Novus Capital

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Transparência e proximidade com os seus investimentos

  1. 2d ago

    NovusCast - 29 de Maio 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella e Tomás Goulart debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pelo aumento do otimismo em relação a um possível acordo entre Estados Unidos e Irã. Ao longo dos últimos dias, Trump indicou que restariam poucos pontos para um entendimento, incluindo questões relacionadas ao programa nuclear iraniano e às condições de reparação do país. O mercado encerra a semana com expectativa mais positiva sobre a possibilidade de avanço nas negociações. Nos dados econômicos, o Core PCE veio abaixo do esperado, com surpresa baixista concentrada em serviços ex-habitação. O dado representou a primeira surpresa baixista relevante de inflação após sequência de números mais fortes, embora os indicadores anualizados ainda permaneçam acima da meta do Fed. No Brasil, a semana trouxe dados econômicos relevantes. O IPCA veio levemente acima do esperado, com surpresa concentrada em alimentação no domicílio e energia elétrica, enquanto os núcleos permaneceram em linha. O Caged veio abaixo das expectativas, sugerindo desaceleração marginal do mercado de trabalho, embora a PNAD tenha continuado mostrando força, com nova mínima da taxa de desemprego e crescimento robusto da massa salarial. O PIB do primeiro trimestre veio em linha com o esperado, mas com composição forte, reforçando revisões altistas para o crescimento de 2026. No campo político, seguiram os efeitos das medidas expansionistas do governo e dos desdobramentos envolvendo Flávio Bolsonaro. Nos mercados, a semana foi marcada por forte desempenho das bolsas globais. As bolsas americanas subiram entre 1,5% e 3%, enquanto mercados ligados à tecnologia continuaram se destacando, com alta expressiva na Coreia do Sul e desempenho positivo de emergentes. Os juros fecharam globalmente, com destaque para os Treasuries, enquanto o petróleo caiu cerca de 9% na semana, refletindo o maior otimismo com um possível acordo geopolítico. O dólar teve comportamento misto, enquanto o ouro avançou levemente. No Brasil, o Ibovespa caiu cerca de 1%, pressionado pela Petrobras e pelo ambiente doméstico. Na próxima semana, destaque para dados de atividade e mercado de trabalho nos EUA, além da continuidade das negociações entre EUA e Irã.

    12 min
  2. May 22

    NovusCast - 22 de Março 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana seguiu marcada pelas negociações entre Estados Unidos e Irã. O Trump chegou a sinalizar um possível ataque, posteriormente cancelado após pedidos de países do Golfo. As conversas continuam, mas seguem os impasses envolvendo o enriquecimento de urânio e o controle do fluxo no estreito de Ormuz. A ata do Fed mostrou maioria dos membros considerando apropriada uma alta de juros caso a inflação permaneça persistentemente acima da meta. O Waller, um dos diretores da entidade, que anteriormente defendia cortes, afirmou que discutir redução de juros no curto prazo seria inadequado diante dos dados recentes. Na Zona do Euro, os PMIs mostraram desaceleração adicional da atividade, principalmente em serviços. No Brasil, a semana teve poucos dados econômicos, com destaque maior para os desdobramentos políticos. O diretor do BCB Nilton David teve discurso interpretado como mais dovish, reforçando expectativa de continuidade dos cortes de 25 bps na Selic. Nas pesquisas eleitorais, Flávio Bolsonaro perdeu espaço após os áudios divulgados na semana anterior, enquanto Lula apresentou melhora marginal de aprovação. Apesar disso, a leitura segue de disputa ainda competitiva no segundo turno, com Flávio Bolsonaro permanecendo como candidato viável. Nos EUA, os juros mais curtos tiveram abertura marginal, e os mais longos fechamento marginal, enquanto as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,88%, Nasdaq +1,22% e Russell 2000 +2,72%. O juro de 30 anos no Reino Unido fechou 28 bps. No Brasil, o jan/29 fechou 27 bps, o Ibovespa desvalorizou 0,61% e o real valorizou 0,38%. Na próxima semana, destaque para o PCE nos EUA e, no Brasil, atenção para o PIB, IPCA-15, dados de mercado de trabalho e índices de confiança.

    13 min
  3. May 15

    NovusCast - 15 de Maio 2025

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de inflação nos Estados Unidos. O CPI surpreendeu para cima, com alta de 0,6% no mês, puxado principalmente por alimentação e disseminado entre os componentes. O núcleo veio próximo das expectativas, com preços de bens mais comportados, mas inflação de serviços ainda elevada, especialmente em itens mais voláteis. O PPI também veio mais forte, embora os componentes relevantes para o PCE tenham sido mais benignos. Na atividade, varejo e produção industrial surpreenderam positivamente, reforçando o cenário de crescimento resiliente. No Reino Unido, continuou a pressão política sobre o primeiro-ministro Keir Starmer após o resultado fraco nas eleições locais, com aumento das especulações sobre sua permanência no cargo. No campo geopolítico, seguiram as discussões sobre possível acordo entre Estados Unidos e Irã, mas ainda sem avanços concretos. Também houve encontro entre Donald Trump e Xi Jinping, sem grandes anúncios, mas mantendo o esforço de aproximação entre os dois países. No Brasil, o IPCA veio em 0,67%, em linha com o esperado, com piora de serviços subjacentes, reduzindo espaço para cortes de juros. A PMC surpreendeu positivamente, com alta disseminada. No campo político, foi divulgada nova pesquisa eleitoral, com melhora do Lula e piora do Flávio Bolsonaro. Além disso, a semana foi marcada pela divulgação de conversas envolvendo Flávio e Daniel Vorcaro, trazendo impacto negativo para a oposição. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 25 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 +0,13%, Nasdaq -0,38% e Russell 2000 -2,37%. No Reino Unido, o juro de 30 anos abriu 27 bps. No Brasil, o jan/31 abriu 64 bps, o Ibovespa caiu 3,71% e, o real, 3,3%. Na próxima semana, destaque para os PMIs de maio e para a ata da última reunião do Fed. No Brasil, o foco segue nos desdobramentos políticos.

    17 min
  4. May 8

    NovusCast - 8 de Maio 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela divulgação dos dados de mercado de trabalho nos Estados Unidos. O payroll voltou a surpreender positivamente, mas a pesquisa das famílias mostrou sinais mais fracos, com queda no número de empregados, leve aumento da taxa de desemprego e redução da taxa de participação. No campo geopolítico, voltaram as notícias de possível avanço nas negociações entre Estados Unidos e Irã, incluindo discussões sobre moratória do enriquecimento nuclear iraniano, retirada de sanções e flexibilização das restrições no estreito de Ormuz, mantendo o mercado atento aos desdobramentos, sem confirmação por parte do Irã. No Brasil, a produção industrial de março veio levemente positiva, reforçando expectativa de crescimento forte no primeiro trimestre. A ata do Copom trouxe leitura um pouco mais dovish que o comunicado, aumentando marginalmente a probabilidade de continuidade dos cortes de juros, embora o cenário de petróleo elevado siga limitando espaço para aceleração do ciclo. A balança comercial de abril registrou superávit recorde para o mês, impulsionada por soja, carne e petróleo, ajudando o desempenho do real. Nos EUA, os juros fecharam a semana com variações marginais, enquanto o destaque ficou para as ações de tecnologia – Nasdaq +5,5%, S&P 500 2,33% e Russell 2000 +1,72%. No Brasil, o jan/29 fechou 15 bps, o Ibovespa caiu 1,71% e o real valorizou 1,37%. Na próxima semana, destaque para dados de inflação nos EUA e no Brasil, e dados de varejo nos EUA.

    10 min
  5. Apr 30

    NovusCast - 30 de Abril 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar. No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto. Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.

    17 min
  6. Apr 24

    NovusCast - 24 de Abril 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos. No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%. Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.

    11 min
  7. Apr 17

    NovusCast - 17 de Abril 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação. No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%. Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.

    12 min
  8. Apr 10

    NovusCast - 10 de Abril 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias. No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%. Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).

    14 min

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