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Kazzttor e seus isCaps

André Arruda

Mistérios da Meia-noite. Kazzttor treina sua estranha habilidade em ser podcaster.

  1. Domingo à noite em 15 de março de 2026: pequenas perdas

    19H AGO

    Domingo à noite em 15 de março de 2026: pequenas perdas

    Quantas vezes nós choramos pela xícara de leite que se derramou, sendo que temos uma leiteira inteira? O medo do desapego nos deixa tão malucos que qualquer perda nos faz mover céus e terras em um drama digno de novela mexicana. Mas existe um ditado que diz que "desgraça pouca é bobagem" e realmente são as pequenas perdas, em um mundo em que tudo é resolvido no detalhe, que nos faz desabar como se fossem grandes perdas. A gente precisa deixar claro uma coisa: não devemos nos sentir culpados com coisas que a gente pode recuperar. Todos nós cometemos erros grandes ou pequenos, mas são os grandes e difíceis que devem ser motivo de preocupação. Erros pequenos e solúveis, ou mesmo que não deu pra resolver (perdi um compromisso, quebrei um copo antigo), a gente aprende, se desculpa e vida que segue. Nossas energias são sugadas o tempo todo por trabalhos, estímulos, cobranças por todos os lados. Não seja você um carrasco de si mesmo. Precisamos nos proteger de um mundo hostil, nos tratando com carinho e empatia. Nos entender, nos aceitar e nos perdoar são armas importantes para termos em nós uma percepção real e um senso de justiça. quando somos justos e leais a nós mesmos, não toleramos que o mundo seja injusto conosco. E nos permitir errar é nos permitir aprender e nos a tentar de novo. Bem-vindo ao episódio número 115 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora. Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcast Siga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttor Podcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br

    4 min
  2. Domingo à Noite em 8 de março de 2026: Xixi sentado

    MAR 8

    Domingo à Noite em 8 de março de 2026: Xixi sentado

    A questão de gênero é uma coisa que cria abismos tão grandes que até na hora de usar o banheiro se tem simbolismos de superioridade e inferioridade. Desde crianças os homens são ensinados a urinar em pé e não sentados, quando um homem urina sentado muitas vezes é visto como estranho ou até mesmo como algo afeminado, visto que mulheres urinam sentadas. Mas preste atenção que isso é um exemplo de uma imposição de superioridade e inferioridade no tocante ao gênero, porque simbolicamente uma pessoa que faz as coisas de pé, está de prontidão e está menos vulnerável do que uma pessoa que está sentada, mostrando de forma simbólica, mas distorcida, de que homens são superiores a mulheres o que não é verdade. Falar sobre fazer xixi sentado para homens é quase um tabu muito machista, mas dizem que quando se faz desta forma, a bexiga se esvazia por completo, reduz o risco de incontinência urinária, em alguns casos pode ser mais higiênico porque você não vai na sua casa correr o risco de sujar o banheiro com o impacto da urina na água do assento sanitário. E talvez esse ponto do banheiro seja algo que possa ser um exemplo claro de como a misoginia é algo cultural e arraigada no país. Questiona-se bastante de que banheiros públicos não podem ser banheiros unissex, pelo risco de mulheres serem abusadas por homens, incluindo até mesmo situações transfóbicas de não permitir mulheres trans de usar o banheiro feminino. Mas a separação de gêneros em banheiros públicos tem uma relação muito mais de superioridade masculina do que de defesa e segurança das mulheres. Porque se fossem de certa forma abolidos banheiros com separação de gênero, e fossem de certa forma eliminados os mictórios, incentivando homens e mulheres a usarem as cabines para as suas necessidades fisiológicas, certamente por compartilharem de um ambiente comum homens e mulheres passariam a agir com mais respeito mais tolerância, e melhor conhecimento entre si. Por que o que acontece nos banheiros, salvo algumas exceções, é exatamente a mesma coisa nos banheiros feminino e masculino. O dia 8 de março, que é a data de hoje que é o dia Internacional da Mulher, mostra claramente que a luta pela equidade de gênero é justa, é digna, e está longe de ser alcançada, porque não é apenas uma questão de mulheres promover a equidade entre gêneros, é uma questão de todos nós, para entendermos que existem privilégios, sobretudo masculinos que não são justos. Se você é o homem da casa e tem a sua esposa e filhos, ou mesmo uma pessoa só mais que contrata alguém pra limpar a sua casa, comece a ter por hábito fazer xixi sentado. Isso vai ajudar demais até mesmo assim mesmo se for você que for limpar o banheiro a entender o quão um ato simples igual ao de uma mulher pode mudar a sua visão em relação a gênero. Disclaimer: Esse episódio possui um aparte ao final, acrescentando pontos ao texto original, após avaliação e feedbacks de mulheres amigas que avaliaram o roteiro. Alerta de gatilho: esse episódio aborda um debate sobre violência contra a Mulher. Se testemunhar algum ato de violência, ligue 180. Uma denúncia pode salvar uma vida. Bem-vindo ao episódio número 114 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora. Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcast Siga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttor Podcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br

    11 min
  3. Domingo à Noite em 1 de março de 2026: Tempo é vida

    MAR 1

    Domingo à Noite em 1 de março de 2026: Tempo é vida

    Fala-se muito que tempo é dinheiro, mas qual o valor que damos ao nosso tempo? Como que o nosso tempo é "vendido", e se temos como reservar um pouco desse tempo pra nós? Tempo é fonte de vida, é o que corre enquanto nós corremos atrás das coisas que queremos, é como o oxigênio de nossas ações, sem tempo a gente não consegue agir, a gente não consegue se desenvolver, a gente não consegue criar, a gente não consegue fazer a nossa vida seguir um curso ao qual nós queremos. E no mundo de hoje a gente vende o nosso tempo em troca de um salário, em troca de um compromisso que a gente tem com alguém, para fazer aquilo que nos é determinado seja pela lei, seja pelos nossos costumes, seja por moda, ou para consumir algo que nos é dado. E no fim a gente nota de que tanto que a gente entrega ao nosso tempo pras outras pessoas, para outras coisas que não são nossas, sobra pouco ou nenhum tempo pra gente, tempo pra gente descansar, tempo pra gente estudar, aprender coisas novas, tempo pra gente desenvolver coisas que a gente gosta como a música, arte e escrita, e até mesmo o tempo que a gente precisa nos preparar para os compromissos que a gente tem acaba pesando em nossas vidas. Quantas vezes a gente teve que nos arrumar, nos preparar, nos deslocar para ir ao trabalho ou para ir a algum compromisso? E diante disso a gente entende que tempo sendo vida, nós não podemos desperdiçar o nosso tempo com coisas que não nos agregam, assim como não devemos abusar do tempo alheio fazendo com que essas pessoas percam o tempo com coisas que poderiam estar fazendo elas melhores em algum aspecto. O fim da escala seis por um é um exemplo disso, lutar para reduzir o tempo laboral das pessoas não é apenas uma comodidade que se é oferecida a quem vai trabalhar menos, é dar a oportunidade dessas pessoas usarem esse tempo livre pra coisas que as engrandecem, que elas possam ter mais tempo pra descansar, que possam ter mais tempo pra estudar, que possam ter mais tempo pra fazer coisas que sejam de benefício delas. Escalas extenuantes de trabalho fazem com que empresas que impõem essa jornada, comprem das pessoas um tempo maior do que o justo, e como nós temos uma tecnologia muito grande a qual nós hoje temos tanta comodidade, não seria adequado se as pessoas deixassem de fazer uso dessa modernidade toda criada, pois são tratadas como máquinas ou têm que disputar trabalho com máquinas. Voltando pra questão do tempo, o tempo é vida porque é no tempo que a gente vive, e por isso cada segundo é importantíssimo que não seja desperdiçado, e que não seja entregue de qualquer jeito a quem não dá o devido valor ao seu tempo, valorize o tempo que você tem, e também valorize o tempo que as pessoas entregam pra você. Bem-vindo ao episódio número 113 de Domingo à Noite. Vamos começar a semana botando o tédio pra fora. Ouça o episódio nas principais plataformas de podcast, para ouvir e conferir os links nas mídias sociais acesse: https://linktr.ee/kazzttorpodcast Siga André Arruda, o apresentador e faz tudo nesse podcast nas mídias sociais. Acesse os perfis em: https://linktr.ee/kazzttor Podcast produzido por Kazzttor AMT: https://www.kazzttor.com.br

    5 min

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