Novus Capital

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Transparência e proximidade com os seus investimentos

  1. APR 30

    NovusCast - 30 de Abril 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por decisões de política monetária condicionadas ao cenário de guerra. Na Zona do Euro, o CPI de abril veio em linha, com headline pressionado por energia e núcleo comportado. A leitura do ECB, que manteve a taxa inalterada, foi de que o cenário segue compatível com novas altas de juros, caso não haja melhora relevante nos preços de energia. No Reino Unido, o banco central também não alterou a taxa de juros, destacando risco de desancoragem, mas também sinais de desaceleração do mercado de trabalho. Nos Estados Unidos, o PIB do primeiro trimestre mostrou consumo um pouco melhor, mas ainda com contribuição inferior à do final de 2025, compensada por forte investimento, especialmente em tecnologia. A inflação medida pelo PCE confirmou as expectativas, enquanto a renda real caiu no mês, mas com crescimento real do consumo. Na decisão do Fed, que também não alterou a taxa, houve divisão sobre retirar o viés de corte de juros do guidance, mas a maioria dos diretores optou por esperar. No Brasil, o IPCA-15 veio em 0,89%, com impacto baixista de passagem aérea. Excluindo esse item, a inflação segue elevada, com pressão em bens industriais e efeitos do petróleo se espalhando, com expectativa de números altos nos próximos meses. O mercado de trabalho segue forte, como confirmado pelo Caged e pela PNAD. No campo político, a rejeição da indicação de Jorge Messias ao STF foi um evento relevante, sinalizando dificuldades do governo na articulação. O Copom cortou juros em 25 bps e sinalizou que o ciclo de calibragem pode ser menor que o anteriormente previsto. Nos EUA, os juros abriram entre 5 e 10 bps, e as bolsas tiveram leve alta – S&P 500 +0,61%, Nasdaq +0,54% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps, o Ibovespa caiu 1,8% e o real valorizou 0,52%. O petróleo subiu 11,3%. Na próxima semana, destaque para o payroll nos EUA. No Brasil, atenção à ata do Copom e aos dados de atividade.

    17 min
  2. APR 24

    NovusCast - 24 de Abril 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana trouxe dados relevantes, mas o foco seguiu no conflito entre Estados Unidos e Irã. Nos EUA, o varejo veio mais forte puxado por gasolina, enquanto o consumo real segue desacelerando desde o fim de 2024. Na Europa, os PMIs mostraram alta de manufaturas, influenciadas por fatores de oferta e estoques, enquanto serviços e o composto vieram mais fracos, indicando risco para a atividade. No Reino Unido, a inflação headline veio mais alta, também pressionada por energia, enquanto o núcleo ficou em linha com o esperado. As expectativas de inflação de curto prazo subiram, mas as de prazo mais longo seguem ancoradas. Em paralelo, seguem as negociações envolvendo o conflito, com conversas ocorrendo por meio de intermediários, mas sem confirmação de encontro direto entre Irã e Estados Unidos. No Brasil, a semana foi mais esvaziada em dados por conta do feriado. No campo político, o governo enviou proposta para utilizar receitas adicionais do petróleo para reduzir tributos sobre combustíveis, buscando neutralidade fiscal. Houve também avanço inicial na discussão sobre redução da jornada de trabalho – escala 6x1. Além disso, o governo prepara medidas voltadas à renegociação de dívidas para famílias de menor renda e reforço na regulação de apostas. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 7 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +0,55%, Nasdaq +2,37% e Russell 2000 +0,36%. No Brasil, o jan/29 abriu 33 bps, o Ibovespa caiu 2,55% e o real desvalorizou apenas 0,06%. O petróleo subiu 17%. Na próxima semana, destaque para decisões de política monetária nos EUA, Europa, Reino Unido, Japão, Canadá e Brasil; além do PIB e PCE nos EUA; IPCA-15 e dados de mercado de trabalho no Brasil.

    11 min
  3. APR 17

    NovusCast - 17 de Abril 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por avanço nas negociações envolvendo o conflito entre Estados Unidos e Irã. O estreito de Ormuz foi declarado reaberto, ainda com restrições operacionais, e houve sinalizações de um possível acordo, com Trump indicando que o Irã teria aceitado termos relevantes, incluindo a remoção de urânio, ainda que sem confirmação oficial. A expectativa é de avanço nas negociações no curto prazo. Nos dados econômicos, o PPI veio abaixo do esperado, ajudando a consolidar projeções mais baixas para o PCE – apesar de núcleos ainda rodando em patamar desconfortável para o Fed. O Beige Book indicou empresas em postura de espera diante das incertezas, com pressão de custos. Nas reuniões do FMI, membros do Banco Central Europeu sinalizaram preferência por aguardar, sem viés de elevação de juros diante das incertezas sobre os efeitos de segunda ordem para a inflação. No Brasil, a semana foi marcada por comunicações do Banco Central durante reuniões do FMI, com sinais mistos entre diretores – o Nilton David sendo interpretado como mais dovish, e o Paulo Picchetti como mais hawkish. Dados de atividade (PMC e PMS) vieram mais fracos na margem, mas influenciados por efeitos de calendário. No campo político, pesquisas indicaram avanço de Flávio Bolsonaro sobre Lula, enquanto o governo sinalizou medidas para combate ao elevado patamar de endividamento das famílias por um lado, e por outro vem tentando evitar novas medidas fiscalmente negativas. Nos EUA, o juro de 5 anos fechou 10 bps, e as bolsas tiveram bom desempenho – S&P 500 +4,54%, Nasdaq +6,20% e Russell 2000 +5,56%. No Brasil, o jan/29 fechou 22 bps, o Ibovespa caiu 0,8% e o real subiu 0,56%. O petróleo caiu 12%. Na próxima semana, no Brasil, a agenda é mais esvaziada. No exterior, destaque para vendas no varejo nos EUA e PMIs de abril dos EUA e Europa.

    12 min
  4. APR 10

    NovusCast - 10 de Abril 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por uma redução de risco no conflito entre Estados Unidos e Irã. Após ameaça de escalada, um acordo de cessar-fogo de duas semanas foi mediado. Ainda assim, houve violações e o estreito de Ormuz seguiu com fluxo muito baixo, mantendo a relevância do tema para o mercado de petróleo. Nos dados econômicos, o CPI de março veio com surpresa baixista, com headline elevado, mas núcleo mais comportado e abaixo do esperado, indicando inflação subjacente ainda controlada. O payroll mostrou criação forte de vagas no setor privado, embora com sinais mistos na pesquisa das famílias. No Brasil, o IPCA veio em 0,88%, com surpresa altista frente ao esperado, concentrada em alimentação e bens industriais, com leitura qualitativa mais benigna. Ainda assim, a perspectiva segue de inflação pressionada nos próximos meses, com impacto maior do petróleo esperado para abril e maio. Dados de atividade, como vendas e produção de veículos, vieram fortes, indicando início de ano aquecido. Houve piora das expectativas de inflação de 2028 reportadas no Focus. Nos EUA, os juros fecharam marginalmente, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,56%, Nasdaq 4,45% e Russell 2000 +3,97%. O petróleo caiu mais de 10%. No Brasil, o jan/35 fechou 40 bps, o Ibovespa subiu 4,93% e o real valorizou 3,04%. Na próxima semana, destaque para dados adicionais de inflação nos EUA, além da continuidade das negociações entre Estados Unidos e Irã e da comunicação dos bancos centrais. No Brasil, atenção aos dados de atividade (PMC e PMS).

    14 min
  5. APR 2

    NovusCast - 02 de Abril 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, além do noticiário intenso sobre o conflito no Oriente Médio, a semana trouxe alguns dados econômicos americanos. O JOLTS veio em linha com o esperado, com baixo número de contratações e demissões e, no varejo, houve surpresa positiva no headline, mas com crescimento subjacente mais moderado (ambos referentes a fevereiro). O ADP veio levemente acima da expectativa, com contratações em setores mais defensivos, enquanto o ISM de manufatura ficou marginalmente acima do consenso, com pressão em preços pagos (ambos referentes a março). Ainda assim, o principal foco seguiu sendo a guerra, com tentativas de negociação frustradas, continuidade de ataques e aumento do isolamento diplomático dos EUA. Trump reiterou prazo de duas a três semanas para o fim do conflito, mas sem clareza sobre o desfecho. No Brasil, a semana teve poucos dados, com destaque para a produção industrial acima do esperado, reforçando atividade mais forte no início do ano. O Caged veio em linha com a expectativa. Dados de crédito indicaram moderação marginal. Nos EUA, o juro de 10 anos fechou 12 bps, e as bolsas tiveram desempenho positivo – S&P 500 +3,36%, Nasdaq +3,95% e Russell 2000+3,28%. No Brasil, o jan/27 fechou 47 bps, o Ibovespa subiu 3,56% e o real valorizou 1,59%. O petróleo subiu mais 12%. Na próxima semana, destaque para a continuidade da guerra, dados de inflação (PCE e o CPI) e payroll (ainda nessa sexta) nos EUA. No Brasil, atenção ao IPCA.

    15 min
  6. MAR 27

    NovusCast - 27 de Março 2026

    Nossos sócios Luiz Eduardo Portella, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada por sinais mistos no conflito no Oriente Médio. O início da semana trouxe uma leitura mais construtiva, com sinalização de negociações e adiamento de ataques a infraestrutura energética, mas ao longo dos dias houve intensificação das ofensivas e aumento das ameaças. O estreito de Ormuz seguiu com fluxo bastante restrito, com relatos de interceptação de navios e restrições operacionais. A incerteza sobre a duração do conflito e seus impactos segue elevada, especialmente pelo canal de energia. Na política monetária, a comunicação do Banco Central Europeu ganhou destaque, com a Lagarde adotando tom mais hawk e sinalizando a preocupação da entidade com o risco inflacionário, afirmando poder agir nas próximas reuniões, enquanto a Schnabel reforçou a importância de não agir precipitadamente, nem ignorando, nem antecipando os efeitos da guerra. O banco central do México cortou os juros em 0,25%. No Brasil, o IPCA-15 voltou a surpreender para cima, com alta de 0,44%, acima das expectativas, impactado principalmente por passagens aéreas, apesar de composição dos núcleos um pouco melhor. A ata e o Relatório de Inflação reforçaram a mensagem de calibragem e serenidade do Banco Central, com o ritmo de cortes dependente do preço do petróleo. A PNAD indicou leve alta do desemprego, mas ainda próxima das mínimas históricas, com massa salarial real em crescimento. Nos EUA, o juro de 5 anos abriu 6 bps, e as bolsas tiveram desempenho misto – S&P 500 -2,12%, Nasdaq -3,20% e Russell 2000 +0,46%. No Brasil, o jan/35 abriu 10 bps, o Ibovespa subiu 3,03% e o real valorizou 1,47%.  Na próxima semana, atenção ao payroll nos EUA e à inflação da Zona do Euro, além dos desdobramentos do conflito. No Brasil, destaque para o Caged, produção industrial e dados de crédito.

    21 min
  7. MAR 20

    NovusCast - 20 de Março 2026

    Nossos sócios Luis André Oliveira, Tomás Goulart e Sarah Campos debatem, no episódio de hoje, os principais acontecimentos da semana no Brasil e no mundo. No cenário internacional, a semana foi marcada pela continuidade do conflito no Oriente Médio, com aumento das incertezas sobre sua duração e impactos. Os ataques passaram a atingir também infraestruturas energéticas, elevando o risco não só sobre o estreito de Ormuz, mas sobre outras rotas relevantes de petróleo e gás. Em paralelo, foi semana de decisões de bancos centrais. O Fed manteve os juros, revisou projeções de inflação e atividade para cima e indicou maior cautela, destacando a necessidade de mais progresso na inflação. O BoE e o ECB também mantiveram os juros inalterados, com decisão unânime e mais hawkish do primeiro. No Brasil, o BCB cortou a Selic em 25 bps, com projeção de inflação menor que a expectativa, transmitindo uma mensagem de calibragem e serenidade. A semana foi marcada por forte volatilidade na curva de juros, com atuação do Tesouro via recompra de títulos no início da semana. Nos EUA, o juro de 2 anos abriu 18 bps, e as bolsas tiveram desempenho negativo – S&P500 -1,9%, Nasdaq -1,98% e Russell 2000 -1,68%. O juro de 2 anos do Reino Unido abriu 44 bps. No Brasil, o jan/29 abriu 23 bps e o Ibovespa desvalorizou 0,81%. Apesar da volatilidade, o petróleo fechou a semana sem variação relevante, o ouro caiu 10,50% e o DXY 0,86%. Na próxima semana, destaque para a ata do Copom e o relatório de inflação do Banco Central, além do IPCA-15 e da PNAD. No cenário internacional, o foco permanece na evolução do conflito e seus desdobramentos.

    14 min

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