Rádio Debate

Universitária FM 107.9

No Rádio Debate, você fica por dentro das discussões do momento e amplia seu universo de referências. Novos temas, diferentes olhares. Um diálogo indispensável sobre questões que merecem espaço no debate público. Programa da Universitária FM 107.9, emissora da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura (FCPC)/Universidade Federal do Ceará (UFC).

  1. 7h ago

    Saúde mental indígena

    Recentemente, um estudo com participação da Universidade Federal do Ceará, apontou um paradoxo preocupante em relação à saúde mental indígena.  Municípios com população indígena têm maior cobertura da Rede de Atenção Psicossocial. No entanto, são justamente essas localidades que estão apresentando indicadores mais elevados de sofrimento psíquico.   Nesta edição do Rádio Debate, veiculada em 17 de junho de 2026, discutimos o que está provocando o aumento de índices de adoecimento mental entre a população indígena, e as estratégias necessárias para enfrentar esse problema.   O debate de hoje é fruto de uma parceria do programa com o Movimento Saúde Mental, histórica organização da sociedade civil, com sede no Bom Jardim, aqui em Fortaleza.   Uma vez por mês, ao longo deste ano, você vai acompanhar, aqui no Rádio Debate, uma discussão proposta pelo Movimento Saúde Mental.   Participam do programa: > Pajé Nádia Pitaguary, liderança indígena do povo Pitaguary da aldeia Monguba (Pacatuba), e pedagoga, formada pelo curso de Licenciatura Indígena Intercultural KUABA, da Universidade Federal do Ceará; > Wirly Karão Jaguaribaras, liderança indígena da aldeia Furna da Onça (entre Aratuba e Capistrano), psicólogo, especialista em neuropsicologia e estudante de Pós-graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará; > Ana Silva, responsável técnica da Atenção Psicossocial e Promoção do Bem Viver Indígena do DSEI/Ceará (Distrito Sanitário Especial Indígena do Ceará).  -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Fernando Maia  O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    50 min
  2. 6d ago

    Sanfoneiras do Brasil

    Se eu te pedir pra pensar nos grandes nomes da sanfona na música brasileira, de quem é que você lembra?  Vou chutar que você pensou, no mínimo, no rei do baião, mestre Luiz Gonzaga. Não foi?  No meio desses nomes, tem o de alguma mulher sanfoneira?  Não sei se você sabe, mas muito antes do Gonzagão gravar um disco, a maranhense Dilu Melo já tinha alcançado esse feito.  Além dela, outras sanfoneiras foram abrindo espaço na puxada do fole, ainda que sem a devida visibilidade na história da nossa música.  Os tempos agora são outros e as próprias sanfoneiras têm procurado mostrar o protagonismo feminino no instrumento. É o caso do trio de musicistas do projeto “Por Detrás do Fole - Sanfoneiras do Brasil”, que se apresenta neste final de semana na Caixa Cultural, aqui em Fortaleza.   Nesta edição do Rádio Debate, veiculada em 11 de junho de 2026, conversamos sobre o projeto e as mulheres na sanfona.  Participam do programa: > Vitória Faria, idealizadora e diretora musical do show “Por Detrás do Fole - Sanfoneiras do Brasil”; > Maryanne Francescon, que integra o trio de mulheres acordeonistas no show “Sanfoneiras do Brasil”. -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Fernando Maia  O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    51 min
  3. Jun 9

    Facções como terroristas e riscos à soberania nacional

    Na última sexta-feira, dia 5 de junho, passou a valer a classificação do PCC e do CV como organizações terroristas pelos Estados Unidos.  A investida estadunidense contra as organizações criminosas brasileiras abre espaço para intervenções jurídicas, econômicas, políticas e militares que podem atingir diretamente a nossa soberania.  Ainda não dá pra saber o que de fato acontecerá no Brasil, mas a realidade de México, Colômbia e Venezuela neste momento nos dão alguns sinais importantes. Esses países tiveram recentemente organizações criminosas classificadas como terroristas. Nesta edição do Rádio Debate, veiculado em 09 de junho de 2026, discutimos como essa classificação pode afetar a soberania brasileira e como ela mexe no próprio combate às facções dentro do Brasil. Participam do programa: > Luiz Fábio Paiva, sociólogo e professor da UFC. Coordena o Laboratório de Estudos da Violência (LEV) e integra o Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Violência, Poder e Segurança (INViPS/CNPq). Pesquisa os efeitos sociais da violência, segurança pública e dinâmicas criminais contemporâneas. > Ana Carolina Matos,  professora da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Ceará. Mentora da linha de pesquisa de Direito Humanos do Grupo de Estudos em Direito e Assuntos Internacionais (GEDAI) da UFC. Advogada, atuando na área de Direito Internacional e em questões patrimoniais. -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Fernando Maia  O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    52 min
  4. Jun 3

    Misoginia digital e o projeto "Arretadas em Rede"

    O discurso de ódio e aversão às mulheres encontrou nas redes sociais terreno propício para se fortalecer.  Em pouco mais de vinte anos, vimos o surgimento e articulação de redpills, incels, e influencers masculinistas de toda ordem.  Com algoritmos que apelam para conteúdos violentos, a misoginia gera clique, monetização e cada vez mais violência de gênero, dentro e fora do ambiente digital.  Um projeto de extensão da Universidade Federal do Ceará está de olho nisso e quer formar mulheres para identificar casos de ódio e usar ferramentas de proteção e enfrentamento. É o “Arretadas em Rede - livres de misoginia”, iniciativa em parceria com Universidade de Brasília, Fundação Cetrede e Ministério das Mulheres.  É sobre esse projeto e sobre misoginia digital que dialogamos nesta edição do Rádio Debate, veiculada em 03 de junho de 2026. Participam do programa: > Glícia Pontes, pesquisadora e professora da Universidade Federal do Ceará nas áreas de publicidade, comunicação, cultura e política. Atualmente Pró-reitora adjunta de Cultura. É uma das coordenadoras do projeto de extensão “Arretadas em Rede - livres de misoginia”;  > Marina Solon, Doutora em Comunicação pela UFC e pesquisadora de Pós-Doutorado em Comunicação pela Universidade Federal do Maranhão. Pesquisa jornalismo, feminismos, ativismo digital, redes sociais e violência de gênero. Vai ministrar uma das formações do projeto "Arretadas em Rede". (acabou de ingressar na UFC como professora substituta  do curso de Jornalismo); > Lola Aronovich, professora e autora do blog feminista “Escreva Lola Escreva”, pela qual ficou conhecida e passou a dar palestras sobre feminismo, ativismo e misoginia na internet. Lola dá nome a uma lei federal de combate a crimes de misoginia no ambiente digital, de autoria da deputada federal Luizanne Lins, da Rede do Ceará.  -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Fernando Maia  O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    52 min
  5. Jun 1

    Jornalismo em tempos de fortalecimento da extrema-direita

    Pesquisadores de vários países, incluindo o Brasil, têm se dedicado a investigar como os jornalistas desempenham seu papel profissional.  Identificar esses papéis, associado às condições de trabalho e ao tipo de cada veículo jornalístico, ajuda a observar como eles se refletem nas notícias. A partir dessas análises, é possível discutir como os jornalistas se comportam em determinados contextos. É o caso do fortalecimento da extrema-direita, contexto político que afeta o Brasil e o mundo. Este é o tema de palestra que acontece logo mais no auditório José Albano da Universidade Federal do Ceará, dentro da programação do Diálogos PPGCOM, do Programa de Pós-Graduação em Comunicação. E a gente pega carona, nesta edição do Rádio Debate, veiculada em 01 de junho de 2026, para discutir os papéis profissionais de jornalistas em tempos de fortalecimento da extrema-direita.  Participam do programa: > Jacques Mick, professor do Departamento de Sociologia e Ciência Política e da Pós-Graduação em Jornalismo da Universidade Federal de Santa Catarina. Coordena, no Brasil, desde 2013, as etapas do projeto de pesquisa transnacional sobre Performance de Papéis Jornalísticos - “Journalistic Role Performance”;  > Edgar Patrício, professor do curso de Jornalismo e do Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal do Ceará. É coordenador do grupo de pesquisa Práxis no Jornalismo (PráxisJor) e coordenador da Rede de Pesquisa Aplicada em Jornalismo (AplicaJor). Participa da Rede de Pesquisa sobre Trabalho e Identidade no Jornalismo, vinculada à Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo.  -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Leandro Stigliano O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    51 min
  6. May 29

    O jornalismo pelas lentes feministas de Adriana Negreiros

    A jornalista Adriana Negreiros está em Fortaleza para lançar, hoje a noite, no Centro Dragão do Mar, o seu novo livro “Dercy - a diva debochada”.  A história da heroína decolonial pioneira, como se refere a autora sobre sua biografada Dercy Gonçalves, se soma à história de Maria Bonita, a quem também dedicou um trabalho biográfico.  Adriana tem buscado contar a história das mulheres no Brasil no século XX, enfrentado a ausência de documentação e, tantas vezes, a distorção de suas histórias pelo olhar masculino.   Nesta edição do Rádio Debate, veiculado em 29 de maio de 2026, conversamos com Adriana Negreiros, não só sobre “a diva debochada”, mas sobre toda a sua produção jornalística a partir de lentes feministas. Participa do programa: > Adriana Negreiros, jornalista, formada pela Universidade Federal do Ceará. Trabalhou no jornal Diário do Nordeste e nas revistas Veja, Playboy e Cláudia. Atualmente é editora e colunista no UOL. Tem graduação também em Filosofia, especialização em Filosofia Política e está no doutorado em Estudos Feministas na Universidade de Coimbra, em Portugal. É autora de “Maria Bonita: Sexo, violência e mulheres no cangaço”, “A vida nunca mais será a mesma” e “Dercy – a diva debochada”, que ela lança hoje no Dragão do Mar, aqui em Fortaleza.   -- Produção e Roteiro: Raquel Dantas Apresentação: Carolina Areal  Operação de Áudio: Fernando Maia  O Rádio Debate é um programa do Núcleo de Produções Especiais, com apoio da ADUFC - Seção Sindical do ANDES / Sindicato Nacional e realização da Universitária FM 107.9 e da Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura.

    49 min

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