Podcast Canaltech

Canaltech

O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.

  1. 14 hr ago

    TikTok e a segurança de menores: é possível proteger crianças online?

    O TikTok foi multado em R$ 153,7 milhões pela Agência Nacional de Proteção de Dados (ANPD) por falhas na proteção de dados de crianças e adolescentes. Mas como uma rede social pode identificar usuários menores de idade e restringir recursos sem, ao mesmo tempo, ampliar a coleta de dados pessoais? Neste episódio, Marcelo Fischer conversa com Luiz Claudio, CEO e fundador da LC SEC, sobre verificação de idade, reconhecimento facial, controles de segurança, privacidade por padrão e auditorias. O especialista explica como diferentes mecanismos podem ser combinados para reduzir riscos e por que proteger crianças e adolescentes na internet é uma responsabilidade compartilhada entre plataformas e famílias. Você também vai conferir: Microsoft paga usuários para indicar o Edge; Galaxy S27 Ultra pode ter tela autorregenerativa; Amazon e Twitch são processadas por treinamento de IA. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Marcelo Fischer e contou com reportagens de André Magalhães, João Melo e Marcelo Fischer. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    TikTok e a segurança de menores: é possível proteger crianças online?
  2. 1 day ago

    Tecnologia não basta: os desafios para o futuro da medicina

    A inteligência artificial já está mudando a medicina, da formação dos profissionais à pesquisa e ao atendimento. Mas, para Margareth Dalcolmo, preparar a saúde para o futuro exige muito mais do que dominar novas ferramentas. Em entrevista ao Podcast Canaltech, a médica, pesquisadora, professora e escritora defende que os profissionais sejam treinados nas melhores tecnologias, mas também nas “melhores humanidades”. Essa necessidade ganha ainda mais peso diante de outra transformação: o envelhecimento do Brasil. Dalcolmo lembra que o país já tem mais de 6 milhões de pessoas com mais de 80 anos e afirma que, em cerca de uma década, teremos mais pessoas com 60 anos ou mais do que menores de 15 anos. Para ela, formar médicos para essa nova realidade significa discutir não apenas inteligência artificial e novas tecnologias, mas também cuidado, envelhecimento e até como garantir dignidade na finitude da vida. Mulheres na ciência A conversa também passa pela presença feminina na ciência e em posições de liderança. Dalcolmo defende igualdade de oportunidades e resume sua visão em uma frase: “Mulher não é cota, mulher tem mérito.” Ela também recupera uma metáfora apresentada pela ministra Cármen Lúcia no Summit Mulheres nas Profissões: as mulheres já se livraram do espartilho físico, mas ainda precisam romper um “espartilho virtual” que pode fazê-las duvidar da própria capacidade. A entrevista foi gravada no Studio Summit, durante o Summit Mulheres nas Profissões, em São Paulo. Você também vai conferir: BYD promete recarregar carros elétricos em apenas cinco minutos, prime Video vai dobrar produções originais na América Latina e app aprende seus hábitos e ajuda a lembrar o que falta em casa. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Danielle Cassita, Marcelo Fischer e Viviane França.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Tecnologia não basta: os desafios para o futuro da medicina
  3. 1 day ago

    Se a tecnologia prevê problemas, por que as obras ainda atrasam?

    Obras que atrasam, ficam mais caras do que o previsto ou precisam passar por mudanças durante a execução ainda fazem parte da realidade. Ao mesmo tempo, empresas de arquitetura, engenharia e construção já contam com modelos digitais, simulações e inteligência artificial capazes de identificar problemas antes que eles cheguem ao canteiro. Então por que essa conta ainda não fecha? Essa é uma das discussões do novo episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Design & Make Summit 2026, evento da Autodesk realizado em São Paulo. Em entrevista ao Canaltech, Sylvio Mode, diretor-presidente da Autodesk Brasil, explica que o principal desafio já não está apenas na existência da tecnologia, mas no nível de adoção dessas ferramentas pelas empresas. Segundo o executivo, processos tradicionais na construção podem levar a perdas superiores a 30%. Com sistemas digitais integrados, ele afirma que esse desperdício pode cair para menos de 5%. A inteligência artificial acrescenta uma nova camada a esse processo ao permitir analisar diferentes possibilidades de um projeto antes mesmo da construção. Na prática, a IA pode ajudar a comparar alternativas de projeto considerando eficiência energética, exposição à luz solar, custos e até a necessidade de terraplanagem. Mas, para Mode, ainda existe uma diferença grande entre as empresas mais digitalizadas e o restante do setor. Outro desafio é a formação profissional. Segundo o executivo, muitos trabalhadores ainda chegam ao mercado sem preparo para lidar com essas novas ferramentas, o que aumenta a necessidade de capacitação dentro das próprias empresas. A conversa também passa pelo impacto ambiental da construção e pelos limites da IA. Para Mode, a supervisão humana continua indispensável: a tecnologia pode ampliar as possibilidades de análise, mas não substitui a responsabilidade de quem toma a decisão. Você também vai conferir: WhatsApp prepara IA para transformar fotos horizontais em verticais, vazamento na Latam expõe dados pessoais e informações de clientes eTikTok tem recursos para aumentar a privacidade da sua conta. Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Viviane França, André Magalhães e Bruno de Blasi. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Yuri Sousa e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui.  É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Se a tecnologia prevê problemas, por que as obras ainda atrasam?
  4. 4 days ago

    OPPO aposta em IA, câmeras e até moda para conquistar a geração Z

    Celulares que tentam preservar tons de pele mais naturais, fones capazes de traduzir conversas em tempo real e acessórios que também querem fazer parte do look. Essas são algumas das apostas da OPPO para conquistar o público mais jovem no Brasil. No novo episódio do Podcast Canaltech, o repórter João Melo conversa com Raphael Carvalho, gerente de treinamentos da OPPO, sobre os celulares Reno 16 e Reno 16F, o fone Enco Clip 2 e o Bubble. Nos smartphones, a marca aposta em design e recursos voltados à fotografia e à criação de conteúdo. Segundo Carvalho, um dos objetivos é reproduzir cores e tons de pele de maneira mais natural, evitando que o processamento das imagens descaracterize quem está sendo fotografado. Fone que traduz conversas em tempo real O Enco Clip 2, por sua vez, foi desenvolvido a partir de testes em mais de 3.500 orelhas, segundo a empresa. Além da proposta de conforto, o fone oferece tradução em tempo real em 24 idiomas e pode receber pequenos acessórios decorativos. Tecnologia também quer virar acessório de moda Já o Bubble funciona como uma espécie de segunda tela do celular. Ele permite que a pessoa que está sendo fotografada veja o enquadramento da câmera traseira em tempo real e faça o próprio clique a distância. O acessório também pode ser preso a roupas, bolsas e outros itens. Na entrevista, Carvalho explica como funcionam as novidades e por que a OPPO aposta na mistura de tecnologia, criação de conteúdo e personalização para se aproximar da geração Z. Você também vai conferir: Colômbia cancela projeto de internet conectado ao Brasil, Celta pode voltar ao Brasil em versão elétrica e novo chip promete mais desempenho gastando menos bateria.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Renato Moura e Danielle Cassita. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Natália Improta e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    OPPO aposta em IA, câmeras e até moda para conquistar a geração Z
  5. 5 days ago

    IA física: como os robôs estão aprendendo a agir no mundo real

    A inteligência artificial que muita gente conhece hoje escreve textos, cria imagens, responde perguntas e ajuda em tarefas no computador. Mas uma nova etapa dessa tecnologia começa a ganhar espaço: a IA física, que leva essa capacidade para máquinas capazes de perceber e agir no mundo real. E isso já começa a mudar a maneira como os robôs trabalham. Durante uma visita à operação da ABB Robotics em Sorocaba, Fernanda Santos conversou com Adrian Covi, Gerente da Linha de Negócios Industries na ABB Robotics América do Sul, para entender até onde essa evolução já chegou e o que muda quando um robô deixa de apenas repetir movimentos programados. Um dos exemplos apresentados por Covi é o de robôs usados na separação de produtos em centros de distribuição. Com inteligência artificial, machine learning e sistemas de visão, essas máquinas podem tentar manipular até itens que nunca viram antes e aprender com as próprias tentativas. Também está mudando a maneira de ensinar uma máquina. Recursos de programação simplificada já permitem configurar determinadas tarefas sem exigir conhecimentos aprofundados de código. Em alguns robôs colaborativos, o próprio operador pode movimentar fisicamente o braço da máquina para mostrar o caminho que ela deverá repetir. Outra parte desse processo pode acontecer antes mesmo de a máquina chegar ao chão de fábrica. Segundo Covi, ferramentas de simulação permitem criar ambientes virtuais para testar e validar operações e, com novas tecnologias, buscar uma reprodução de até 99% do ambiente real. A evolução também levanta questões que vão muito além da tecnologia. Quanto de autonomia é seguro entregar a uma máquina que age no mundo físico? Por que pequenas e médias empresas ainda encontram barreiras para adotar robôs? E o que acontece com os trabalhadores quando determinadas tarefas passam a ser automatizadas? Na entrevista, Covi explica que segurança e ergonomia estão entre os motivos que levam empresas a buscar automação e afirma que a robótica começa a se tornar acessível também a operações menores, embora ainda exista a percepção de que esse tipo de tecnologia pertence apenas às grandes indústrias. Você também vai conferir: Golpe da falsa central usa medo para roubar dinheiro das vítimas, projeto pode baratear revisões e dar mais liberdade ao motorista e Analista de sistemas é a profissão de TI com mais empregos CLT no país.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Marcelo Fischer e Paulo Amaral. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Leandro Gomes e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    IA física: como os robôs estão aprendendo a agir no mundo real
  6. 6 days ago

    Quais habilidades humanas ganham força na era da IA?

    A inteligência artificial está mudando a forma como trabalhamos, acessamos informações e tomamos decisões. Mas, em um cenário cada vez mais tecnológico, algumas das habilidades mais importantes para quem quer liderar continuam sendo essencialmente humanas. Para Michelle Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, uma delas é a capacidade de observar o cenário antes de simplesmente chegar com uma resposta pronta. Em ambientes cada vez mais complexos, saber fazer perguntas, ouvir perspectivas diferentes e enxergar o que está acontecendo ao redor pode fazer diferença na tomada de decisão. A discussão ganha uma dimensão especial quando falamos da presença feminina nos espaços de liderança. Michelle defende que aumentar essa participação não deve ser tratado apenas como uma questão de diversidade: ter diferentes perspectivas nos lugares em que decisões são tomadas também influencia a capacidade das organizações de encontrar novas respostas e inovar. E, mesmo com a inteligência artificial assumindo um papel cada vez maior na análise de informações, existe uma parte que continua nas mãos das pessoas: decidir o que fazer com esses dados. Por isso, habilidades como visão sistêmica, curiosidade, construção de confiança e coragem aparecem como pontos importantes para as lideranças desse novo cenário. Neste episódio do Podcast Canaltech, gravado durante o Summit Mulheres nas Profissões, conversamos com Michele Hacke, do Grupo Mulheres do Brasil, sobre liderança feminina, tecnologia e as habilidades que podem fazer diferença em um mercado de trabalho em transformação. Você também vai conferir: Celular do futuro pode ter chip vivo, feito à base de bactérias; TikTok prepara transferência de dinheiro pelas DMs; TV com parabólica vai ganhar recursos da TV 3.0 no Brasil. Este podcast foi roteirizado por Fernanda Santos e apresentado por Marcelo Fischer, e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Jully Cruz e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Quais habilidades humanas ganham força na era da IA?
  7. 19 Aug

    Como uma brasileira descobriu uma estrela que explodiu em outra galáxia

    Olhar para o céu e descobrir uma estrela que explodiu em outra galáxia parece cena de filme. Mas foi exatamente o que aconteceu com a astrofísica brasileira Duília de Mello. Em 1997, ela estava em um observatório no Chile estudando galáxias quando percebeu algo diferente nas imagens: havia uma estrela que não deveria estar ali. Duília chegou a pensar que estava observando o lugar errado, mas decidiu investigar aquela espécie de “estrela intrusa”. A explicação estava a mais de 50 milhões de anos-luz de distância. O ponto que aparecia nas observações era uma estrela que havia explodido em outra galáxia, uma supernova. No novo episódio do Podcast Canaltech, Duília conta como essa descoberta aconteceu e explica de maneira simples o trabalho de uma astrofísica extragaláctica, área dedicada ao estudo de outras galáxias. A conversa também passa pelos desafios de construir uma carreira em uma área historicamente dominada por homens. Duília lembra que, durante uma viagem ao Chile, entrou no refeitório de um observatório com cerca de cem pessoas e se surpreendeu ao encontrar apenas homens. Ao longo da carreira, também precisou lidar com preconceito, microagressões e situações de mansplaining. E tem até espaço para uma curiosidade que ela carrega literalmente na mão: um anel feito com um fragmento de meteorito que caiu na Argentina. Duília explica como a ciência consegue identificar que uma pedra veio do espaço analisando, entre outros fatores, a proporção de seus elementos químicos. Você também vai conferir: Apple pode levar câmeras e inteligência artificial aos AirPods, julgamento pode mudar recursos populares do Instagram e celular à prova d’água traz de volta a bateria removível.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira e André Magalhães. A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Vicenzo Varin e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Como uma brasileira descobriu uma estrela que explodiu em outra galáxia
  8. 18 Aug

    Até onde a tecnologia consegue prever desastres naturais?

    Terremotos, tornados, ciclones, enchentes e outros fenômenos naturais podem acontecer de forma devastadora. Mas, se não é possível impedir que eles ocorram, a tecnologia pode ajudar a reduzir seus impactos. Hoje, sismógrafos, satélites, estações meteorológicas e diferentes sistemas de monitoramento trabalham juntos para identificar riscos e acompanhar mudanças na atmosfera e na superfície da Terra. Esses dados permitem emitir alertas com antecedência e ajudam autoridades e populações a se preparar para situações extremas. A inteligência artificial também começa a ganhar espaço nesse processo. Segundo o professor Francisco de Assis Mendonça, do Programa de Pós-graduação em Geografia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), a tecnologia tem ajudado principalmente a acelerar a análise de grandes volumes de informações, correlacionar diferentes variáveis e transformar dados técnicos em informações que possam chegar mais rapidamente à população. Mas prever é apenas parte do desafio. Um alerta só consegue salvar vidas quando chega às pessoas de maneira clara e quando elas sabem o que fazer depois de recebê-lo. Na entrevista, Mendonça explica que o Brasil ainda passa por uma mudança de cultura: sair de uma lógica focada em remediar os danos depois de uma tragédia para investir cada vez mais em prevenção e preparação. Também é necessário melhorar a comunicação e criar infraestrutura para que as pessoas saibam onde buscar proteção em uma emergência. No novo episódio do Podcast Canaltech, a gente explica até onde a tecnologia já consegue antecipar fenômenos naturais, qual é o papel dos satélites e da inteligência artificial nesse monitoramento e o que ainda precisa evoluir para que previsões cada vez mais precisas realmente ajudem a salvar vidas. Você também vai conferir: Starlink prepara novo roteador com Wi-Fi 7, Samsung vai deixar dez celulares Galaxy sem atualizações e OpenAI dissolve equipe que avaliava riscos graves da IA.  Este podcast foi roteirizado e apresentado por Fernanda Santos e contou com reportagens de Nathan Vieira, Bruno Bertonzin e Marcelo Fischer.  A trilha sonora é de Guilherme Zomer, a edição de Lívia Strazza e a arte da capa é de Erick Teixeira. O Podcast Canaltech está concorrendo para entrar no Top 20 do Prêmio iBest 2026! Se você acompanha nossos episódios, curte as entrevistas e gosta do conteúdo que produzimos todos os dias, sua ajuda pode fazer toda a diferença. Vote no Podcast Canaltech aqui. É rápido, gratuito e você pode votar até 3 vezes por dia. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    Até onde a tecnologia consegue prever desastres naturais?

About

O Podcast Canaltech é um resumo das notícias de tecnologia, para começar o seu dia. De terça a sábado, a partir das 7h nos seus tocadores de podcasts.

You Might Also Like