem, mas um o dos outros. “ 1Co 10:23-24 “Não tornem-se motivo de tropeço, nem para judeus, nem para gregos, nem para a igreja de Deus.” 1Co 10:32 Se você sabe que o seu posicionamento é motivo de ira para o outro, em uma roda de conversa, se abstenha. A não ser que este outro tenha maturidade de ouvir. Se em uma roda de conversa você se sente irado com a ideia diferente do outro, então você não tem certeza de quem você é e de quem ou o que você acredita. Abstenha-se e pense sobre isso. Vá mais profundo. Informe-se e mais uma vez, pratique o controle das paixões e das emoções que querem te consumir, tirando a sua consciência e tornando a sua mente turva. Procure enxergar as situações como um observador que está vendo de fora. Estude e prepare-se para as frustrações sem precisar agir como criança frustrada. Respire. Aprecie a liberdade do outro de ter uma ideia diferente da sua, assim você terá o direito de pensar diferente do outro. Seja tolerante e enxergue o individuo primeiro.

    1h 10m
  2. 08/22/2021

    Ep.06- A cultura da supervalorização do sentimento.

    A prática de yoga é uma prática respiratória. Quando mudamos padrões respiratórios, mudamos padrões mentais, ou seja mudamos o que sentimos e controlamos quem somos diabetes das situações. Estamos vivendo uma cultura que supervaloriza l sentimento, mas o que nos difere do bebê/ criança e do animal irracional? O controle desses sentimentos! No mundo tereis aflições, ou seja, os resultados dos seus esforços não estão sob o seu controle, portanto, precisamos aprender a encontrar calma no meio do caos. Precisamos superar o ambiente. Você existe apesar das circunstâncias. Nessa cultura da supervalorização do sentimento, colocamos nossa felicidade em coisas que não estão sob nosso controle, ou seja, nos prazeres e resultados. O que está no seu controle são as ações que estão ao seu controle que te levarão o resultado e objetivo pretendido. Mas seus esforços podem ir por água abaixo, pois existem várias variantes que não estão no seu controle. Entender e aceitar isto, aprendendo a lidar com essa realidade, faz parte da maturidade. Trabalhar com aquilo que controlo e colocar minha felicidade no lugar certo, que não seja nos prazeres e resultados é algo yogico sim. O Yogi não flutua, ele enraiza! Entender esse processo de encarar a realidade e saber respirar diante das circunstâncias é aprender a dominar os sentimentos, é enxergar com clareza, é ser mais forte e não mais vulnerável e mais inútil para a guerra.

    43 min

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