FEMINA

Vanessa Augusto

Uma mulher artista é convidada a responder quase sempre às mesmas questões. Em cada episódio, falamos das escolhas que foram necessárias, das histórias que trocaram os caminhos, das dores de crescimento, das aprendizagens pessoais e dos obstáculos que foram necessários ultrapassar, para que cada uma dessas mulheres consiga, hoje, celebrar o lugar que conquistou na cultura dos nossos dias. Este é um podcast para escutar as mulheres da nossa cultura e para compreender porque fazem o que fazem, da maneira que fazem.

  1. 9/01

    Cátia Pinheiro

    Cátia Pinheiro nasceu no Porto, em 1980. É formada em Teatro pela Academia Contemporânea do Espetáculo (2000). Estreou-se profissionalmente como atriz em 1999, tendo ao longo da sua carreira como atriz trabalhado com vários encenadores e estruturas como António Fonseca, Nuno Cardoso, Nuno Carinhas, Diogo Infante, Tiago Rodrigues, Nuno M. Cardoso, Marcantónio Del’Carlo, António Villareal, Philippe Quesne, Cão Solteiro, entre outros.Enquanto criadora, co-criou e interpretou os espetáculos “Receita para me Ouvires”, (2006), “A Festa”, (2008), “Geopolítica do Caos” (2009), “WTF?” (2010), “Wanted” (2015), “Uma Gaivota”(2016), “Geocide” (2017) e “The End” (2017), “M’18” (2018), “Pathos” (2019), “Party” (2019), “Língua” (2020), “F…”, “O Meu Primeiro Corpo” (2022), “descobri-quê?” (2023) e “Carta à Matilde” (2023). Em 2009 criou a Estrutura Associação Cultural com José Nunes, com quem partilha a direção artística. Foi responsável pela conceção plástica da maioria dos espetáculos da Estrutura e da instalação “Terceira Via” para o espetáculo de Rogério Nuno Costa (Festival Circular, 2013). Em 2011, foi bolseira do Centro Nacional de Cultura, onde desenvolveu o projeto de investigação “Projeto Rua”.Cátia Pinheiro participa na adaptação do texto, encenação, cenografia e interpretação de TITUS, que parte da peça Titus Andronicus, de William Shakespeare, uma das suas primeiras tragédias, marcada por uma violência extrema e por temas como o trauma de guerra, o desejo de vingança, a relação com o poder, a autocracia, a misoginia e a ausência de limites para atingir um fim, seja ele político ou pessoal. A peça estará no Centro Cultural de Belém, em Lisboa, entre os dias 16 e 25 de janeiro. LINKS FEMINA: https://linktr.ee/femina

    56 min
  2. 31/12/2025

    Inês Thomas Almeida (ao vivo no Festival Setentrional)

    Este episódio foi gravado ao vivo no Festival Setentrional a 3 de julho de 2025, a convite do Ponto C, em Penafiel. Captação de som por Pedro Guedes. Um agradecimento especial à Mónica Guerreiro e toda equipa de produção do Ponto C. Inês Thomas Almeida é musicóloga, doutorada em Ciências Musicais Históricas pela Universidade Nova de Lisboa, tendo recebido, pela sua tese O olhar alemão: as práticas musicais em Portugal no final do Antigo Regime segundo fontes alemãs, sob orientação de Rui Vieira Nery, a classificação máxima por unanimidade. Nasceu na República Domininicana, viveu na Alemanha entre 2003 e 2016, tendo-se licenciado em Canto pela Hochchule für Musik und Theater Rostock e posteriormente criado uma ONG para o apoio à comunidade portuguesa em Berlim. Neste âmbito, foi responsável por inúmeras iniciativas de cariz cultural, social e humanitário e recebeu vários prémios e distinções pelos serviços prestados à comunidade. Atualmente, é professora convidada do Doutoramento em Estudos de Género da Universidade Nova de Lisboa, onde leciona Música e Género, e responsável pela criação do curso Mulheres Compositoras: História da Composição no Feminino, que leciona na FCSH NOVA como curso livre. A sua investigação incide sobre música no século XVIII, relatos de viagem, mulheres na música e redes culturais transnacionais. Tem artigos publicados em revistas científicas da especialidade e mantém uma intensa atividade como conferencista, quer em colóquios nacionais e internacionais, quer como divulgadora musical na Fundação Calouste Gulbenkian e no Teatro Nacional de São Carlos.

    57 min

Classificações e críticas

5
de 5
20 classificações

Sobre

Uma mulher artista é convidada a responder quase sempre às mesmas questões. Em cada episódio, falamos das escolhas que foram necessárias, das histórias que trocaram os caminhos, das dores de crescimento, das aprendizagens pessoais e dos obstáculos que foram necessários ultrapassar, para que cada uma dessas mulheres consiga, hoje, celebrar o lugar que conquistou na cultura dos nossos dias. Este é um podcast para escutar as mulheres da nossa cultura e para compreender porque fazem o que fazem, da maneira que fazem.

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