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  • RFM - Cataplana de Leitão
    RFM - Cataplana de Leitão

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    RFM - Cataplana de Leitão

    RFM

  • Andas a dormir com quem?
    Andas a dormir com quem?

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    Andas a dormir com quem?

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    O Homem Que Comia Tudo

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    O Homem Que Comia Tudo

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    Vale a pena com Mariana Alvim

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    Blitz Posto Emissor

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    Enterrados no Jardim

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    Enterrados no Jardim

    Diogo Vaz Pinto e Fernando Ramalho

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    Revista de Vinhos

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    Revista de Vinhos

    Revista de Vinhos

  • Húmus: a pasta que sobreviveu a todas as guerras

    -16 h

    Húmus: a pasta que sobreviveu a todas as guerras

    Pode uma pasta de grão unir os povos do Médio Oriente? Ricardo Dias Felner parte à descoberta do húmus neste episódio do podcast O Homem Que Comia Tudo. Começa numa rulote do Brunnenmarkt, o mercado de rua mais interessante de Viena e daí segue para a cozinha de sua casa em Lisboa, onde prepara uma receita  inspirada em dois livros clássicos da cozinha do Médio Oriente e nas dicas da chef de um pequeno restaurante sírio, em Moscavide. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • T5 #8 Francisco Guimarães

    -2 dias

    T5 #8 Francisco Guimarães

    Treinador de futebol, comentador desportivo, letrista e… poeta. Venham conhecer este convidado cheio de camadas e amor (também) pela poesia. Os livros que escolheu: Livro Sexto, Sophia de Mello Breyner; O Perigo de Estar no Meu Perfeito Juízo , Rosa Montero; ⁠Cartas a um jovem poeta, Rilke; ⁠Diário, Miguel Torga (volume XIV). Outras referências: Poema O Infinito, Giacomo Leopardi; Poema Manhã, (em “Geografia”), Sophia Mello Breyner; Texto O Caminho da Manhã (em “Livro Sexto”), Sophia Mello Breyner; Os Textos “Arte Poética”, Sophia Mello Breyner; Poema Adrenalina, Filipa Leal. A Louca da Casa, Rosa Montero Depois a Louca sou eu, Tati Bernardi Sophia-Sena - As Cartas - Correspondência 1959-1978 Poeta Luís Falcão Etty Hillesum O livro de poesia que escreveu: À Espera de Um Lugar Sentado Livro e Podcast: Convocatória: conversas para ir a jogo Recomendei: A Correspondente, Virginia Evans O que ofereci: Um Inconcebível Acaso, Wislawa Szymborska. Os livros aqui: www.wook.pt

  • Ep.141 - Óscares 1958 + A Desconhecida

    -23 h

    Ep.141 - Óscares 1958 + A Desconhecida

    Duas obras-primas, Noites de Cabiria vs. Ponte do Rio Kwai, e ainda Sinatra, clássicos de tribunal ou uma Morte icónica. Em 2026, há a entrevista a um vencedor de Óscar, “Floresta Mágica” e o novo livro de David Thomson. See omnystudio.com/listener for privacy information.

  • Cataplana de Leitão - EP4 - Estudos falsos, reuniões em cuecas e bruxaria de última geração!

    -10 h

    Cataplana de Leitão - EP4 - Estudos falsos, reuniões em cuecas e bruxaria de última geração!

    "Estudos falsos, reuniões em cuecas e bruxaria de última geração! A guerra entre Cabanas e Cabanelas continua e Barbaça Lemos, um consultor lisboeta, consegue vender estudos contraditórios aos presidentes das duas aldeias, garantindo a cada um que será o rival a ficar debaixo de água. Entretanto, Piedade regressa dos mortos mais uma vez, Klaus descobre um esquema suspeito e Vanda prepara na Bimby uma poção de amor para ajudar Fátima a conquistar o lobisomem Serafim. Mas o maior mistério surge quando Rosalina aparece no consultório de Vanda apenas para observar o pequeno Juca… Que segredo poderá ligar Rosalina ao rapaz? Ouve o quarto episódio de Cataplana de Leitão, a radionovela de humor do Café da Manhã da RFM! Todos os episódios disponíveis também em rfm.pt e no YouTube da RFM."

  • EP. 42 Uma aula de Enologia com Nuno Cancela de Abreu

    -16 h

    EP. 42 Uma aula de Enologia com Nuno Cancela de Abreu

    De castas como o Arinto e o Encruzado à importância de centrar as atenções na viticultura e convencer os mais jovens a apostar na terra. Nuno Cancela de Abreu contextualiza a atualidade do vinho em Portugal sem esquecer o mestre de sempre, José António Rosas. Discreto por opção, nesta conversa com a Revista de Vinhos, o enólogo, produtor e professor entende que o atual momento global de contração do setor do vinho é estrutural, o que dificulta previsões.

  • Cataplana de Leitão - EP3 - Um vampiro, um lobisomem e um romance proibido!

    -1 dia

    Cataplana de Leitão - EP3 - Um vampiro, um lobisomem e um romance proibido!

    Há encontros secretos debaixo da ponte do Rio Esgaça! Enquanto Abel desabafa com a porca Cicciolina e Jacinto Borboto tenta evitar que a mulher e a amante se cruzem, Serafim e Horácio partem em missões de espionagem.Mas um choque noturno na ponte Olavo Bilac leva o vampiro e o lobisomem a descobrir o segredo mais escandaloso de Cabanas e Cabanelas: um romance proibido entre os dois presidentes da Junta! Será que esta paixão clandestina vai pôr fim à guerra ou afundar as duas aldeias? Ouve o terceiro episódio de *Cataplana de Leitão*, a radionovela de humor do Café da Manhã da RFM! Todos os episódios disponíveis também em rfm.pt e no YouTube da RFM.

  • O baile dos estorninhos. Outra conversa com Manuel Bivar

    -6 dias

    O baile dos estorninhos. Outra conversa com Manuel Bivar

    Ao entardecer, os estorninhos juntam-se sobre os campos, os canaviais, os parques industriais, dançando à volta dos fios eléctricos, primeiro em pequenos grupos, manchas dispersas que não obedecem a qualquer padrão. Depois, e de súbito, o céu fica tomado de uma matéria escura, que curva e se dobra, se comprime e alonga, milhares de pontos que se movem em simultâneo, sem colisões, sem uma pausa que faça ressaltar o movimento de um face aos restantes. A nuvem desce, torce-se, parece por vezes rasgar-se pelo meio, para se recompor logo depois. Vista de longe, lembra um tecido sacudido pelo vento, uma massa líquida que tivesse adquirido a capacidade de voar. Os ingleses chamam-lhe murmuration, murmuração, palavra que conserva qualquer coisa do rumor produzido por tantos corpos em movimento. O que mais impressiona nem é a dimensão do bando, mas a precisão daquele bailado. Milhares de aves alterando de direcção quase em simultâneo, mantendo as distâncias, e que respondem se alguma ameaça atravessar a nuvem. Durante muito tempo, os naturalistas procuraram a explicação numa espécie de comunicação colectiva, descrita como uma subtil equação misteriosa. Na verdade, nenhum deles está consciente do todo. Limitam-se a ajustar a velocidade e a direcção segundo aqueles que lhes estão mais próximos, mantendo uma relação dinâmica com os vizinhos. A mudança de um indivíduo afecta os que o rodeiam, e estes alteram por sua vez o movimento dos seguintes, e a perturbação propaga-se através do conjunto. Uma inflexão pode atravessar milhares de corpos em fracções de segundo. O bando muda de forma sem que exista um centro a partir do qual a mudança seja ordenada. O físico Giorgio Parisi, que estudou as murmurações dos estorninhos, encontrou neste comportamento um problema fundamental dos sistemas complexos: como pode surgir uma organização de grande escala a partir de interacções relativamente simples entre os seus componentes? Nenhum dos estorninhos conhece a figura que o conjunto está a desenhar, nem antecipa a configuração que terá alguns segundos depois. Cada um responde àquilo que acontece na sua vizinhança imediata, e a forma global resulta dessas respostas, continuamente corrigidas à medida que o bando se desloca. Não há maestro, nem condutor, nem um plano que os indivíduos executem. A ordem não precede o movimento. Produz-se nele, transforma-se com ele e desaparece para dar lugar a outra configuração. Esta coordenação não significa que os estorninhos se dissolvam numa entidade indistinta. Cada ave conserva o seu corpo, a sua posição, a sua capacidade de reagir. É precisamente a multiplicidade dessas reacções que permite ao conjunto mudar de direcção sem se desfazer. A coesão não exige que todos façam exactamente a mesma coisa em cada instante, mas, antes, que cada um permaneça atento ao movimento ao seu redor e ajuste o seu próprio movimento em consequência. É uma nuvem de infindáveis eixos. O bando mantém-se numa negociação contínua entre separação e proximidade, entre a liberdade de cada trajectória e as condições que a tornam compatível com as restantes. As murmurações têm também uma função concreta. Ao anoitecer, os estorninhos reúnem-se em grandes dormitórios, por vezes com milhares ou centenas de milhares de indivíduos. A concentração oferece vantagens contra os predadores, cuja aproximação se torna mais difícil de acompanhar e cujo ataque perde eficácia perante uma massa que muda incessantemente de contorno. A nuvem não é, portanto, uma coreografia gratuita. A sua beleza emerge de um comportamento que envolve sobrevivência, vigilância e resposta rápida ao perigo. O espectáculo que vemos do chão é a manifestação visível de uma rede de relações que não conseguimos observar directamente. Quando a filha de um dos seus comparsas daquele período tumultuoso que veio a eclodir na revolta que se desenrolou na Primavera de 1968, em França, procurou Olivier Rolin para lhe pedir que lhe falasse do pai, este começou por desculpar-se, adiantando que lhe seria impossível falar dele «sem te falar de nós». «Não sei como fazer-te compreender, não éramos assim tanto ‘eu’,… na altura. Tinha a ver com a nossa juventude, mas principalmente com a época. O indivíduo parecia-nos negligenciável, até mesmo desprezível. O Treize, o teu pai, o meu eterno amigo, é um dos nossos. Um dos fios do novelo. Não posso desembaraçá-lo, dobá-lo, arrancá-lo de nós, senão fá-lo-ia morrer uma segunda vez. Sem nós a sua imagem murcharia – sem ‘nós', todas as nossas memórias se apagam. Estávamos juntos, até ao absurdo. Não éramos a História, mas éramos histórias, reais, imaginárias, entrecruzadas, que fabricávamos, um feixe de histórias.» Como reintroduzir este apelo num tempo em que, por toda a parte, é o «eu» que se afirma, que ergue as suas ficções prepotentes, mesmo se os frescos sociológicos que depois se nos apresentam parecem manchas esborratadas, vidas estagnadas, amortecidas, naturezas-mortas? Vive-se os dias entregue a um zumbido, gestos que se corrigem infindavelmente, emendas que vão erodindo sucessivamente qualquer desenho mais subtil, e em tudo deixam a impressão de que viveriam pela eternidade fora sem esboçarem o menor gesto autêntico, um ímpeto capaz de alimentar perturbação, pensar um encadeamento de transformações no espaço ao redor. Estes seres, que corporizam um a um todos os sinais da abdicação, herdam das gerações mais velhas fragmentos desconexos de ilusões passadas, vendo-se adormecidos pela rotina do trabalho e das humilhações que os cercam, incluindo a desse consumo de todos os programas e produtos que possam servir-lhe de alívios, ócios e lazeres inócuos, acatando um sem número de «responsabilidades», e deixando-se esmagar sob o peso de hábitos que, no fundo, se resumem ao hábito de não esperarem nada da vida. Como assinalavam os situacionistas, «o uso da vida quotidiana, no sentido de um consumo do tempo vivido, é comandado pelo reino da raridade: raridade do tempo livre e raridade das utilizações possíveis deste tempo livre». Notando como «a vida quotidiana se encontra organizada adentro de limites duma pobreza escandalosa», esclareciam que esta nada tem de acidental, «tratando-se, como se trata, duma pobreza imposta a todo o momento pela sujeição e pela violência duma sociedade implicada em atomizar as pessoas enquanto consumidores isolados, interditando a comunicação». «A vida quotidiana é assim vida privada, domínio da separação e do espectáculo.» Por seu lado, Che Guevara deixou estas questões em termos muito claros: «Quando se passam coisas extraordinárias na rua, é a revolução.» Ainda não lá chegámos, ainda estamos longe de vislumbrar «a cavalaria do mundo de patas para o ar», mas, por estes dias, há sinais de uma recusa cada vez mais firme do pequeno leque das condutas lícitas, dessa pressão que lança a vida para a clandestinidade, e do progredir da morte e do vazio que se impõem pela lenta extinção dos circuitos, pela confusão e inapetência terminais. Estamos mais perto de ver as avenidas transformadas em campos de papoilas, e já algumas vozes jovens se encorajam, murmurando contra essa doença que procura coalhar todos os fervores: «Não deixes os cínicos, essa matilha empanturrada de publicidade e sondagens, não os deixes insultar-nos.» Para já, distraem-nos do aborrecimento, esse que é o mais sórdido dos mantos da miséria, enquanto essa ladainha hipócrita da burguesia procura atribuir-lhes responsabilidades pela violência, quando é a sociedade como um todo que não tem outra resposta além de procurar integrar-nos por via de humilhações cada vez mais degradantes. Daniel Cohn-Bendit resumia bem as coisas ao notar que a hipocrisia burguesa consiste em dizer: «mais vale perpetuar os ferimentos internos, que não são visíveis, do que arriscarmo-nos a fazer correr sangue». Mas se as lógicas de intimidação falham, logo começa a correr o sangue. Por agora o sinal de encantamento está com esses que, no meio destas cidades que não passam de extensos necrotérios, têm feito despontar zonas desconjuntadas e poéticas, de uma fragilidade indesmentível, mas que rompem com todo este ambiente corrosivo e sufocante, zonas em que já não é o dinheiro a única função, mas o desejo redesperta, e parece ser possível repensar o jogo revolucionário, os modos de criação da vida. Neste episódio, Manuel Bivar junta-se a nós para abalroar certas presunções e velharias, a começar pelas ideias que se fazem hoje sobre o Interior, e, em particular, sobre o Alentejo do latifúndio. O seu mais recente livro, Savana Gelada, é um livro de memórias e uma saga familiar com morte, violência, muita comida e mestiçagem. Uma oração genealógica, uma obra de evocação e luto, mas também uma relação etnográfica que refaz um Alentejo ocultado, onde, ao contrário do que se supõe, há séculos se davam já cruzamentos de sangues vindos de toda a parte, uma exuberância tantas vezes rude, cruel, e um outro mundo que irrompe uma e outra vez e tanta urticária provoca no nosso lusitanismo de aviário.

  • A POLÉMICA VIAGEM A ESPANHA | velho amigo #138

    -1 dia

    A POLÉMICA VIAGEM A ESPANHA | velho amigo #138

    • Conteúdo exclusivo em: https://www.patreon.com/VelhoAmigo • Caldeiras Comedy Club: https://www.instagram.com/caldeirascomedyclub/ Sigam-nos, por favor 🫡 • José Bernardo - https://www.instagram.com/josefbernardo/ • Mário Videira - https://www.instagram.com/mario_m_videira/ ------------------

  • T5 #7 Lourenço Seruya

    20/10

    T5 #7 Lourenço Seruya

    É actor, professor, escritor, e um charme. Que conversa agradável, voltei a ouvir com um sorriso. Convido-vos a conhecer o escritor e leitor, mais um episódio que vale a pena. Os livros que escolheu: A Criança em Ruínas, José Luís Peixoto; O Natal de Poirot, Agatha Christie; Writing and Selling your Mystery Novel, Hallie Ephron; Sótão, Madalena Sá Fernandes. Outras recomendações: Agatha Christie: Crime no Expresso do Oriente; O Assassinato de Roger Ackroyd; Morte no Nilo; E Não Sobrou Nenhum (anteriormente: As Dez Figuras Negras) Peça de teatro em cena desde 1952: A Ratoeira (The Mousetrap) Os livros que o Lourenço escreveu: A Mão que Mata; A Maldição; Crime na Quinta das Lágrimas; Crime na aldeia; Morte nas Caves; Morte no Parque. Recomendei: How to write a Murder, Jessica Brody (“Save the Cat”). O que ofereci: Histórias Policiais, Ana Teresa Pereira; Autobiografia de Agatha Christie. Os livros aqui: www.wook.pt

  • Cataplana de Leitão - EP1: Barragem de lítio, ressurreições e chapadões no centro de saúde

    -3 dias

    Cataplana de Leitão - EP1: Barragem de lítio, ressurreições e chapadões no centro de saúde

    Começa uma nova e absurda aventura na RFM! A rivalidade entre as aldeias vizinhas de Cabanas e Cabanelas atinge o ponto de ebulição quando o Governo anuncia a construção de uma barragem que vai colocar uma das margens do Rio Esgaça debaixo de água.

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