TheAgent Podcast: Agentes de IA para quem decide

Cassyano Correr | TheAgent Newsletter

TheAgent: a publicação executiva de referência sobre Agentes de IA para founders, CEOs e Executivos. Toda semana, conectamos os pontos entre os movimentos mais relevantes do mercado de agentes de IA e traduzimos o que isso significa pra quem lidera negócios. Fatos e ferramentas de IA, impacto para profissionais e organizações, dinheiro e risco. Sob medida para líderes que decidem, sempre direto ao ponto. Assine em theagent.bz

  1. 5d ago

    A Creditas cortou 8 pontos de custo com IA. O que ela fez diferente?

    A Creditas fechou o trimestre com o custo operacional em quarenta e dois por cento da receita, contra cinquenta por cento no ano anterior. São oito pontos percentuais de queda em doze meses, numa operação que cresceu em vez de encolher. Neste episódio eu mostro o que ela fez de diferente, e por que a maioria das empresas nunca chega perto desse número. A resposta veio de uma entrevista que fiz nesta semana com Renato Ferreira, CRO da Tess AI, que implanta agentes em dezenas de operações. O diagnóstico dele aponta para três decisões de gestão, todas tomadas antes de qualquer limitação técnica aparecer. Eu chamo essas três de “as três travas”, e provavelmente a sua empresa já tomou pelo menos uma delas. 🎧 O que você vai ouvir: • Como a Creditas transferiu a cadeia inteira de decisão para agentes, em vez de acelerar o analista• Por que corte de custo com agentes é diferente de corte linear com demissão• Trava 1: o comitê de liderança que produz roadmap e apresentação, nunca automação• Trava 2: o projeto que nasce dentro da TI e morre na prova de conceito• Trava 3: comprar IA por assento, o incentivo econômico contra a própria transformação• A diferença entre um copiloto e um agente, e o que ela muda no seu organograma• Onde o caso da Creditas pode ser ponto fora da curva, e o risco de agente sem fonte de verdade• As cinco condições que um processo precisa atender antes de receber um agente ⏱️ Capítulos: 00:00 — Open: o comitê de IA que nunca automatizou nada00:30 — As duas notícias da semana e a pergunta do episódio00:59 — O número: o custo da Creditas cai de 50% para 42% da receita02:24 — Crédito com garantia: por que o processo é pesado02:53 — O que a Creditas fez: a cadeia inteira, em vez da tarefa03:42 — Corte com agentes não é corte linear com demissão04:56 — As três travas: por que quase ninguém chega nesse número05:47 — Trava 1: o tema preso no comitê de liderança06:21 — Trava 2: o projeto embaixo da área de TI07:18 — Trava 3: comprar IA por assento07:56 — Execução de baixo para cima, mandato de cima para baixo08:48 — Ferramenta e agente: o consultor genial e o funcionário digital10:41 — A decisão de compra: produtividade por pessoa ou capacidade de execução11:14 — O contraponto: o número sem denominador12:20 — Risco operacional e as cinco condições do processo13:54 — A minha visão: de projeto de tecnologia para desenho organizacional15:31 — A pergunta final: quantas vezes por dia você usa IA? 🔗 Fontes mencionadas: • TheAgent, 11/08/2026 — Creditas usa agentes de IA em toda a operação e reduz custos para 42% da receitahttps://theagent.bz/creditas-usa-agentes-de-ia-em-toda-a-operacao-e-reduz-custos-para-42-da-receita/ • TheAgent, 13/08/2026 — Entrevista com Renato Ferreira, Tess AI: “Nenhum comitê de IA jamais automatizou um processo”https://theagent.bz/entrevista-com-renato-ferreira-tess-ai-nenhum-comite-de-ia-jamais-automatizou-um-processo/ 📩 Assine a newsletter TheAgent:https://theagent.bz Análises sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos. Sempre direto ao ponto.

    A Creditas cortou 8 pontos de custo com IA. O que ela fez diferente?
  2. Aug 7

    A aposta da Cielo: quando o agente de IA fecha a venda sozinho

    Você já viu um cliente pedir ajuda no chat, receber uma resposta pronta e depois sumir porque o pagamento acontecia em outro lugar? Neste episódio, mostramos como Cielo e Google Cloud eliminaram essa quebra usando um agente de IA capaz de vender do início ao fim da jornada, sem tirar o cliente da conversa. Você vai entender o que é o protocolo AP2, a diferença entre um chatbot que apenas responde e um agente que realmente fecha pedidos, além de como conectar sua IA ao estoque e aos sistemas que sua empresa já utiliza, preservando a operação atual. Se o seu objetivo é transformar conversas em receita, este episódio é um excelente ponto de partida. O que você vai ouvir: • O que separa um chatbot de atendimento de um agente de IA que gera receita• Como o protocolo AP2 permite realizar pagamentos dentro da conversa• Por que a principal métrica deixa de ser tempo de resposta e passa a ser taxa de conversão• Como conectar estoque, preços e catálogo ao agente de forma segura• Os principais cuidados de segurança para agentes que executam transações financeiras• Casos e dados do mercado brasileiro envolvendo Nuvemshop, Lumi e o lançamento do Gemini Spark Capítulos: 00:00 – Abertura: o que é um agente de finalização e por que ele gera receita00:40 – O caso da Cielo e Google Cloud que transforma o chat em ponto de venda02:30 – Como o protocolo AP2 permite pagamento dentro da conversa03:45 – Como o agente consulta estoque e mantém o contexto da conversa05:00 – Por que a métrica deixa de ser velocidade e vira taxa de conversão06:00 – O consumidor brasileiro, a Nuvemshop e a plataforma Lumi para lojistas07:00 – Gemini Spark e o princípio de executar tarefas dentro da conversa07:45 – Raquel traz alertas sobre segurança, chargeback e controle de risco09:00 – Aplicação prática: como mapear a jornada e estruturar os dados do seu produto10:00 – Como fazer testes controlados e identificar sinais para expandir10:45 – Reflexão final: conte quantos cliques existem entre o cliente e o dinheiro na conta Fontes mencionadas: • Cielo e Google Cloud, responsáveis pelo protocolo AP2 apresentado no episódio• Nuvemshop, fonte do dado sobre brasileiros que utilizam IA para pesquisar e comprar• Lumi, plataforma da Nuvemshop que opera com mais de trinta agentes para lojistas• Runflow, startup brasileira especializada em integrações de agentes para empresas• Mastercard, referência sobre adaptação de sistemas para aceitar agentes compradores• Anthropic, empresa citada pelo teste interno em que modelos ultrapassaram limites definidos• Gemini Spark, ferramenta do Google lançada no Brasil para automação de tarefas Assine gratuitamente a newsletter TheAgent em https://theagent.bz e receba, duas vezes por semana, análises práticas sobre agentes de IA, automação e a nova economia. Para founders, líderes e executivos. Sempre direto ao ponto.

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  3. Jul 31

    Agentic Commerce: o catálogo que você montou para humanos não conversa com agentes de IA

    Seu e-commerce pode receber mil visitas por dia, mas existe um comprador novo que não clica em banners, não olha fotos e não lê descrições poéticas: o agente de inteligência artificial autônomo que já movimenta dinheiro real no e-commerce. Enquanto você investe em vitrine visual e SEO para humanos, a máquina lê dados brutos e descarta seu produto se os atributos técnicos estiverem desorganizados ou inacessíveis. A boa notícia é que preparar o catálogo para essa realidade não exige virar engenheiro de software, mas sim reorganizar a informação que você já tem de forma clara. Neste episódio, Lily desmonta como funciona o agente comprador, Mark explica na prática o que é uma API e Raquel traz um alerta sobre segurança e governança de dados sensíveis. Juntos, eles apresentam um passo a passo tangível para você auditar atributos técnicos e estruturar uma ponte de dados que conversa com máquinas sem quebrar a operação. • A diferença entre um chatbot de WhatsApp e um agente comprador autônomo que gasta dinheiro real• Por que uma API estruturada vale mais que um site bonito quando quem compra é uma máquina• O exemplo concreto do ar-condicionado e o que muda entre descrição emocional e atributo técnico• Como fazer um raio-X do seu catálogo e começar com uma categoria pequena na próxima semana• O cuidado de Raquel com segurança, governança e preço dinâmico exposto para agentes externos• Uma dica prática para anotar e aplicar na segunda-feira sem precisar de uma equipe nova 00:00 Introdução: o catálogo invisível para máquinas00:35 O que é um agente comprador autônomo02:05 Por que a vitrine bonita não funciona03:10 O que é API e por que ela importa04:35 Exemplo prático do ar-condicionado05:40 Isso já é real ou ficção?06:35 Raquel: riscos de segurança e governança07:35 Primeiro passo para aplicar na próxima semana09:05 Alinhar API com estoque físico real09:35 A dica da semana para começar na segunda-feira10:05 Fechamento • Edição Briefing: "Agentes da OpenAI escapam de sandbox e IA avança nos órgãos públicos"• Edição Dossiê: "Agentes de IA inauguram uma nova fase do e-commerce e transformam os catálogos digitais" Assine a newsletter TheAgent em https://theagent.bz para receber análises sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos. Sempre direto ao ponto. O que você vai ouvir:Capítulos:Fontes mencionadas:

    Agentic Commerce: o catálogo que você montou para humanos não conversa com agentes de IA
  4. Jul 10

    Sua IA tem crachá? A regra de ouro para escalar agentes com segurança

    Você já parou para pensar se o seu agente de IA circula como visitante sem controle ou como um colaborador com função definida? A FCamara virou notícia ao entregar crachás físicos para sistemas autônomos, e esse gesto esconde uma lição prática sobre governança que qualquer pessoa pode aplicar no trabalho. Neste episódio, explicamos como definir escopo, responsável e limite de parada antes de colocar uma máquina para executar tarefas reais. Você vai aprender a diferenciar métrica de adoção de métrica de resultado, entender os riscos de dados em plataformas de terceiros e sair com um passo a passo simples para testar um agente ainda esta semana sem criar confusão na sua operação. O que é um agente de IA e como ele vai além de responder perguntas para executar tarefas reais. O caso FCamara e o que o crachá físico representa para a governança operacional na prática. Os três pilares para escalar com segurança: definir escopo, responsável humano e limite de parada. Por que medir adoção é uma armadilha e quais métricas de negócio mostram resultados reais. Como avaliar riscos de dados e termos de serviço antes de contratar qualquer ferramenta de terceiros. Um roteiro prático de quatro passos para aplicar na sua operação começando ainda esta semana. 00:00 - Abertura e a pergunta: sua IA já tem crachá e função definida na empresa?01:00 - O que é um agente de IA e por que ele executa tarefas reais além de responder perguntas02:00 - O caso da FCamara e o que o crachá físico revela sobre governança operacional03:30 - Os três pilares para escalar com segurança: escopo, responsável e limite de parada05:00 - Por que medir adoção é erro e quais métricas de negócio realmente importam06:00 - Governança de dados: o que acontece quando Meta, WhatsApp e TIM entram na operação07:30 - A Jota e a tendência de agentes financeiros verticalizados no mercado brasileiro08:30 - O contraponto de Raquel sobre maturidade de TI antes de dar autonomia total09:30 - Passo a passo prático para mapear processos e testar um agente esta semana10:30 - A provocação final: qual métrica justificaria o orçamento do seu agente? FCamara: consultoria brasileira citada pela implementação de crachás físicos para agentes de IA. Meta e WhatsApp Business: mencionados nos termos de serviço sobre acesso e uso de dados comerciais. TIM: empresa que lançou aplicativo dentro do ChatGPT para vender planos e atender clientes. Jota: startup que captou recursos para atuar como agente financeiro verticalizado no WhatsApp. Assine a newsletter TheAgent: https://theagent.bz — análises profundas sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos. Sempre direto ao ponto!

    Sua IA tem crachá? A regra de ouro para escalar agentes com segurança
  5. Jul 3

    Governança para agentes de IA: o que 87% das empresas ainda ignoram

    Você já delegou uma tarefa para um agente de IA e ficou na dúvida se ele realmente fez do jeito certo? Agora imagine que não dá para conversar com ele no final do dia para conferir. É exatamente assim que milhares de empresas operam hoje, com máquinas tomando decisões sozinhas enquanto os humanos só percebem o erro quando o prejuízo já aconteceu. Neste episódio, a gente mostra que você não precisa de um comitê enorme nem de software caro para criar um controle que funciona. O que é governança mínima e por que ela deve existir desde o primeiro dia de operação Como montar uma trilha de auditoria simples usando apenas planilhas ou prints O caso real da fintech que perdeu dinheiro porque o agente aprovou estornos duplicados sem ninguém ver Os três pilares de qualquer protocolo: uma pessoa dona, um registro claro e um botão de desligar Cinco cenários de teste que você pode aplicar na próxima hora, sem precisar de autorização da diretoria A pergunta que pode mudar como seu time enxerga a confiança cega em algoritmos 00:00 Abertura: o risco real do agente que trabalha sozinho01:00 O que é governança mínima e o gap entre adoção e controle de IA02:00 Trilha de auditoria: as quatro perguntas que todo registro deve responder03:30 O perigo de confiar demais no algoritmo sem validação humana05:00 O caso da fintech: estornos duplicados que ninguém viu na hora06:30 O que empresas mais maduras fazem para separar risco técnico de negócio07:30 Testes simples que funcionam na prática em equipes pequenas08:30 Quem deve ser o responsável pelo agente e por que não pode ser só TI09:30 O ponto de Raquel: prevenir sempre sai mais barato que consertar depois10:15 O passo a passo para aplicar na próxima hora sem pedir aprovação da diretoria10:45 A pergunta que você deve levar para o seu time na segunda-feira IT Forum: pesquisa sobre adoção de inteligência artificial e processos estruturados de auditoria no Brasil Gartner: projeção sobre desligamento de agentes de IA até 2027 por falta de controles adequados Assine a newsletter TheAgent em https://theagent.bz para receber análises sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos. Sempre direto ao ponto! O que você vai ouvirCapítulosFontes mencionadas

    Governança para agentes de IA: o que 87% das empresas ainda ignoram
  6. Jun 26

    Por que agentes de IA precisam de conhecimento, não só dados

    Você já viu um agente de IA tomar uma decisão que não fazia sentido nenhum, mesmo com todos os dados organizados na tela? Acontece mais do que se imagina, e o problema raramente é técnico. Neste episódio, a gente explica por que dados limpos não ensinam ninguém a decidir sozinho e o que muda quando você passa da governança de dados para a governança de conhecimento, com exemplos do dia a dia de trabalho. Mark, Lily e Raquel desmontam o conceito de forma simples, mostram como capturar as regras e exceções que ficam só na cabeça do time e dão três passos concretos para você testar na sua operação ainda esta semana, mesmo antes de ter um agente implementado. A diferença real entre governança de dados e governança de conhecimento Por que agentes de IA erram quando falta contexto de negócio O que são ontologias e como elas imitam o raciocínio humano na prática O ponto de vista de Raquel sobre custos, riscos e armadilhas comuns Três passos para mapear conhecimento e testar com baixo risco Como se preparar para agentes autônomos usando o que você já tem hoje 00:00 — Quando dados organizados não bastam01:00 — Governança de dados: o que é hoje02:15 — Por que o agente erra sem contexto03:30 — Governança de conhecimento: a diferença real04:45 — Ontologias: organizando regras e exceções06:00 — O ponto de Raquel sobre custo e risco07:30 — Passo a passo para testar na próxima semana09:15 — Como começar sem ter um agente10:15 — A pergunta que você deve fazer hoje Pesquisa e experiência prática da equipe do TheAgent Podcast Briefing editorial e roteiro interno de desenvolvimento do episódio #13 Assine a newsletter TheAgent em https://theagent.bz para análises sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos, sempre direto ao ponto! O que você vai ouvirCapítulosFontes mencionadas

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  7. Jun 12

    O erro da Bethlehem Steel que sua empresa repete com agentes de IA

    Sua empresa ainda trata agentes de IA como se fossem um projeto de transformação digital monolítico, travado em comitês de arquitetura, requisitos genéricos de segurança e orçamentos que demoram trimestres para serem aprovados. Enquanto isso, gargalos operacionais simples seguem sendo resolvidos manualmente — e concorrentes menores já capturam valor com soluções improvisadas criadas em uma semana. Este episódio aplica a lógica das minimills, que redefiniu a siderurgia global, à arquitetura de inteligência artificial corporativa. A conversa mostra por que dezenas de agentes leves e específicos vencem a corrida contra plataformas integradas mastodônticas. Mark, Lily e Raquel discutem casos reais de venture, fábricas e advocacia, além de como implementar governança leve sem repetir a burocracia que paralisa a inovação. • Por que a plataforma monolítica se tornou uma armadilha de orçamento e atraso• A lógica das minimills de Nucor aplicada à implementação de agentes de IA• Casos reais de agentes leves rodando em fundos de venture, fábricas e escritórios de advocacia• O contraponto de governança: como fragmentar sem perder o controle financeiro e de segurança• O playbook prático para mapear autoridade, escolher gargalos e prototipar em quarenta e oito horas• A pergunta que muda como você apresenta IA para o board da sua empresa 00:00 — Abertura: a armadilha da plataforma monolítica de agentes01:00 — A lógica das minimills que derrubou as siderúrgicas integradas02:00 — Por que a transformação digital monolítica travou seus agentes03:30 — O mindset das minimills aplicado à arquitetura corporativa de IA05:00 — Casos reais de agentes leves rodando em operações reais06:30 — O risco da fragmentação de agentes sem governança e auditoria07:30 — Playbook: mapeie a autoridade do agente antes de qualquer código08:30 — Como escolher e prototipar o primeiro gargalo operacional09:30 — Governança leve e o kill switch acionável pelo gestor operacional10:30 — A pergunta que você leva para a próxima reunião do board • Relatório da Forrester sobre adoção e escalabilidade de IA agentic Assine a newsletter TheAgent em https://theagent.bz para análises sobre agentes de IA duas vezes por semana. Para founders, líderes e executivos, sempre direto ao ponto! O que você vai ouvirCapítulosFontes mencionadas

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  8. Jun 5

    Sua IA tem freio? O risco oculto dos agentes autônomos

    Três e doze da manhã, e o agente de IA de uma fintech de crédito começou a estornar um lote inteiro de cobranças legítimas, dinheiro saindo da conta da empresa de volta para clientes que deviam de verdade. Quando o time de plantão percebeu, quase quatro horas tinham passado e o estrago já estava feito. O agente não travou, não deu erro, não pediu ajuda: fez exatamente o que mandaram, rápido e sozinho. Este episódio responde a uma pergunta simples de enunciar e difícil de implementar: como você deixa um agente agir sozinho sem deixar que um erro dele vire um buraco que você não consegue tapar? O que você vai ouvir: • Por que um agente rápido e sem teto transformou um arquivo de conciliação torto em horas de estorno sem freio nenhum • O que significa dar permissão de escrita a um agente, e por que isso muda o tamanho do risco que você assume • A diferença entre o agente errar de forma visivelmente burra e errar sendo coerente e veloz na direção errada • O conceito de limite de dano, o máximo de estrago que um agente consegue causar sozinho antes de parar e pedir aprovação • Os três tetos concretos que seguram esse risco: por ação, agregado por janela de tempo, e a parada de emergência • Quem na empresa decide esses números, e por que essa decisão não pode ficar com a área técnica sozinha Capítulos: 00:00 O estorno em massa às 3h12 da manhã 00:40 O que a Pague Leve tinha montado 02:00 Permissão de escrita sem teto nenhum 03:10 Por que o piloto não pegou o risco 04:20 A madrugada do arquivo de conciliação trocado 05:40 Decisões certas sobre dados errados 06:50 O conceito central, o limite de dano 08:00 O ponto da Raquel, o passivo que não volta 09:20 Como aplicar, os três tetos concretos 10:30 Teto por ação e teto agregado por dia 11:20 A parada de emergência que desliga na hora 12:00 Quem decide os números de verdade 12:40 A pergunta para a sua segunda-feira Fontes mencionadas: • Caso Pague Leve, fintech de crédito didática criada apenas para ilustrar o mecanismo deste episódio • Edição Briefing da semana, Você comprou adoção de IA achando que era resultado, a conta de 2026 chegou • Edição Dossiê da semana, Edson Rigonatti e a tese AI-First, por que quase todo mundo está construindo a empresa errada Quer a análise executiva completa por trás de cada episódio? Assine a newsletter TheAgent, a publicação executiva de referência sobre agentes de IA, e receba a leitura de negócio direto no seu e-mail. Para founders, líderes e executivos, sempre direto ao ponto!

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