Refil

Arthur Gubert

De segunda a sexta, sempre às 6h da manhã. Em menos de 20 minutos você fica cheio de assunto.

  1. há 11 h

    Ninguém quer namorar tech bros, e por que você não teria quatro filhos.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 💼 A Wired publica uma reportagem longa sobre o novo pesadelo amoroso da geração tech: homens com salários de US$250 mil que não conseguem uma segunda data. Gary, 23 anos, engenheiro da Palantir em Manhattan, contou a uma mulher que trabalha na empresa — e ela respondeu que dívida médica "não é desculpa para trabalhar em um lugar como aquele." Uma mulher o chamou de diabo. Outra perguntou como ele vive consigo mesmo. James, 29, trabalha na Tesla em San Francisco e descreveu como mulheres questionam suas visões políticas ainda antes de saber quais são. "Se eu não disser imediatamente que não gosto do Elon Musk, as pessoas acham que sou conservador." A matchmaker Amy Laurent, que atende clientes de alto padrão, disse à Wired que agora tem que "vender" seus clientes em tech: "10 anos atrás, dizer que trabalhava em tech era sobre inovação e ambição. Agora associam Big Tech com a destruição da sociedade." (Wired) 👶 O New Yorker publica uma resenha de Margaret Talbot do livro "Inconceivable: The Impossibility of Family in an Age of Uncertainty", de Anna Louie Sussman, lançado em setembro. O livro argumenta que americanos querem mais filhos, mas acreditam que o sistema não facilita tê-los — e vai além do argumento simplificado do custo de vida. Sussman examina como volatilidade econômica, ansiedade climática e a commodificação da reprodução estão remodelando a forma como millennials e Gen Z pensam sobre a parentalidade. Os "greedy jobs" — empregos que exigem anos de treinamento e centenas de milhares de dólares em formação — são identificados como um dos principais obstáculos estruturais à formação de famílias. Talbot questiona se jovens realmente querem mais filhos do que podem ter — ou se as expectativas também mudaram (New Yorker) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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  2. há 1 dia

    Quando consertar ou jogar fora, e o parquinho de lixo que as crianças amam.

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  3. há 2 dias

    O custo da conveniência, e Elon Musk dando conselhos de carreira.

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  4. há 3 dias

    A empatia suicida, e a banana que não fica marrom que chegou hoje.

    Bom dia, Refileiro! 🏆 Apoie o Refil https://apoia.se/refilpodcast Faça parte do grupo de WhatsApp REFIL 1: https://chat.whatsapp.com/EpGnZQYSGRcH0OT9Y8JtEt REFIL 2: https://chat.whatsapp.com/GxVd9ICx1p521QoOKvpyIq Assuntos de hoje: 🧠 O Atlantic publica hoje um ensaio sobre um dos fenômenos ideológicos mais perturbadores do momento americano: a direita cristã vinculada ao MAGA elegeu a empatia como inimiga. JD Vance disse que empatia em excesso enfraquece a nação. Elon Musk chamou de "empatia suicida civilizacional" a política de imigração de governos democráticos. Uma influencer conservadora chamada Allie Beth Stuckey lançou o livro "Toxic Empathy: How Progressives Exploit Christian Compassion." Um teólogo de direita publicou "The Sin of Empathy." O Atlantic examina o paradoxo: o movimento que reivindica o cristianismo como identidade central está sistematicamente desmantelando uma das virtudes mais centrais do Novo Testamento. Sentir o que o outro sente — a empatia — é precisamente o que o mandamento de "amar ao próximo como a si mesmo" pressupõe. Descartá-la não é um desenvolvimento do cristianismo. É uma inversão (Atlantic) 🍌 A Tropic Biosciences, startup de biotecnologia agrícola sediada em Norfolk, Inglaterra, pediu hoje aprovação à Food Standards Agency britânica para vender comercialmente no Reino Unido a primeira banana do mundo que não fica marrom. A técnica usada é o CRISPR-Cas9 — uma ferramenta de edição genética que modifica o DNA da própria banana sem inserir material genético externo, o que tecnicamente a exclui da classificação de OGM. A modificação desativa o gene que produz a enzima polyphenol oxidase, responsável pela oxidação que causa o escurecimento. A banana tem o mesmo sabor, textura, aroma e doçura que a Cavendish convencional — mas não escurece. O Defra estima que o escurecimento responde por cerca de 20% das perdas de banana na produção. A empresa recebeu US$105 milhões em financiamento em março e já lança nos EUA e Canadá em 2026 (Telegraph / Tropic Biosciences) O REFIL PODCAST traz de segunda a sexta às 6h da manhã aquilo que não vai aparecer na sua timeline. Em menos de 20 minutos, você fica cheio de assunto. Acompanhe as principais manchetes, análises e histórias inusitadas que vão te deixar por dentro de tudo o que importa, de forma rápida e descontraída. 📺 ⁠⁠Inscreva-se no canal⁠⁠ 📱 ⁠⁠Siga no Instagram⁠⁠ 📧⁠⁠ contato@refilpodcast.com.br⁠⁠

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  5. há 6 dias

    Ser generoso demais afasta, e o futuro dos óculos que viraram "pervert glasses."

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  6. 24 de set.

    O algoritmo que sabe que você está grávida, e a CVC faturando com IA mesmo assim.

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  7. 23 de set.

    A falta de vergonha na cara, e a geração rica que acha que é pobre.

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  8. 22 de set.

    Big tech na sala de aula, e por que multitasking é tóxico pro cérebro.

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