Dona Ana

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Ferramentas terapêuticas através de histórias contadas pela Dona Ana, psicóloga clínica integrativa, palestrante e produtora de conteúdo. DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011 https://anapaulalima.com.br/bio

  1. 17h ago

    Você realmente terminou pelo que aconteceu?

    Você realmente terminou pelo que aconteceu? A pessoa não atendeu a sua ligação e você terminou a relação, e agora quer saber se exagerou. Dificilmente você terminou essa relação exclusivamente por causa desse fato. Em algum momento, a ligação não atendida acordou uma ferida antiga dentro de você, e isso virou uma história de terror na sua cabeça. “A pessoa está escondendo algo.” “Está com alguém.” “Estou sendo enganado(a).” Mas existe diferença entre fato e medo. Quando você sente medo, seu cérebro entra alerta e o Corpo de Dor pode assumir a narrativa dos fatos. Corpo de Dor é como se fosse um parasita psíquico que existe dentro de todos nós. Ele se alimenta de dor, e é ele quem fica contando essas histórias dentro da sua cabeça. Quando o Corpo de Dor assume o comando, você passa a enxergar as coisas pela lente dele, e não mais os fatos como realmente são. Ter maturidade emocional é aprender a esperar a realidade aparecer antes de reagir ao pior cenário. No curso Liberdade Emocional, você aprende princípios de autodomínio para não deixar que antigas dores decidam por você. Você costuma reagir ao fato ou ao medo do que ele pode significar? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Você realmente terminou pelo que aconteceu?
  2. 2d ago

    Quando os filhos dele recebem atenção, o que isso desperta em você?

    Quando os filhos dele recebem atenção, o que isso desperta em você? Ele dá tempo, dinheiro e atenção aos filhos do casamento anterior. E isso te incomoda. Mas e se ele fosse um pai ausente? Um homem que cuida dos filhos, participa, assume responsabilidades e mantém presença está mostrando algo importante sobre seus valores. Isso não significa que todo comportamento dele como pai esteja correto. Também não significa que você precise aceitar falta de espaço ou desrespeito na relação. Antes de se culpar ou transformar isso numa disputa, observe uma coisa: talvez não seja a mulher adulta que está “competindo” com os filhos. Talvez seja uma parte sua, mais antiga, perguntando: “E eu? Que lugar ocupo aqui?” Às vezes, experiências anteriores deixam nosso sistema emocional mais atento a sinais de rejeição, abandono ou perda de espaço. E essa situação pode estar ativando uma dor antiga em você. Eu chamo isso de holograma de consciência: um padrão emocional que influencia a forma como você sente, interpreta e reage. Isso não significa que todo incômodo venha da infância. Também não significa que você irá aceitar qualquer dinâmica do seu parceiro. Vocês podem conversar sobre tempo, presença, limites e espaço para o casal. Mas existe diferença entre dizer: “Eu preciso de mais conexão com você.” e sentir: “Se ele ama os filhos, sobra menos amor pra mim.” Na Imersão Saindo da Turbulência do Apego, eu ajudo você a identificar seu holograma de consciência, fortalecer a autoconfiança e sair do ciclo de insegurança emocional que afeta seus relacionamentos. É on-line, das 08h30 às 17h30, com no máximo 15 pessoas, para que eu consiga olhar de perto para cada história. Talvez a pergunta não seja “por que ele dá tanta atenção ao filho?”, mas “o que essa atenção faz uma parte minha acreditar sobre mim?” Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link 👇 https://anapaulalima.com.br/imersaoapego/ Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

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  3. 4d ago

    Quando domingo vira contagem regressiva para o sofrimento

    Quando domingo vira contagem regressiva para o sofrimento A vinheta do Fantástico começava e meu cérebro já entendia: “Acabou a paz. Amanhã começa tudo de novo.” Eu sofria antes mesmo de a segunda chegar. E não, a solução não foi encontrar uma rotina maravilhosa em que tudo me dá prazer. Tem coisa chata. Tem pressão. Tem cansaço. Tem segunda-feira sendo segunda-feira. O que mudou foi a forma de olhar. Comecei a perguntar: “O que isso está me ensinando?” “O que posso mudar?” “Em que sou boa?” “O que faz sentido continuar?” Quando repetimos uma associação muitas vezes, nosso cérebro pode começar a antecipar a experiência. Domingo à noite vira sinal de ameaça antes mesmo de segunda começar. Mas também podemos treinar nossa atenção para perceber recursos, aprendizados e possibilidades de ação. Isso não é pensamento positivo para fingir que está tudo ótimo. É autodomínio para não entregar ao automático todas as decisões da sua vida. No curso Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor, eu ensino princípios de autodomínio para reconhecer padrões reativos, diminuir a dependência emocional e construir relações mais saudáveis, inclusive com você. Quando você pensa em segunda-feira, seu corpo sente o quê? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Quando domingo vira contagem regressiva para o sofrimento
  4. 6d ago

    Você ama a pessoa ou a sensação que ela provoca em você?

    Você ama a pessoa ou a sensação que ela provoca em você? “Eu te amo.” Três palavras que podem possuir um significado enorme. Mas já percebeu que elas falam mais sobre como você sente? “Eu me sinto bem com você.” “Eu me sinto desejado(a).” “Eu me sinto em uma conexão.” Existe outra camada do amor que talvez seja mais difícil: ver realmente que é a outra pessoa. Não a pessoa que você espera que ela vire. Não o potencial que você imaginou. Não a versão que resolveria suas inseguranças. Mas quem está realmente na sua frente. Com qualidades, limites, medos, desejos e escolhas. E então perguntar: “Eu consigo escolher essa pessoa como ela se apresenta hoje sem precisar abandonar quem eu sou?” Isso não significa aceitar tudo. Amar alguém não obriga você a aceitar desrespeito, ultrapassar seus limites ou permanecer numa relação que machuca. Autodomínio também é conseguir separar realidade de expectativa. Quando estamos emocionalmente ativados, nossas experiências anteriores podem influenciar a forma como interpretamos o presente. Quanto mais consciência existe, maior pode ser nosso espaço para observar antes de reagir. No curso Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor, eu ensino princípios de autodomínio para reconhecer padrões reativos, trabalhar a dependência emocional e construir relacionamentos mais saudáveis. Agora a pergunta difícil: você ama quem está na sua frente ou quem espera que essa pessoa se torne? Para mais informações sobre o curso “Liberdade Emocional – Silenciando o Corpo de Dor”, clique no link 👇 www.anapaulalima.com.br/liberdadeemocional02 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Você ama a pessoa ou a sensação que ela provoca em você?
  5. Aug 26

    Ser uma Pessoa Segura não é fingir que tanto faz.

    Ser uma Pessoa Segura não é fingir que tanto faz. “Não vou cobrar.” “Vou deixar acontecer.” “Não quero parecer carente.” “Também não vou chamar.” Parece segurança emocional, né? Geralmente não é. Às vezes, você só trocou a ansiedade visível por uma máscara muito mais bonita: a da pessoa que não precisa de nada. Você sente vontade de se encontrar com a pessoa. Mas não propõe. Quer mais presença. Mas não fala. Se algo te incomoda. Você engole para não gerar mais conflito. Faz de tudo para parecer “leve”, “maduro(a)” e “seguro(a)”. Só que apego seguro não significa precisar de menos. Significa conseguir reconhecer uma necessidade, comunicá-la e lidar com a resposta do outro sem abandonar a si mesmo. Quando você passa muito tempo escondendo necessidades para evitar rejeição ou conflito, seu sistema emocional não necessariamente fica mais seguro. Muitas vezes, você continua ansioso, apenas só ficou em silêncio. E silêncio não é autorregulação emocional. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, eu ensino você a identificar seu estilo de apego, compreender os diferentes padrões de apego, entender o que é o Corpo de Dor e desenvolver comunicação ativa para construir relações mais leves, seguras e duradouras. Esse vídeo é um corte de uma das aulas da assinatura. Me conta: você já fingiu que “tanto faz” quando, na verdade, importava e muito? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://anapaulalima.com.br/apego Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Ser uma Pessoa Segura não é fingir que tanto faz.
  6. Aug 24

    Como começar a desapegar de um evitativo?

    Como começar a desapegar de um evitativo? Quando bate saudade, você geralmente cai em uma armadilha. Você lembra da conversa gostosa. Do encontro incrível. Da química. Daquele começo que parecia promissor. E esquece do vácuo. Da promessa que não virou atitude. Da ansiedade esperando uma mensagem. Da sensação de nunca saber exatamente onde estava pisando. Nosso cérebro não funciona como uma câmera que reproduz toda a relação com a mesma força. Memórias e emoções influenciam aquilo que ganha destaque. Por isso, experimente algo simples: escreva três situações concretas em que essa relação machucou você. Sem transformar a pessoa em vilã. Sem inventar defeitos. Só fatos. Depois observe: o que você pensou? O que sentiu? Como seu corpo reagiu? O objetivo não é criar raiva para conseguir desapegar. É recuperar a história inteira quando a saudade estiver mostrando apenas os melhores capítulos. E existe outra pergunta importante: o que você acredita que essa pessoa tinha que você ainda precisa desenvolver em você? Segurança? Autonomia? Autodomínio? Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a compreender seu estilo de apego, diferentes padrões emocionais, o Corpo de Dor e a desenvolver comunicação ativa para construir conexões mais leves, seguras e duradouras. Salve para reler quando a saudade começar a editar a história. Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Como começar a desapegar de um evitativo?
  7. Aug 22

    Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação?

    Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação? Eu gosto de coisa saudável. Minha mãe sabe disso. Então, vira e mexe, ela aparece com aquela couve cortadinha, feita com amor. Só existe um detalhe: meu corpo não se dá bem com a experiência. Couve me faz passar mal. Parece bobo. Mas fazemos algo muito parecido nos relacionamentos. O sono muda. O apetite muda. Uma mensagem chega e o corpo fica tenso. Você percebe que alguma coisa não está bem. Mesmo assim, continua. Por quê? Às vezes, não estamos apegados apenas à pessoa. Estamos apegados ao personagem que somos naquela relação. A boa menina, ou bom menino, que não quer desagradar. Quem nunca desiste. Quem compreende tudo. Quem consegue fazer dar certo. Nosso cérebro aprende a buscar aquilo que parece familiar e previsível. Por isso, abandonar um papel antigo pode causar medo, mesmo quando mantê-lo já custa muito caro. Presta atenção: sensação corporal não é sentença nem prova de que uma relação precisa terminar. É informação. Você pode escutar, observar o contexto e escolher conscientemente o que fazer com ela. Na Imersão Saindo da Turbulência do Apego, eu ensino você a identificar seu padrão de relacionamento, mudar esses padrões emocionais, fortalecer a sua autoconfiança e sair do ciclo de insegurança nos relacionamentos. A imersão é on-line, das 08h30 às 17h30, com no máximo 15 pessoas, para que eu consiga acompanhar as suas dúvidas de perto. Agora me conta: qual personagem está ficando caro demais para você manter? Para mais informações sobre a imersão “Saindo da Turbulência do Apego” clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/S97998035M?checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    Você está apegado(a) à pessoa ou a quem você é na relação?
  8. Aug 20

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro.

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro. “Mas eu já dou atenção!” Você sabe disso. Talvez até consiga listar tudo o que mudou na sua vida depois que essa pessoa chegou. Só existe um pequeno problema: A pessoa consegue perceber isso? No vídeo, a solução foi quase infantil de tão simples. Pegamos a agenda antiga e comparamos com a atual. De repente, aquilo que uma pessoa tentava explicar virou algo que a outra conseguiu enxergar. E veio o: “Nossa... agora eu entendi.” Relacionamentos vivem desses pequenos desencontros. Um pensa: “eu demonstro”. O outro sente: “eu não recebo”. Quando existe apego ansioso, sinais de distância podem ativar o sistema emocional com mais facilidade. Nesse estado, a pessoa pode prestar mais atenção ao que parece faltar do que ao que já existe. Isso não significa que toda cobrança seja justa. Significa que discutir sobre quem está certo costuma ajudar menos do que descobrir o que cada um está tentando comunicar. Às vezes, o amor precisa de legenda. Na assinatura Apego Livre – Transforme seu Relacionamento, você aprende a identificar estilos de apego, compreender padrões emocionais, entender como o Corpo de Dor atua, desenvolver comunicação ativa e construir conexões mais leves e seguras. Me conta: qual coisa você considera óbvia no seu relacionamento, mas que talvez nunca tenha explicado claramente? Para mais informações sobre a assinatura “Apego Livre - Transforme seu Relacionamento”, clique no link 👇 https://pay.hotmart.com/X94455576Y?off=htu0mcc6&checkoutMode=10 Com carinho, DONA ANA 💕🌿 Ana Paula da Rocha Lima Psicóloga, CRP-08/15011

    O que é óbvio pra você pode não ser óbvio pra o outro.

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