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O vozesdofeminino é um podcast que pretende ser um espaço de fala e de escuta. Aqui queremos muitas vozes construindo conversas relevantes e transformadoras com a gente. Nossos episódios vão ao ar, quinzenalmente, às sextas. @vozesdofeminino

  1. #21: A construção da representação feminina nos espaços midiáticos

    06/11/2021

    #21: A construção da representação feminina nos espaços midiáticos

    Você já ouviu falar do teste de Bechdel? Inspirado por uma tirinha da cartunista Alison Bechdel, popularizou-se uma análise da representação feminina nas produções midiáticas, especialmente no cinema. O teste consiste em observar como as mulheres são apresentadas nessas obras. Para isso, você deve observar alguns critérios: 1) ter, pelo menos, duas mulheres em cena 2) essas mulheres precisam conversar entre si 3) essas mulheres precisam conversar sobre algum assunto que não diga respeito a um homem. É inacreditável a quantidade de filmes que não cumprem os três critérios. E vamos além: passar nesse teste não significa que nós, mulheres, somos bem representadas nessas produções. Ainda temos pouca diversidade, de tudo! de raça, de etnia, de idade, de religiosidades, de orientação sexual, de comportamento. Para a jornalista Luísa Pécora do site “Mulher no Cinema”, a desigualdade que ainda vemos no cinema (e também por trás, na direção e produção, por exemplo) é mais um reflexo de um mundo que sempre foi protagonizado pelos homens. No episódio dessa semana, conversamos com duas mulheres incríveis sobre a construção da representação feminina nos espaços midiáticos, especialmente no cinema. Jeanne Costa é economista, trabalha com marketing no setor de educação, podcaster no Videomania (@videomaniacast), feminista e apaixonada por cultura em geral. Olívia do Vale é formada em psicologia pela Universidade de Fortaleza e mestra em Ciências do Comportamento pela Universidade de Brasília. Atualmente é doutoranda em Estudos de Cultura da Faculdades de Letras (Universidade de Lisboa). É pesquisadora com ênfase nos temas de práticas culturais, mídia, gênero e feminismo.Fala com a gente: Instagram @vozesdofeminino e e-mail: vozesdofemininocast@gmail.com. Equipe: Camila Luz, Jéssica Marques e Renata Lessa (Produção e apresentação) e Déborah Souza (edição). Referências citadas no episódio: Filme "Whiplash: Em busca da perfeição" de Damien Chazelle. Vídeo "Para você que é uma fraude" da Jout Jout (youtube). TEDx "A síndrome da impostora" de Rafa Brites. Créditos: Abertura "Keratine, rust and a clear soul" por Alpha Hydrae, do album "(゚uu ゚)##)彡" de 2013. Vírgula "Pure Water" por Meydän, do album Interplanetary Forest de 2019. Encerramento "Delamine" por Blue Dot Sessions, do album Bitters de 2019.

    59 min
  2. #20: Entre Ser e Maternar

    05/28/2021

    #20: Entre Ser e Maternar

    “Você pode substituir “mãezinha” e “gravidinha” por... uma pessoa real, com nome e sobrenome, filho(s), vida a 2, casa, sonhos, desejos, uma vida. Potência, inteireza, leveza. Força e gentileza. Alguém que ama os filhos e a maternidade – eventualmente nem todas as partes que vêm no pacote (e tudo bem!) – e que, ao mesmo tempo, também ama ser quem é. Que merece se sentir aceita sem que isso envolva diminuir para caber. A mulher que está em busca de fazer o seu melhor – mesmo sabendo que vai estrear no susto e sem ensaio – e que merece apoio ao invés de dedos apontados na sua direção. Aquela que equilibra mil pratos – e às vezes tem a impressão de que não vai dar conta, mas que dá seu jeito e faz o melhor que pode.” Adaptamos esse texto de Ana Carolina Braz da página @maternarmaisleve para aquecer a nossa conversa. Um tema que atravessa tantas mulheres. O “maternar” é um mundo novo, cheio de mudanças, envolve uma explosão de sentimentos e sensações. Acessamos tantas regras e manuais que, afinal fica a pergunta: Existe um jeito certo de “Maternar”? Para nos auxiliar a responder esse questionamento e tantos outros pontos que envolvem essa temática convidamos Caroline Vasconcelos (@gestarpsi). Caroline é Psicóloga, Mestre em Psicologia e Especialista em Psicologia Perinatal. Trabalha com a linha Humanista Fenomenológica e atua com o público adulto, incluindo tentantes, gestantes e puérperas. Fala com a gente: Instagram @vozesdofeminino e e-mail: vozesdofemininocast@gmail.com. Equipe: Camila Luz, Jéssica Marques e Renata Lessa (Produção e apresentação) e Déborah Souza (edição). Referências citadas no episódio: Filme "Whiplash: Em busca da perfeição" de Damien Chazelle. Vídeo "Para você que é uma fraude" da Jout Jout (youtube). TEDx "A síndrome da impostora" de Rafa Brites. Créditos: Abertura "Keratine, rust and a clear soul" por Alpha Hydrae, do album "(゚uu ゚)##)彡" de 2013. Vírgula "Pure Water" por Meydän, do album Interplanetary Forest de 2019. Encerramento "Delamine" por Blue Dot Sessions, do album Bitters de 2019.

    46 min
  3. #18: Vida de uma Brasileira Imigrante

    04/30/2021

    #18: Vida de uma Brasileira Imigrante

    “Dizem que não tem preço. Já ouvi muitas vezes por aí. Ah, morar fora do Brasil não tem preço. Andar com sensação de segurança não tem preço. Criar os filhos com mais liberdade não tem preço. Quando se trata de migração, eu discordo. Tem preço sim. E várias formas de pagamento. E não estou nem falando da questão financeira. Não se iluda, minha amiga. Pra tudo tem um preço. E o preço pode ser alto. A recompensa também pode ser. E cabe a cada um saber o que está disposto a pagar.” Adaptamos esse texto da Isabel Arruda Alcântara (@isabel.arruda.alcantara), uma imigrante brasileira, para lhe convidar a pensar: Como é a vida de uma mulher brasileira morando fora do seu país? No episódio de hoje convidamos uma mulher incrível para nos contar histórias sobre o desafio de migrar. Déborah Souza (@flowdaconversa) tem 36 anos, é editora e produtora de podcasts (inclusive editora maravilhosa do Vozes 😍), Fortalezense morando em Rotterdam na Holanda há 4 anos. Fala com a gente: Instagram @vozesdofeminino e e-mail: vozesdofemininocast@gmail.com. Equipe: Camila Luz, Jéssica Marques e Renata Lessa (Produção e apresentação) e Déborah Souza (edição). Créditos: Abertura "Keratine, rust and a clear soul" por Alpha Hydrae, do album "(゚uu ゚)##)彡" de 2013. Vírgula "Pure Water" por Meydän, do album Interplanetary Forest de 2019. Encerramento "Delamine" por Blue Dot Sessions, do album Bitters de 2019. ⁣

    42 min
  4. #17: Mito da Beleza

    04/16/2021

    #17: Mito da Beleza

    “Não precisamos transformar nossos corpos, precisamos mudar as regras.” Essa afirmação de Naomi Wolf, em O Mito da Beleza, nos lança uma importante pergunta: afinal nosso corpo  ‘deveria ser’ de algum jeito? Clarissa Pinkola, em sua obra mulheres que correm com os lobos, também nos apresenta provocações ao dizer: A questão não está no tamanho, no formato ou na idade, nem mesmo no fato de ter tudo aos pares, pois algumas pessoas não têm. A questão selvagem está em saber se esse corpo sente, se ele tem um vínculo adequado com o prazer, com o coração, com a alma, com o mundo selvagem. Ele tem alegria, felicidade? Ele consegue ao seu modo se movimentar, dançar, gingar, balançar, investir? É só isso o que importa. De acordo com uma pesquisa divulgada, em dezembro de 2019, pela Sociedade Internacional de Cirurgia Plástica Estética (ISAPS), foram registradas mais de 1 milhão de cirurgias plásticas estéticas em nosso país. Isso nos rendeu o título de campeões entre os países que mais realizam procedimentos estéticos no mundo, mas será que isso deveria ser motivo de orgulho? Esses dados apontam exatamente para o que? Contamos com a participação da Jamylle Guimarães (@anutridelas), nutricionista que acredita que é possível viver uma relação saudável e equilibrada com o corpo e a comida percorrendo um caminho de empoderamento feminino, autocompaixão e autoconhecimento. Ela atende por meio da abordagem da Nutrição Comportamental em consultório focado em mulheres. Fala com a gente: Instagram @vozesdofeminino e e-mail: vozesdofemininocast@gmail.com. Equipe: Camila Luz, Jéssica Marques e Renata Lessa (Produção e apresentação) e Déborah Souza (edição). Créditos: Abertura "Keratine, rust and a clear soul" por Alpha Hydrae, do album "(゚uu ゚)##)彡" de 2013. Vírgula "Pure Water" por Meydän, do album Interplanetary Forest de 2019. Encerramento "Delamine" por Blue Dot Sessions, do album Bitters de 2019. ⁣

    49 min
  5. #15: Feminismos: Para Quem?

    03/19/2021

    #15: Feminismos: Para Quem?

    “Você não sabe o que é ser feminista até se calar, numa reunião de trabalho com homens, porque nenhum deles vai considerar a sua ideia, até presenciar a violência doméstica diante dos seus olhos, até conversar com as mulheres mais velhas da sua família e perceber quantos sonhos elas deixaram para trás, até notar que é interessante para o capitalismo que as mulheres vivam competindo por beleza.” Esse trecho foi retirado do texto da Paty Cozer (@pattycozer) intitulado “Você não sabe o que é ser Feminista” e fez parte da introdução do nosso novo episódio. Contamos com a participação da Nagle Melo (@ousarexistirnomundo), que é feminista, psicóloga e psicanalista em formação. Fala com a gente: Instagram @vozesdofeminino e e-mail: vozesdofemininocast@gmail.com. Equipe: Camila Luz, Jéssica Marques e Renata Lessa (Produção e apresentação) e Déborah Souza (edição). Referências citadas no episódio: Artigo da bel hooks - "Feminismo: uma política transformacional"; Os clássicos: Mulheres que correm com os lobos, Clarissa Pinkola Estés; O mito da beleza, Naomi Wolf; O segundo sexo, Simone de Beauvoir. Podcasts: Afetos; Angu de grilo; Grifa podcast; Alcateia feminista. Músicas "Triste, Louca ou Má" e "Pagu" interpretadas pela Camila Nascimento (Voz) e pela Cecília Nascimento (violão). Nascimento. Créditos: Abertura "Keratine, rust and a clear soul" por Alpha Hydrae, do album "(゚uu ゚)##)彡" de 2013. Vírgula "Pure Water" por Meydän, do album Interplanetary Forest de 2019. Encerramento "Delamine" por Blue Dot Sessions, do album Bitters de 2019. ⁣

    1h 4m

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