45 do Primeiro Tempo

Jovem Pan

Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.

  1. Micha-El e Gran - “Não basta buscar, é preciso amadurecer”

    HÁ 5 DIAS

    Micha-El e Gran - “Não basta buscar, é preciso amadurecer”

    Micha-El e Gran estão certos de que a verdadeira jornada espiritual não tem a ver com acumular conceitos, colecionar experiências extraordinárias ou se perder em promessas de iluminação instantânea. Tem a ver, antes de tudo, com silêncio, discernimento, presença… e com essa disposição rara de olhar para dentro sem autoengano. Certos de que a transformação real não nasce do excesso de informação, mas da maturação da consciência, Micha-El e Gran vêm dedicando uma parte importante de suas vidas a estudar, traduzir, organizar e compartilhar a obra de um dos pensadores espirituais mais profundos e discretos do século XX: o filósofo-místico inglês Paul Brunton. Mais do que simples leitores e admiradores, eles se tornaram guardiões e pontes de um ensinamento que busca unir investigação filosófica, vida interior, prática contemplativa e um tipo de sabedoria que não se exibe — mas se revela, pouco a pouco, a quem está verdadeiramente disposto a buscar. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Alan David Berkowitz, também conhecido como Micha-El, e Magda Beatriz Berkowitz, a Gran — estudiosos, compiladores, tradutores e divulgadores da obra de Paul Brunton — contaram suas histórias de vida, trouxeram um olhar sobre este momento que estamos vivendo e foram categóricos: “Não basta buscar, é preciso amadurecer”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 19min
  2. Ricardo Leme - "Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir”

    27 DE MAR.

    Ricardo Leme - "Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir”

    Ricardo Leme tem certeza de uma coisa: a saúde não começa no corpo — ela começa na consciência. Talvez seja justamente aí que mora uma das grandes inversões do nosso tempo. A gente foi aprendendo a olhar para a doença antes de olhar para o ser. A tratar o sintoma antes de escutar o sentido. A tentar consertar a parte sem, muitas vezes, compreender o todo. Certo de que o ser humano não pode ser reduzido a uma máquina biológica, Ricardo foi construindo uma trajetória rara, dessas que não cabem em gavetas fáceis. Um caminho que une a objetividade da medicina, a precisão da física e a linguagem simbólica da astrologia. Um percurso que parte da neurocirurgia, passa pela medicina antroposófica e desemboca numa visão mais ampla da saúde — não apenas como ausência de doença, mas como presença de integridade, consciência e conexão interior. Ao longo da vida, ele foi se aproximando de uma pergunta que parece atravessar tudo o que faz: o que, afinal, adoece primeiro no ser humano? O corpo? A alma? O sentido? Ou a ruptura silenciosa com aquilo que somos mais profundamente? Talvez por isso ele goste tanto de lembrar que a doença, muitas vezes, começa quando a gente deixa o SER pelo TER. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o médico, neurocirurgião, físico, estudioso da astrologia e da relação entre saúde, consciência e destino humano, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “Nem tudo o que a ciência não explica deixa de existir.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 15min
  3. Hugo Madureira -  "A vida acontece no eterno instante”

    20 DE MAR.

    Hugo Madureira - "A vida acontece no eterno instante”

    Hugo Madureira costuma dizer que talvez o maior engano da vida seja acreditar que a desilusão é algo ruim — quando, na verdade, é exatamente ali que começamos a deixar de nos iludir. Talvez por isso, sua caminhada seja menos sobre encontrar respostas e mais sobre sustentar perguntas. Perguntas que não cabem em fórmulas prontas, que dançam, que provocam, que convidam a olhar de novo — para a vida, para os filhos, para si mesmo. Um movimento de desapego dos personagens que vestimos ao longo do tempo, para tocar algo mais essencial, mais vivo, mais verdadeiro. Nascido entre a dança e a música, criado nos bastidores da arte, ele aprendeu desde cedo que sentir vem antes de explicar. E foi justamente nesse território — entre a sensibilidade e a expressão — que construiu sua trajetória. Empresário, palestrante, autor e criador do conceito de “Designer de Imaginação”, vem se dedicando a esculpir sentidos, provocando reflexões sobre presença, paternidade, criação e as narrativas que moldam quem somos. Em sua jornada, especialmente atravessada pela experiência de ser pai, foi encontrando novas camadas de si — mais despidas, mais humanas, mais conectadas com aquilo que realmente importa. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Hugo Madureira — que agora, em março, lança mais um livro, "O Eterno Instante", uma obra sensível e poética que mergulha na paternidade como um caminho de presença, memória e descoberta — contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos vivendo e foi categórico: “A vida acontece no eterno instante”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 6min
  4. Oscar Quiroga - “Não precisamos aprender. Precisamos ser”

    13 DE MAR.

    Oscar Quiroga - “Não precisamos aprender. Precisamos ser”

    Oscar Quiroga costuma dizer que “o maior engano das pessoas em relação à astrologia é achar que estamos sob a influência do céu. Não. Estamos em comunhão com uma ordem cósmica.” Talvez seja justamente por enxergar a astrologia dessa maneira — não como superstição ou como um exercício simplista de prever o futuro — que ele tenha se tornado uma das vozes mais singulares quando o assunto são os movimentos do céu e seus reflexos na vida aqui na Terra. Certo de que a astrologia não existe para transformar ninguém em dependente de previsões, mas sim para provocar reflexão, ele construiu, ao longo de décadas, uma forma muito própria de falar dos astros: menos interessada em adivinhar o amanhã e muito mais dedicada a lembrar que fazemos parte de uma coreografia cósmica muito maior do que a nossa pequena história pessoal. Argentino de nascimento, ele chegou ao Brasil ainda jovem, no fim dos anos 1970, em meio às turbulências políticas que sacudiam a América do Sul. Foi nesse período de mudança profunda de vida que a astrologia acabou surgindo em seu caminho — quase como um encontro inesperado que transformaria para sempre a maneira como ele enxergava o ser humano e o universo. Desde então, seus textos e reflexões passaram a traduzir essa linguagem simbólica do céu para milhares de pessoas. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Oscar Quiroga contou sobre sua chegada ao Brasil, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos atravessando e foi categórico: “Não precisamos aprender. Precisamos ser.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 17min
  5. Daniel Mendes - “Toda ferramenta amplia quem a utiliza”

    27 DE FEV.

    Daniel Mendes - “Toda ferramenta amplia quem a utiliza”

    Daniel Mendes costuma dizer que aprender sobre inteligência artificial é, antes de tudo, aprender sobre inteligência humana. Certo de que conhecimento só ganha valor quando se transforma em prática viva, ele construiu uma trajetória que une tecnologia e desenvolvimento humano. Ao longo do caminho, percebeu que eficiência sem humanidade gera resultados vazios — e que inovação de verdade nasce quando inteligência técnica e consciência emocional caminham juntas. Houve uma virada importante em sua carreira. O foco deixou de ser apenas sistemas e métricas e passou a incluir propósito, comportamento e felicidade no trabalho. A pergunta deixou de ser somente “como produzir mais?” e passou a ser também “como trabalhar melhor — e com mais sentido?”. Desde então, ele se dedica a estudar e aplicar esses conceitos de forma concreta nas organizações. E há um detalhe que diz muito sobre quem ele é. Nas horas vagas, coloca o nariz vermelho, pega o violão e percorre corredores hospitalares como palhaço voluntário, levando música e leveza a quem precisa. Um lembrete simples de que, por trás de qualquer tecnologia, existe sempre um ser humano. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o professor e palestrante especializado em Inteligência Artificial, Tecnologia e Liderança, mestre em Psicologia Organizacional e do Trabalho e sócio da Líder.Academy contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o futuro do trabalho e foi categórico: “Toda ferramenta amplia quem a utiliza.” Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 12min
  6. Américo Sommerman - “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”

    13 DE FEV.

    Américo Sommerman - “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”

    Américo Sommerman não tem dúvida em afirmar que toda busca verdadeira começa quando a gente aprende a sustentar perguntas, em vez de correr atrás de respostas prontas. Certo de que o conhecimento não serve para nos dar segurança, mas para nos tirar do lugar comum, ele construiu uma trajetória marcada por silêncio, estudo profundo e coragem interior. Uma caminhada em que pensar nunca foi apenas acumular ideias, mas um exercício constante de honestidade consigo mesmo. Em determinado momento da vida, Américo percebeu que precisava rever não só o que pensava, mas de onde pensava. Foi aí que começaram mudanças importantes: menos esforço para se moldar às expectativas externas, mais disposição para escutar aquilo que vinha de dentro. Um deslocamento sutil, mas decisivo, que alterou a forma de se relacionar com o mundo, com o conhecimento e com a própria ideia de pertencimento. A partir desse lugar, ele passou a olhar para o nosso tempo com outros olhos. Um tempo em que muita coisa vem à tona. Em que narrativas antes descartadas como “teorias da conspiração” pedem, no mínimo, uma escuta mais cuidadosa. Não para serem aceitas automaticamente, mas para revelar algo maior: o esgotamento das versões simplificadas da realidade e a dificuldade coletiva de lidar com a complexidade da verdade. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", o filósofo, editor e tradutor, fundador da Polar Editorial, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre o momento que estamos atravessando e foi categórico: “Estamos assistindo ao desvelar da realidade”. Learn more about your ad choices. Visit megaphone.fm/adchoices

    1h 35min
4,9
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Você quer conhecer histórias transformadoras? Conhecer pessoas que superaram o medo e foram atrás de seus sonhos? Então o “45 Do Primeiro Tempo” é o seu podcast. Toda semana um papo muito legal com pessoas que se reinventaram, que foram em busca de mais propósito e que tem muito a nos ensinar.

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