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Atualidades, reflexões e discussões sobre o universo do direito criminal e processo penal com o notável juiz Alexandre Morais da Rosa e o renomado professor e advogado criminalista Aury Lopes Jr e muito mais! Sobre a Criminal Player O Ecossistema Criminal Player agora conta com uma IA treinada para ter uma ampla análise semântica. Para isso, usamos o potencial de leitura e compreensão do Chat GPT 4.0, a versão mais recente disponível pela Open AI. Nossa IA elabora as respostas da forma mais completa possível, baseado naquilo que você perguntar.

  1. HÁ 8 H

    7 em cada 10 celulares chegam com a cadeia de custódia quebrada | Perícia criminal com Becker e Savitsky | #354

    Print de WhatsApp vale como prova? Um DNA mitocondrial encontrado na cena pode condenar quem não estava lá? O que acontece quando a polícia mexe no celular antes de lacrar? Neste episódio, gravado durante o encontro de fim de ano da Comunidade Criminal Player, conversamos com Carlos Eduardo Becker e Fernanda Savitsky, sócios da Becker e Savitsky Perícias, sobre o que o criminalista precisa entender de perícia hoje — e o que está mudando rápido. Da diferença entre DNA nuclear e mitocondrial (e por que isso muda o desfecho de um caso) até as falhas mais comuns na apreensão de dispositivos eletrônicos, passando por reconstrução de acidentes, validade jurídica de prints, fraudes em reconhecimento facial bancário e a postura do assistente técnico no plenário do júri. Um conteúdo direto sobre como a prova técnica se constrói — e como ela se desconstrói. Tópicos abordados: DNA matrilíneo e o caso em que uma parente livrou o investigadoCadeia de custódia: 7 em cada 10 perícias chegam com falha já na apreensãoPrint de tela: por que sem validação técnica a jurisprudência dos próximos anos pode derrubar processos atuaisAssinatura digital, GovBR e fraudes mais comunsReconhecimento facial bancário: o caso do "totem" e da pessoa fora do paísO papel do assistente técnico no júriBecker e Savitsky Perícias no Instagram: @beckerpericias

    35 min
  2. 16 DE ABR.

    Erro judiciário: da tortura à indenização, o que o direito ainda não resolveu | Lilian Soares e Luiz Cani | #352

    O que é, de fato, um erro judiciário? Uma condenação de inocente? Uma prisão que resulta em absolvição? Uma prova ilícita que contamina um processo?Essas perguntas estão no centro da tese de doutorado de Luiz Cani, desenvolvida em parceria com Alexandre Morais da Rosa, e publicada no livro que serviu de base para este episódio.Lilian recebe Luiz Cani para discutir o conceito de erro judiciário a partir do zero: como ele foi construído historicamente, por que o direito brasileiro ainda não o consolidou e o que é necessário para que o Estado reconheça sua responsabilidade quando priva alguém da liberdade sem razão suficiente.A conversa percorre três casos concretos que marcam esse debate: os Irmãos Naves, o Caso Evandro e o caso de Marcos Mariano, preso por 18 anos sem processo, sem denúncia e sem determinação judicial.Entre os temas:• O que distingue erro judiciário de nulidade, prova ilícita e condenação injusta• Por que o erro não acontece só ao final do processo, mas se acumula ao longo dele• O papel da tortura na obtenção de confissões e o que isso revela sobre a cadeia de custódia da prova• A discussão sobre indenizabilidade dos erros e por que ela ainda não está consolidada no Brasil• A jurisprudência pioneira construída por Alexandre Morais da Rosa na terceira turma recursal de Santa Catarina──────────────────────────🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios.Acesse o Criminal Player: https://criminalplayer.com.br/

    25 min
  3. 10 DE ABR.

    Dolo ou culpa? A distinção que todo criminalista precisa dominar no tribunal do júri | Marcelo Almeida Ruivo, Rodrigo Faucz e Luiz Cani | #351

    Dirigir em alta velocidade é dolo eventual? E com embriaguez? E os dois juntos, com ultrapassagem na contramão e sem habilitação? Esse acúmulo de elementos virou uma fórmula não escrita em delegacias e promotorias pelo Brasil. O problema: nenhum desses fatores, isolado ou somado, prova que alguém assumiu o risco de matar. Neste episódio, Marcelo Almeida Ruivo conversa com o professor Rodrigo Faucz — especialista em Tribunal do Júri — e com o professor Luiz Cani — doutor com tese sobre erro judiciário — para discutir o que é dolo eventual de verdade, como diferenciá-lo da culpa consciente e o que a defesa precisa fazer desde a fase investigativa para evitar uma pronúncia injusta. Entre os temas abordados: • Dolo como consciência x dolo como consciência + vontade — o que muda na prática • Por que alta velocidade, embriaguez e falta de habilitação não são indícios de dolo eventual • Como o arrependimento, as câmeras e os laudos podem ser usados na defesa • O caso do Mato Grosso do Sul que foi decidido por 4 a 3 — e o que teria acontecido com um voto a menos • A diferença entre assumir um risco e aceitar um resultado Um episódio essencial para quem atua ou quer atuar no Tribunal do Júri. ────────────────────────── 🔔 Inscreva-se no canal e ative o sininho para não perder os próximos episódios. Acesse o Criminal Player: https://criminalplayer.com.br/

    35 min
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