Morning Call by FUTURO invest

FUTURO Corp

Domine o mercado antes do primeiro café. O Morning Call by FUTURO Invest traz a abertura e as tendências econômicas sob a ótica do Método 360º da FUTURO Corp. Mais do que números, entregamos a análise estratégica necessária para proteger seu patrimônio e acelerar seu plano de vida. Informação técnica e visão de longo prazo com a solidez de um ecossistema reconhecido pela Planejar. O futuro não se prevê, se planeja. Assuma o protagonismo dos seus investimentos. Episódios novos de segunda a sexta, às 8h30. Siga o podcast e ative o sino de notificações!

  1. 17h ago

    08/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro chega a esta quinta-feira em um teste de sustentação da reprecificação pós-eleitoral. Depois da forte alta de segunda-feira, o Ibovespa acumulou duas sessões de realização e agora enfrenta um ambiente externo menos favorável, com petróleo acima de US$ 100, Treasuries elevados, dólar global forte e bolsas asiáticas pressionadas. Na quarta-feira, o Ibovespa caiu 0,74% e encerrou perto dos 204,3 mil pontos. Mesmo após a correção, o índice ainda acumula alta de 9,64% em outubro e 26,8% no ano. O dólar comercial voltou a superar R$ 5 e fechou em R$ 5,01, alta de 0,72%. Nos juros, a curva apresentou comportamento misto: o DI janeiro de 2028 terminou em 12,605%, o DI janeiro de 2029 recuou para 12,435% e o DI janeiro de 2031 avançou para 12,600%. O IGP-DI de setembro também entrou no radar ao acelerar para 1,50%, após 0,06% em agosto. No exterior, Wall Street fechou no negativo: S&P 500 -0,22%, Nasdaq -0,22% e Dow Jones -0,66%. Na Ásia, o ambiente é mais defensivo, com Nikkei -1,1%, Coreia do Sul -2,1% e MSCI Ásia-Pacífico, excluindo Japão, -1,2% na referência apresentada no episódio. Entre os principais temas analisados: - Brent em US$ 102,28 por barril, alta de 2,28%, favorecido por riscos no Oriente Médio, interrupções no Golfo do México e queda de 3,2 milhões de barris nos estoques americanos; - WTI em US$ 89,94, alta de 1,88%; - minério de ferro em Dalian em queda de 1,85%, para 691,5 yuans por tonelada, pressionando a leitura para Vale e siderúrgicas; - Petrobras com possível suporte da alta do petróleo, após as ações preferenciais subirem 1,08% e as ordinárias avançarem 1,58%; - dólar, bancos e empresas sensíveis aos juros como termômetros da continuidade da redução do prêmio de risco brasileiro; - pedidos semanais de seguro-desemprego nos EUA às 09h30 e leilão de Treasuries de 30 anos às 14h00; - primeiras pesquisas Datafolha e PoderData do segundo turno no radar doméstico; - IPCA de setembro previsto para amanhã, adicionando cautela à curva de juros. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô próximo dos 205,1 mil pontos, primeiro suporte na região dos 203,3 mil e primeira resistência perto dos 206 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de pressão vendedora seletiva, com Petrobras relativamente mais protegida pelo petróleo e maior cautela sobre Vale, siderúrgicas, bancos e empresas domésticas sensíveis aos juros. A confirmação do cenário passa pelo comportamento do dólar, dos DIs, dos Treasuries e pela capacidade do Ibovespa de recuperar o pivô. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  2. 1d ago

    07/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro chega a esta quarta-feira em uma fase de confirmação depois da forte reprecificação pós-eleitoral. O Ibovespa realizou parte dos ganhos na terça-feira, mas dólar e juros longos continuaram melhorando, sinalizando que a redução do prêmio de risco doméstico ainda não foi completamente desmontada. O principal teste agora é saber se esse movimento consegue se sustentar diante de um exterior mais cauteloso. O Ibovespa caiu 0,52% e encerrou perto dos 206 mil pontos, depois de alcançar quase 210 mil pontos na máxima. Mesmo com a correção, o índice acumula alta de 10,46% em outubro e 27,75% em 2026. No câmbio, o dólar comercial terminou próximo de R$ 4,98, queda de 0,52%, permanecendo abaixo de R$ 5. Nos juros, a ponta longa da curva continuou retirando prêmio: o DI janeiro de 2029 caiu para 12,445% e o DI janeiro de 2031 recuou para 12,560%. Entre as ações, os bancos tiveram comportamento dividido. Bradesco avançou 4,40%, Itaú Unibanco subiu 1,96% e Santander Brasil ganhou 3,23%, enquanto Banco do Brasil caiu 6,42% após downgrade do JPMorgan. PETR4 recuou 2,78% e VALE3 caiu 1,44%. No exterior, Wall Street renovou recordes: S&P 500 +0,58%, Nasdaq +0,45% e Dow Jones +0,49%. Nesta manhã, porém, o ambiente é mais cauteloso, com Ásia pressionada, futuros americanos sem direção clara e Treasury de dez anos em 5,307%. O petróleo volta ao centro das atenções. O Brent sobe cerca de 1%, para US$ 101,58 por barril, diante das tensões no Oriente Médio e dos riscos provocados por uma tempestade no Golfo do México. Para Petrobras, a alta da commodity pode oferecer suporte após a realização do último pregão. Já Vale e siderúrgicas seguem sem nova referência de minério da China continental, ainda fechada por feriado. Na agenda, os principais gatilhos são: - IGP-DI de setembro no Brasil, às 08h00; - produção e vendas de veículos, também às 08h00; - estoques americanos de petróleo, às 11h30; - leilão de Treasuries de dez anos, às 14h00; - fluxo cambial brasileiro, às 14h30; - ata do Federal Reserve, às 15h00. A ata do Fed é o principal evento internacional do dia. Uma leitura menos dura pode aliviar os Treasuries e favorecer emergentes. Em sentido contrário, uma comunicação mais preocupada com inflação, especialmente com o petróleo acima de US$ 100, pode aumentar a pressão sobre juros, dólar global e bolsas. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô na região dos 206,7 mil pontos, primeiro suporte perto dos 203,8 mil pontos e primeira resistência próxima dos 208,6 mil pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura cautelosa e seletiva, com alternância entre realização e rotação setorial. Dólar, DIs, bancos, PETR4, VALE3 e a reação do Ibovespa ao pivô serão os principais termômetros dos primeiros negócios. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  3. 2d ago

    06/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro entra nesta terça-feira em uma fase de confirmação depois da forte reprecificação provocada pelo primeiro pregão pós-eleição. Após uma alta histórica do Ibovespa, o foco passa a ser a capacidade de sustentação do movimento em Bolsa, dólar e juros, em um ambiente externo moderadamente favorável nas bolsas, mas ainda pressionado pelos Treasuries elevados. Na segunda-feira, o Ibovespa avançou 7,70%, aos 206.911,89 pontos, primeiro fechamento da história acima dos 200 mil pontos. O índice chegou a 209.605,70 pontos na máxima e 192.137,63 pontos na mínima. O dólar comercial caiu 4,12%, para R$ 5,001, enquanto a curva de juros registrou forte fechamento, especialmente nos vencimentos mais longos. O movimento beneficiou principalmente empresas domésticas e sensíveis aos juros. B3SA3 subiu 22,63%, MGLU3 avançou 24,18%, BBDC4 ganhou 13,57%, BBAS3 valorizou 11,00% e ITUB4 subiu 10,37%. PETR4 avançou 8,19%. Em sentido contrário, VALE3 caiu 0,97%, SUZB3 perdeu 5,39% e EMBJ3 recuou 3,31%, refletindo também os efeitos da valorização do real sobre exportadoras. No exterior, Wall Street encerrou a sessão em alta, com S&P 500 +0,66%, Nasdaq Composite +1,05% e Dow Jones +0,18%. Na Ásia, o Nikkei avançava 1,1% e o Hang Seng subia 0,7%, enquanto a China continental permanece fechada por feriado. Os futuros americanos apontavam leve alta, com Nasdaq futuro +0,2% e S&P 500 futuro +0,1%. O principal contraponto continua sendo o mercado de juros. O Treasury de dez anos estava em 5,3154%, depois de atingir 5,3493% na segunda-feira, maior nível desde 2002. No petróleo, o Brent recua para US$ 99,49 por barril, queda de 0,8%, enquanto o Bitcoin opera a US$ 85.610,01, com baixa de 0,18% na sessão diária. No episódio, você acompanha ainda: - a possibilidade de realização após a alta de 7,70% do Ibovespa; - a sustentação, ou devolução, do movimento do dólar e dos DIs; - os possíveis impactos sobre bancos, varejo e demais empresas sensíveis aos juros; - os vetores para PETR4 diante do petróleo abaixo de US$ 100 e da descoberta na Margem Equatorial; - a leitura para VALE3 e siderúrgicas sem nova referência da China continental; - o aumento de capital de R$ 10 bilhões do Bradesco; - a balança comercial dos Estados Unidos e as falas de John Williams e Michelle Bowman. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 202.885,07 pontos, primeiro suporte em 196.164,45 pontos e primeira resistência em 213.632,52 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com possibilidade de rotação setorial e realização parcial após o rali de segunda-feira. Dólar, DIs, bancos, PETR4, VALE3 e o comportamento do Ibovespa em relação ao pivô de 202.885,07 pontos serão os principais termômetros dos primeiros negócios. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  4. 3d ago

    05/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O primeiro pregão após o primeiro turno das eleições presidenciais começa com potencial de forte reprecificação dos ativos domésticos. O principal tema do dia é a reação do mercado ao avanço de Flávio Bolsonaro e Lula para o segundo turno, marcado para 25 de outubro, em um cenário que pode movimentar Bolsa, dólar e curva de juros já nos primeiros negócios. O Ibovespa chega a essa sessão depois de uma forte alta na sexta-feira: avanço de 2,63%, aos 192.114,55 pontos, com máxima em 192.118,70 e mínima em 186.144,24 pontos. Na semana, o índice acumulou ganho de 4,71%. O dólar comercial fechou a R$ 5,216, queda de 0,08%, enquanto os juros futuros recuaram, com o DI janeiro de 2027 em 13,510%, o DI janeiro de 2028 em 13,465%, o DI janeiro de 2029 em 13,690% e o DI janeiro de 2031 em 13,920%. Entre as principais ações, VALE3 avançou 2,56% e PETR4 subiu 2,81%. Os bancos também tiveram desempenho positivo, com BBAS3 +3,04%, BBDC4 +3,34%, ITUB4 +1,54% e SANB11 +0,68%. No exterior, o payroll americano mostrou criação de 29 mil vagas em setembro, abaixo da expectativa de 90 mil, enquanto a taxa de desemprego subiu de 4,1% para 4,2%. O dado reduziu as apostas em nova alta dos juros pelo Federal Reserve em outubro e ajudou Wall Street a fechar em alta: Dow Jones +0,49%, S&P 500 +0,73% e Nasdaq Composite +1,19%. Nesta manhã, o ambiente global é mais equilibrado. O Treasury de dez anos opera próximo de 5,256%. Na Ásia, o Nikkei avança cerca de 2,5%, enquanto o Hang Seng sobe 0,3%. China continental e Coreia do Sul permanecem fechadas por feriado. O petróleo recua com o aumento das exportações do Oriente Médio e a liberação de estoques pelo G7, enquanto o Bitcoin opera próximo de US$ 86.190, alta de aproximadamente 0,4%. Na agenda, os principais pontos são o Relatório Focus às 08h30, os PMIs de serviços e composto no Brasil às 10h00 e o ISM de serviços dos Estados Unidos às 11h00. Apesar dos indicadores, o resultado eleitoral permanece como principal gatilho para o mercado brasileiro. No episódio, você acompanha ainda: a possível reação de bancos, varejo, construtoras e empresas sensíveis aos juros ao novo cenário político;os vetores para PETR4, incluindo a nova descoberta na Foz do Amazonas e a queda do petróleo nesta manhã;a leitura para VALE3 diante da ausência de negociação na China continental;a parada programada da Repar, com investimento de aproximadamente R$ 800 milhões;as 66 entregas de aeronaves da Embraer no terceiro trimestre de 2026;os principais níveis técnicos do Ibovespa. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 190.125,83 pontos, primeiro suporte em 188.132,96 pontos e primeira resistência em 194.107,42 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura com viés positivo para os ativos domésticos, mas com volatilidade potencialmente elevada. Dólar, DIs, bancos, PETR4 e a reação do Ibovespa à região de 194 mil pontos serão os principais termômetros dos primeiros negócios. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  5. Oct 1

    01/10/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado brasileiro inicia o primeiro pregão de outubro em um ambiente de abertura mista e rotação setorial. O principal tema do dia é o equilíbrio entre a alta do petróleo, que favorece empresas ligadas ao setor de energia, e a forte elevação dos juros longos nos Estados Unidos, que aumenta o custo de capital global e pode limitar o desempenho dos ativos domésticos mais sensíveis à curva. O Ibovespa vem de uma sessão positiva, com alta de 1,37%, aos 186.340,46 pontos, apoiado pelo desempenho dos bancos e pela leitura mais branda da inflação americana. O dólar à vista comercial fechou a R$ 5,1750, com queda de 0,81%. Em Nova York, o cenário foi mais dividido: o Dow Jones caiu 0,86%, aos 50.906,05 pontos, o S&P 500 recuou 0,25%, aos 7.651,54 pontos, enquanto o Nasdaq Composite avançou 0,24%, aos 26.861,06 pontos. Na Ásia, o Nikkei 225 subiu 3,3% e o Kospi avançou 1,95%, enquanto China continental e Hong Kong permaneceram fechados pelo feriado. Entre os principais vetores externos, o rendimento do Treasury de 10 anos chegou a 5,342%, maior nível desde 2002. Ao mesmo tempo, o Brent dezembro de 2026 negociava a US$ 100,09 por barril, em alta de 2,1%, criando um vetor favorável para Petrobras. Já o minério de ferro não tem nova referência nesta quinta-feira em Dalian por causa do feriado chinês; o contrato I2701, janeiro de 2027, fechou a última sessão a 702,5 yuans por tonelada, alta de 0,14%. No episódio, analisamos também os principais gatilhos da agenda, com destaque para os pedidos iniciais de seguro-desemprego dos Estados Unidos às 09:30, o PMI Industrial do Brasil às 10:00 e o ISM Industrial americano às 11:00. A reação dos Treasuries a esses indicadores pode ser determinante para o comportamento do dólar, dos juros futuros e dos setores mais sensíveis à atividade doméstica. No bloco corporativo, PETR3 e PETR4 entram no radar com o petróleo em alta e com a informação de que a Petrobras recebeu três parcelas de programas de subvenção econômica. Para VALE3, o cenário é mais equilibrado pela ausência de negociação em Dalian, apesar da alta de 0,83% do ADR da companhia em Nova York no último fechamento. Os bancos também merecem atenção após a forte sessão anterior, enquanto o Bradesco entra no pregão com a aprovação de R$ 3,8 bilhões em JCP. Entre os principais pontos do episódio: - cenário de abertura mista e rotação entre setores; - impacto dos Treasuries sobre bancos, varejo, construção e empresas de maior duration; - petróleo como possível sustentação para Petrobras e para o Ibovespa; - agenda econômica dos Estados Unidos e do Brasil; - proximidade do primeiro turno das eleições e seus efeitos sobre juros e câmbio; - suporte do Ibovespa em 184.201,79 pontos; - resistência em 188.157,05 pontos; - pivô central em 186.018,38 pontos, calculado pelo método de pivôs clássicos. A leitura da FUTURO Invest para os primeiros negócios é de um mercado mais seletivo, em que energia pode encontrar suporte relativo, enquanto os ativos domésticos dependerão principalmente da trajetória dos juros globais e da reação aos indicadores econômicos do dia. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  6. Sep 30

    30/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O último pregão de setembro começa com uma tentativa de recuperação apoiada pela melhora dos futuros americanos, avanço das bolsas asiáticas e sinais mais positivos da atividade industrial chinesa. O principal ponto de atenção, porém, continua sendo o nível elevado dos juros americanos e a divulgação do PCE, que pode redefinir rapidamente a percepção sobre a trajetória do Federal Reserve. Na terça-feira, o Ibovespa interrompeu uma sequência de quatro quedas e avançou 0,46%, aos 183.827,59 pontos, depois de oscilar entre 181.562,24 e 183.951,05 pontos. O dólar comercial fechou a R$ 5,2170, queda de 0,18%. Os bancos foram destaque positivo, com Banco do Brasil +2,56%, Itaú PN +1,41% e Bradesco PN +0,68%. PETR4 avançou 0,78% e PETR3 subiu 0,09%. Na direção oposta, VALE3 caiu 2,18%, enquanto CSNA3 recuou 9,85% e CMIN3 perdeu 5,74%. Em Nova York, o Dow Jones caiu 0,26%, o S&P 500 recuou 0,17% e o Nasdaq Composite perdeu 0,08%. Nesta manhã, o ambiente mostra alguma melhora, com S&P 500 futuro +0,24% e Nasdaq futuro +0,13%, enquanto o Treasury de dez anos permanece próximo de 5,23%. Na Ásia, o Nikkei avança 2,1%, o CSI 300 sobe 0,2% e o Shanghai Composite ganha 0,3%. Na China, o PMI industrial oficial subiu de 49,8 para 50,1 em setembro, voltando ao território de expansão, enquanto o PMI privado avançou para 52,1. Entre as commodities, o Brent para novembro opera a US$ 102,43 por barril, queda de 0,2%, enquanto o contrato de dezembro está em US$ 95,98. No minério de ferro, os negócios noturnos indicam recuperação após três sessões de pressão, embora as margens reduzidas das siderúrgicas chinesas ainda limitem uma leitura mais positiva. Na agenda, os principais destaques são: - IPP de agosto no Brasil, às 09h00; - ADP dos Estados Unidos, às 09h15; - PCE, renda e gastos pessoais, às 09h30; - estoques semanais de petróleo, às 11h30. O PCE é o principal gatilho do dia. Uma leitura capaz de reacender a preocupação com inflação pode pressionar novamente os Treasuries, o dólar e os ativos de risco. Em sentido contrário, um dado mais benigno pode ampliar a tentativa de recuperação observada nos mercados nesta manhã. No episódio, também analisamos os possíveis impactos sobre PETR4, VALE3, bancos e siderúrgicas, além dos efeitos da melhora do PMI chinês e da manutenção dos juros americanos em níveis elevados. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 183.113,63 pontos, suporte em 182.276,20 pontos e resistência em 184.665,01 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com possibilidade de viés positivo condicionado à confirmação do exterior. Futuros americanos, Treasury de dez anos, PETR4, VALE3 e os grandes bancos funcionam como os principais termômetros dos primeiros negócios. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  7. Sep 29

    29/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O pregão desta terça-feira começa com um cenário misto e viés defensivo. O principal tema do dia continua sendo a combinação entre petróleo elevado e juros americanos próximos das máximas em quase duas décadas: enquanto o Brent favorece as petroleiras, os Treasuries pressionam ativos de risco e mantêm a cautela sobre a abertura da B3. No último pregão, o Ibovespa caiu 0,26%, aos 182.991,13 pontos, acumulando a quarta sessão consecutiva de queda. O índice oscilou entre 181.930,63 e 183.899,46 pontos. O dólar comercial avançou 0,78%, para R$ 5,225, enquanto os juros futuros também subiram, com o DI para 2027 em 13,57% e o DI para 2029 em 13,90%. Em Nova York, o S&P 500 recuou 0,77%, o Nasdaq Composite caiu 0,92% e o Dow Jones perdeu 0,67%. Nesta manhã, os futuros americanos apresentam pouca direção: Dow futuro -0,1%, S&P 500 próximo da estabilidade e Nasdaq 100 futuro +0,1%. O Treasury de dez anos permanece elevado, em torno de 5,245%. Na Ásia, o CSI 300 avançou 0,1% e o Shanghai Composite subiu 0,2%, enquanto o Hang Seng caiu 0,5%. Entre as commodities, o Brent para novembro opera a US$ 106,99 por barril, com alta de US$ 1,71, enquanto o minério de ferro para janeiro de 2027 em Dalian encerrou em aproximadamente US$ 105,49 por tonelada, queda de 1,05%. O Bitcoin opera a US$ 83.487, com queda de 0,86% em relação ao dia anterior. No Brasil, os principais gatilhos são o IGP-M de setembro, às 08h00, e a PNAD Contínua, às 09h00. Nos Estados Unidos, o foco está no JOLTS, às 11h00, na confiança do consumidor e no discurso de John Williams, às 15h00. Inflação, emprego e trajetória dos juros serão os principais canais de transmissão para bolsa, dólar e curva doméstica. No episódio, você acompanha ainda: - os possíveis impactos do Brent acima de US$ 106 sobre PETR4; - a leitura para VALE3 e siderúrgicas diante da queda de 1,05% do minério de ferro; - o comportamento dos bancos em um ambiente de juros elevados; - a renegociação de R$ 370 milhões em dívidas da CVC, com economia estimada de R$ 110 milhões nos próximos 12 meses; - a emissão de R$ 1,4 bilhão em debêntures pela Vibra Energia; - os principais cenários técnicos para o Ibovespa. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 182.940,41 pontos, suporte em 181.981,35 pontos e resistência em 183.950,18 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com rotação setorial e viés defensivo. Petroleiras entram com o principal vetor positivo, enquanto mineradoras, siderúrgicas e empresas sensíveis aos juros enfrentam um ambiente mais desafiador. A direção do pregão dependerá principalmente do comportamento dos Treasuries, do petróleo e da reação aos indicadores de inflação e emprego. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

  8. Sep 28

    28/09/2026 - Morning Call by FUTURO invest

    O mercado começa a semana com um cenário de abertura misto e viés defensivo. O principal tema do dia é a combinação entre petróleo em forte alta, juros americanos novamente pressionados e futuros de Nova York no campo negativo — um ambiente que pode favorecer Petrobras, mas limita uma recuperação mais ampla do Ibovespa. Na sexta-feira, o Ibovespa caiu 0,27%, aos 183.476,86 pontos, depois de oscilar entre 182.151 e 184.214 pontos. PETR4 recuou 2,58%, PETR3 caiu 2,00%, enquanto VALE3 avançou 0,16%. Entre os bancos, Itaú PN subiu 0,62% e Bradesco PN ganhou 0,56%. O dólar comercial à vista fechou a R$ 5,1817, queda de 0,23%. No exterior, Wall Street terminou a última sessão em alta, com S&P 500 +0,51%, Nasdaq Composite +0,48% e Dow Jones +0,93%. Nesta manhã, porém, os futuros americanos operam no negativo: Dow futuro -0,4%, S&P 500 futuro -0,4% e Nasdaq 100 futuro -0,7%. Na Ásia, o cenário é misto: Nikkei +0,02%, Shanghai Composite -1,74%, Hang Seng +0,54% e ASX +0,30%. A queda de Xangai adiciona cautela para ativos brasileiros mais expostos à China, especialmente VALE3. Entre os principais termômetros do pregão, o Brent para novembro de 2026 opera a US$ 106,93 por barril, alta de 2,5%, enquanto o Treasury americano de dez anos chegou a 5,21%. O DXY está em torno de 101,085 pontos e o Bitcoin opera próximo de R$ 433,4 mil, com queda de aproximadamente 0,9% em 24 horas. No Brasil, a agenda traz o Boletim Focus às 08h25 e as Estatísticas do Setor Externo às 08h30. O mercado acompanha especialmente a atualização das expectativas de inflação, Selic e câmbio, além dos dados de transações correntes e investimento direto no país. Nos Estados Unidos, os destaques ficam para discursos de dirigentes do Federal Reserve, o Índice de Atividade das Empresas do Fed de Dallas e os leilões de títulos de três e seis meses, em um momento de atenção renovada sobre a trajetória dos juros americanos. No episódio, você acompanha ainda: os possíveis impactos da alta do petróleo sobre PETR3 e PETR4;a leitura para VALE3 diante da fraqueza de Xangai;o comportamento dos bancos em um ambiente de juros elevados;os principais gatilhos para dólar e curva de juros;os cenários favorável e adverso para a abertura da B3. Pelos pivôs clássicos, o Ibovespa tem pivô em 183.280,62 pontos, suporte em 182.347,24 pontos e resistência em 184.410,24 pontos. A leitura da FUTURO Invest é de abertura mista, com rotação setorial e viés defensivo. Petrobras pode oferecer sustentação ao índice, mas uma melhora mais disseminada depende principalmente de alívio nos Treasuries e de estabilização do ambiente externo. Este conteúdo tem caráter exclusivamente informativo e educacional. As informações, análises e opiniões apresentadas não constituem recomendação de investimento, oferta de compra ou venda de ativos, nem substituem uma avaliação individual adequada ao perfil e aos objetivos de cada investidor.

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