60 episodes

Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

República de Ideias Ateliê de Humanidades

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Este é o podcast República de Ideias do Ateliê de Humanidades!
Ele se constitui como espaço de debate de ideias, autores e reflexões sobre questões clássicas e contemporâneas. Ele tem por missão propiciar, por meio de experiências digitais, a ampliação e a difusão de conhecimento e cultivo em filosofia e ciências humanas. Com isso, objetivamos ser um canal público tanto de livre-formação de alta qualidade, quanto também de pensamento sobre a atualidade, que presta um trabalho intelectual a serviço do público e orientado para a formação democrática.

    #047 Entretien avec B. Latour: Les fils d'une pensée en entrelac

    #047 Entretien avec B. Latour: Les fils d'une pensée en entrelac

    Temos o prazer de publicar a entrevista que nós, do Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com), fizemos com Bruno Latour. Realizada por André Magnelli, fundador, diretor e livre-pesquisador do Ateliê de Humanidades, no dia 04 de novembro. a entrevista tem por motivação e eixo a publicação de Diante de Gaïa  (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora) (https://ateliedehumanidades.com/2020/06/15/publicacao-de-diante-de-gaia-oito-conferencias-sobre-a-natureza-no-antropoceno-de-bruno-latour-ubu-atelie-de-humanidades-editorial/, mas ela puxou e entrelaçou os mais diversos fios da obra de Latour: ciência, política, semiótica, religião, geopolítica e estética.
    Somos muito gratos a Latour pela generosidade em disponibilizar seu tempo para a realização desta tão esclarecedora entrevista.
    O vídeo que por ora publicamos está em francês e sem legendas. Posteriormente será publicado com legendas em português.
    ***
    Nous sommes heureux de publier l'entretien que nous, de l'Ateliê de Humanidades (ateliedehumanidades.com) avons réalisée avec Bruno Latour. Réalisée par André Magnelli (fondateur, directeur et libre-chercheur de l'Ateliê de Humanidades) le 4 novembre dernier, l'entretien porte sur la publication de Face à Gaïa au Brésil (Ateliê de Humanidades Editorial / UBU Editora, 2020), mais en plus elle tire et entrelace les fils les plus divers de l'œuvre de Latour : science, politique, sémiotique, religion, géopolitique et esthétique.
    Nous sommes très reconnaissants à Latour de sa générosité, qui nous a accordé son temps pour cette entretien éclairante.
    La vidéo que nous publions pour l'instant est en français et sans sous-titres en portugais. Il sera publié ultérieurement avec des sous-titres portugais.

    • 59 min
    #046 Sérgio Bello, pintando o sete (II) Profetas de outrora, profetas de agora

    #046 Sérgio Bello, pintando o sete (II) Profetas de outrora, profetas de agora

    Está no ar o segundo episódio de nossa entrevista com o artista franco-pernambucano Sérgio Bello. Depois de “Do Recife Colonial ao Grito de Eros“, onde conversamos sobre o percurso do jovem Bello, tratamos agora de suas obras de arte de “O grito dos profetas”, que é um “remake” das esculturas de Aleijadinho dos 12 profetas. Em “Profetas de outrora, profetas de agora”, conversamos sobre como Bello percebe o gênio de Aleijadinho na sociedade colonial e sobre como o próprio Sérgio concebeu seus “profetas barrocos” como uma imagem de pensamento que se tornou uma criação material. Ao tratar disso, não deixamos de refletir um pouco sobre o sentido dos profetismo, de outrora e de agora.

    Desejamos uma excelente escuta!

    Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros
    Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora
    Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre
    Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já!

    Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período.

    • 21 min
    #045 Sérgio Bello, pintando o sete: (I) Do Recife Colonial ao Grito de Eros

    #045 Sérgio Bello, pintando o sete: (I) Do Recife Colonial ao Grito de Eros

    No final de maio, com participação de André Magnelli e Paulo Henrique Martins, tivemos o prazer de entrevistar Sérgio Bello, um artista pernambucano nascido em 1952, que está radicado na França há décadas. Suas obras já estiveram presentes em publicações do Ateliê de Humanidades, como expressões estéticas de nossos encontros do Ciclo de Humanidades sobre solidariedade e de artigos do Fios do Tempo. Agora, temos a felicidade de trazer ao público, no República de Ideias, a primeira parte de nossa entrevista com o artista, que dividimos em quatro episódios:

    Episódio 1. Do Recife Colonial ao Grito de Eros
    Episódio 2. Profetas de outrora, profetas de agora
    Episódio 3. Os gritos dos povos, ainda e sempre
    Episódio 4. Escutar o grito da Terra, já!

    Neste primeiro episódio percorremos as obras do jovem Bello. Começamos conversando sobre sua juventude e seus primeiros desenhos bico de pena sobre o Recife colonial que, segundo Gilberto Freyre, mostraram o talento de um artista eminentemente ecológico. Depois passamos para a segunda fase da obra de Sérgio, onde começam seus trabalhos sobre os “Gritos” realizados em 1980-1982, começando pelos “Gritos de Eros”.

    Você pode assistir ao episódio no formato podcast ou em vídeo. No formato de vídeo será possível visualizar as obras de Bello deste período.

    Desejamos uma excelente escuta!

    • 35 min
    #044 Vila Morena (V) Que a razão nos tire deste reino cadaveroso

    #044 Vila Morena (V) Que a razão nos tire deste reino cadaveroso

    Chegamos ao quinto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados.

    Neste quinto episódio continuamos o tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Após conversarmos sobre a vertente mitopoética, conversamos aqui sobre a outra vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “racional-idealizante”.

    Tópicos

    Recapitulação do último episódio: o discurso mitopoético
    A crítica racional-idealizante ao discurso mitopoético
    Antonio Sérgio (1883-1969): seu itinerário
    O tema do decantismo de Portugal: Eça de Queiroz (1845-1900) e Antero de Quental (1842-1891)
    Um pouco sobre o pensamento de Antonio Sérgio: a crítica do reino cadaveroso e as reformas de Portugal (reforma das mentalidades e reforma social)
    Vitorino Magalhães Godinho (1918-2011): a crítica historiográfica na história portuguesa
    Paralelos com a história do Brasil: Mario de Andrade e Brasil contemporâneo
    O lugar de Hermínio Martins na dialética do esclarecimento: entre a mitopoética e a racionalista-idealizante
    Terminando com Antonio Variações “Estou Além”

    • 30 min
    #013 [Áudio-leitura] A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo

    #013 [Áudio-leitura] A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo

    Áudio-leitura do artigo  A antiética evangélica que ajuda a distrair o espírito do capitalismo – por Nelson Lellis, publicado no Fios do Tempo. Para lê-lo acesse: https://ateliedehumanidades.com/2020/09/09/fios-do-tempo-a-antietica-evangelica-que-ajuda-a-distrair-o-espirito-do-capitalismo-por-nelson-lellis/

    **

    Nesta semana o Fios do Tempo traz uma série de artigos inéditos sobre religião. Começamos com mais um texto do sempre lúcido, bem informado e sagaz Nelson Lellis, que reflete sobre o recente perdão de dívidas das Igrejas evangélicas: como isso expressa a forma pela qual os evangélicos se relacionam com o capitalismo e o modo como o capitalismo se realiza no Brasil?

    A seguir publicaremos dois textos que contribuem para pensar o que é, afinal, religião: primeiramente, discutindo com Lactâncio e Durkheim, Fábio Costa levanta uma interrogação sobre a concepção clássica de religião como “religação”: religar o quê, afinal?; e, em seguida, Wellington Freitas nos proporciona uma reflexão sobre o que é sagrado e como ele está, hoje, a ser simplesmente “encaixotado”.

    Acompanhe-nos. E desejamos, como sempre, uma excelente leitura, ou escuta.

    A. M.
    Fios do Tempo, 09 de setembro de 2020

    • 16 min
    #043 Vila Morena (IV): As mitopoiéticas de um imenso Portugal

    #043 Vila Morena (IV): As mitopoiéticas de um imenso Portugal

    Chegamos ao quarto episódio de nossa introdução ao debate de ideias em Portugal, com atividades em podcasts/vídeos do Vila Morena: o debate de ideias em Portugal, no República de Ideias. Ele consiste em exposições e debates com Marcos Lacerda, autor do livro A sociedade das tecnociências de mercadorias: introdução à obra de Hermínio Martins e também organizador (junto com André Magnelli) de Sociologia das tecnociências contemporâneas: ensaios de teoria social portuguesa , e convidados.

    Neste quarto episódio entramos no tema desenvolvido por Lacerda no primeiro capítulo de A sociedade das tecnociências de mercadorias, denominado “dialética do esclarecimento à portuguesa”. Conversamos aqui sobre uma vertente de pensamento português que atravessou os séculos XIX e XX, chamado pelo autor de “mitopoético”. Dialogando história, sociologia e poesia, trazemos ao público um pouco das formas de compreender o moderno Portugal por meio do pensamento mitológico, situando o debate em meio à Renascença Portuguesa no século XX. E, para tanto, refazemos brevemente um percurso que vai desde Lusíadas até Agostinho da Silva, passando pelo fulcral livro de poesia Mensagem de Fernando Pessoa. E como sempre, terminamos nosso episódio com uma música expressiva da ambiência portuguesa, desta vez o Rosinha dos Limões, do cantor português Max.

    Tópicos

    Recapitulação do último episódio
    O que seria uma “dialética do Esclarecimento à portuguesa”? A modernidade portuguesa entre mythos e logos
    Os “estrangeirados” nas distintas épocas de Portugal
    A Renascença Portuguesa e a revista Águia
    Significados do discurso mitopoético e suas repercussões sobre a compreensão da história de Portugal
    Um momento fulcral: alguns poemas de Mensagem, de Fernando Pessoa
    O Grupo de São Paulo
    De Padre Antonio Vieira a Agostinho da Silva: do federalismo democrático e catolicismo popular ao “imenso Portugal” do quinto Império
    Terminando com um pouco de música: Rosinha dos Limões de Max

    • 47 min

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