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    Atualizado a 04/08/2025

  • T4 #32 Filipe Vargas

    -2 DIAS

    1

    T4 #32 Filipe Vargas

    “Não é que sejam favoritos, são livros que marcaram fases da minha vida.” Que livros são esses, e em que fases? O Filipe foi um convidado generoso: leva-nos da ficção à realidade, do passado ao presente. Mais uma conversa que vale a pena. Os livros que o actor escolheu: Os Maias, Eça de Queiroz; Bruce Chatwin (biografia), Nicholas Shakespeare; Trilogia A Preparação do Actor, Konstantin Stanislavski; Sair da Nossa Impotência Política, Geoffroy de Lagasnerie. Outras referências: Cândido, Voltaire; O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde; Na Patagónia, Bruce Chatwin; Songs my Mother Taught Me, Marlon Brando; Peças de teatro: Harold Pinter; Tchechov; Colecção Livrinhos de teatro da Companhia Artistas Unidos. Edouard Louis. Livro (e filme) referido: The dancer upstairs (O Dançarino), Nicholas Shakespeare. O que ofereci: O Sr. Wilder e Eu, Jonathan Coe. Podcast: “E tua semana, como correu?”; A peça que estreia no Verão 2026: The Swimming Pool Party. Os livros aqui: www.wook.pt

    -2 dias

    •
    54 min
  • O devir meloso da arte portuguesa. Outra conversa com Miguel Faria Ferreira

    -5 DIAS

    2

    O devir meloso da arte portuguesa. Outra conversa com Miguel Faria Ferreira

    Considerando o adiantado da hora, seria bom ouvir alguém dizer-nos que as horas passadas e presentes partiram dum mal-entendido. Se fosse ainda importante fazermo-nos entender, deveríamos virar-nos de costas a esta contemporaneidade lorpa, em que um tipo se vê forçado a tamanhos desvios, que se torna estranho até para si mesmo. A pestilência do tempo e do lugar é o que nos leva a tanto. Corpos solteiros, devolvidos a contragosto uma e outra vez a dias e circunstâncias apontadas à destruição dos homens. A criação exerce-se, por isso, como uma defesa contra aquilo que nos esmaga, um modo de se ir subtraindo a esta pesada tempestade triste. Sublinhamos frases, produzimos instante a instante um filme dessas camaradagens aventurosas que nos faltam. Há um filme íntimo que cada um vai montando… “Criar é estar vivo, é demonstrar a si próprio e a tudo o que o ameaça um inesgotável recomeço, uma vitória que não finda”. Esta surge escrita com a letra de César Monteiro, atribuída a Vergílio Ferreira. O canhenho era essa cobra infindável, de tanto palmilhar longas extensões para se encontrar como ser, como outra razão que não essa miragem que alguns vão vomitando. Se lhe pedissem as horas, o que diria ele? Que estão a dar corda aos loucos. Que estamos por aí numa hora suspensa de revólveres indecisos, hora terrível de luas amarelas… nesta hora proposta pela angústia dos relógios, nesta mesma hora aniquiladora das consciências burguesas. Porque contrariamente ao que se diz, a loucura não vem de dentro, ela existe como um peso para nos fazer desistir. Deitar a toalha ao chão. Ela “existe quotidianamente na desagregação do homem de hoje”. Mas como não nos falamos, estas coisas são cada vez menos claras. Se não pedimos as horas também não assistimos quando alguns se põem a ordenar ao sol que vá pelos subterrâneos e pelos caixotes do lixo, que nos poupe à experiência do ódio. Antes tínhamos esses intervalos semeados, esses alívios, subterfúgios ou fugas. Caíamos em pleno olho da rua, batíamos aqueles suspeitos cafés tristes a ver quem mais. Mas isso das ruas, dos cafés onde é que isso já vai? Ou antes: não vai. Não há hipóteses. E o que é feito daquela condição ontológica de vadio e pedinte que Vitor Silva Tavares identificou no amigo? E aquilo do amor, aquele mais louco, que começava sempre por ser gratuito, mas, hoje, ou se paga à cabeça ou então sai mesmo caro. Estamos realmente sem saídas, e, perante uma geração que só pensa a sua arte como entradas, como modo de vir nas listas, de serem contados, as melhores esperanças parecem goradas à partida. Que é desses que eram vistos a apodrecer eternamente nos bancos da Avenida, cabeça a ferver? Como era isso de ter cábulas, o destino todo anotado, leituras de tantos ângulos. E o que é dos filmes que fazíamos contados, o cinema oral, essas ondulações do espírito de tal modo ritmadas, em que um se punha a fazer todos os papéis, revirando tudo, em busca dos tais, desses almejados instantes de graça? E se tínhamos uma boca e um corpo isso não era já aquele pedaço de fita, e não era um modo de celebrar uma separação face a nós mesmos, aplicar cortes, um modo de sermos capazes no decorrer ordinário das nossas vidas de irmos dando frutos, emprestarmos órgãos ao tempo? Um apuro, alguma lei ou razão a partir desse movimento oscilatório ou de viagem deambulante entre tradições? Mas se temos receio de “pagar o preço da fealdade, da ruína e da decrepitude, dos desastres e da maldição da esperança” (Manuel Gusmão), então que criações se esperar de nós, de uma geração tão submetida aos cálculos impiedosos, a esta sovinice das almas. Querem-nos ainda às gerações. Mas vamos ficando cansados de lhes explicar que já não dá para tanto. Nem aquelas audácias de se trazer a si mesmo à frente, como obra impura e misturada, como registo exaltado, como critério e, nalguns casos, até como uma furiosa síntese. Não se tinha mais nada senão essa disponibilidade assombrosa. Um artista começava por aí, por não se poupar tanto como os demais, por defender que a voracidade deve ser absoluta. “Filmar implica a consciência de uma transgressão. Filmas é uma violência do olhar, uma profanação do real que tem por objectivo a restituição de uma imagem do sagrado”… Mas ao dizer isto, ele sabia como estava difícil para a espécie defender esse talento de atracção-repulsão: “Sou capaz de ser o último dos crentes…” Sabia também da importância que é manter um discurso capaz de “avivar todos esses jazigos esparsos, ignorados e flutuantes” (Mallarmé). De resto, a pior forma de se referir ao tempo, é achar que não nos falta, que o melhor é guardarmos as nossas energias.” Amanhã estou morto e, com um cigarro na beiça, não devo nada a ninguém. Para além do honrado sorriso, dito de parvo, onde é que já se encontrou o espólio de um espoliado? É pedir muito que não me doem nada? Poderá parecer absurdo, mas de facto não me dói nada. Nunca há-de doer nada o nada de ninguém. Amanhã estou morto.” Ficamos assim, com meias palavras, que é o que ainda vai restando depois de as limparmos do bolor. E isto foi um tomar balanço ou ir bebendo o resto dos copos e captando alguns desabafos. Neste episódio quisemos tentar reaver um mapa das artes por cá a partir do contorno a giz dessas ausências que conseguem fazer deste um país extremamente assombrado. Puxamos pelo cinema, numa altura em que entre nós este se tomou de uma mania, e não faltam acólitos para esse culto. Mas, e para nos ajudar a sentir que tínhamos algum chão sob os pés, recorremos aos préstimos do Miguel Faria Ferreira que é um compulsivo do cinema, que vive de ouvido encostado ao chão, e compõe um atlas que cruza distâncias e essas expansões da intimidade através do olhar, do hábito que têm uns tantos de ir dando forma a fantasmas de uma visão eterna.

    -5 dias

    •
    4 h 18 min
  • Is America headed toward dictatorship?

    -1 DIA

    3

    Is America headed toward dictatorship?

    Atlantic writer Robert Kagan says as President Trump violates norms, laws and the Constitution, including his call to nationalize elections, we’re on the edge of the consolidation of dictatorship. “I think we're already well into a dictatorship. It's just a question of whether [Trump] will go ahead and basically disrupt the '26 elections, which I think he's made it clear he has every intention of doing now,” Kagan tells Terry Gross. “So I think that this should be a five-alarm fire for everybody.” Learn more about sponsor message choices: podcastchoices.com/adchoices NPR Privacy Policy

    -1 dia

    •
    44 min
  • Ep. 134 - Guilhermina Gomes

    -3 DIAS

    4

    Ep. 134 - Guilhermina Gomes

    Licenciada em História pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, Guilhermina Gomes dedicou a quase totalidade da sua vida profissional à edição de livros. Depois de muitos anos no Círculo de Leitores, é actualmente directora editorial da Temas e Debates, cujo catálogo de Ensaio, com muitos títulos na área das ciências, política, filosofia e História, tem moldado e ampliado. Em 2011, recebeu o Prémio Editor do Ano, atribuído pela APEL (Associação Portuguesa de Editores e Livreiros).Guilhermina Gomes trouxe para este programa as seguintes obras: "Livro Português das Fábulas - Uma Antologia", de José Viale Moutinho, Temas e Debates"O Velho e o Mar", de Ernest Hemingway, Livros do Brasil (tradução de Jorge de Sena)"As Vinhas da Ira", de John Steinbeck, Livros do Brasil (tradução de Virginia Motta) See omnystudio.com/listener for privacy information.

    -3 dias

    •
    55 min
  • T4 #31 Marta Martins Silva

    27/01

    5

    T4 #31 Marta Martins Silva

    Escritora, jornalista e editora de não ficção. Que mulher interessante e doce. Preparem as notas, vêm aí mais leituras que valem a pena. Os livros que a Marta escolheu: Liberdade, Jonathan Franzen; Lucy à beira-mar, Elizabeth Strout; Pátria, Fernando Aramburu; Lisboa, Luanda, Paraíso, Djaimilia Pereira de Almeida. Os livros que escreveu: Madrinhas de Guerra; Cartas de Amor e de Dor; Retornados – E a vida nunca mais foi a mesma; África (para sempre) Minha. Outras referências: Os Interessantes, Meg Wolitzer Outros da Elisabeth Strout: O meu nome é Lucy Barton; Tudo é Possível; Oh William. Caderno Proibido, Alba de Céspedes. Recomendei: Conta-me Tudo, Elisabeth Strout; Somos o Esquecimento que Seremos, Hector Abad Faciolince; Cicatrizes, Dino D’Santiago. O que ofereci: Mudar de Ideias, Aixa de la Cruz. Frase do Álvaro Laborinho Lúcio que a Marta leu: “Ninguém nasce de uma vez, nascemos aos poucos pelo tempo fora. Vamo-nos juntando à medida que nascemos, vamo-nos desconjuntando à medida que vivemos e nunca chegamos a estar inteiros.” Os livros aqui: www.wook.pt

    27/01

    •
    41 min
  • Leituras com Pedro Mexia: Mark Lilla e Paulo José Miranda

    -6 DIAS

    6

    Leituras com Pedro Mexia: Mark Lilla e Paulo José Miranda

    No primeiro episódio do ano da rubrica de sugestões de leitura, Pedro Mexia traz-nos duas propostas bastante diferentes. Por um lado, a poesia reunida de Paulo José Miranda editada recentemente pela Imprensa Nacional Casa da Moeda com o título A Salvo de Deus, por outro o livro Ignorância e Felicidade - sobre querer não saber, de Mark Lilla, com tradução de Ricardo Mangerona e edição Edições 70. Paulo José Miranda é poeta, contista e ficcionista. Recebeu, entre outras distinções, o primeiro Prémio José Saramago. Mark Lilla é professor de Humanidades na Universidade de Columbia e colaborador frequente da The New York Review of Books.

    -6 dias

    •
    1 h 4 min
  • O Monte dos Vendavais

    -2 DIAS

    7

    O Monte dos Vendavais

    Neste episódio, imbuídos pelo espírito do Romantismo, Francisco Mota Saraiva e João Dinis, abanados por vendavais capazes de torcer a mais insuspeita árvore genealógica, vagueiam pela paisagem desoladora e agreste das charnecas do Yorkshire, e acabam a celebrar a vida e o amor com uma música no coração e debaixo de uma chuva de estrelas. Publicado em 1847, um ano antes da morte da sua autora, Emily Brontë, “O Monte dos Vendavais” recria o perfeito paraíso dos misantropos e oferece-nos a antítese dos contos de fadas imortalizados pela Disney, aqui destruídos pela vingança de Heathcliff e pelo seu amor impossível por Catherine.  A escritora Charlotte Brontë terá dito que Emily, sua irmã, não saberia o que estava a fazer ao criar tais criaturas, sequer se esse género de “coisas” seriam certas ou aconselháveis. Pois bem que o fez. À mesa da bisbilhoteira Mrs. Nelly Dean, a vingança é um prato que se serve frio, tal como este Hugo Mendes, rosé, de 2022, que tem nele o mesmo “poder e fogo secreto” de um livro que é, claro está!, um vendaval.

    -2 dias

    •
    1 h 19 min
  • 129. Ártico II, analfabetismo e livros “bacalhau com natas”

    -20 H

    8

    129. Ártico II, analfabetismo e livros “bacalhau com natas”

    Em mais uma viagem ao gelado mundo do Árctico, o Tomé recomenda ‘Polar War’ (2026), um livro que é publicado num momento especialmente oportuno, dadas as ameaçasde Trump de anexação da Gronelândia. A Ana sugere mais uma investigação de Catarina Gomes, desta vez sobre o analfabetismo, publicada no livro ‘Um dedo borrado de tinta’ (2024). Na segunda parte, e inspirados por uma story sugestiva da autora e podcaster Caroline O’Donoghue, o Tomé e a Ana falam sobre ler à refeição, incluindo sobrequais os melhores livros para acompanhar a degustação de um prato que apenas exige um garfo e uma mão.   Sigam o podcast no Instagram em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@soseestragaumaestante⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Também nos podem contactar através do email soseestragaumaestante@gmail.com Livros recomendados Polar War: Submarines, Spies, and the Struggle for Power in a Melting Arctic, Kenneth R. Rosen (2026) (06:16) Um dedo borrado de tinta: histórias de quem não pôde aprender a ler, Catarina Gomes (2024) (22:34)   Outros livros The Future History of the Arctic, Charles Emmerson (09:40) Coisas de Loucos, Catarina Gomes (22:54) The Rachel Incident, Caroline O’Donoghue (36:33) Shepherd’s Pie, Dorothy Clark (38:00) Master of the Senate, Robert Caro (40:31) Girl on Girl, Sophie Gilbert (45:04) Trick Mirror, Jia Tolentino (45:20) Winters in the World, Eleanor Parker (46:30) Guerra e Paz, Lev Tolstói (46:45) Cem Anos de Solidão, Gabriel Garcia Marquez (47:11) República, Platão (48:39) Ab Urbe Condita, Tito Lívio (48:48) Yellowface, R. F. Kuang (49:40) A Casa dos Espíritos, Isabel Allende (50:03) Jane Eyre, Charlotte Brontë (51:08) In the Woods, Tana French (52:34) The Underground Railroad, Colson Whitehead (53:15) Home Fire, Kamila Shamsie (53:57)   Outras referências The New Yorker, Russia’s Espionage War in the Arctic. Disponível em: https://www.newyorker.com/magazine/2024/09/16/russias-espionage-war-in-the-arctic (11:35) Créditos Música: “The Wrong Way”, Jahzzar Uma produção Casa do Aço⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ @acasadoaco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - Instagram

    -20 h

    •
    56 min
  • How Rupert Murdoch built an empire and broke his family

    -2 DIAS

    9

    How Rupert Murdoch built an empire and broke his family

    We go inside the real succession story within the Murdoch family media empire. It includes Fox News, The Wall Street Journal and the New York Post. In 2023 Rupert Murdoch chose his eldest son and most conservative child, Lachlan, as his successor – buying out three of his other children from the family trust and estranging them in the process. “His dream was to build a family business. And what he built was a business that destroyed his family,” journalist Gabriel Sherman says. His book, ‘Bonfire of the Murdochs,’ also examines how the Murdochs changed politics on three continents over half a century. He spoke with guest interviewer Sam Fragoso. Later, TV critic David Bianculli reviews the return of ‘The Muppets.’  Learn more about sponsor message choices: podcastchoices.com/adchoices NPR Privacy Policy

    -2 dias

    •
    44 min
  • T4 #30 Ken Follett

    20/01

    10

    T4 #30 Ken Follett

    Ken Follett é um fenómeno global, com mais de 195 milhões de livros vendidos, conhecido pelos seus épicos de ficção histórica e pela capacidade de transformar grandes acontecimentos em narrativas com tensão e humanidade. Uma referência incontornável na literatura contemporânea. E o que lê um dos autores mais populares do mundo? Fica o convite para ouvirem esta conversa. Alguns dos livros que gostou muito: O Dia do Chacal (The Day of the Jackal), Frederick Forsyth; O Espião que Saiu do Frio (The Spy Who Came in from the Cold), John le Carré; As Vinhas da Ira (The Grapes of Wrath), John Steinbeck; Duna (Dune), Frank Herbert. Outra recomendação: Os meus amigos, Frederick Backman. O mais recente que escreveu: O Círculo dos Dias (Circle of Days). O que recomendei: Na Sombra do teu Nome (By Any Other Name), Jodi Picoult; Uma Pequena Morte em Lisboa (A Small Death in Lisbon), Robert Wilson; Ensaio sobre a Cegueira (Blindness), José Saramago. Os livros aqui: www.wook.pt

    20/01

    •
    31 min

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