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    Nós, Voz, Elas: O Podcast do Clube das Mulheres Escritoras

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    Nós, Voz, Elas: O Podcast do Clube das Mulheres Escritoras

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  • T4 #38 Matt Dinniman

    2 DAYS AGO

    1

    T4 #38 Matt Dinniman

    Matt Dinniman é um autor americano e artista gráfico que se tornou conhecido com o fenómeno LitRPG Dungeon Crawler Carl, agora em português. Falámos sobre esta série original e alguns livros que o marcaram enquanto leitor e contribuíram para a sua carreira de escritor. E sim, também toca baixo numa banda. Versátil e criativo, mais um episódio que vos convido a ouvir. Matt Dinniman is an American author and graphic artist who became known for the LitRPG phenomenon Dungeon Crawler Carl, now in portuguese. We talked about this original series and also books that shaped him as a reader and influenced his writing career. And yes, he also plays bass in a band. Versatile and creative, it’s another episode I’m delighted to share with you. Os livros que escolheu (books Matt chose as special): Na Trilha da Solidão (Lonesome Dove), Larry McMurtry; Boy's Life, Robert R. McCammon; PT do BR: Espiã (Harriet the Spy), Louise Fitzhugh; Tigana, Guy Gavriel Kay (em PT do BR). Outras recomendaçõe (other recommendations): King Sorrow, Joe Hill. Os que recomendei (books I recommended): The Other Side of Z, Nuno Duarte & Joana Mosi; Daytripper, Fábio Moon & Gabriel Pá. A Banda onde toca baixo (His band): Digging for Change. Os livros aqui: www.wook.pt

    2 days ago

    •
    34 min
  • Isabel Soares: "Era uma casa onde os amigos eram os escritores e os poetas."

    6 DAYS AGO

    2

    Isabel Soares: "Era uma casa onde os amigos eram os escritores e os poetas."

    Cresceu numa casa de portas abertas a família e amigos, com livros por todo o lado, uma mãe, Maria Barroso, que dizia poesia pelo país - também como forma de resistir à ditadura de Salazar - e um pai, Mário Soares, fundador da democracia portuguesa, muitas vezes ausente por motivos políticos e pelas várias passagens pelas prisões de Caxias ou do Aljube. Isabel Soares nasceu em 1951. Chegou a pensar ser médica, passou pelo jornalismo, mas acabaria por abraçar a gestão do Colégio Moderno a pedido do pai e da mãe quando Mário Soares decidiu candidatar-se a Presidente da República. É esse o seu projeto de vida - aos 75 anos ainda trabalha todos os dias - e orgulha-se muito dos seus alunos, também pela liberdade cívica e intelectual que preconiza para a escola que dirige. "Terem a cabeça aberta e pensarem pela sua cabeça", como explica. Não se lembra da sua vida sem poesia porque a mãe, Maria Barroso, não apenas "embalava" os filhos a dizer poemas e mais tarde os levava aos recitais pelo país, como amiúde citava poemas de cor no meio das conversas. Ao mesmo tempo, alguns dos amigos da família Soares eram poetas, escritores ou pintores, que frequentavam a casa e os serões da casa, a que Isabel gostava de assistir. Considera que memória é identidade e é sobretudo a memória que nos guia ao longo desta conversa. Os poemas são um pretexto para a conhecermos melhor, e também, por maioria de razão, aos seus pais que, de certa forma, se juntam a nós. Poemas: Matilde Rosa Araújo – Nascer Ruben Dario – Não ouves cair as gotas da minha melancolia Sophia de Mello Breyner – Porque ; Há jardins evadidos deluar ; De todos os cantos do mundo ; Quando o meu corpo adormecer e eu for morta Jorge de Sena – Carta a Meus Filhos Sobre os Fuzilamentos de Goya Alexandre O«’ Neill – Portugal José Régio – Cântico Negro Álvaro de Campos - Aniversário Camilo Pessanha - Floriram por engano as rosas bravas Antonio Machado - Caminante, no hay camino Charles Baudelaire – As Flores do Mal

    6 days ago

    •
    2h 7m
  • T4 #37 Ana Marques

    10 MAR

    3

    T4 #37 Ana Marques

    Conhecemo-la da televisão há anos, e também de outras frentes. Que bom que foi descobrir uma faceta menos pública: a de leitora. Nesta conversa, a Ana mostra-se interessada e interessante, trazendo a ficção para a realidade com uma generosidade tranquila e confirmando a simpatia que tanto a caracteriza. Os livros que a apresentadora escolheu: Um País Debaixo da Minha Pele, Gioconda Belli; A Boba da Corte, Tati Bernardi; O Retorno, Maria Dulce Cardoso; Um Homem em Busca de Um Sentido, Viktor E. Frank; Perguntem a Sarah Gross, João Pinto Coelho. Outras referências: Casa dos Espíritos, Isabel Allende; João Pinto Coelho: Os Loucos da Rua Mazur; Um Tempo a Fingir; Tudo é Rio, Carla Madeira; A Gorda, Isabela Figueiredo; O Retorno, Dulce Maria Cardoso. Recomendei: Kristin Hannah: O Rouxinol; As Mulheres. Depois a Louca Sou Eu, Tati Bernardi. O que ofereci: O Canto dos Corações Rebeldes, Thrity Umrigar. Os livros aqui: www.wook.pt

    10 Mar

    •
    45 min
  • Os ossos de Che Guevara a flutuar no espaço. Uma conversa com João Vasco Lopes

    6 DAYS AGO

    4

    Os ossos de Che Guevara a flutuar no espaço. Uma conversa com João Vasco Lopes

    Sempre que se diz alguma profanidade com suficiente desarranjo para ferir a sensibilidade do leitor começa a contagem decrescente em que toda a gente se sente no direito de exigir a súbita torção redentora ou, pelo menos, um efeito de retratação, de forma a que se possa reforçar alguma noção moral entre a dejecção da época. Podemos descer o mais fundo que se possa imaginar à “latrina do coração” (Flaubert), mas de algum modo, em lugar do inferno, todos esperam escapar aos piores efeitos de degradação. No fim, todos querem saber-se a salvo da verdadeira infâmia, aquela em que alguém se acha quando apenas serve como exemplo aos demais para irem afinando as suas repressões, o seu falso moralismo puritano. A infâmia perdeu o carácter. Como assinala Claudio Magris, “muitos livros ostensivamente profanadores não chegam a ser na realidade desagradáveis – a irritar, a ofender, rejeitar, perturbar – porque a sua provocação é a máscara, demasiado transparente, de sentimentos nobremente humanos e os arroubos exibidos são apenas simpáticas e inofensivas licenciosidades imaturas”. Ficamos sempre felizes por saber que o t****e, quando chega a hora da verdade, é capaz de um gesto de redenção. E o pior é todos estarmos muito seguros sobre o que isso possa significar. O que sejam os actos verdadeiramente bondosos. Como nos diz Eduardo Lizalde nuns versos: “A maior das purezas é a abjecção./ Não restam dúvidas./ Mas consolai-vos, oh puros:/ também os abjectos e os vis/ não o são totalmente./ Por vezes cheiram rosas/ e acariciam cordeiros com sinceridade/ ou beijam crianças/ e dão a sua vida pela Revolução.” Continuamos a encher a boca com palavras desvalidas, sem levar em conta quais são os órgãos que seria preciso desenvolver para mergulhar nessa zona esgotante capaz de exaurir as frivolidades com que nos chega esse leitor hipócrita, convencido da clareza dos seus juízos morais, esse burguezote apalhaçado que se furta por todos os meios ao emaranhado de paixões, brutalidades, aridez, vileza e negro sofrimento sem saída que a vida chega a ser. A maldade ou é uma instrução contra os nossos instintos e intuitos originais ou não é nada. Fazer parte do bando diabólicos, dos tais apóstolos da transgressão, significa lutar pela inversão dos grandes signos. A revolução começa por corroer os estratos da dimensão simbólica, pela derrogação de todas as certezas e conformismos. Os orgãos lutam para desembaraçar-se dos astros, daquela música que tão depressa faz de nós seres caducos. Daí que tantas vezes o pâncreas acabe calcinado, talvez por incapacidade de produzir a dose suficiente de bílis para se regular, pôr a ênfase necessária, lidar neste insistente deserto. As glândulas afinam por esse gotejar do que nos olha a partir das zonas mais escuras de nós próprios. Saímos do silêncio, cercados por ele, procurando destruí-lo sem o perder inteiramente. Também temos de criar um órgão para o trazer dentro. Estes vazios que guiam o sentimento. Vamos lendo outra coisa de costas para anúncios luminosos que propagam pela noite dentro esse resíduo ulceroso, e nem os insectos se lhe chegam, preferem ser engolidos pela resina, ou como certas flores e plantas encontrar o fogo, descobrirem pela chama aquela irisação do que depressa se cobre de negro. Temos algumas pedras, atiradas e recuperadas. Gostamos de como a terra as mastigou. Frases capazes de interceder enquanto ecos, esse detalhe dos nossos melhores erros. Ao longo do dia também nos pesa de diferentes modos. O vento quer lembrar-se de algo, ergue-se para uma demonstração, mas logo lhe falta a confiança e prefere adiar. Muitas vezes o mundo deixa de estar onde contávamos com ele. Há tantos nomes que de súbito deixam de responder. Pomos a mesma mesa, essa feroz mesa, mas as imagens parecem empurradas, as raízes apodrecidas, tudo contrariado. O crime é demasiado incerto. Não se sabe realmente como ferir fundo as leis principais. Por isso acabamos por nos virar para aqueles que têm o talento devastador do fracasso, dominados toda a vida por essas injúrias, e é assim que ouvimos contada de diferentes maneiras a fábula do fígado, a intensidade daqueles que foram levados a despedir-se dos dias. Os homens deixam de o ser rasgando o que de si mesmos conheciam. Por um ódio prometedor aceitam tomar para si mesmos expressões que noutras idades os teriam assustado. É preciso uma certa dimensão do inútil, o gosto por aprofundar as energias que não correspondem aos ciclos, aos bens ou às finalidades terrenas. A maldade é dar o ouvido àqueles deuses estragados, os que aprofundaram os seus defeitos, cultivaram-nos para extrair deles secreções que provocam tonturas e contorções a quem não se habituou a respirar esse ar capaz de gelar os pulmões e até a alma. O mal faz-se voltando atrás. É uma ferida na memória que não se deixa em paz. Voltando, voltando ao que ficou soterrado, escavando esses corpos, barcos, é uma forma de corroer o tempo. Com vagarosos gestos ocupamos os lugares, detemo-nos, contando, apostando, sempre através dessa desolada observação dos factos e dos feitos. Temos de estar dispostos a escutar até ao fim as nossas derrotas, a perfeição tortuosa do seu argumento, o elemento sinuoso de uma linguagem de sentido perdido. Com tudo isto, fica claro como o passado pode ser aberto, revisto, como é possível impor aos vermes um princípio de indústria. O tempo não precisa de ir todo no mesmo sentido. Podemos gravar certas intuições esperando outra atenção e inteligência de nós mesmos, ir marcando, dialogando com nós próprios em diferentes momentos, como se nos conduzíssemos, deixando espaço para aquela firmeza desesperada que, por agora, ainda nos falta. A memória deixa caminhos para mais tarde. Ainda voltaremos a esses cuidados, já sem a razão a ditar uma linha que seja, consumidos então pelo fogo, aquela vida que se propaga entre outros corpos, rasando o segredo, alimentando-se de estranhos reflexos. No fundo, a moral foi aquilo que nos fez conhecer a morte mais de perto, nos disse "não" vezes demais. Mas teríamos sido outros se tivéssemos escutado os elementos da sedução. Ficam-nos os cortes na pele, dessas silvas que roçamos até estarmos perdidos, a ânsia de crescer num odor oculto, deixar o sangue dar a volta mais larga, enegrecer sobre essas zonas onde o amor escolhe o outro lado da vida e nos transforma. Produzem-se imagens, restos futuros, fósseis que iluminam o que está por vir. Outros astros fazem as nossas sombras cambalear, e sonhos há muito esquecidos abrem enfim a boca, aproximam-se para nos dar sinais de um mundo que julgávamos conhecer. Quando deixas de falar sozinho, aí, sim, estás realmente perdido. Não tens quem te instigue o pior, e, naturalmente, também o melhor deixa de poder ser visto como uma escolha. Derivamos para o espaço, por falta de gravidade, ficamos dominados por essa insignificância comovedora. Como lembra Magris, as palavras “bondade” e “bom” não nos soam deslocadas na boca de Dostoiévski precisamente porque ele mergulhou sem qualquer reserva no lodo que corre nas nossas veias, como um messias que ressurge mas antes morre e desce verdadeiramente ao inferno. “A literatura explicitamente transgressora é também muitas vezes impulsionada, bem lá no fundo, por sentimentos tão bons que não podem ser confrontados com a crueldade tão frequente e triunfante da existência”, vinca o ensaísta triestino. Já antes Eduardo Lizalde havia notado como “Tudo o que é edificante é reaccionário/ (vejam-se os efeitos).” O mal permanece solteiro, é na verdade a única dimensão verdadeiramente heróica e solitária no meio de uma criação cabisbaixa, ferida por essa tentação de se submeter a algo de superior. Os intérpretes da verdadeira vontade devem ser os primeiros alvos a abater. Mesmo se surja com eles o primeiro sinal dessa presunção capaz de inventar um sentido e a razão de deuses que acabam por ser os verdadeiros triunfos da demonicidade humana. Mas somos vítimas demasiado voluntariosas dessa tendência para pôr a fé num borra-botas qualquer. Se, por outro lado, nos contássemos outras histórias, se tivéssemos órgãos, alguma apetência e educação para nos sabermos servir entre os melhores exemplos da danação… “Talvez um olhar impiedoso seja hoje mais necessário do que nunca, num momento em que se desmoronaram as ilusões das grandes filosofias da história, persuadidas de que as contradições da realidade trariam consigo a sua própria superação e conduziriam inevitavelmente a um progresso ulterior; o devir do mundo parece agora entregue a uma ebulição caótica e imprevisível, indiferente aos grandes projectos e perspectivas. Nesta capacidade de perscrutar verdades até intoleráveis reside uma bondade maior do que qualquer afabilidade conciliadora e temperada: a disponibilidade para descer, com uma piedade intrépida e desolada, até ao fundo da nossa obscuridade.” Neste episódio, vamos afastar-nos na direcção desse vazio que rejeita a medida e as disposições de ordem humana. João Vasco Lopes, uma dessas inteligências que tanto estimam o acaso, a adaptação, aquela evolução nervosa que exigem hoje os grandes sistemas, veio falar-nos das fronteiras que se viu a assediar timidamente, e estamos a falar do Espaço, dessas garatujas que desenhamos nos muros imensos de tudo aquilo que melhor exprime a nossa ridícula dimensão, o como não passamos de uma civilização que ainda nem saiu do berço. Vamos procurar tomar balanço para assaltar algumas zonas de recreio entretanto desactivadas do campo literário, agora que todos os exercícios com letrinhas nos fornecem toda essa consolação oferecida sem interrupções, de tal modo que a vida literária ocupou o lugar das ordens religiosas e dos conventos de freiras.

    6 days ago

    •
    4h 22m
  • Could the Iran war lead to WWIII?

    1 DAY AGO

    5

    Could the Iran war lead to WWIII?

    With the Strait of Hormuz blocked, policy expert Karim Sadjadpour says the war in Iran is becoming increasingly complicated: "I don't think President Trump ... understood what he was getting into." Sadjadpour spoke with Terry Gross about the historical context of the conflict, the four priorities for the U.S. government, and the likelihood of escalation to WWIII.  To manage podcast ad preferences, review the links below: See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for sponsorship and to manage your podcast sponsorship preferences. Learn more about sponsor message choices: podcastchoices.com/adchoices NPR Privacy Policy

    1 day ago

    •
    45 min
  • Nineteen Eighty-Four: Big Brother, Surveillance, and Fear

    2 DAYS AGO

    6

    Nineteen Eighty-Four: Big Brother, Surveillance, and Fear

    Why is 1984 as relevant today as when it was published? Who is Big Brother, and why is he so powerful? What was George Orwell's intention when creating the world of 1984, and what does it tell us about politics today?Join Dominic Sandbrook and Tabitha Syrett they delve into the fascinating story behind the writing of 1984, the world it was born of, and the novel itself. You can order 1984 and explore our favourite Folio books at http://foliosociety.com/thebookclub Email us: ⁠⁠thebookclub@goalhanger.com⁠⁠ Instagram: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ TikTok: ⁠⁠@thebookclubpodhq⁠⁠ X: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ YouTube: ⁠⁠@TheBookClubPodHQ⁠⁠ Senior Producer: Nicole Maslen Social Producer: Emma Jackson Video Editor: Joe Pettit Executive Producer: Dom Johnson Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    2 days ago

    •
    1h 29m
  • E agora, uma pausa

    1 DAY AGO

    7

    E agora, uma pausa

    Quem nos segue há mais tempo sabe que o Biblioteca de Bolso já teve, ao longo da sua história, vários momentos de pausa, de hiato, de suspensão. Agora chegou mais um desses momentos. Nos próximos tempos vamos carregar no botão da pausa. Como das outras vezes, haveremos de regressar. Mantenham-se atentos e, até lá, oiçam os episódios, voltem a partilhá-los e leiam. Leiam muito. See omnystudio.com/listener for privacy information.

    1 day ago

    •
    1 min
  • T4 #36 Carolina Patrocínio

    3 MAR

    8

    T4 #36 Carolina Patrocínio

    Conhecemos a apresentadora, a referência que é no fitness. Agora, quem conhece a leitora? Diz que é uma “alma velha”, que tem hábitos de leitura próprios, gosta de ler por recomendação, mas não de qualquer um. Que bom que é conhecer novas facetas dos convidados. Convido-vos a conhecer a Carolina leitora. Os livros que escolheu: Mulheres da minha alma, Isabel Allende; A desconhecida do retrato, Camille de Peretti; Palavras que tocam a alma, Benjamin Ferencz; Terra Americana, Jeanine Cummins. Outras referências: Isabel Allende: Casa dos Espíritos; O Amante Japonês. Recomendei: O Pintassilgo, Donna Tartt; Na Sombra do Teu Nome, Jodie Picoult; The Heart invisible’s furies, John Boyne; Lições de Química, Bonnie Garmus; Book of Lives, Margaret Atwood; Jeanine Cummins: Um Golpe no Céu; De volta a Casa. O que ofereci: Tremor, Emma Pattee. Os livros aqui: www.wook.pt O estúdio onde gravámos: https://guel.pt/

    3 Mar

    •
    38 min
  • T4 #35 Tati Bernardi

    24 FEB

    9

    T4 #35 Tati Bernardi

    Andávamos desencontradas e valeu a espera, a escritora Tati Bernardi fala sobre livros que adorou e o papel que tiveram na sua vida (vídeo disponível no Youtube, já que a conversa foi via zoom). Os livros que a Tati escolheu: A Pediatra, Andrea Del Fuego; Mudar: Método, Edouard Louis (chega em Abril 2026 a Portugal); Complexo de Portnoy, Philiph Roth; O Lugar, Annie Ernaux. Outras referências: Edouard Louis: Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule; O Colapso; Quem Matou o meu Pai; História da Violência. A Escrita como uma Faca, Annie Ernaux; Vínculos ferozes, Vivian Gornick; Um Romance Russo, Emmanuel Carrère. Alguns dos livros que escreveu e estão em PT: Depois a Louca sou eu; Você Nunca Mais Vai Ficar Sozinha; Homem-Objeto e Outras Coisas Sobre Ser Mulher; A Boba da Corte. O que recomendei: No Jardim do Ogre, Leila Slimani; Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie; Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen; Amor estragado, Ana Bárbara Pedrosa; Giovana Madalosso: Suíte Tóquio; Tudo pode ser Roubado. A série que a Tati referiu: Feud: Capote vs. The Swans. Os livros aqui: www.wook.pt

    24 Feb

    •
    48 min
  • T4 #31 Marta Martins Silva

    27 JAN

    10

    T4 #31 Marta Martins Silva

    Escritora, jornalista e editora de não ficção. Que mulher interessante e doce. Preparem as notas, vêm aí mais leituras que valem a pena. Os livros que a Marta escolheu: Liberdade, Jonathan Franzen; Lucy à beira-mar, Elizabeth Strout; Pátria, Fernando Aramburu; Lisboa, Luanda, Paraíso, Djaimilia Pereira de Almeida. Os livros que escreveu: Madrinhas de Guerra; Cartas de Amor e de Dor; Retornados – E a vida nunca mais foi a mesma; África (para sempre) Minha. Outras referências: Os Interessantes, Meg Wolitzer Outros da Elisabeth Strout: O meu nome é Lucy Barton; Tudo é Possível; Oh William. Caderno Proibido, Alba de Céspedes. Recomendei: Conta-me Tudo, Elisabeth Strout; Somos o Esquecimento que Seremos, Hector Abad Faciolince; Cicatrizes, Dino D’Santiago. O que ofereci: Mudar de Ideias, Aixa de la Cruz. Frase do Álvaro Laborinho Lúcio que a Marta leu: “Ninguém nasce de uma vez, nascemos aos poucos pelo tempo fora. Vamo-nos juntando à medida que nascemos, vamo-nos desconjuntando à medida que vivemos e nunca chegamos a estar inteiros.” Os livros aqui: www.wook.pt

    27 Jan

    •
    41 min

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