SommCast TV

SommCast T V

O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer. Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas. O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso. Se você ac

  1. Felipe Bebber - Enólogo e sócio-proprietário da Vinícola Família Bebber #EP161

    3h ago

    Felipe Bebber - Enólogo e sócio-proprietário da Vinícola Família Bebber #EP161

    Como uma vinícola jovem consegue construir identidade, conquistar o mercado e fazer pessoas viajarem exclusivamente para conhecê-la? Neste episódio do SommCast, Felipe Bebber, enólogo e sócio-proprietário da Vinícola Bebber, compartilha a trajetória de uma família que saiu da fotografia, produziu os primeiros vinhos no porão do avô e transformou curiosidade, planejamento e coragem em um projeto reconhecido dentro e fora da Serra Gaúcha.A conversa percorre os primeiros anos da Bebber, o trabalho com marcas próprias, a busca por uvas de diferentes regiões do Rio Grande do Sul e o desafio de equilibrar aquilo que o enólogo deseja produzir com o que o consumidor quer beber. Felipe explica por que um bom marketing pode vender a primeira garrafa, mas somente qualidade, identidade e experiência conquistam a segunda. Entre vinhos como Peleia e Luigi Bebber, o papo passa pela força dos blends, pelo uso inteligente da madeira, pela Cabernet Franc de Altos Montes e pela mudança do paladar brasileiro em direção a vinhos mais frescos e elegantes.Mais do que produzir garrafas, a Bebber entendeu que o vinho ganha outra dimensão quando encontra gastronomia, hospitalidade e pessoas. O enoturismo, o restaurante e as experiências de degustação ajudaram a criar uma conexão que nenhum anúncio consegue comprar: a indicação espontânea de quem viveu algo especial. Um episódio sobre vinho, empreendedorismo, família, amadurecimento e a importância de crescer sem perder a essência.Destaques🍇 Da infância à própria vinícolaFelipe relembra o impacto de observar uma vinícola em funcionamento ainda criança e como aquela curiosidade levou à primeira produção familiar, feita no porão do avô.📸 Quando a fotografia encontrou o vinhoA experiência da família com imagem e criação influenciou diretamente a Bebber. O irmão desenvolvia os rótulos, Felipe criava os vinhos e o projeto começou atendendo marcas próprias.🛒 A primeira garrafa e a segunda compraA embalagem pode chamar atenção, mas é o conteúdo que sustenta a relação. Qualidade, narrativa, preço, identidade e experiência precisam caminhar juntos.⚖️ Identidade sem ignorar o mercadoProduzir apenas o que o mercado pede pode apagar a personalidade da vinícola. Produzir somente o que o enólogo gosta pode tornar o negócio inviável. A força está no equilíbrio.🍷 Peleia: encontro entre regiões e variedadesO rótulo combina Cabernet Franc da Serra Gaúcha com Malbec da Serra do Sudeste, unindo terroirs, estilos de madeira, frescor, estrutura e vocação gastronômica.⛰️ Altos Montes e a assinatura do frescorAltitude, solos basálticos, argila e amplitude térmica ajudam a formar vinhos estruturados, com boa acidez e elegância, reforçando o potencial da região.🪵 Madeira não é sinônimo automático de qualidadeMais importante do que usar barrica nova é entender por que usar madeira, em qual volume e por quanto tempo. Ela deve acompanhar o vinho, não esconder sua origem.🏡 Enoturismo como construção de marcaQuando as pessoas começaram a viajar apenas para visitar a Bebber, Felipe percebeu que o projeto havia alcançado outro patamar. A experiência transforma clientes em divulgadores espontâneos.🍽️ Vinho, comida e pessoasO restaurante e os menus harmonizados traduzem uma visão simples: o vinho se completa ao redor da mesa, na gastronomia, na conversa e nos vínculos criados.📈 Crescer também significa saber pararA estrutura planejada para 2030 ficou pronta em 2022. Depois de anos de expansão, a família decidiu consolidar conquistas e observar o mercado antes de iniciar uma nova fase.🥂 O paladar brasileiro está mudandoFelipe percebe uma migração dos vinhos muito maduros e marcados pela madeira para estilos com mais frescor, acidez e elegância — mudança que favorece o Sul do Brasil.

    55 min
  2. [SommCast] Glenda Haas - Azeitóloga e Sócia-proprietária da Lagar H #EP160

    2d ago

    [SommCast] Glenda Haas - Azeitóloga e Sócia-proprietária da Lagar H #EP160

    O azeite está presente todos os dias na cozinha, mas quanto realmente sabemos sobre ele? Neste episódio do SommCast, Glenda Haas, azeitóloga e sócia-proprietária da Lagar H, revela o universo de técnica, origem e cuidado escondido dentro de uma garrafa. Formada em Direito e Administração, ela trocou a carreira corporativa pelo desafio de produzir no Brasil um azeite extravirgem capaz de competir com os melhores do mundo.A conversa percorre a criação da Lagar H, desde os primeiros estudos, em 2013, o plantio das oliveiras, em 2014, e a espera até a primeira safra, em 2020. Glenda conta como buscou conhecimento na Califórnia, em Portugal, na Itália e em outros polos produtores para entender variedades, poda, colheita, análise sensorial e extração. O episódio também mostra por que velocidade, temperatura e limpeza são decisivas depois que a azeitona deixa a árvore e como um processo mal conduzido pode arruinar uma fruta excelente.Mais do que uma aula sobre azeite, este episódio muda a forma como olhamos para a comida cotidiana. Glenda explica por que acidez não é o único indicador de qualidade, como luz, calor, oxigênio e tempo comprometem o produto e por que guardar o melhor azeite apenas para ocasiões especiais pode ser um desperdício. Destaques🫒 Da advocacia ao olivalGlenda construiu sua primeira carreira no Direito e na Administração, mas a curiosidade por um ingrediente usado diariamente mudou sua trajetória. Ao perceber que conhecia muito sobre gastronomia e quase nada sobre azeite, decidiu mergulhar nesse universo.🌱 Um projeto que exigiu paciênciaAs primeiras oliveiras foram plantadas em 2014, mas a produção relevante só veio anos depois. O episódio mostra como projetos agrícolas dependem de tempo, pesquisa, adaptação e capacidade de lidar com a natureza.🌍 Conhecimento mundial, identidade brasileiraEstados Unidos, Portugal, Itália e Espanha ajudaram a formar a base técnica da Lagar H. O desafio não era copiar modelos estrangeiros, mas adaptar variedades, técnicas e tecnologias às condições brasileiras.⏱️ Da árvore ao azeite em poucas horasComo a colheita brasileira acontece em temperaturas elevadas, a rapidez é essencial. A fruta precisa ser resfriada e processada rapidamente para evitar fermentações e defeitos.🧪 Acidez não conta a história inteiraUma acidez baixa não garante, sozinha, que o azeite seja extravirgem. A classificação também depende de análises químicas e de uma avaliação sensorial capaz de identificar oxidação, ranço e falhas de produção.🕶️ Luz, calor e oxigênio são inimigosO azeite perde frescor com o tempo. Por isso, a Lagar H armazena sua produção em tanques de inox, sob nitrogênio e em ambiente refrigerado, realizando o envase conforme a demanda.🇧🇷 A vantagem do azeite brasileiroA proximidade entre produtor e consumidor reduz o tempo de transporte e a exposição ao calor. Enquanto muitos importados enfrentam longos trajetos marítimos, o produto nacional pode chegar mais fresco à mesa.👃 Amargor e picância são qualidadesPara quem está acostumado a azeites neutros ou oxidados, um extravirgem fresco pode surpreender. O amargor e a picância podem indicar presença de compostos naturais e revelar um produto vivo e intenso.🍳 O melhor azeite também é para cozinharGlenda provoca uma mudança de mentalidade: não faz sentido guardar o melhor produto durante meses e usar ingredientes inferiores todos os dias. Preparações simples também podem ganhar sabor e complexidade com um bom azeite.🏅 O Brasil entre os grandesMesmo com produção pequena, os azeites brasileiros vêm conquistando reconhecimento internacional. Olivais jovens, inovação e tecnologia ajudam o país a construir uma reputação baseada em qualidade, não em volume.

    1h 43m
  3. [A Origem do Sabor] Ronaldo Rossi - Chef, Cervejeiro, Professor, Escritor e Proprietário da Cervejoteca #EP08

    5d ago

    [A Origem do Sabor] Ronaldo Rossi - Chef, Cervejeiro, Professor, Escritor e Proprietário da Cervejoteca #EP08

    Harmonizar não é apenas colocar duas coisas gostosas na mesma mesa. É entender intensidade, gordura, acidez, aroma, textura e memória. Neste episódio de A Origem do Sabor, Élvio Rocha recebe Ronaldo Rossi, chef, cervejeiro, professor, escritor e proprietário da Cervejoteca. Mais do que um convidado, Ronaldo foi uma das pessoas que abriram caminhos na trajetória de Élvio, o que transforma o programa em uma conversa entre amigos, cheia de conhecimento, histórias e boas provocações. Ao longo do papo, Ronaldo mostra por que a harmonização pode ser tratada quase como uma equação. Antes de buscar semelhanças ou contrastes, é preciso equilibrar a intensidade dos produtos e entender como álcool, amargor, acidez e carbonatação atuam no paladar. Entre Witbier, Barley Wine, cervejas belgas, Imperial Stout e diferentes queijos artesanais, eles exploram o chamado “terceiro sabor”: algo novo, que não estava completamente nem na bebida nem no alimento, mas nasce quando os dois se encontram. O episódio também passa pela análise sensorial, pelo papel da temperatura, pela força dos queijos de leite cru, pelo terroir e pelos desafios do mercado artesanal brasileiro. Ronaldo defende menos arrogância, mais educação e mais espaço para os pequenos produtores. Um papo para quem gosta de cerveja, queijo e gastronomia, mas também para quem quer aprender a comer e beber com mais curiosidade. Destaques 🍺 Da gastronomia para a cerveja Ronaldo conta como seus 30 anos de cozinha moldaram a forma de pensar receitas, ingredientes e experiências à mesa. 🧀 O desafio dos queijos de leite cru Depois de errar 11 de 12 harmonizações, ele percebeu que a acidez, os aromas e o terroir desses queijos exigem muito mais do que regras prontas. ✨ A formação do terceiro sabor Quando a bebida desperta algo no alimento — e o alimento faz o mesmo com a bebida — surge uma experiência nova, capaz de criar memória. 📐 Harmonização também é matemática Primeiro vem o equilíbrio de intensidade. Depois entram as relações de semelhança e contraste, como manjericão com manjericão, tosta com tosta ou doçura contra amargor. 🫧 Os quatro elementos de corte Álcool, amargor, acidez e carbonatação ajudam a limpar o paladar e equilibrar gordura e persistência. Mas, em excesso, também podem atropelar sabores delicados. 👃 Como analisar uma cerveja Cor, turbidez, espuma, aroma, textura, gosto e retrogosto ajudam a entender o que existe dentro do copo. Até a temperatura muda completamente a percepção. 🌾 O malte como processo Mais do que um ingrediente, o malte nasce da transformação de cereais e do controle da torra, criando notas de pão, caramelo, tosta e café. ❤️ Harmonização é memória afetiva Uma boa combinação não termina no prato. Ela cria desejo de repetir, como aquele pão de queijo, feijão ou produto que nos faz atravessar a cidade. 🏪 Os 15 anos da Cervejoteca Ronaldo revisita a história da loja e as mudanças de um mercado que cresceu, se sofisticou, mas também se afastou de parte do público. 📚 Cultura cervejeira precisa voltar ao centro Sem educação e troca, o setor fala sempre com as mesmas pessoas. Para formar novos consumidores, é preciso explicar menos de cima para baixo e convidar mais gente para a mesa. 🌱 Valorizar o pequeno é preservar cultura Queijos, cervejas, cafés e azeites artesanais carregam território, conhecimento e identidade. Apoiar esses produtores é manter a diversidade viva. 🍻 Menos frescura, mais experiência Nem toda combinação precisa funcionar. O importante é provar, errar, descobrir e não deixar que o conhecimento transforme prazer em arrogância.

    1h 37m
  4. [SommCast] Lucas Foppa - Enólogo e Cofundador da Vinícola Foppa & Ambrosi #EP159

    6d ago

    [SommCast] Lucas Foppa - Enólogo e Cofundador da Vinícola Foppa & Ambrosi #EP159

    Como uma vinícola que começou com apenas 45 garrafas conseguiu construir uma operação internacional antes de completar dez anos? Neste episódio do SommCast, gravado durante a Wine South America, recebemos Lucas Foppa, enólogo e cofundador da Foppa & Ambrosi, para uma conversa sobre vinho, empreendedorismo e a coragem de transformar uma ideia improvável em um negócio com presença dentro e fora do Brasil. Lucas relembra sua entrada quase acidental na enologia, ainda na adolescência, a formação no Instituto Federal, o estágio na Chandon e a experiência com microvinificações na Espanha. Ao lado de Ricardo Ambrosi, começou a produzir vinhos no porão da casa da família, sem investidores e praticamente sem entender como vendê-los. A passagem por Napa Valley mudou essa visão e mostrou que, além da técnica, era preciso construir marca, experiência e conexão com o consumidor. Hoje, a Foppa & Ambrosi produz cerca de 120 mil garrafas por ano e desenvolve projetos nos Estados Unidos e no Uruguai. Mais do que uma história de crescimento, o episódio mostra que construir uma vinícola exige aprender com os erros, entender o mercado, fortalecer a própria identidade e repetir o trabalho bem-feito ao longo do tempo. Uma conversa para quem acredita no vinho brasileiro e quer entender como técnica, comunicação, hospitalidade e empreendedorismo podem caminhar juntos. Destaques 🍷 Uma escolha profissional aos 13 anos Lucas entrou para o curso técnico em Enologia sem conhecer profundamente o vinho. A decisão nasceu da busca por uma formação de qualidade e da influência de pessoas que enxergaram nele um potencial que ainda não conseguia perceber. 🏠 O começo no porão de casa A Foppa & Ambrosi nasceu de pequenas microvinificações feitas no porão da casa dos pais de Ricardo. O primeiro experimento rendeu 45 garrafas. Depois vieram 300 garrafas e a descoberta de que fazer vinho e construir uma empresa são desafios completamente diferentes. 🔥 O incêndio que mudou os planos Durante uma experiência profissional em Napa Valley, Lucas e Ricardo enfrentaram os grandes incêndios florestais de 2017. O cenário contribuiu para a decisão de voltar ao Brasil e investir definitivamente no próprio projeto. 🤝 Uma sociedade complementar Embora os dois sejam enólogos, Ricardo assumiu a produção e a qualidade dos vinhos, enquanto Lucas passou a liderar os negócios, o posicionamento e a comunicação da marca. 📈 De 300 para 120 mil garrafas Sem grandes investidores, a vinícola chegou a uma produção anual próxima de 120 mil garrafas. Para Lucas, o crescimento nasceu da combinação entre trabalho, adaptação, boas conexões e oportunidades bem aproveitadas. 🌎 Uma atuação internacional A experiência em Napa abriu caminho para uma operação própria nos Estados Unidos. A empresa também desenvolve vinhos no Uruguai, em parceria com a Bracco Bosca, conectando diferentes territórios e estilos. 🏷️ A força da marca Depois de criar diferentes linhas e submarcas, a vinícola percebeu que precisava concentrar seus esforços no próprio nome. A mudança fortaleceu Foppa & Ambrosi como a principal assinatura diante do consumidor. 🕵️ Segredo de Enólogo Na linha Segredo de Enólogo, o consumidor prova o vinho sem saber quais uvas compõem o corte. A proposta é desafiar preconceitos e mostrar como nomes e experiências anteriores podem interferir na percepção. 🚪 Enoturismo como prioridade Receber pessoas na vinícola é parte central do negócio. Durante a visita, o público conhece a história, prova os vinhos, conversa com quem produz e cria uma relação mais profunda com a marca. 🇧🇷 O futuro do vinho brasileiro Mesmo com projetos internacionais, o foco continua no Brasil. O objetivo é consolidar a empresa, elevar a qualidade e mostrar que o vinho brasileiro pode ocupar novos mercados sem perder sua identidade.

    48 min
  5. [Épice Talks] Sebastián Ruiz - Enólogo da Viña Tarapacá #EP01

    Jun 24

    [Épice Talks] Sebastián Ruiz - Enólogo da Viña Tarapacá #EP01

    Como criar um novo ícone sem apagar mais de 150 anos de história? Na estreia do Épice Talks, Sebastián Ruiz, enólogo da Viña Tarapacá, apresenta o Etiqueta Dourada, um Cabernet Sauvignon que inaugura uma nova fase para uma das vinícolas mais tradicionais do Chile. Um vinho que nasce do encontro entre profundidade e frescor, tradição e movimento, experiência e coragem para fazer diferente. A conversa percorre a trajetória de Sebastián, suas primeiras memórias com o vinho e a importância de manter o enólogo conectado ao campo. O episódio mergulha também na história da Tarapacá, em seu terroir no Vale do Maipo e no trabalho realizado para compreender cada detalhe da propriedade. Foram centenas de análises de solo, estudos geológicos, recuperação da biodiversidade e anos de experimentação até identificar as pequenas parcelas que deram origem ao Etiqueta Dourada. Concreto, madeira, oxigênio, ponto de colheita e tempo de garrafa entram nessa construção. Produzido em uma edição limitada de aproximadamente sete mil garrafas, com apenas 900 destinadas inicialmente ao Brasil, o Etiqueta Dourada representa mais do que um lançamento. É o resultado de décadas de conhecimento, de uma parceria histórica entre a Épice e a Tarapacá e de uma nova leitura sobre os grandes vinhos chilenos: mais elegante, fluida e conectada ao lugar. Um episódio para entender como nasce um ícone — e por que os grandes vinhos não precisam escolher entre tradição e modernidade Destaques 🍷 O nascimento de um novo ícone O Etiqueta Dourada chega ao topo do portfólio da Tarapacá com uma proposta mais fresca e elegante, preservando profundidade, fruta e potencial de guarda. 🟡 A história das etiquetas O novo vinho se junta aos tradicionais Etiqueta Branca, Negra e Azul, abrindo outro capítulo na forma como a vinícola interpreta seu terroir. 👨‍🌾 O enólogo também precisa estar no campo Sebastián defende que enologia e viticultura caminhem juntas. Conhecer a planta, o solo e o clima é essencial para preservar a identidade do lugar. 🗺️ Um terroir estudado em profundidade Centenas de análises e escavações revelaram pequenas parcelas, diferentes composições geológicas e solos formados há milhões de anos. 🌿 Biodiversidade que chega à taça Corredores biológicos, coberturas vegetais e manejo integrado ajudaram a recuperar o ecossistema e melhorar a qualidade das uvas. 🏔️ Um lugar protegido pela natureza Montanhas, rio e correntes de ar frescas ajudam a preservar a acidez e favorecem vinhos intensos, equilibrados e elegantes. 🧱 Concreto, madeira e equilíbrio O concreto preserva a fruta, enquanto a madeira oferece oxigenação e estrutura. A escolha nasce da experimentação, não de uma fórmula pronta. 🌡️ Colher antes para preservar o frescor A antecipação da colheita e as fermentações mais delicadas ajudam a evitar excesso de álcool, mantendo tensão, frescor e elegância. 🌱 Vinhas maduras e de pé franco As uvas vêm de vinhedos com cerca de 30 anos, incluindo plantas de pé franco, mais equilibradas e concentradas na maturação dos frutos. 🇧🇷 O Brasil no centro da estratégia A chegada de 900 garrafas ao país reforça a importância do mercado brasileiro e a confiança da Tarapacá na parceria com a Épice. 🤝 Uma parceria de mais de 30 anos Desde 1995, Épice e Tarapacá atravessam juntas mudanças de portfólio, imagem e posicionamento da marca no Brasil. ⏳ O tempo como ingrediente O descanso em garrafa ajudou a integrar os taninos e revelar uma textura mais fina, fluida e elegante. ✨ O que define um grande vinho Um grande vinho entrega prazer hoje, mas também possui equilíbrio, identidade e estrutura para evoluir durante muitos anos.

    1h 9m
  6. [SommCast] Rodrigo Berber - Sócio dos Restaurantes Saj e Manish e Sommelier #EP158

    Jun 22

    [SommCast] Rodrigo Berber - Sócio dos Restaurantes Saj e Manish e Sommelier #EP158

    O que um engenheiro com carreira no mercado financeiro pode ensinar sobre restaurantes, hospitalidade e vinho? Neste episódio do SommCast, Rodrigo Berber, sócio do Saj e do Manish e sommelier formado pela ABS-SP, conta como deixou o ambiente corporativo para mergulhar na gastronomia. Uma mudança que passou por erros, reinvenção e uma descoberta importante: planilhas ajudam, mas negócios são feitos por pessoas. Na conversa, Rodrigo abre os bastidores de uma operação que precisa equilibrar receitas de família, padronização, custos, delivery e experiência do cliente. Ele explica por que uma cozinha centralizada não precisa ser industrial, como cada unidade desenvolve uma relação própria com seu público e por que uma reclamação pode revelar mais do que uma sequência de elogios. O papo também passa pelos desafios das sociedades, pelos erros mais comuns na abertura de restaurantes e pela complexidade das plataformas de entrega. O vinho aparece como parte natural dessa experiência. Rodrigo fala sobre a construção de uma carta que precisa vender, harmonizar com a comida e conversar com o público. Para ele, vinho deve fazer sentido para a ocasião e, principalmente, para quem está bebendo. Um episódio sobre gastronomia, negócios, hospitalidade e prazer. Assista no YouTube ou ouça nas principais plataformas de áudio. Destaques 🍷 Do vinho de garrafão à formação como sommelier Rodrigo relembra as primeiras experiências, a entrada em confrarias, o aprendizado autodidata e a decisão de estudar na ABS-SP. 📊 Quando o Excel encontra o salão A experiência no mercado financeiro ajudou na gestão, mas a gastronomia ensinou que nenhuma projeção substitui a execução e a leitura do cliente. 🥙 Comida de família e identidade Saj e Manish preservam uma culinária libanesa afetiva, baseada em receitas familiares, memória e preparos que remetem à comida de casa. 🏭 Cozinha centralizada sem perder o frescor A produção ajuda a manter o padrão entre as unidades, mas continua respeitando métodos tradicionais e o ritmo de uma cozinha de verdade. 🙋 O cliente no centro da operação Atendimento, entrega, ambiente e capacidade de resolver problemas são tão importantes quanto a comida. Para Rodrigo, uma reclamação também é uma oportunidade de melhorar. 🛵 A complexidade do delivery Cada pedido envolve cozinha, embalagem, logística, tecnologia e expectativa. Rodrigo analisa a força do iFood e os desafios de competir nesse mercado. 🤝 Sociedade precisa de regras claras Pró-labore, responsabilidades, aportes e expectativas devem ser definidos antes dos problemas aparecerem. 📈 Crescer sem abandonar a qualidade O grupo escolheu uma expansão mais cuidadosa, baseada em sócios-operadores e na preservação da experiência. 💰 Uma carta de vinhos que funciona Montar uma boa carta exige entender preço, margem, comida, público e ocasião — e não apenas reunir rótulos prestigiados. 🧊 Harmonização sem rigidez A técnica orienta, mas não deve eliminar o prazer. A melhor escolha é aquela que faz sentido para quem está à mesa.

    2h 22m

About

O SommCast TV é um espaço para quem gosta de sentar à mesa, servir uma taça, puxar uma boa conversa e deixar a história acontecer. Aqui, bebidas, gastronomia, viagens, cultura e experiências se encontram de forma leve, curiosa e humana. Cada episódio nasce do prazer de descobrir, provar, ouvir e compartilhar — sem pressa, sem regras rígidas, sem fórmulas prontas. O SommCast TV transforma encontros em histórias e histórias em experiências. É sobre o ritual do copo, o sabor da comida, o caminho da viagem, o contexto por trás de cada escolha e as pessoas que dão sentido a tudo isso. Se você ac

You Might Also Like