Appleton Podcast

Appleton Associação Cultural

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas. Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto. Concepção e edição: Vera Appleton Produção: Appleton Associação Cultural Créditos introdução: Voz-Vera Appleton Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13) Apoio: Câmara Municipal de Lisboa

  1. -13 h

    Episódio 195 – “Desenhar o silêncio” – Conversa com Sara Chang Yan

    Sara Chang Yan (Lisboa, 1982) licenciou-se em arquitetura na Faculdade de Arquitetura Universidade Lisboa e trabalhou como coordenadora no Centro de Educação pela Arte Pé de Vento no Bairro do Vale da Amoreira, Moita. Mais tarde, foi estudar desenho e artes plásticas na Ar.Co Lisboa e enquanto estudava foi assistente do Rui Moreira durante 3 anos, e recebeu a Bolsa da Fundação Carmona e Costa em 2013. Em 2014 foi convidada para leccionar desenho na Faculdade de Arquitetura da Universidade de Lisboa, durante 9 anos. Começou a expor regularmente, em 2015 participando na residência artística Getting Lost de Julie Mehretu, da Fundación Botín, Santander, no mesmo ano, foi distinguida com o Prémio Artes Visuais para Jovens Criadores, Fundação Calouste Gulbenkian. Em 2016 foi selecionada para o Open Sessions 2016-2017, The Drawing Center em Nova Iorque. Em 2025, a artista foi premiada com a menção honrosa do Prémio Novos Artistas 2024 Fundação EDP. Exposições individuais: Brotéria, Lisboa 2025; Arquipélago Centro Artes Contemporâneas, Ribeira Grande 2023; LaBF15, Lyon 2022; Galeria Madragoa, Lisboa 2022; Galeria Boavista, Lisboa 2019; Galeria Madragoa, Lisboa 2018. Seleção de exposições coletivas: Galeria Municipal do Porto 2025, MU.SA_Museu das Artes Sintra 2024; Centro de Artes de Águeda 2023; Fundação Eugénio de Almeida, Évora 2022; Galería Ángeles Baños, Badajoz 2022; Coleção Figueiredo Ribeiro, MIAA Abrantes 2021; Colégio das Artes, Coimbra 2020, Art Gate, Lisboa 2020; Colecção da FLAD Maat Central, Lisboa 2020; Torreão Nascente da Cordoaria Nacional, Lisboa 2018; The Drawing Center, Nova Iorque 2017. O trabalho está representado na Coleção de Arte Contemporânea do Estado (CACE), Coleção de Arte Portuguesa da Fundação EDP, Núcleo de Arte Contemporânea da Câmara Municipal de Lisboa, Coleção de Arte FLAD, Museo Ettore Fico Open Collection, e em coleções privadas como a coleção Teixeira De Freitas, José Carlos Santana Pinto e Jill and Peters Kraus. Links:   https://sarachangyan.com/   https://www.instagram.com/consonniradziszewski/   https://www.galeriamadragoa.pt/artists/5767f7348cdc4d7957c721dd   https://contemporanea.pt/edicoes/2025/sara-chang-yan-finalista-do-premio-novos-artistas-fundacao-edp-2025   https://www.fundacaoedp.pt/en/artist/sara-chang-yan   https://www.youtube.com/watch?v=7iDX-ptxKfQ   https://gulbenkian.pt/noticias/premios/premio-de-artes-visuais/premio-de-artes-visuais-para-jovens-criadores-ja-tem-vencedor/   https://broteria.org/en/personalities/755-sara-chang-yan     Episódio gravado a 28.05.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    1 h 32 min
  2. 25/05

    Episódio 194 – “Recolectora de afectos” – Conversa com Ana Pérez-Quiroga

    Ana Pérez-Quiroga é artista visual, cineasta e investigadora. O seu trabalho desenvolve-se entre desenho, escultura, instalação, performance, fotografia, filme e som, com um foco continuado nas relações entre quotidiano, objeto, arquivo, memória, pós-memória e pertença. A sua prática articula dimensões poéticas, políticas e conceptuais, explorando processos de repetição, classificação, deslocamento e acumulação. É Doutorada em Arte Contemporânea pelo Colégio das Artes da Universidade de Coimbra (2017), com a tese “Bréviário do Quotidiano #8”. Os regimes cumulativos do objeto e os seus determinantes, e Mestre em Artes Visuais – Intermédia pela Universidade de Évora, com a dissertação “Ana de Gonta Colaço – Escultora 1903-1954”. É atualmente Investigadora CEEC/FCT no CHAIA – Centro de História da Arte e Investigação Artística / IN2PAST, Universidade de Évora, com o projeto “Which house are you from?” – Memory, Collective- memory, Post-memory and the question of belonging”. O seu trabalho tem sido apresentado em diversas instituições e contextos nacionais e internacionais, em exposições individuais e coletivas, performances, conferências e ciclos de cinema. Em 2025 realizou o filme “¿De qué casa eres?”, apresentado em várias universidades nos Estados Unidos com apoio da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento (FLAD). O trabalho de APQ encontra-se presente em diversas coleções: Museu Nacional de Arte Contemporânea; Coleção Ar.Co; Coleção Figueiredo Ribeiro; Coleção António Cachola; CML; Culturgest; Fundação EDP, Fundação PLMJ e CACE. A sua prática artística cruza-se com a investigação académica, desenvolvendo um campo transdisciplinar onde o arquivo pessoal e coletivo, os objetos do quotidiano, a memória histórica e as estratégias de reprodução e circulação de imagens assumem um papel central.   Links:   https://anaperezquiroga.com/   https://cecam.ulusofona.pt/eventos/ana-perez-quiroga-great-artists-on-campus-4   https://anaperezquirogahome.com/?Lang=EN   https://anabelamotaribeiro.pt/ana-perez-quiroga-223360   https://www.ramastudios.pt/ana-perez-quiroga   https://www.maat.pt/pt/exhibition/ana-perez-quiroga-apqhome-maat   https://observador.pt/2026/04/11/a-aventura-tao-extraoridnaria-pela-urss-da-mae-de-ana-perez-quiroga-chega-as-salas-de-cinema/   https://appleton.pt/ana-perez-quiroga/     Episódio gravado a 22.05.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    1 h 16 min
  3. 19/05

    Episódio 193 – “From Space Collectors to Space Zero” – Conversa com Paula Melâneo e Luca Martinucci

    Paula Melâneo É arquiteta (FA/UTL 1999) e MSc. Multimédia-Hipermédia (ENSBA/ENST Paris 2003). Dedica- se à edição, projetos culturais e exposições. Colabora com a imprensa internacional especializada em arquitetura. Integra a produtora cultural Space Collectors, onde é uma das responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO. Faz parte da redação do J—A Jornal Arquitectos, do qual foi co-autora e coordenadora do projeto editorial (2015- 2019). É membro da AICA – Associação Internacional de Críticos de Arte. Foi a curadora do projeto Artificialis: A Natureza das Imagens Latentes apresentado em Guimarães (DGArtes e Universidade do Minho, 2024-2025). Foi co curadora dos projetos: Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025); Colecção Arquitectura Portuguesa na Democracia 2000-2024 (Casa da Arquitectura); investigação e exposição Almada: um Território em Seis Ecologias (Museu de Almada, 2020); Geração Z: práticas arquitectónicas portuguesas emergente, exposições e conferências (2009-2011). Em 2001 integrou a redação da arqa revista de arquitectura e arte, que coordenou entre 2010-2016. Integrou a Experimentadesign para quatro edições da Bienal de Design e Arquitetura (2011-2017) enquanto coordenadora editorial e editora, sendo a responsável pela edição de diversos livros e publicações.   Luca Martinucci Nasceu em Bérgamo na Itália, é arquiteto formado pelo Politécnico de Milão e frequentou a Universidade Lusíada de Lisboa em 2002/2003 ao abrigo do programa Erasmus. Colaborou com diferentes arquitetos e ateliers de arquitetura, em Itália e Portugal. O seu percurso multidisciplinar e interesse na História da Arquitetura e da Arte, bem como na produção de imagem analógica e digital, levaram-no a fundar o 18—25 Research Studio em 2010, que hoje partilha com o arquiteto Filipe Alves e Paula Melâneo. Tem apresentado o trabalho do estúdio em diversas exposições, em Portugal e no estrangeiro, e em conferências em universidades portuguesas. Para além do trabalho desenvolvido no estúdio, Luca Martinucci foi co-curador de Paraíso, hoje. (Pavilhão de Portugal na Bienal de Arquitetura de Veneza 2025) e dirige a produtora cultural Space Collectors, onde é um dos responsáveis pela programação do seu espaço de galeria SPACE ZERO.   Links:   https://www.1825.pt/   https://space-collectors.com/   https://paraisohoje.pt/   https://tigrepapel.pt/loja/ensaio/artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes/   https://lab2pt.net/exhibitions/exposicao-artificialis-a-natureza-das-imagens-latentes-duplicate-1     Episódio gravado a 18.05.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    46 min
  4. 11/05

    Episódio 192 – “Fazer pensando e pensar fazendo” – Conversa com João de Sousa Cardoso

    João Sousa Cardoso, também conhecido como João de Sousa Cardoso, é artista, ensaísta, curador e professor universitário. O seu trabalho desenvolve-se na intersecção entre criação artística, pensamento crítico e investigação, articulando teatro, cinema, artes visuais e escrita. Viveu 5 anos em Paris entre 2005 e 2010, onde concluiu o doutoramento em Ciências Sociais pela Universidade Paris Descartes (Sorbonne) enquanto bolseiro da Fundação Calouste Gulbenkian, é mestre em Ciências da Comunicação pela Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa e licenciado em Artes Plásticas pela Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto. É membro associado do Centre de Recherches Interdisciplinaires sur le Monde Lusophone, da Universidade de Paris Nanterre, onde leciona regularmente. Enquanto artista, tem desenvolvido um percurso marcado pela relação com a literatura e pela criação em teatro e filme, que cruzam ensaio, ficção e performance. Encenou Sequências Narrativas Completas, a partir de Álvaro Lapa, no Teatro Nacional D. Maria II (2019), e A Ronda da Noite, a partir de Agustina Bessa-Luís, na Fundação Calouste Gulbenkian (2022). Em 2024, estreou o filme A Santa Joana dos Matadouros, a partir de Bertolt Brecht, na Cinemateca Portuguesa, expandindo a sua prática para o cinema e aprofundando a relação entre imagem, política e representação. Como ensaísta, publicou TEATRO EXPANDIDO! (2016), Sequências Narrativas Completas e A Espanha das Espanhas(2020), mantendo uma escrita próxima das suas práticas artísticas. Colabora regularmente com a revista Contemporânea e com o jornal Público. Na curadoria, tem desenvolvido projetos que cruzam arte, política e história, como o ciclo ABC da Guerra (Teatro Municipal São Luiz, 2025) e a exposição Nampula Macua Socialismo de Manuel Santos Maia (Galeria Quadrum, 2025), além de colaborações com instituições como Serralves, Batalha Centro de Cinema e Centro de Arte Oliva. Desde 2023, integra o Comité de Aquisições do Centro de Arte Moderna da Gulbenkian. É Professor Associado na Universidade Lusófona, em Lisboa, onde dirige, desde 2010, a Licenciatura em Comunicação Audiovisual e Multimédia. Foi Professor Convidado na Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto entre 2011 e 2020 e coordena o programa Great Artists on Campus na Universidade Lusófona em Lisboa desde Fevereiro de 2023 que tem, desde Fevereiro deste ano, uma extensão ao Porto numa parceria entre a Universidade e o Batalha Centro de Cinema. Links:   https://cargocollective.com/joaosousacardoso   www.teatrosaoluiz.pt/espetaculo/abc-da-guerra/   www.ulusofona.pt/evento/great-artists-on-campus-5   https://www.publico.pt/autor/joao-sousa-cardoso   https://contemporanea.pt/edicoes/2025/entrevista-joao-sousa-cardoso www.youtube.com/watch?v=Kjp0-yeLBdA   https://ajuntament.barcelona.cat/lavirreina/en/exhibitions/american-history/1005?t=3   Episódio gravado a 06.05.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    1 h 11 min
  5. 27/04

    Episódio 191 – “O Paradoxo dos Gémeos” – Conversa com João Marçal

    João Marçal nasceu em Santarém, em 1980. Cresceu e viveu em Coruche até 1999. Nesse ano, mudou-se para o Porto, onde iniciou a licenciatura em Artes Plásticas, vertente Pintura, na Faculdade de Belas Artes, concluída em 2004. Ainda durante a sua formação, começou a expor o seu trabalho no contexto dos espaços geridos por artistas do Porto. A sua primeira exposição individual Oll Korrect, em 2003, no PêSSEGOpráSEMANA, foi o catalisador para uma sequência de oportunidades de exposição e determinante para a disseminação e desenvolvimento consistente da sua prática. Após uma estadia em Nova Iorque em 2017, no âmbito de uma residência artística apoiada pelo Atelier Júlio Pomar/EGEAG, mudou-se para Lisboa em 2018, cidade onde atualmente vive e trabalha. O seu trabalho desenvolve-se sobretudo através da pintura, recorrendo pontualmente a outros meios como o desenho e a ilustração, o mural, a instalação, o som, o ready-made ou a cerâmica. Para o artista, a pintura é em si um instrumento dinâmico de reflexão, onde prática e teoria se cruzam de forma indistinta. Pintar implica sempre uma investigação simultaneamente visual, ótica, espacial, narrativa e simbólica, e conceptual, filosófica, histórica e cultural. A sua abordagem aproxima-se de uma compreensão de natureza fenomenológica, em que a pintura pode ser entendida como uma continuidade sensível com o sujeito. O seu trabalho estabelece relações de equivalência e intersecção entre elementos do quotidiano banal, muitas vezes invisíveis pela sua própria irrelevância, e a dimensão mais “nobre” dos objetos-imagem no contexto artístico. Detalhes provenientes de transportes públicos, padrões de tecidos, design de embalagens, logótipos ou elementos arquitetónicos são deslocados do seu contexto original e reconfigurados nas suas obras. Estes elementos emergem de um arquivo mnemónico afetivo que, por vezes, se expande para um imaginário coletivo mais específico, sobretudo associado às décadas de 1980 e 1990, introduzindo assim um vetor temporal significativo no trabalho. Os padrões assumem um papel central enquanto solução compositiva, na medida em que a repetição coerente das unidades sugere uma possibilidade de continuidade infinita, criando o paradoxo de inscrever a ideia de infinito dentro dos limites de uma imagem autónoma.   Links:   https://joaomarcal.com/   https://residencyunlimited.org/residencies/joao-marcal/   https://contemporanea.pt/edicoes/10-11-12/joao-marcal-oh-my-dog   https://galeriasmunicipais.pt/exposicoes/inner-8000er/   https://marcaldoscampos.bandcamp.com/album/nova-emo-o   https://soundcloud.com/marcal-dos-campos   https://www.publico.pt/2025/06/19/culturaipsilon/entrevista/pintura-joao-marcal-faz-desaparecer-tela-acolhe-2136774   https://zedosbois.org/en/programa/pizza-space-time/   Episódio gravado a 17.04.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    55 min
  6. 11/04

    Episódio 189 – “O impulso do invisível, a pausa, o toque, entre o Pátio e Arganil” – Conversa com Bernardo Chatillon

    Bernardo Chatillon pretende imaginar novos mundos, colocando a hipótese de nos relacionarmos com os espaços que estão obstruídos, camuflados, ilegíveis, ignorados,invisíveis. Conviver com os corpos, as paisagens e os movimentos que estão presentes, mas não têm visibilidade, em articulação com o conceito de Pensamento Mágico aplicado à dimensão teatral. Estreou-se com os Artistas Unidos. Depois de completar o Chapitô integrou a Formação Intensiva Acompanhada no c.e.m e mais tarde a Escola Superior de Teatro e Cinema (Licenciatura Teatro / Actor). Entre 2012 e 2015 integrou o elenco da companhia do Teatro Nacional D. Maria II. Em 2016 muda-se para Berlim onde colabora em diversos formatos e projectos através de práticas artísticas, encontros e espectáculos com diversos autores e figuras internacionais incontornáveis: Marc Lohr, Sigal Zouk, Mineralwasser Collective, André Uerba, Peter Pleyer, Stephanie Mahler, Jeremy Wade , Benoilt Lachambre, Keith Hennessy, Joy Mariana Smith, Meg Stuart, Sandra Noeth, Natasha A Kelly, CA. Conrad, Sigmar Zecarias, Diego Aguillo, Sophia New, Fernanda Eugenio entre outros e completa o mestrado Solo/Dance/Authorship (SODA) pela Inter-University Center for Dance Berlin (HZT/UDK). Recentemente, criou os espetáculos Reindeer Age #0 , Uferstudios Berlin (2019), Teatro DoBairro Alto (2020), Reindeer Age #1, O Espaço do Tempo (2021) e Appleton (2025) , O Fazer do Dizer , Centro Cultural de Belém (2022) , O que já cá está, Rua das Gaivotas 6 (2023), Calipso ou a experiência do possível, Cine -Teatro Avenida, Castelo Branco (2024). Em 2022 juntamente com Cláudia Teixeira e Fernanda Eugênio começa a dar forma à criação da questão-tema “políticas e práticas da amizade” para uma base de curadoria na programação do espaço Trust-Collective em Arganil. Em 2023 começou a lecionar na Escola Superior de Teatro e Cinema em Lisboa e entrou para a nova direção da associação R.I.Ju (Rancho Infantil e Juvenil de Coja) com o projeto Fôlego, onde ensina, programa, experimenta e convive. Links:   https://bernardochatillon.hotglue.me/   https://www.youtube.com/watch?reload=9&v=XGxrPHpa0bw   https://www.ccb.pt/evento/bernardo-chatillon/all/   https://artistasunidos.pt/bernardo-chatillon/   https://sapo.pt/artigo/bernardo-chatillon-apresenta-seco-em-castelo-branco-69c40908bf28b0049337fb85   https://www.oespacodotempo.pt/pt/residencias/bernardo-chatillon   https://glam-magazine.pt/bernardo-chatillon-no-tba-em-coapresentacao-com-o-ccb/   https://www.cm-arganil.pt/diretorio/rancho-infantil-juvenil-coja/   https://www.cm-arganil.pt/evento/politicas-e-praticas-da-amizade-dias-abertos-trust-collective/   https://trust-collective.org/en/     Episódio gravado a 02.04.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    1 h 25 min
  7. 27/03

    Episódio 188 – “Build, Branch, Bind ” – Conversa com Robert Wiley

    Desde 2009, a prática artística de Robert Christopher Wiley tem ganho forma através da unidade de investigação interdisciplinar VICARTE (Vidro e Cerâmica para as Artes) da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (NOVA FCT), dedicada a aproximar a prática artística da investigação científica. Nascido nos Estados Unidos, considera hoje Portugal como o seu país e a sua nacionalidade. O trabalho de Wiley envolve frequentemente o vidro — um material cuja complexidade técnica constitui um centro meditativo para grande parte da sua investigação criativa e conceptual. A sua prática atual é impulsionada não apenas pelos desafios materiais e científicos inerentes ao vidro, mas também por preocupações mais amplas da vida contemporânea, questionando hierarquias atuais de saber e de produção artística que moldarão o património cultural de amanhã. Wiley é Doutorado em Artes Plásticas (Escultura) pela Universidade do Porto e possui também um MFA e um BFA em vidro pela Ohio State University. Na VICARTE, contribui como Professor Assistente Convidado e como investigador, participando em projetos que vão desde a arqueometria do vidro, a reconstrução histórica e a ciência da conservação, até à exploração de novos materiais à base de vidro desenvolvidos na unidade de investigação. O seu trabalho situa-se na interseção entre arte, ciência e materialidade, refletindo um interesse continuado na relação entre formas discursivas e não discursivas de conhecimento — aquilo que podemos raciocinar e articular versus aquilo que compreendemos através do fazer e da experiência incorporada. A obra de Wiley foi exibida internacionalmente na Ásia, Europa e América do Norte. A sua produção artística e escrita estende-se a temas que envolvem subjetividade, cognição centrada no corpo e o valor pedagógico da prática criativa. A sua abordagem interdisciplinar informa naturalmente a sua exploração material e os seus processos experimentais, nos quais tanto o artesanato sofisticado como a recolha infantil detêm posições de igual importância. Meditativa, profundamente pessoal e, por vezes, enigmática, a sua prática procura perguntas em vez de tentar oferecer respostas.   Links:   https://www.dcr.fct.unl.pt/pessoas/professor-auxiliar-convidado/robert-wiley   https://www.researchgate.net/profile/Robert-Wiley-2   https://www.crafthub.eu/practitioner/robert-wiley/   https://www.agendalx.pt/events/event/robert-wiley/   https://vicarte.org/     Episódio gravado a 26.03.2026   Créditos introdução e final: David Maranha   http://www.appleton.pt   Mecenas Appleton: HCI / A2P / MyStory Hotels / JD Collection   Apoio: Câmara Municipal de Lisboa   Financiamento: República Portuguesa – Cultura / DGArtes – Direcção Geral das Artes   © Appleton, todos os direitos reservados

    36 min

Classificações e críticas

5
de 5
9 classificações

Sobre

No Appleton podcast vamos ouvir o que diversos convidados ligados à arte contemporânea têm a dizer acerca da sua actividade e de questões com ela relacionadas. Este podcast não tem um periodicidade pré-definida nem um formato pré-estabelecido: pode tomar a forma de uma conversa com um convidado, de uma conversa com mais de um convidado, de um monólogo, do que as circunstâncias propiciarem. Também os assuntos irão variar em função do convidado e do contexto. Concepção e edição: Vera Appleton Produção: Appleton Associação Cultural Créditos introdução: Voz-Vera Appleton Composição e interpretação – David Maranha e Manuel Mota Mecenas Appleton: HCI / Colecção Maria e Armando Cabral /A2P Financiamento: República Portuguesa - Cultura e DGArtes (temporada 2 a 7, 12 e 13) Apoio: Câmara Municipal de Lisboa

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