Entrelinhas Inteligov

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A entrelinhas é o podcast da Inteligov que mergulha no universo das Relações Institucionais e Governamentais (RIG). Aqui, exploramos temas essenciais do setor, trazendo análises, conversas estratégicas, dicas práticas e insights exclusivos sobre políticas públicas, advocacy, tecnologia e inovação. Seja você um profissional da área ou apenas um curioso pelo tema, a Entrelinhas conecta você ao que realmente importa no mundo das relações governamentais.

  1. Monitoramento Legislativo Subnacional: riscos regulatórios em estados e municípios | Entrelinhas #47

    May 29

    Monitoramento Legislativo Subnacional: riscos regulatórios em estados e municípios | Entrelinhas #47

    Monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas de risco regulatório para empresas no Brasil. Sua empresa acompanha tudo que tramita na Câmara dos Deputados e no Senado, mas sabe o que está sendo votado na assembleia legislativa do seu estado ou na câmara municipal da cidade onde sua operação está instalada? Em 2023, a Transparência Internacional avaliou as 27 casas legislativas estaduais brasileiras com 62 indicadores de transparência e governança. Nenhuma assembleia obteve classificação máxima. Apenas 4 foram consideradas boas. Onze estados tiveram avaliação ruim ou péssima, e 10 estados, incluindo Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul, zeraram a pontuação na dimensão de legislação, que monitora normas sobre lobby, proteção a denunciantes e dados abertos. Enquanto o Congresso concentra atenção e ferramentas de monitoramento legislativo, assembleias estaduais e câmaras municipais operam fora do radar. É nelas que são decididas questões de tributação, licenciamento, meio ambiente e saúde que definem o ambiente regulatório de qualquer operação. Para quem trabalha com relações governamentais, advocacy, compliance ou assuntos corporativos, ignorar esse nível não é só uma lacuna de informação — é um risco regulatório estratégico real. Neste episódio, Anna Carolina apresenta pontos de Gabriel Barreto, cientista político e especialista em relações governamentais, e de Juliana Prado, product owner da Inteligov, sobre como esse gap de monitoramento legislativo subnacional afeta quem precisa antecipar votações, engajar stakeholders e agir antes que a decisão aconteça. O episódio cobre o peso político das assembleias estaduais nas políticas públicas, a assimetria entre organizações com mais e menos estrutura, e o que está mudando com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ Por que assembleias estaduais e câmaras municipais concentram risco regulatório real para empresas ✔️ O que os dados da Transparência Internacional revelam sobre o legislativo subnacional brasileiro ✔️ Como o gap de monitoramento legislativo subnacional afeta profissionais de relações governamentais na prática ✔️ A assimetria de informação entre grandes organizações e quem tem menos estrutura de monitoramento ✔️ O que muda com a expansão da Inteligov para ALESP, ALMG e Câmara Municipal de São Paulo »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista ao episódio completo e entenda por que o monitoramento legislativo subnacional é uma das lacunas mais críticas para quem trabalha com relações governamentais no Brasil. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: instagram.com/inteligovbr Spotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Monitoramento legislativo subnacional: o que está em jogo 1:10 A assimetria histórica no legislativo brasileiro 1:29 Transparência Internacional: o que os dados revelam 3:08 Relações governamentais: quando o fluxo de informação quebra 4:49 Risco regulatório fora de Brasília: o que é decidido nos estados 6:18 Mercado de RIG: o que está mudando no monitoramento subnacional 6:58 Inteligov expande: ALMG, ALESP e Câmara Municipal de SP 7:57 Como monitorar assembleias estaduais e câmaras municipais #MonitoramentoLegislativo #AssembleiasEstaduais #RelacõesGovernamentais #Entrelinhas #PoliticaBrasileira

    9 min
  2. Imposto de Renda 2026: tudo o que mudou com a nova lei | Entrelinhas Inteligov #46

    Apr 23

    Imposto de Renda 2026: tudo o que mudou com a nova lei | Entrelinhas Inteligov #46

    Imposto de Renda 2026 mudou de verdade pela primeira vez em mais de uma década. Com a sanção da Lei 15.270/2025, 16 milhões de brasileiros passaram a pagar menos imposto ou ficaram completamente isentos. Mas o que isso significa na prática, quem é afetado e o que muda na sua declaração? Neste episódio do Entrelinhas, a Ana Carolina destrincha a reforma do Imposto de Renda que entrou em vigor em janeiro de 2026. A nova regra isenta quem ganha até R$ 5.000 por mês e cria um desconto progressivo para rendas de até R$ 7.350. Do outro lado da balança, o governo criou o Imposto de Renda da Pessoa Física Mínimo (IRPFM), que atinge contribuintes com renda anual acima de R$ 600 mil, e passou a tributar dividendos acima de R$ 50 mil mensais com alíquota de 10% na fonte. A reforma tramitou por 8 meses e foi aprovada por unanimidade nas duas casas do Congresso, algo raro para uma mudança dessa magnitude. Isso sinaliza um consenso político em torno do argumento de justiça tributária: quem ganha menos deve pagar menos, e quem concentra renda precisa contribuir mais. Mas o debate está longe de acabar. Economistas divergem sobre os efeitos da tributação de dividendos no ambiente de negócios, e o IRPFM ainda será regulamentado para a declaração de 2027. Atenção ao calendário: a declaração deste ano (prazo até 29/05/2026) ainda segue as regras antigas, referente ao ano-base 2025. A isenção dos R$ 5.000 só aparece na declaração de 2027. Novidades para agora incluem o cashback do IR para quem teve imposto retido indevidamente, obrigatoriedade de declarar ganhos com bets e restituição em 4 lotes. »»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O impacto da Lei 15.270/2025 e o novo teto de isenção de R$ 5 mil ✔️ Quem são os "super-ricos" afetados pelo novo imposto mínimo (IRPFM) ✔️ As novas regras para tributação de lucros e dividendos ✔️ Calendário completo: o que vale para 2026 e o que fica para 2027 ✔️ O impacto socioeconômico da reforma na arrecadação de estados e municípios »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma do Imposto de Renda para o seu bolso e para o Brasil. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: https://linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: https://instagram.com/inteligovbr Spotify: https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Introdução 0:35 As novas regras da Lei 15.270 de 2025 1:02 Contexto histórico: O fim do congelamento da tabela 3:20 Isenção de R$ 5.000: Quem para de pagar? 5:03 IRPFM: O novo imposto para os super-ricos 6:22 Tributação de dividendos e mercado financeiro 7:33 Calendário e regras para a declaração 2026 10:13 Impactos socioeconômicos e justiça tributária 12:40 Encerramento #ImpostoDeRenda2026 #ReformaIR #IsençãoIR #PodcastEntrelinhas #Inteligov

    14 min
  3. Janela Partidária 2026: trocas de partido e o que muda no Congresso antes das eleições | Entrelinhas Inteligov #45

    Apr 16

    Janela Partidária 2026: trocas de partido e o que muda no Congresso antes das eleições | Entrelinhas Inteligov #45

    Com a janela partidária 2026 encerrada em 3 de abril, o Congresso brasileiro foi completamente redesenhado. Quase um em cada quatro deputados trocou de partido, e essa movimentação não é detalhe administrativo — ela define as prioridades legislativas dos próximos sete meses, quem são seus aliados e quem são seus adversários nas votações que vêm. Se você trabalha com monitoramento legislativo, relações governamentais, compliance ou qualquer área que dependa de entender como o Congresso funciona, a janela partidária importa por razões muito concretas. Ela redesenha bancadas e comissões, revela o mapa de alianças para o ano todo, afeta a distribuição de recursos e tempo de TV, e reduz dramaticamente a produtividade legislativa enquanto acontece. Neste episódio, Anna Carolina Romano explica o mecanismo por trás dessa movimentação, por que existe, quem ganha e quem perde, e como isso impacta diretamente a aprovação de leis que afetam seu setor. O que você vai descobrir aqui é que a janela partidária não é apenas um período de trocas de legenda. É um termômetro de alianças eleitorais, um indicador de como o jogo político vai se desenhar até outubro, e uma pista clara sobre quais pautas vão avançar e quais vão ficar presas enquanto o mapa se reorganiza. »»»»»»»»»»»»»»»»»»Neste episódio, você vai entender:✔️ O que é janela partidária e por que ela existe na legislação eleitoral brasileira✔️ Por que deputados podem trocar de partido durante a janela sem perder o mandato✔️ Como a reorganização das bancadas afeta as comissões temáticas e a aprovação de projetos de lei ✔️ Qual é o impacto prático das trocas de partido em recursos, tempo de TV e poder de negociação ✔️ Como ler o mapa de alianças que emerge durante a janela para antecipar votações legislativas »»»»»»»»»»»»»»»»»» Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/ Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos: LinkedIn: https://www.linkedin.com/company/inteligovbr/ Instagram: https://www.instagram.com/inteligovbr Spotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: ⁠⁠https://youtube.com/@inteligovbr 🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠#JanelaPartidaria2026 #Eleicoes2026 #PodcastEntrelinhas »»»»»»»»»»»»»»»»»»0:00 Introdução 0:29 O que é a janela partidária e como funciona 0:55 Por que o mandato pertence ao partido, não ao deputado 1:39 Justa causa e as situações de desfiliação reconhecidas 2:26 Quem pode usar a janela 3:27 Por que a janela partidária importa para RIG e monitoramento legislativo 3:42 Redesenho de bancadas e comissões temáticas 4:10 Revelação do mapa de alianças para o segundo semestre 4:55 Impacto em recursos, TV e poder de negociação 5:30 O vazio deliberativo: por que o Congresso funciona diferente 7:49 O padrão das trocas em ondas: primeiro dia e reta final 8:12 Estabilização e atualização de registros pós janela partidária 9:13 Como recalibrar o mapa do Congresso para o segundo semestre

    10 min
  4. Fim da escala 6x1: o que a PEC propõe, quem decide e o que ainda pode acontecer antes da votação

    Apr 10

    Fim da escala 6x1: o que a PEC propõe, quem decide e o que ainda pode acontecer antes da votação

    71% dos brasileiros são a favor do fim da escala 6x1. Essa pauta começou como um vídeo no TikTok em 2023 e, em 2026, está prestes a ser votada no plenário da Câmara dos Deputados. O presidente da Casa, Hugo Motta, anunciou que a votação deve acontecer em maio — a menos de dois meses. Neste episódio, explicamos tudo o que está em jogo: quais são as propostas em tramitação, quais são as diferenças entre elas — inclusive entre o modelo 4x3 proposto originalmente e o 5x2 que o governo sinaliza aceitar —, quem são os atores do debate e qual é o caminho que ainda falta percorrer antes da votação final. O episódio também explica por que quem trabalha com regulação, relações governamentais e monitoramento legislativo precisa acompanhar esse processo agora — antes da votação, enquanto o texto ainda pode ser influenciado nas audiências da CCJ e na comissão especial. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ O que é a escala 6x1 e por que ela voltou ao centro do debate ✔️ Como o movimento VAT transformou um TikTok em proposta constitucional ✔️ Quais são as propostas em tramitação e as diferenças entre elas ✔️ A diferença entre 4x3 e 5x2 — e por que isso importa para o texto final ✔️ Por que uma PEC é diferente de um projeto de lei — e o que isso muda na prática ✔️ Qual é o cronograma de votação e o que ainda pode mudar no texto ✔️ O que o setor empresarial está argumentando — e os dados por trás disso ✔️ Por que o calendário eleitoral pressiona uma aprovação antes de outubro ✔️ O que profissionais de regulação e relações governamentais precisam fazer agora »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista ao episódio completo e entenda o que está em jogo na votação mais esperada da legislatura. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: instagram.com/inteligovbr Spotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: https://www.youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!

    13 min
  5. MEI vai poder faturar R$130 mil? O que diz o projeto do Congresso | Entrelinhas #43

    Mar 29

    MEI vai poder faturar R$130 mil? O que diz o projeto do Congresso | Entrelinhas #43

    O MEI vai poder faturar R$ 130 mil? O teto do Microempreendedor Individual não é atualizado há quase 8 anos. Em 2024, mais de 570 mil MEIs foram desenquadrados automaticamente pela Receita Federal — não por fraude, mas por crescer demais e ultrapassar um limite que a inflação já corroeu de vez. O PLP 108/2021 propõe mudar isso: elevar o teto de R$ 81 mil para R$ 130 mil por ano e permitir a contratação de até dois funcionários. Aprovado no Senado por unanimidade em 2021, o projeto ficou parado na Câmara por cinco anos. Em março de 2026, o presidente Hugo Motta colocou o regime de urgência em votação — e o resultado foi mais uma unanimidade. Raridade no Congresso brasileiro. A análise passa pela criação do MEI em 2008, sua expansão ao longo dos anos e o papel central que ele ocupa hoje na economia brasileira, com mais de 12,9 milhões de empreendedores. Também explica por que o limite atual de R$ 81 mil se tornou um problema e como isso afeta diretamente o crescimento dos pequenos negócios. Mas urgência aprovada não é votação final. Ainda há risco de emendas que podem devolver o texto ao Senado, debate sobre indexação automática pelo IPCA e incertezas sobre como o Microempreendedor Individual será tratado no novo sistema tributário a partir de 2027. Neste episódio, Anna Carolina Romano explica o que está em jogo, por que o projeto travou tanto tempo e o que ainda pode acontecer antes da votação final — um caso de manual sobre como o calendário legislativo reflete escolhas políticas, não apenas agenda técnica. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ O que é o MEI e como funciona ✔️ Como o MEI foi criado e por que virou o maior motor de formalização do país ✔️ Por que o teto de R$ 81 mil está defasado e o que isso custa na prática ✔️ O que o PLP 108/2021 propõe e por que ficou parado por 5 anos ✔️ Quais são os riscos entre a aprovação da urgência e a votação final ✔️ Como a mudança para R$ 130 mil pode impactar os empreendedores ✔️ O que esse processo revela sobre o poder do Executivo sobre a pauta legislativa »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista ao episódio completo e entenda o que o Congresso decide para 12 milhões de brasileiros. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: instagram.com/inteligovbr Spotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 O problema: teto congelado há 8 anos 1:02 O que é o MEI e como surgiu em 2008 2:54 Como funciona o MEI na prática 4:03 O impacto real: 12 milhões de brasileiros 5:32 Por que o teto parou de ser corrigido 8:07 O PLP 108/2021: o que muda com o projeto 9:12 Os riscos antes da votação final #MEI #ReformaMEI #PLP108 #MicroempreendedorIndividual #Entrelinhas

    14 min
  6. Mulheres na política brasileira: por que ainda somos minoria? | Entrelinhas Inteligov #42

    Mar 13

    Mulheres na política brasileira: por que ainda somos minoria? | Entrelinhas Inteligov #42

    O Brasil tem 52% do eleitorado composto por mulheres — e ocupa a 133ª posição no ranking mundial de representação feminina nos parlamentos. Estamos atrás da Coreia do Norte. Da Arábia Saudita. E de mais de cem outras nações. Como chegamos aqui? Neste episódio especial do mês da Mulher, a Entrelinhas percorre quase 100 anos de história da participação feminina na política brasileira. Do voto conquistado em 1932 — com restrições — à primeira presidenta eleita em 2010. Das primeiras deputadas federais em 1934 às 91 mulheres eleitas para a Câmara em 2022, o maior percentual da história e ainda assim menos de 1 em cada 5 deputados. A análise passa pelos três poderes. No Executivo, apenas uma presidenta em mais de 130 anos de República, dois estados governados por mulheres hoje e uma projeção que assusta: no ritmo atual, a paridade nas prefeituras levaria 144 anos. No Legislativo, as cotas eleitorais funcionaram parcialmente — ter candidatura não é o mesmo que ser eleita. No Judiciário, o teto de vidro é explícito: quanto mais alta a corte, menos mulheres no poder no Brasil. O STF tem uma ministra entre onze. O TCU não tem nenhuma. A sub-representação feminina não é só cultural. Está nas regras: financiamento eleitoral desigual, violência política contra candidatas e estrutura partidária ainda predominantemente masculina. Em 2024, a PEC 9 anistiou partidos que descumpriram as cotas — um retrocesso classificado assim por especialistas. Por que há tão poucas mulheres no poder no Brasil? Esse episódio responde com dados, história e sem eufemismo. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ Como foi a conquista do voto feminino no Brasil — e as restrições que vieram com ele ✔️ O retrato atual das mulheres na política brasileira no Executivo, Legislativo e Judiciário ✔️ Por que as cotas eleitorais funcionaram só parcialmente ✔️ O que a PEC 9 mudou e por que especialistas a classificam como retrocesso ✔️ Quais barreiras estruturais ainda travam a representação feminina no poder »»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Brasil é o 133º em representação feminina no mundo 1:15 1927: o primeiro voto feminino da América Latina 2:16 Primeiras deputadas e o início da sub-representação 3:04 Mulheres no poder: presidenta, governadoras, prefeitas 5:05 Cotas eleitorais: o que funcionou e o que não funcionou 6:58 Judiciário: o teto de vidro nas cortes brasileiras 7:57 Por que isso é uma pauta de democracia, não de mulher

    10 min
  7. Reforma trabalhista argentina: o impacto no Brasil | Entrelinhas #41

    Mar 1

    Reforma trabalhista argentina: o impacto no Brasil | Entrelinhas #41

    A reforma trabalhista argentina foi aprovada pela Câmara dos Deputados e está em fase final no Senado. Metade do país aprova, metade rejeita — e os efeitos não param nas fronteiras. O que essa mudança significa para o Brasil? O governo de Javier Milei transformou a flexibilização trabalhista em peça central da sua agenda de desregulação econômica. Após ter trechos do Decreto de Necessidade e Urgência 70/2023 suspensos pelo Judiciário, o Executivo argentino levou os pontos mais estruturais ao Congresso dentro da chamada Lei Bases. O resultado é uma reforma que amplia o período de experiência para até 12 meses, cria fundos de cessação laboral em substituição à indenização direta por demissão, flexibiliza jornadas de trabalho para até 12 horas diárias, amplia o conceito de serviços essenciais no direito de greve e reduz multas por informalidade. Para o Brasil, a reforma trabalhista argentina levanta questões que vão muito além da comparação jurídica. Se a Argentina conseguir atrair investimentos com um ambiente regulatório mais flexível, o contraste com o modelo brasileiro ganha peso nas decisões empresariais e no debate legislativo. O Brasil, que já percorreu parte desse caminho com a reforma de 2017, tem limites constitucionais mais rígidos e um sistema de proteção ancorado no FGTS e na Justiça do Trabalho — o que torna qualquer movimento de flexibilização mais complexo e politicamente sensível. Enquanto a Argentina avança na desregulação, o Brasil discute redução de jornada e escala 6x1. Esse contraste regional pode reorganizar prioridades estratégicas em ambos os países e influenciar a dinâmica de competitividade no Mercosul. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ O que foi aprovado na reforma trabalhista argentina e seus principais pontos ✔️ Como o governo Milei reorganizou a estratégia após o decreto barrado pelo Judiciário ✔️ As diferenças estruturais entre os modelos trabalhistas do Brasil e da Argentina ✔️ Quais impactos econômicos, geopolíticos e regulatórios essa reforma gera para o Brasil ✔️ Por que o contraste regional pode acelerar debates legislativos brasileiros »»»»»»»»»»»»»»»»»» 🎥 Assista/escute ao episódio completo e entenda os impactos da reforma trabalhista argentina para o Brasil. Acompanhe nossos conteúdos: LinkedIn: linkedin.com/company/inteligovbr Instagram: instagram.com/inteligovbr Spotify: open.spotify.com/show/0xQQNipjUjWPyEbiHwBooF YouTube: youtube.com/@inteligovbr 📢 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios! #ReformaTrabalhista #Argentina #FlexibilizaçãoTrabalhista #Mercosul #Entrelinhas

    12 min
  8. Gestão de Riscos Corporativo: Por que é um erro olhar só para Brasília? | Entrelinhas #40

    Feb 9

    Gestão de Riscos Corporativo: Por que é um erro olhar só para Brasília? | Entrelinhas #40

    Mais de 96% das grandes empresas brasileiras listadas em bolsa consideram o risco regulatório sua maior preocupação atual. Mas focar apenas nas movimentações de Brasília é como dirigir em alta velocidade olhando apenas pelo retrovisor: você ignora as ameaças que surgem dos lados e da frente. Isso é um erro clássico na gestão de riscos corporativos. Neste episódio, Anna Carolina Romano explica por que a gestão de riscos moderna precisa ser holística. Discutimos como falhas operacionais, ataques cibernéticos e crises reputacionais podem destruir o valor de mercado de uma organização em questão de horas, impactando diretamente a governança corporativa. Entenda como frameworks internacionais (ISO 31000 e COSO) ajudam a transformar a incerteza em estratégia e como a cultura de gestão de riscos deve permear todos os departamentos, não apenas o jurídico e o compliance. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Neste episódio, você vai entender: ✔️ Por que o risco político e o risco regulatório são apenas a ponta do iceberg ✔️ A interdependência entre riscos operacionais, financeiros, tecnológicos e ESG na gestão de riscos corporativos ✔️ Como a gestão de riscos eficiente pode prevenir crises de imagem e ataques de ransomware ✔️ O Ciclo de Gestão: Identificação, Avaliação, Resposta e Revisão Contínua da matriz de risco ✔️ O caso do apagão de SP e as lições sobre planos de contingência reais ✔️ Como a Inteligov e o Riskmaster apoiam a governança corporativa estratégica Para executivos que buscam resiliência empresarial, entender a fundo o risco regulatório e integrá-lo a uma visão ampla de gestão de riscos é o único caminho para a perenidade do negócio. »»»»»»»»»»»»»»»»»» Conheça a Inteligov e transforme o caos legislativo em decisões estratégicas: https://www.inteligov.com.br/ Acompanhe nossas atualizações e conteúdos exclusivos: LinkedIn:   / inteligovbr   Instagram:   / inteligovbr   Spotify: ⁠https://open.spotify.com/show/0xQQNip... YouTube: ⁠   / @inteligovbr   🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!⁠»»»»»»»»»»»»»»»»»» 0:00 Introdução 0:36 O erro de olhar apenas para Brasília 2:10 Modelos globais de gestão: ISO 31000 e COSO 3:22 Riscos operacionais e financeiros no Brasil 5:04 Riscos cibernéticos: O perigo da falta de planos 6:24 A urgência dos riscos ambientais e climáticos 7:37 As 5 etapas do ciclo de gestão de riscos 8:43 Casos reais: O impacto da falha no plano de contingência 11:03 Inteligov e Riskmaster: Gestão de riscos na prática 12:51 Encerramento

    13 min

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