Happy Auer Podcast

Happy Auer Cast

Happy Auer, o podcast onde transformamos ciência em conversa de bar, medicina em papo descontraído e hematologia em um momento de conexão e aprendizado.

  1. APR 2

    Linfoma de Hodgkin: BrECADD, NIVO-AVD e vida real | com Talita Silveira

    No episódio de hoje do Happy Auer, recebemos a Dra. Talita Silveira para uma conversa franca e prática sobre linfoma de Hodgkin: o que realmente mudou, como ela enxerga o lugar do BrECADD hoje, quando NIVO-AVD entra na conversa, o que fazer com doença inicial desfavorável, quando ainda vale discutir radioterapia e qual é o melhor resgate para o paciente mais difícil. Além de revisar a transição do BEACOPP para o BrECADD, a conversa entra no mundo real: curva de aprendizado, ajuste de dacarbazina na prática brasileira, profilaxia, fator de crescimento, idade/comorbidade, risco de “relaxar” porque o primeiro caso foi bem, acolhimento de cabelo/fertilidade e o que a equipe precisa saber para conduzir um esquema mais intenso com segurança. Você vai ouvir sobre: como a Talita passou a focar em Hodgkin e construiu esse ambulatório na práticaBrECADD na vida real brasileira e por que a experiência com toxicidade importadoença inicial desfavorável, radioterapia e o que ainda não foi estudado como deveriaNIVO-AVD, PET, subgrupos e o que ela enxerga como melhor resgate hojeum bloco final sobre mulheres na hematologia, propósito e livrosO Happy Auer está no Spotify, Apple Podcasts e YouTube.Se esse tema te interessa, também vale ouvir nossos episódios sobre BTK, BCMA, TP53 e MENIN, que conversam bem com esta discussão clínica mais “alvo + vida real”. Conteúdo educacional para profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.

    1h 33m
  2. MAR 5

    “Inibidores de menina” (MENIN): o alvo novo em LMA/LLA + playlist de agonistas

    Inibidores de MENIN (proteína do gene MEN1) são uma nova classe de terapia-alvo que mira leucemias agudas com fusões de KMT2A/MLL e também em cenários como o NPM1 mutado. Neste episódio do Happy Auer, a gente explica o mecanismo (MENIN como “scaffold” do complexo), discute os principais cenários biológicos (assinatura HOX / KMT2A / NUP98), comenta resultados iniciais em recidivado/refratário, toxicidades-chave (incluindo síndrome de diferenciação) e para onde essa classe pode evoluir (combinações, primeira linha e desenho de estudos). Você vai ouvir sobre: Por que MENIN é peça central para o complexo do KMT2A/MLL funcionar (e por que isso abre o alvo) Cenários onde a classe pode ter impacto: fusões KMT2A, NPM1, assinatura HOX e outras fusões (ex.: NUP98) O que dá pra esperar dos dados iniciais em R/R (e por que o “brilho” pode estar em combinação e linhas mais precoces) Segurança / “efeitos de classe” e a discussão sobre síndrome de diferenciação Um papo mais amplo: como a hemato vai lidar com doenças raras, estudos longos e aprovações (incluindo racional biológico e desenhos tipo basket) Bloco cultural: “agonistas de meninas” — playlist com artistas e bandas com mulheres (clássicos + novidades, como The Warning). Nota importante: no episódio, a gente comenta que algumas moléculas citadas têm aprovação/uso em alguns mercados, mas não estão disponíveis comercialmente no Brasil (vale checar o cenário local e o acesso). Conteúdo educacional voltado a profissionais de saúde. Não substitui diretrizes nem decisão clínica individual.

    50 min

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