No sexto episódio do Tá Calor, a gente entra de cabeça no caos elegante de Marty Supreme, o novo filme de Josh Safdie com Timothée Chalamet no papel mais sujo, ambicioso e moralmente duvidoso da carreira. Gravado no nosso tradicional elevador, o episódio começa com uma pergunta simples e venenosa: já aconteceu de você gostar de algo e, quanto mais conhece, menos gostar? A partir daí, a conversa desanda para análise de cinema, bastidores obsessivos, crítica ao hype da A24 e um RPG completamente insano que conecta Japão feudal, jesuítas e pingue-pongue competitivo. Sim, é isso mesmo. Inspirado livremente na figura de Marty Reisman, o filme acompanha Martin Mauser, um jovem trambiqueiro que transforma o tênis de mesa em espetáculo enquanto pisa em todo mundo pelo caminho. Entre ambição, vergonha alheia e caos crescente, a gente debate se Safdie está contando uma história ou apenas tentando provar o quanto consegue ser excêntrico sem o irmão. Neste episódio você vai ouvir: Impressões sinceras sobre Marty Supreme e o primeiro filme solo de Josh SafdieA comparação inevitável com Joias Brutas e o legado caótico dos irmãos Safdie O treinamento obsessivo de Timothée Chalamet e sua tentativa de método até nas coletivas do OscarO hype da A24 e o limite entre cinema autoral e surto hipsterDiscussão sobre fotografia granulada, direção de arte anos 50 e figurinoO debate sobre subplots esquecíveis, excesso de caos e comparação com TenetCríticas afiadas à personagem de Gwyneth Paltrow e elogios à Odessa YoungCena da banheira, tiro inesperado, bundinha polêmica e vergonha alheia em dose duplaA dinâmica de RPG que conecta Japão, período Sakoku e o caos narrativo do filmeSe você quer entender por que Marty Supreme dividiu opiniões, ouvir uma análise que vai do Oscar ao Japão feudal em menos de uma hora e acompanhar duas gays discutindo ambição, método e bundas cinematográficas, aperta o play e vem passar calor com a gente. Palavras-chave: Marty Supreme, Josh Safdie, Timothée Chalamet, A24, tênis de mesa, filme 2025, crítica de cinema, Oscar, Joias Brutas, cinema independente, análise de filme, podcast de cinema, Letterboxd, Tá Calor.