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  • T4 #40 Guilherme Fonseca - Humorista

    -2 DIAS

    1

    T4 #40 Guilherme Fonseca - Humorista

    O Guilherme Fonseca é um humorista e guionista talentoso e já estabelecido. Tem um show a solo pelo País (“Amigável”), e é um leitor consistente e entusiasmado. Cuidado, vamos aumentar a “tbr pile” (pilha de livros por ler). Os livros que o Guilherme escolheu: Os Livros que Devoraram o Meu Pai, Afonso Cruz; Beautyland, Marie-Héléne Bertino; Ready player one, Ernest Cline; The Seven Deaths of Evelyn Hardcastle, Stuart Turton. Outras referências: Arrepios, R. L. Stine; Mártir, Kaveh Akbar; Marie-Héléne Bertino: Exit Zero, Safe as Houses. Recomendei: A Educação de Eleanor, Gail Honeyman; Dungeon Crawler Carl, Matt Dinniman. O que ofereci: Últimos e Primeiros Homens, Olaf Stapledon Podcasts: Terapia de Casal, com a Rita da Nova. Private joke Nada de Mais (com Pedro Silva) Show no Youtube: “Isto foi o meu tempo” O ódio a determinados sons: misofonia. Os livros aqui: www.wook.pt

    -2 dias

    •
    53 min
  • A Manosfera e os Drag Kings. Outra conversa com Maria João Faustino

    -3 DIAS

    2

    A Manosfera e os Drag Kings. Outra conversa com Maria João Faustino

    “Também a ‘realidade’ dos corpos inocentes foi violada, manipulada, adulterada pelo poder consumista: mais ainda, essa violência sobre os corpos tornou-se o dado mais flagrante da nova época humana… As vidas sexuais privadas (como a minha) sofreram o trauma tanto da falsa tolerância como da degradação corporal, e aquilo que nas fantasias sexuais era dor e alegria tornou-se uma desilusão suicida, uma acídia informe”, escreve Pasolini, apontando aos elementos da mutação antropológica provocada pelo consumismo, à falsa tolerância sexual e à degradação dos corpos sob o novo poder hedonista-capitalista. Pasolini entendeu que o novo poder não reprime a sexualidade, como fazia o antigo poder repressivo, mas liberta-a de forma estratégica para a integrar no circuito do consumo, transformando os corpos em objectos homogéneos, normalizados, disponíveis, e destruindo a antiga dimensão trágica, ambígua e vital da experiência sexual. Aquilo que antes, na imaginação erótica, continha uma tensão entre dor e alegria, entre transgressão e descoberta, dissolve-se agora numa espécie de apatia informe, uma acídia moderna, onde já não há verdadeiro desejo, apenas repetição e desgaste. No fundo, também os corpos deixaram de ser um dado imediato, uma evidência silenciosa, tendo-se adaptado como peças de um puzzle numa imensa superfície de inscrição, campo de operações, zona de cálculo onde se cruzam métricas invisíveis, índices de desejabilidade, rastos de atenção, e aquilo que outrora se vivia como intimidade, como reserva obscura de dor e de prazer, aparece agora exposto a uma espécie de engenharia contínua, um ajustamento fino que não se limita a moldar comportamentos mas reconfigura a própria percepção do que pode ser desejado, tolerado, rejeitado, e é neste ponto que a falsa tolerância de que fala Pasolini não surge como abertura mas como técnica, uma ampliação controlada do possível que apenas serve para intensificar a captura, porque tudo o que é permitido é também imediatamente codificado, quantificado, integrado numa circulação mais vasta onde o corpo já não se pertence. Laura Bates tem analisado a forma como os jovens, hoje, entram em espaços digitais já saturados de uma linguagem que não inventaram, fórmulas prontas, estatísticas falsas, imagens reiteradas até à anestesia, e aquilo que se apresenta como discurso pessoal é na verdade a reverberação de um circuito onde o ressentimento foi previamente processado, refinado, embalado, pronto a ser consumido e reproduzido, como se alguém tivesse antecipado a ferida e lhe tivesse fornecido o vocabulário antes mesmo de ela ser sentida. Há um momento em Cosmópolis (Don DeLillo) em que o fluxo de capitais se torna quase indistinguível de um sistema nervoso, pulsações, variações mínimas, sinais que atravessam a cidade sem corpo visível, e talvez seja necessário pensar o presente a partir dessa mesma lógica, porque os algoritmos que governam as plataformas não fazem senão prolongar esse movimento, traduzindo afectos em dados, convertendo inseguranças em trajectórias previsíveis, fazendo da ansiedade um activo negociável, e nesse circuito fechado o corpo surge como terminal, ponto de entrada e de saída, atravessado por comandos que não se anunciam como tal, sugestões que se acumulam, microajustes que acabam por redefinir a própria textura da experiência. O que se observa nas comunidades descritas por Bates, nesses espaços onde a misoginia se densifica até adquirir consistência quase doutrinal, não é simplesmente uma reacção, é uma espécie de alinhamento com esta lógica mais profunda, uma convergência entre a economia dos afectos e a economia do capital, porque o ressentimento não é aqui um subproduto mas uma força motriz, algo que mantém o sistema em movimento, que garante a sua continuidade, e por isso mesmo é cultivado, amplificado, canalizado, nunca resolvido, nunca dissipado, apenas deslocado de um objecto para outro, sempre suficientemente próximo para ser reconhecível, sempre suficientemente distante para evitar qualquer confronto com as estruturas que o produzem. Os dados acumulam-se, curvas de atenção, tempos de permanência, padrões de interação, e por trás dessa acumulação há uma espécie de cartografia obscura, um mapeamento contínuo das vulnerabilidades, zonas de fragilidade onde o sujeito se torna mais permeável, mais disponível, e é precisamente aí que a intervenção ocorre, não sob a forma de uma imposição mas como uma sequência de coincidências, conteúdos que parecem responder a uma inquietação ainda mal formulada, imagens que antecipam um desejo ainda difuso, discursos que oferecem uma explicação simples para uma sensação complexa, e assim se constrói uma adesão que não passa pela convicção mas pela familiaridade, pelo reconhecimento imediato de algo que parece já ter sido pensado. A sexualidade, nesse contexto, deixa de ser uma experiência singular para se tornar um campo de simulação, um espaço onde se ensaiam identidades, onde se repetem gestos codificados, e aquilo que antes podia conter uma dimensão de risco, de descoberta, de ambiguidade, é progressivamente substituído por guiões previsíveis, por uma gramática rígida que organiza o encontro antes mesmo de ele acontecer, e quando esse encontro falha, quando a promessa não se cumpre, a frustração não encontra saída senão no circuito que a produziu, regressa ao sistema sob a forma de mais dados, mais cliques, mais procura, reforçando o mecanismo que a originou. Há aqui qualquer coisa que escapa a uma descrição puramente sociológica, uma espécie de conspiração sem centro, sem intenção declarada, mas que se manifesta na convergência de processos distintos, financeiros, tecnológicos, culturais, todos orientados para a mesma captura, para a mesma neutralização de qualquer energia que pudesse tornar-se disruptiva, e nesse sentido a violência sobre os corpos não é apenas física ou simbólica, é uma violência mais subtil, uma erosão contínua da capacidade de sentir fora dos parâmetros definidos, de imaginar fora dos cenários já previstos, como se o próprio campo do possível tivesse sido previamente delimitado. E, no entanto, tudo isto se apresenta sob o signo da liberdade, da escolha, da expressão individual, uma retórica que encobre o facto de que cada gesto, cada preferência, cada desvio aparente já foi antecipado, integrado, transformado em valor, e talvez seja essa a forma mais acabada de dominação, não a que se impõe de fora, mas a que se infiltra na própria estrutura do desejo, fazendo com que aquilo que se vive como mais íntimo, mais pessoal, seja já o efeito de uma série de operações invisíveis, uma sequência de decisões tomadas algures numa rede de servidores, onde o capital circula à velocidade da luz e o ressentimento é apenas mais um dos seus derivados. Há algumas décadas, J.G. Ballard notava como, então, e em termos quantificados, vivíamos em registos não lineares: “ligamos a televisão, desligamo-la meia hora depois, falamos ao telefone, lemos revistas, sonhamos e assim por diante”. “Não vivemos as nossas vidas em termos lineares no sentido em que os vitorianos viviam”, acrescentava ele. Hoje, não apenas não vivemos em termos lineares, mas, de alguma forma, as nossas vidas são meros delírios aos quais falta qualquer nexo ou lógica interna, apenas podendo ser apreendidas quando analisadas enquanto um efeito mais geral de afinação das dinâmicas de mercado. Nunca como hoje fomos seres que acumulam um tão grande prejuízo do ponto de vista narrativo. Não conseguimos explicar nenhum dos nossos gestos senão reconhecendo que estamos dominados por um imenso engodo. Neste episódio, e a partir do recente documentário de Louis Theroux para a Netflix, com as orientações e a experiência da Maria João Faustino para detectar as armadilhas discursivas e certas imbecilidades mais persistentes, tentámos pensar estes fenómenos que ganham expressão entre o céu e a terra dos nossos simulacros e que servem para enredar-nos e atrofiar todo o esforço de reflexão e resistência crítica, para que este quadro de antagonismos e representações falsas continue a determinar um efeito de separação e alienação cada vez mais drásticos.

    -3 dias

    •
    4 h 27 min
  • Leituras com Pedro Mexia: "É a ideia de que não há razão para dizer em 10 palavras o que se pode dizer em 5, não há razão para ter adjetivos desnecessários. "

    -6 DIAS

    3

    Leituras com Pedro Mexia: "É a ideia de que não há razão para dizer em 10 palavras o que se pode dizer em 5, não há razão para ter adjetivos desnecessários. "

    "E, portanto, essa ideia de aquilo que se diz ser apenas umapequena parte daquilo que se quer dizer foi muito importante na literatura do século XX." Na rubrica de sugestões de leitura deste mês, Pedro Mexia sugere Ernest Hemingway, Contos Completos, edição Livros de Brasil. Na segunda parte do podcast, dedicamo-nos a alguns poetas brasileiros, vários contemporâneos e que não apenas estão publicados em Portugal, como dialogam com a poesia portuguesa nos seus livros. Por exemplo, António Cícero, Régis Bonvicino, Armando Freitas Filho, Michaela Schmaeadel, Leonardo Gandolfi, Marília Garcia, Ana Martins Marques, Eucanãa Ferraz ou Fabiano Calixto, Como costuma acontecer, muitas outras referências aparecem nesta conversa, sejam autores, realizadores de cinema ou pintores: Raymond Carver, Albert Camus, Annie Ernaux, James Joyve, Eça de Queiroz, Tomas Mann, William Faulkner, J. D. Salinger, F. Scott Fitzgerald, Camilo Castelo Branco, Alice Munro, Saul Bellow, Graham Greene. Fritz Lang, Marcel Proust, Henry James, William Shakespeare, Federico García Lorca, Luis Buñuel, Salvador Dalí, Carlos Drummond de Andrade, Cecília Meireles, Manuel Bandeira, Arnaldo Antunes, Sophia de MelloBreyner, Adília Lopes, Ana Cristina Cesar, Gregório Duvivier, Marianne Moore, Nuno Artur Silva, Rosa Maria Martelo, Fabiano Calixto ou Eucanãa Ferraz,

    -6 dias

    •
    1 h 25 min
  • T4 #39 Marta Santos

    24/03

    4

    T4 #39 Marta Santos

    A Marta é uma “booktoker” conhecida sobretudo por ser fã de fantasia, mas também traz romance para esta conversa e, sobretudo, simpatia. Aprendemos a diferença entre alta fantasia e realismo mágico e quais os livros de outro género que tiveram o poder de lhe mudar a vida. Uma conversa com óptima energia que... vale a pena. Os livros que a Marta escolheu: As Jogadas do Amor, Sarah Adams; Caminho dos Reis, Brandon Sanderson; A River Enchanted, Rebecca Ross; O poder do agora, Eckhart Tolle. Outras referências: Aconteceu em Roma, Sarah Adams; A Fire Endless, Rebecca Ross; Samantha Shannon, Priorado da Laranjeira; As Quatro Verdades, Don Miguel Ruiz. Rebecca Ross: Rivais divinos; Promessas Cruéis; Wild Reverance: Entre o Rio e as Estrelas. Recomendei: Elisabeth Strout: A série Lucy Barton; Olive Kitteridge; Conta-me Tudo. Um homem chamado Ove, Fredrick Backman. O que ofereci: Red Rising (A Fúria Vermelha), Pierce Brown. Plano B: Gifted e Talented, Olivia Blake. Os livros aqui: www.wook.pt

    24/03

    •
    45 min
  • Frankenstein: Horror, Humanity, and Hubris

    -2 DIAS

    5

    Frankenstein: Horror, Humanity, and Hubris

    Did Mary Shelley create the first true science fiction novel? Is Frankenstein a philosophical fable? How did Frankenstein inspire countless more horror stories? Join Dominic Sandbrook and Tabitha Syrett as they delve into the fascinating story behind the writing of Frankenstein, the world it was born of, and the novel itself. You can order Frankenstein and explore our favourite Folio books at https://foliosociety.com/thebookclub Email us: ⁠⁠thebookclub@goalhanger.com⁠⁠ Instagram: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ TikTok: ⁠⁠@thebookclubpodhq⁠⁠ X: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ YouTube: ⁠⁠@TheBookClubPodHQ⁠⁠ Senior Producer: Nicole Maslen Assistant Producer: Alfie Norris Social Producer: Harry Balden Video Editor: Josh Smith Executive Producer: Dom Johnson Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    -2 dias

    •
    1 h 16 min
  • An exposé of the plastic industry

    -13 H

    6

    An exposé of the plastic industry

    In award-winning journalist Beth Gardiner’s new book, ‘Plastic Inc.,’ she traces how plastic went from a wartime miracle to the survival strategy of the fossil fuel industry. What Gardiner found after years of reporting is that while millions of us were recycling and using less fuel, the companies that make plastic are producing more to make up for it. She spoke with Tonya Mosley about recycling, microplastics in the human body, and the environmental impact.    Rock critic Ken Tucker reviews the new album from Megan Moroney, ‘Cloud 9.’ To manage podcast ad preferences, review the links below: See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for sponsorship and to manage your podcast sponsorship preferences. NPR Privacy Policy

    -13 h

    •
    44 min
  • Inside the training camps for “alpha males”

    -1 DIA

    7

    Inside the training camps for “alpha males”

    The Trump era has brought a resurgence of the “alpha male.” ‘New Yorker’ writer Charles Bethea reports on camps where men crawl through mud and sit in ice baths, in an effort to reclaim masculinity. Bethea says what he found underneath all the warrior posturing surprised him: men in genuine pain who felt lonely and desperate for connection. He spoke with Tonya Mosley about his reporting.  Also, book critic Maureen Corrigan reviews the new novel by Tana French, ‘The Keeper.’ To manage podcast ad preferences, review the links below: See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for sponsorship and to manage your podcast sponsorship preferences. NPR Privacy Policy

    -1 dia

    •
    46 min
  • T4 #38 Matt Dinniman

    17/03

    8

    T4 #38 Matt Dinniman

    Matt Dinniman é um autor americano e artista gráfico que se tornou conhecido com o fenómeno LitRPG Dungeon Crawler Carl, agora em português. Falámos sobre esta série original e alguns livros que o marcaram enquanto leitor e contribuíram para a sua carreira de escritor. E sim, também toca baixo numa banda. Versátil e criativo, mais um episódio que vos convido a ouvir. Matt Dinniman is an American author and graphic artist who became known for the LitRPG phenomenon Dungeon Crawler Carl, now in portuguese. We talked about this original series and also books that shaped him as a reader and influenced his writing career. And yes, he also plays bass in a band. Versatile and creative, it’s another episode I’m delighted to share with you. Os livros que escolheu (books Matt chose as special): Na Trilha da Solidão (Lonesome Dove), Larry McMurtry; Boy's Life, Robert R. McCammon; PT do BR: Espiã (Harriet the Spy), Louise Fitzhugh; Tigana, Guy Gavriel Kay (em PT do BR). Outras recomendaçõe (other recommendations): King Sorrow, Joe Hill. Os que recomendei (books I recommended): The Other Side of Z, Nuno Duarte & Joana Mosi; Daytripper, Fábio Moon & Gabriel Pá. A Banda onde toca baixo (His band): Digging for Change. Os livros aqui: www.wook.pt

    17/03

    •
    34 min
  • T4 #35 Tati Bernardi

    24/02

    9

    T4 #35 Tati Bernardi

    Andávamos desencontradas e valeu a espera, a escritora Tati Bernardi fala sobre livros que adorou e o papel que tiveram na sua vida (vídeo disponível no Youtube, já que a conversa foi via zoom). Os livros que a Tati escolheu: A Pediatra, Andrea Del Fuego; Mudar: Método, Edouard Louis (chega em Abril 2026 a Portugal); Complexo de Portnoy, Philiph Roth; O Lugar, Annie Ernaux. Outras referências: Edouard Louis: Para Acabar de Vez com Eddy Bellegueule; O Colapso; Quem Matou o meu Pai; História da Violência. A Escrita como uma Faca, Annie Ernaux; Vínculos ferozes, Vivian Gornick; Um Romance Russo, Emmanuel Carrère. Alguns dos livros que escreveu e estão em PT: Depois a Louca sou eu; Você Nunca Mais Vai Ficar Sozinha; Homem-Objeto e Outras Coisas Sobre Ser Mulher; A Boba da Corte. O que recomendei: No Jardim do Ogre, Leila Slimani; Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie; Trilogia de Copenhaga, Tove Ditlevsen; Amor estragado, Ana Bárbara Pedrosa; Giovana Madalosso: Suíte Tóquio; Tudo pode ser Roubado. A série que a Tati referiu: Feud: Capote vs. The Swans. Os livros aqui: www.wook.pt

    24/02

    •
    48 min
  • Jeff Kinney's The Diary of a Wimpy Kid: The Ugly Truth

    20/10/2025

    10

    Jeff Kinney's The Diary of a Wimpy Kid: The Ugly Truth

    Greg Heffley has always been in a hurry to grow up. But is getting older really all it’s cracked up to be? Greg suddenly finds himself dealing with the pressures of boy-girl parties, increased responsibilities, and even the awkward changes that come with getting older—all without his best friend, Rowley, at his side. Can Greg make it through on his own? Or will he have to face the “ugly truth”? The Diary of a Wimpy Kid: The Ugly Truth by Jeff Kinney Narrated By Ramon de Ocampo

    20/10/2025

    •
    1 h 55 min

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