Salve minhas artilheiras! Marta, Cristiane, Tamires, Andressinha, Duda, Formiga e Pretinha. Você pode até reconhecer esses nomes, mas até onde você conhece o trabalho delas? Quantos jogos de futebol feminino você assistiu? Não acompanhamos o futebol feminino como se acompanha o masculino no Brasil e é fácil perceber a diferença. Mesmo com todo o seu reconhecimento internacional, Marta recebe o equivalente a 0,3% do salário de Neymar - um dos maiores jogadores do futebol masculino. A própria Marta já ganhou o prêmio de melhor do mundo seis vezes, número impressionante e, mesmo assim, apesar de grandes feitos e grandes nomes, ainda existem poucas mulheres no futebol. Não é apenas sobre público, é sobre cultura. E pensar que até 1979, quando o Brasil já era tricampeão mundial entre os homens, as mulheres ainda eram proibidas de jogar futebol. De lá pra cá, muita coisa mudou, mas as disparidades ainda são visíveis. Só em 2019 os times da série A do campeonato brasileiro de futebol passaram a ter obrigatoriedade de manter times femininos no clube. De proibido, o futebol feminino passa a ser obrigatório. Mesmo com essas dificuldades, muitas meninas persistem no sonho de ser jogadora profissional, afinal, assim como no masculino, o esporte ainda é um dos caminhos para ascender socialmente. Nos acompanhe no Instagram: @semimpedimentopod Créditos: Apresentação e Direção por Heloísa Holanda e Vanessa Costa. Produção por Gilmar de Souto e Lucas Freitas. Pauta e Roteiro por Gilmar de Souto, Heloísa Holanda, Lucas Freitas e Vanessa Costa. Edição e Mixagem por Marcos Paaki. Trilha sonora original por Gatunas. Mixagem Musical por Pedro Regada. Arte da capa por Ana Carla Augusto. Esse podcast tem como Apoio: A Lei Aldir Blanc de João Pessoa, Fundo Municipal da Cultura, Funjope, a Prefeitura Municipal de João Pessoa, Secretaria Especial da Cultura, Ministério do Turismo, Governo Federal do Brasil. Realização da Virtuose Produções em parceria com a TV UFPB.