Desculpa o Transtorno

Tati Bernardi e Christian Dunker

O programa "Desculpa o Transtorno" é um podcast com Chris Dunker e Tati Bernardi. Nele, os dois leem e-mails com pequenas e divertidas neuroses e fazem comentários. Mande seu e-mail para dotranstorno@gmail.com

  1. 27 de jul.

    Sou de esquerda e quero bandido morto! | Desculpa o Transtorno #32 com Christian Dunker

    Estão oficialmente abertas as vagas do clube de leitura e escrita "Fale mal, mas fale de você". Se você quer participar, corre, que as vagas são limitadas! Aqui no site você tem todas as informações que precisa:https://www.tatibernardi.com/ E se eu desejar a morte de todos os bandidos? | Desculpa o Transtorno com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, Tati Bernardi e Christian Dunker leem a carta de uma jovem progressista, formada, politicamente informada e consciente das desigualdades sociais, mas que admite ter pensamentos violentos contra pessoas que considera “bandidos”. Pensar, desejar e agir não são a mesma coisa. Ter um pensamento moralmente incômodo não significa necessariamente concordar com ele, nem determina sozinho quem uma pessoa é. Tati e Christian discutem culpa, moral, ética, ressentimento, ascensão social, identidade política e os afetos que muitas vezes são reprimidos para preservar uma imagem ideal de nós mesmos. O episódio também aborda como discursos progressistas podem se tornar moralizantes quando deixam de admitir contradições, hostilidades e desejos que não combinam com a identidade que alguém gostaria de sustentar. O que fazemos com aquilo que pensamos? É possível reconhecer um pensamento sem transformá-lo em ação? E quando a tentativa de parecer moralmente coerente impede uma reflexão mais profunda sobre nossos próprios conflitos? Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociaisTati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta anônima para:dotranstorno@gmail.com Trecho da carta“Também preciso mencionar que, mesmo recém-formada, tenho um salário que me coloca entre os 5% da população brasileira. Resumindo: sou bem esclarecida, progressista, voto em candidatos de esquerda e tenho recursos para obter acesso à informação. E, mesmo assim, eu desejo a morte de todos os bandidos.” CRÉDITOSUma produção Estúdio DukeCONTATO: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção:Gerson Freitas (Jack)Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  2. 13 de jul.

    Esperei 6 anos pelo meu filho e ele me rejeitou! | Desculpa o Transtorno #31 com Christian Dunker

    Estão oficialmente abertas as vagas do clube de leitura e escrita "Fale mal, mas fale de você". Se você quer participar, corre, que as vagas são limitadas! Aqui no site você encontra todas as informações:https://www.tatibernardi.com/ Esperei 6 anos pelo meu filho e ele me rejeitou! | Desculpa o Transtorno #31 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher que esperou seis anos na fila de adoção para finalmente receber seu filho, de 1 ano e 9 meses. Mas o sonho de ser mãe rapidamente se transformou em angústia: o menino não suportava sua presença, evitava seu colo e se afastava dela sempre que podia. Enquanto ele chorava no quarto, ela chorava escondida no banheiro até começar a pensar que talvez tivesse que devolvê-lo por falta de adaptação. A mudança acontece de um jeito inesperado. Inspirada por uma frase do livro O Palhaço e o Psicanalista, ela para de tentar ocupar imediatamente o papel de mãe e começa simplesmente a brincar. Uma carta para ela, outra para o filho. Aos poucos, o choro para. Eles viram amigos. E, então, viram mãe e filho. Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre adoção, rejeição, maternidade, formação de vínculo e a dificuldade de aceitar que nenhuma criança corresponde exatamente ao filho que foi imaginado. A conversa passa pela pressão de ser uma “mãe de sucesso”, pelo medo do fracasso e pela importância de abandonar certos papéis para conseguir construir uma relação. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociaisTati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para:dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta“Depois de 6 anos na fila de espera, uma gestação três vezes maior que a da baleia, chegou o meu pequeno. A primeira semana, meu sonho virou um pesadelo, um terror, uma angústia terrível. Meu filho simplesmente não suportava minha presença.” CRÉDITOSUma produção Estúdio DukeCONTATO: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção:Gerson Freitas (Jack)Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  3. 29 de jun.

    A caneta emagrecedora curou meus sintomas? | Desculpa o Transtorno #30 com Christian Dunker

    A caneta emagrecedora curou meus sintomas? | Desculpa o Transtorno #30 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher de 42 anos que conviveu durante décadas com compulsão alimentar, dores crônicas, lipedema, bulimia, dismorfia corporal e uma vida marcada pelo excesso. Depois de iniciar o tratamento com uma das novas canetas para emagrecimento, ela viu a compulsão desaparecer, perdeu peso e passou a viver sem dores. Junto com os sintomas, parece ter desaparecido também a pessoa que ela acreditava ser.Tati Bernardi e Christian Dunker conversam sobre compulsão, depressão, ansiedade, ciclotimia, sintomas psicossomáticos, inflamação, identidade e o papel que alguns sofrimentos podem assumir na construção da personalidade. A discussão passa pelas novas medicações para obesidade e pelos efeitos subjetivos que podem surgir quando um sintoma que acompanhou alguém por décadas deixa de existir.O que acontece quando passamos a vida inteira tentando eliminar um sintoma e, quando finalmente conseguimos, descobrimos que parte da nossa identidade estava construída ao redor dele? Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para:dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta “Há um tempo tomei consciência de algo que acontece comigo quando estou fazendo sexo. Passo a sonhar e viajar para lugares completamente aleatórios sem ter poder em mudá-los.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duk CONTATO: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  4. 15 de jun.

    Ela viaja para outros mundos durante o sexo | Desculpa o Transtorno #29 com Christian Dunker

    Ela viaja para outros mundos durante o sexo | Desculpa o Transtorno #29 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher que percebeu algo curioso durante sua vida sexual: enquanto faz sexo, sua mente frequentemente viaja para lugares completamente aleatórios. Castelos medievais, aldeias indígenas, ruas desconhecidas e paisagens distantes surgem sem aviso, como se ela estivesse sonhando acordada. Ainda assim, ela sente prazer, permanece presente no próprio corpo e chega ao orgasmo. O problema é que passou a acreditar que deveria estar mais "presente" no momento. Tati Bernardi e Christian Dunker discutem fantasia, desejo, atenção, imaginação e a relação entre sexo e pensamento. A conversa passa pela ideia de dissociação, pelo papel da fantasia na vida erótica e pela expectativa contemporânea de que o sexo deva acontecer em um estado de presença absoluta. Entre humor e psicanálise, o episódio questiona a crença de que amor, desejo, fantasia e presença precisam coincidir perfeitamente. Talvez o problema não seja viajar durante o sexo, mas acreditar que existe uma forma certa de estar nele. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociaisTati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para:dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta“Há um tempo tomei consciência de algo que acontece comigo quando estou fazendo sexo. Passo a sonhar e viajar para lugares completamente aleatórios sem ter poder em mudá-los.” CRÉDITOSUma produção Estúdio DukeCONTATO: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção:Gerson Freitas (Jack)Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  5. 1 de jun.

    A pornografia está destruindo o desejo? | Desculpa o Transtorno #28 com Christian Dunker

    A pornografia está destruindo o desejo? | Desculpa o Transtorno #28 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de um homem de 33 anos que vive preso entre fantasias intensas, consumo diário de pornografia e uma enorme dificuldade de sustentar relações reais. Apesar de desejar um relacionamento amoroso, ele evita proximidade, se decepciona rapidamente com encontros e sofre com impotência justamente nas situações em que existe envolvimento afetivo. Tati Bernardi e Christian Dunker discutem como pornografia, fantasia, idealização e aplicativos de relacionamento podem transformar o desejo em algo cada vez mais distante da experiência real com o outro. A conversa passa por temas como masturbação compulsiva, fetichização, medo do encontro, melancolia, erotismo contemporâneo e o impacto da lógica de consumo nas relações amorosas. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta: “Vivo constantemente o prazer de desejar e o medo desse desejo se cumprir.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke CONTATO: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  6. 18 de mai.

    Ela queria VENCER o analista | Desculpa o Transtorno #27 com Christian Dunker

    Quando o tesão é vencer o analista | Desculpa o Transtorno #27 com Christian Dunker Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mulher que transforma suas análises em jogos de poder. Depois de anos em terapia, ela encontra um psicanalista homem e passa a viver uma relação marcada por tensão, provocação, desejo, competição e embates constantes sobre quem está no controle da situação. Ela testa os limites do analista, tenta derrubá-lo de seu lugar, sexualiza a transferência e transforma cada gesto em parte de um jogo de desejo e confronto. Tati Bernardi e Christian Dunker discutem transferência, histeria, erotização da análise, fantasia, corpo e os jogos subjetivos que atravessam relações amorosas, clínicas e de poder. A conversa passa pela necessidade de “fazer o outro cair”, pelo desejo de vencer quem ocupa um lugar de autoridade e pela dificuldade de sustentar vínculos sem transformá-los em embate. Ao longo do episódio, Dunker mostra como certos conflitos não são apenas “disputas de ego”, mas formas complexas de investigar o desejo do outro: quem deseja mais, quem precisa mais, quem cede primeiro e até onde alguém sustenta o desejo sem transformar isso em gozo ou domínio. Entre humor, constrangimento e psicanálise, o episódio revela como muitas relações deixam de ser encontros para virar testes constantes de validação, controle e reconhecimento — e por que repetir esse padrão pode acabar sabotando tanto a análise quanto a própria vida amorosa. Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta “No fundo, meu tesão era vencer ele no embate de ego. Sinto que sou cabeça fraca por entrar nesses jogos de poder tão bobos, mas a vontade era me recuperar só para voltar lá e ganhar a disputa.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  7. 4 de mai.

    Meu filho quer ter O MESMO nome do pai! | Desculpa o Transtorno #26 com Christian Dunker

    Ele quer ser o pai… até no nome | Desculpa o Transtorno com Christian Dunker e Tati Bernardi Neste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de uma mãe preocupada com o filho de 13 anos que insiste em ser chamado pelo nome do pai. O que começou como uma brincadeira na infância se manteve ao longo dos anos e passou a gerar conflitos, especialmente quando a escola passa a reconhecer esse novo nome. Tati Bernardi e Christian Dunker discutem o que está em jogo quando uma criança não apenas quer ser como o pai, mas afirma ser o pai. A conversa passa por identificação, fantasia, função do nome e os limites entre brincar e acreditar. O episódio também levanta uma hipótese importante: o desejo do menino pode estar atravessado pela história do próprio pai, que cresceu sem o nome do pai biológico — mostrando como certos conflitos se transmitem de geração em geração. Mais do que decidir entre apoiar ou proibir, a análise aponta para a necessidade de sustentar a pergunta: por que esse nome? E o que acontece com “Igor” nessa escolha? Comenta aqui o que você achou do episódio! O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento. Sigam nossas redes sociais Tati Bernardi — @tatibernardi Christian Dunker — @chrisdunker Participe enviando sua carta para: dotranstorno@gmail.com Trecho inicial da carta “Meu filho começou a afirmar na escola que seu nome era o mesmo do pai. No início parecia uma brincadeira, mas ele passou a insistir nisso de forma séria.” CRÉDITOS Uma produção Estúdio Duke Contato: estudioduke@gmail.com Direção: Lucas Buli Produção: Gerson Freitas (Jack) e Giulia Lozano Fotografia: Marco Antonio D’Angelo Edição: Rafael Garcia Identidade visual e trilha sonora: Zamunda

  8. 20 de abr.

    O feliz assintomático: não ter problema também é problema! | Desculpa o Transtorno #25

    Curso "CAMINHOS DA PSICOPATOLOGIA" – por Christian Dunkerhttps://www.cursopsicopatologia.comSou feliz demais… isso é um problema? | Desculpa o Transtorno #25 com Christian DunkerNeste episódio do Desculpa o Transtorno, lemos a carta de um homem de 33 anos que afirma algo raro e desconcertante: ele é feliz há muito tempo e não encontra em si sintomas, traumas ou grandes conflitos. Em um mundo onde o sofrimento costuma ser a porta de entrada para a escuta, ele se pergunta se há algo de errado justamente por não sofrer.Prático, racional e atento, ele descreve uma vida organizada, onde sentimentos são observados e administrados com controle. Ao contrário da mãe, marcada por sofrimento e instabilidade emocional, ele construiu uma forma de existir baseada na ordem, na previsibilidade e na escolha consciente de onde investir seus afetos.Tati Bernardi e Christian Dunker partem dessa inversão para discutir controle emocional, adaptação, normalidade e o que a psicanálise entende como sintoma. A conversa atravessa temas como hipervigilância, excesso de racionalidade, identificação pelo contraste com figuras parentais e a ideia de uma vida “sem atrito”.Entre humor e psicanálise, o episódio propõe uma inversão importante: talvez não seja preciso “ter um problema” para se investigar, mas sim sustentar a pergunta sobre o que, em nós, permanece fora de questão.Comenta aqui o que você achou do episódio!⸻O Desculpa o Transtorno é um exercício em que a escritora Tati Bernardi e o psicanalista Christian Dunker encenam uma situação de supervisão lendo relatos anônimos enviados pelo público. O programa tem finalidade de entretenimento e não se presta a realizar diagnóstico ou prescrever tratamento.Sigam nossas redes sociaisTati Bernardi — @tatibernardiChristian Dunker — @chrisdunkerParticipe enviando sua carta para:dotranstorno@gmail.com⸻Trecho inicial da carta:“Sou feliz há muito tempo. Não tenho grandes preocupações, nem traumas, nem conflitos. E é justamente isso que tem me inquietado: será que há algo de errado em não sofrer?”⸻CRÉDITOS:Uma produção Estúdio DukeCONTATO: estudioduke@gmail.comDireção: Lucas BuliProdução: Gerson Freitas (Jack) e Giulia LozanoFotografia: Marco Antonio D’AngeloEdição: Rafael GarciaIdentidade visual e trilha sonora: Zamunda

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