Cinematografia Podcast

Cinematografia Podcast

Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.

  1. 5d ago

    Românticos e Perturbadores: 15 Filmes para o Dia dos Namorados | Cinematografia | Ep. 41

    No episódio 41 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni se reúnem para um especial de Dia dos Namorados com 15 filmes sobre amor, romance e relacionamentos — cada um escolhido à mão, cada um revelando um pouco mais de quem escolheu. Flávia veio com uma lista em ordem cronológica porque a historiadora nela nunca descansa. Fernando trouxe os filmes que te fazem acreditar no amor ( e no desejo). E Jason, o pessimista favorito do trio, apareceu de coração menos peludo, mas claro, entregou também três desgraças incríveis. O episódio abre com uma homenagem a Marjane Satrapi, cineasta franco-iraniana que morreu de tristeza — literalmente — pouco antes da gravação. Porque romantismo de verdade começa assim: com a morte de alguém que amou demais. 🎥 Entre os filmes discutidos: Bonequinha de Luxo (1961), de Blake Edwards: Holly Golightly, Audrey Hepburn em toda sua glória e a metáfora do amor moderno. Uma Linda Mulher (1990): o romance impossível que virou fórmula, e por que a Julia Roberts aqui ainda é inigualável. Love Story (1970): o pai de todos os clichês do cinema romântico, e como ele salvou a Paramount do colapso. Blue Valentine (2010), de Derek Cianfrance: o filme mais honesto sobre o fim de um casamento já feito, com Ryan Gosling e Michelle Williams no auge. 10 Coisas que Odeio em Você (1999) e a última vez que alguém acreditou de verdade num filme de comédia romântica. Para quem tem par, para quem não tem, e para quem ainda não decidiu.#cinematografiapodcast #analisedecinema #podcast #diadosnamorados #cinema #amor #filmederomance

    1h 59m
  2. May 16

    O Diabo Veste Prada 2: Uma sequência contemporânea | Cinematografia | EP. 39

    O Diabo Veste Prada 2 reencontra Miranda Priestly em um mundo que continua obcecado por imagem, prestígio e poder, mas já não tolera essas forças do mesmo jeito. No episódio 39 do Cinematografia Podcast, Flávia , Fernando e Jason analisam a sequência a partir de suas contradições mais interessantes: o fascínio por uma personagem implacável, a pressão sobre mulheres em posições de liderança, a crise do jornalismo, a transformação da indústria da moda e o peso de revisitar um filme que marcou uma geração. Conversamos sobre como o longa atualiza os conflitos do primeiro filme sem abandonar seu apelo popular. Há espaço para o prazer do reencontro, para a excelência do elenco e para a experiência de assistir a esse retorno no cinema, cercado por uma plateia que também parece vestir a ocasião (literal e metaforicamente). 🎥 Você encontrará neste episódio: •⁠ ⁠Miranda Priestly e o custo de permanecer poderosa em outro tempo. •⁠ ⁠A ambição feminina tratada com desejo, renúncia e julgamento social. •⁠ ⁠Moda e jornalismo como campos que passam por crises, prestígio e reputação. •⁠ ⁠A sequência que encontra assuntos próprios para desenvolver, em sua própria época. •⁠ ⁠A sessão de cinema como evento coletivo, elegante e afetivo (e as problemáticas que isso envolve). •⁠ ⁠A distância entre o impacto duradouro do primeiro filme e a recepção deste novo capítulo. 💬 E para você: O Diabo Veste Prada 2 entende bem o presente ou se apoia mais na força da memória afetiva? Conta nos comentários. #CinematografiaPodcast #ODiaboVestePrada2 #MerylStreep #AnneHathaway #EmilyBlunt #Cinema #AnaliseDeCinema #ModaNoCinema #CulturaPop #PodcastDeCinema

    1h 36m
  3. May 11

    Lars Von Trier: 70 anos do cineasta do mal | Cinematografia | EP. 38

    Aos 70 anos o cineasta dinamarquês Lars von Trier segue como uma das figuras mais incômodas, radicais e contraditórias do cinema europeu. Infame por seu Dogma 95, idealizador de uma estética do desconforto, de uma cinematografia do mal, do luto e da depressão, a obra de von Trier formula algumas das perguntas mais difíceis da arte contemporânea: por que assistir a filmes que nos desestabilizam? E o que o cinema revela quando deixa de tentar nos proteger? No episódio 38 do Cinematografia Podcast, Flávia, Fernando e Jason analisam a vida e a obra de Lars von Trier, passando por Ondas do Destino, Dançando no Escuro, Os Idiotas, Dogville, Anticristo, Melancolia, Ninfomaníaca e A Casa que Jack Construiu. 🎥 Neste episódio, falamos sobre: * Dogma 95 e o voto de castidade como uma tentativa de criar regras impossíveis para libertar o cinema. * O mal como personagem central: de Elemento de um Crime a A Casa que Jack Construiu. * As Trilogias. * As mulheres sacrificiais de Trier: inocência, sofrimento e redenção em Ondas do Destino, Dançando no Escuro e Dogville. * Dogville e o minimalismo cênico como experimento moral e cinematográfico. * Polêmica, autoria e persona non grata: o limite entre provocação pública e força estética. * Tarkovsky, Dreyer e Bergman às avessas: as influências espirituais de um cinema profundamente negativo. 💬 E para você: Lars von Trier é um cineasta do mal ou daquilo que a civilização tenta esconder? Conta nos comentários. #CinematografiaPodcast #LarsVonTrier #Dogma95 #Melancolia #Anticristo #Dogville #Ninfomaniaca #CinemaEuropeu #CinemaAutoral #AnaliseDeCinema #HistoriaDoCinema #PodcastDeCinema

    1h 52m
  4. May 3

    Labirinto: Bowie e um cinema que não existe mais | Cinematografia | EP. 37

    No episódio 37 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Labirinto, o avesso do conto de fadas: uma dark fantasy sobre o amadurecimento e tudo o que ele implica: o abandono da infância, a travessia pelo desejo e o enfrentamento dos monstros de uma nova fase da vida. Dirigido por Jim Henson em 1986, estrelado por ninguém menos que David Bowie no papel do Rei dos Duendes e por Jennifer Connelly como Sarah, o filme transforma bonecos, animatrônicos, música pop e grotesco em uma jornada de iniciação. Entre o fascínio nostálgico e o estranhamento contemporâneo, o episódio investiga o que ainda pulsa nesse clássico cult dos anos 1980 — e por que seu cinema artesanal parece tão distante do que se produz hoje. 🎥 Neste episódio, a conversa passa por: •⁠ ⁠O labirinto como rito de passagem, para além de pura fantasia. •⁠ ⁠O quarto de Sarah como mapa visual da memória, do acúmulo e da infância em despedida. •⁠ ⁠O papel de Bowie como Rei dos Duendes numa fantasia ambígua, entre desejo, perigo e performance pop. •⁠ ⁠Os animatronics como cinema artesanal em extinção. •⁠ ⁠O grotesco como linguagem visual, repleto de monstros e contos de terror. •⁠ ⁠A inesquecível trilha sonora de David Bowie. •⁠ ⁠Os anos 80 como imaginário cult. #CinematografiaPodcast #Labirinto #DavidBowie #JimHenson #JenniferConnelly #CinemaDosAnos80 #Fantasia #CinemaCult #AnaliseDeCinema #PodcastDeCinema #EfeitosPraticos #HistoriaDoCinema

    1h 32m
  5. Apr 27

    Michael: Aura, imagem e o problema das cinebiografias musicais | EP. 36 | Cinematografia

    Até onde o cinema consegue, de fato, reproduzir um artista cuja imagem nasceu maior que a tela?A cinebiografia Michael, dirigida por Antoine Fuqua e estrelado pelo sobrinho do rei do pop, Jaafar Jackson, atravessa a infância de Michael, com “The Jackson 5” até o auge da era Bad, exibindo um espetáculo musical, nostalgia e construção dramática. Mas a pergunta que move a conversa do trio é outra: quando uma cinebiografia parece, soa e dança como seu personagem, o que ainda falta para que ela tenha alma?No episódio 36 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni analisam Michael, passando pelo fanservice nas cinebiografias musicais, pela dificuldade de filmar a genialidade artística e pela ideia de aura na reprodução de um ícone.🎥 Neste episódio, a conversa passa por:•⁠ ⁠A cinebiografia como espetáculo: entre cinema, memória e homenagem ao fã.•⁠ ⁠A aura de Michael Jackson, sua presença, ausência e o limite da reprodução.•⁠ ⁠O fanservice musical, pensando quando a nostalgia emociona e quando ela esvazia.•⁠ ⁠A construção do artista Michael e sua relação com James Brown e Quincy Jones.•⁠ ⁠A experiência sonora e visual: shows, direção de arte e sensação de palco.•⁠ ⁠O dilema das cinebiografias.💬 E para você: Michael funciona mais como cinema, como homenagem ou como tentativa impossível de recuperar uma aura que só existia no próprio Michael Jackson? Conta nos comentários.#CinematografiaPodcast #Michael #MichaelJackson #AntoineFuqua #JaafarJackson #Cinebiografia #ReiDoPop #Cinema #AnaliseDeCinema #PodcastDeCinema

    1h 19m
  6. Apr 20

    O Caos e o Blues: Como The Blues Brothers redefiniu a comédia americana | Cinematografia | Ep. 35

    Dois desajustados vestidos impecavelmente em seus ternos pretos, um carro improvável e uma missão divina: eis o roteiro excepcional de “The Blues Brothers”, de John Landis, um dos maiores diretores de comédia dos anos 1980. No episódio 35 do Cinematografia Podcast, Flávia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni revisitam The Blues Brothers e o impacto cultural desse filme e a estranha combinação entre música, comédia e redenção. Entitulado no Brasil como “Os Irmãos Cara de Pau”, o filme parece apenas um pastelão à primeira vista, mas é na mistura entre o o non sense e a maravilhosa música negra norte-americana que reside sua característica mais original. Uma super aposta da Universal Pictures, que contou com a presença dos maiores artistas do blues e soul dos EUA: Cab Calloway, Aretha Franklin, James Brown, John Lee Hooker e Ray Charles. 🎥 Neste episódio, a conversa passa por: •⁠ ⁠A missão divina como motor cômico e moral da narrativa. •⁠ ⁠O blues como herança cultural e energia dramática do filme. •⁠ ⁠O absurdismo como linguagem e não só como gag. •⁠ ⁠A fotografia como surpresa formal dentro da comédia. •⁠ ⁠John Landis como elo entre humor, música e cultura pop. •⁠ ⁠O título brasileiro como tradução menos tosca do que parece. #CinematografiaPodcast #TheBluesBrothers #OsIrmaosCaraDePau #JohnLandis #Blues #Cinema #AnaliseDeCinema #HistoriaDoCinema #CulturaPop #FilmeCult

    1h 33m

About

Reflexões sobre a escrita do cinema. Com Flavia Arielo, Fernando Geloneze e Jason Baroni.