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Arthur Gubert

De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã. Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.

  1. Os Amish que adoram IA, e os dados do estrago que o AI slop já causou.

    14H AGO

    Os Amish que adoram IA, e os dados do estrago que o AI slop já causou.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🕯️ O NY Mag publica uma reportagem sobre um paradoxo fascinante: os Amish — a comunidade religiosa americana mais conhecida por rejeitar tecnologia moderna — estão adotando inteligência artificial para seus negócios em ritmo acelerado. A chave é entender que os Amish nunca rejeitaram tecnologia por princípio: eles avaliam cada inovação perguntando se ela fortalece ou enfraquece os laços da comunidade. O telefone fixo foi permitido fora de casa. O celular foi proibido dentro. A IA generativa para redigir orçamentos, responder clientes e gerenciar estoque de negócios como carpintarias e fazendas resolve problemas práticos sem criar dependência social — e por isso está sendo aceita. A ironia perfeita: enquanto o Vale do Silício debate o futuro da IA com ansiedade existencial, os Amish simplesmente decidiram que ela é útil (NY Mag) 📊 O Washington Post publica hoje a mais abrangente documentação quantitativa do impacto do "AI slop" — o conteúdo gerado em massa por IA sem revisão ou intenção editorial. Os dados cobrem livros, música, ciência e processos judiciais. Um estudo publicado esta semana estima que metade de todos os artigos publicados online agora são "primariamente gerados por IA". Na ciência: o periódico Organization Science registrou aumento dramático em submissões e queda na qualidade desde o lançamento do ChatGPT em 2022, concluindo que os incentivos de "publique ou pereça" estão empurrando o sistema ao colapso. Na música, uma artista de IA chamada IngaRose chegou ao topo das paradas do iTunes antes de ser identificada como sintética. A conclusão do WaPo é que os efeitos já são mensuráveis e sistêmicos (Washington Post) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

    18 min
  2. A geração que não quer ser famosa, e o país que proibiu cigarro pra sempre.

    1D AGO

    A geração que não quer ser famosa, e o país que proibiu cigarro pra sempre.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🎥 Uma nova pesquisa YouGov publicada este mês descobriu que apenas 9% da Geração Z quer ser famosa, que só 5% aspira se tornar influencer, e que 79% prefere uma vida privada. O Dazed usa esses números para investigar quando a fama virou indesejável. Uma pesquisa de 2010 havia encontrado que mais da metade dos jovens de 16 anos queria ser famosa — com mais de um quinto planejando aparecer em reality shows para chegar lá. A virada tem uma explicação simples: as redes sociais quebraram a ilusão. Na década de 2000, a fama parecia rara e glamourosa. Com o TikTok, qualquer pessoa pode postar um vídeo viral e ser reconhecida por todo mundo — o que significa que o valor de ser famoso desabou junto com a exclusividade. E quem cresceu vendo a Chappell Roan falar sobre assédio de fãs sabe o preço que se paga (Dazed) Wellable + 2 🚬 O Reino Unido aprovou a Tobacco and Vapes Bill, que tornará ilegal vender produtos de tabaco para qualquer pessoa nascida a partir de 1º de janeiro de 2009 — para sempre, independentemente de qual idade essa pessoa tenha. A partir de 2027, a idade legal para comprar cigarros aumentará um ano a cada ano, criando uma proibição permanente e progressiva. O New Yorker publica um ensaio sobre o que significa existir uma geração inteira que nunca poderá fumar legalmente — e o que essa lei diz sobre a relação entre Estado, saúde pública e liberdade individual. O fumo causa 400 mil internações e 64 mil mortes por ano só na Inglaterra, custando £3 bilhões ao NHS. Nigel Farage disse que aboliria a lei se chegasse ao poder. O ensaio argumenta que ele está do lado errado da história (New Yorker) Fox News + 2 O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

    23 min
  3. A OpenAI quer reduzir o "atrito" com seus vizinhos, e a China reinventou a internet.

    2D AGO

    A OpenAI quer reduzir o "atrito" com seus vizinhos, e a China reinventou a internet.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🏗️ A OpenAI publicou uma vaga de emprego para um "community engagement lead" para seu time do Stargate — a parceria com Oracle, SoftBank e MGX que prevê US$500 bilhões em infraestrutura de IA nos EUA, com data centers planejados no Texas, Michigan, Novo México, Wisconsin e Ohio. A função seria atuar como intermediária entre a OpenAI e as comunidades onde os data centers estão sendo construídos. A descrição da vaga lista "redução de atrito" como uma das métricas de sucesso do cargo. O salário é de até US$236 mil mais equity. Moradores locais se opõem aos projetos por preocupações com consumo de água, aumento nas contas de luz e barulho. Ou seja: a OpenAI precisa de alguém para convencer seus vizinhos de que a IA é boa ideia (Business Insider) ELFAC + 2 🇨🇳 O Economist publica hoje uma análise sobre o que está acontecendo com a internet chinesa — e a tese é que ela entrou numa terceira fase. A primeira foi a internet do PC. A segunda foi a era dos super-apps móveis — WeChat, Taobao, Douyin — que unificaram pagamentos, compras, comunicação e entretenimento num único ecossistema. A terceira fase é a IA agêntica integrada diretamente nesses ecossistemas: quando Alibaba inseriu um agente de IA no fluxo do Taobao em 2026, não precisou convencer ninguém a adotar uma nova ferramenta — simplesmente atualizou uma que 1,3 bilhão de pessoas já usavam todos os dias. O assistente Qwen da Alibaba chegou a 300 milhões de usuários mensais ativos. Durante uma campanha de Ano Novo Chinês, 140 milhões de primeiras experiências de compra por IA foram registradas — com pagamento via Alipay sem sair do chat. O Ocidente ainda está negociando acesso a essa camada (Economist) 4chairs4chairs O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

    22 min
  4. Quase tudo no seu feed é falso, e o diploma universitário ainda vale algo.

    3D AGO

    Quase tudo no seu feed é falso, e o diploma universitário ainda vale algo.

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    21 min
  5. O defensor da liberdade de expressão censurado, e a internet como último refúgio.

    6D AGO

    O defensor da liberdade de expressão censurado, e a internet como último refúgio.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🎓 Jonathan Haidt, psicólogo social da NYU Stern e autor de "The Anxious Generation" — bestseller do NYT por dois anos sobre como celulares e redes sociais prejudicam a saúde mental dos jovens — foi escolhido orador da formatura da NYU 2026 no Yankee Stadium. O governo estudantil entrou com protesto formal pedindo à universidade que reconsiderasse, chamando a escolha de "profundamente perturbadora" e criticando Haidt por suas posições anti-DEI e pela tese de que a geração atual foi "mimada" e superprotegida. A ironia não é pequena: o homem que passou décadas defendendo a liberdade de expressão nas universidades enfrenta uma tentativa de silenciamento — na própria universidade onde dá aula. A NYU manteve a decisão. A universidade também determinou que os discursos dos formandos fossem gravados com antecedência este ano, após reclamações do ano passado sobre um estudante que criticou a instituição. (NYT) Fox News + 2 🌲 O Psyche publica um ensaio do antropólogo Eli Stark-Elster com uma tese que inverte a narrativa dominante: para muitas crianças, o mundo online pode ser um dos últimos espaços onde conseguem fazer o que crianças em todas as culturas evoluíram para fazer — explorar e brincar livremente com seus pares, sem supervisão adulta. O ensaio cita o caso do Minecraft — ainda o jogo mais vendido de todos os tempos, jogado regularmente por mais da metade das crianças australianas de 6 a 12 anos — e argumenta que seu apelo não vem de design viciante, mas por oferecer um mundo infinito, complexo e completamente autodirigido para explorar. O argumento implícito: banir telas das crianças sem oferecer liberdade real como alternativa pode ser a pior das duas opções (Psyche) PBS + 2 O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

    18 min
  6. O Super El Niño que pode chegar em 2026, e a Suécia que desligou as telas.

    MAY 14

    O Super El Niño que pode chegar em 2026, e a Suécia que desligou as telas.

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  7. O futuro das universidades é OnlyFans, e a obsessão masculina com testosterona.

    MAY 13

    O futuro das universidades é OnlyFans, e a obsessão masculina com testosterona.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🎓 O New Yorker publica um artigo da série "Fault Lines" sobre o que está acontecendo com o ensino superior americano — e a metáfora central é perturbadora e precisa. Plataformas como Substack, Patreon e Maven permitem que professores e pesquisadores cobrem diretamente dos alunos por aulas, mentorias e acesso exclusivo, contornando completamente a instituição. A lógica é a mesma do OnlyFans: criador, audiência, assinatura, sem intermediário. O artigo mapeia o movimento de professores de universidades de elite que estão abandonando cargos tenured para se tornar criadores independentes — e questiona o que sobra da universidade quando sua função de distribuição de conhecimento pode ser substituída por uma plataforma de R$29,90 por mês. A resposta incômoda: talvez só o diploma (New Yorker) 💉 O New York Times Magazine publica hoje uma reportagem extensa sobre a obsessão masculina com testosterona — e como ela se tornou o centro de uma narrativa política. O pano de fundo imediato é RFK Jr. ter dito publicamente que Trump tem níveis de testosterona "extraordinários" para um homem de sua idade — numa entrevista sobre saúde que rapidamente virou meme e análise política. Mas o artigo vai fundo: mapeia a indústria de terapia de reposição de testosterona, que dobrou de tamanho nos últimos cinco anos, o fenômeno das clínicas de "otimização hormonal" para homens, e o argumento da direita de que a queda média de testosterona nos homens ocidentais desde os anos 80 é evidência de uma "feminização" da cultura. A ciência é mais ambígua do que o debate político sugere (NYT) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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  8. A corrida do ouro 2.0, e os estudantes que aprenderam a escrever em cursiva.

    MAY 12

    A corrida do ouro 2.0, e os estudantes que aprenderam a escrever em cursiva.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🏅 O New Yorker publica uma "Letter from California" em que o jornalista viaja ao El Dorado County, no norte da Califórnia, para entender por que cada vez mais americanos estão garimpando ouro — incluindo um influencer de prospecção chamado Mike Cleary que também trabalha na Tesla e exibe pepitas impressionantes para seus seguidores. O pano de fundo é concreto: o ouro passou de US$3.000 a mais de US$3.300 por onça em 2026, impulsionado por guerras comerciais, instabilidade geopolítica e desconfiança no dólar. Mas o artigo vai além da economia — é sobre a persistência do mito americano de que em algum lugar existe uma riqueza inesperada esperando pelo sujeito certo com um metal detector e disposição de levantar cedo (New Yorker) Management Today ✍️ O New York Times reporta um fenômeno que está se espalhando pelas escolas americanas: clubes de escrita cursiva formados por pré-adolescentes que nunca aprenderam a técnica — e que estão descobrindo o estilo pela primeira vez em atividades extracurriculares. A professora Sherisse Kenerson, de Alexandria, Virginia, criou o clube depois que seus alunos simplesmente não conseguiam ler o que ela escrevia no quadro — e ficavam olhando para ela em silêncio. Mais da metade dos estados americanos já reintroduziram a cursiva no currículo depois que o Common Core de 2010 a removeu. Uma pesquisa de 2026 com educadores mostrou que 70% dizem que a habilidade motora fina dos alunos piorou nos últimos dois anos. A geração que cresceu no teclado não sabe assinar o nome (NYT) Muck Rack + 3 O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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