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  • T4 #49 Carolina Deslandes

    -2 dias

    1

    T4 #49 Carolina Deslandes

    Que bem que ela fala. E sabemos o bem que escreve e canta. A Carolina trouxe alguns dos livros que a mudaram e lhe entraram pelo coração, o lugar de onde se revela. Soube a pouco e muito falámos nós. Obrigada Carolina. Os livros que a cantautora escolheu: Estela sem Deus, Jeferson Tenório; A palavra que Resta, Stênio Gardel; Balada para Sophie, Filipe Melo e Juan Cavia; O Ano do Pensamento Mágico, Joan Didion. Outras referências: Harry Potter, J. K. Rowling; A Sombra do Vento, Carlos Ruiz Zafón; A Natureza da Mordida, Carla Madeira; A Papisa Joana, Donna Woolfolk Cross. Noites Azuis, Joan Didion; Capitães da Areia, Jorge Amado; Se Deus me chamar não vou, Mariana Salomão Carrara. Recomendei: As Primas, Aurora Venturini; ACOTAR, Sarah J. Maas; A Correspondente, Virginia Evans; A Educação de Eleanor, Gayle Honeyman; Lições de Química, Bonnie Garmus. O que ofereci: A Sombra das Árvores no Inverno, Carla Pais (Prémio Leya 2025); BeautyLand - Terra Bela, Marie-Héléne Bertino; O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde. Filme de animação referido: Coco. Os livros aqui: www.wook.pt

    -2 dias

    •
    1 h 8 min
  • Ensaio sobre a Cegueira (com Rafael Gallo)

    -2 dias

    2

    Ensaio sobre a Cegueira (com Rafael Gallo)

    Francisco Mota Saraiva e João Dinis, contrariando as orientações gerais da cegueira, recusam fechar os olhos e fazem de José Saramago leitura obrigatória do seu programa. Rafael Gallo, autor de Dor Fantasma, Prémio Literário José Saramago em 2022 – e que não usa Paez! –, é o convidado especial deste episódio que é, a bem da verdade, um Ensaio sobre a Cegueira pelos olhos dos nossos três convivas. Nas palavras do Nobel português, «Este é um livro francamente terrível com o qual eu quero que o leitor sofra tanto como eu sofri ao escrevê-lo. Através da escrita, tentei dizer que não somos bons e que é preciso que tenhamos coragem para reconhecer isso». Em todo o caso, para sossegar os espíritos mais pessimistas, sugere-se um tinto, Bridão, Private Collection, de 2020. Chico Buarque (julgamos nós) assina por baixo. Está no ar a segunda temporada de “Antes de Morrer”, o podcast sobre livros para ler… está visto!... antes de morrer.

    -2 dias

    •
    1 h 28 min
  • A Balsa da Medusa. Uma conversa com Margarida Davim

    -5 dias

    3

    A Balsa da Medusa. Uma conversa com Margarida Davim

    Tudo o que disser aqui pode ser usado contra si. E não é assim, e cada vez mais, em toda a parte? Parece que temos alguma coisa contra a vida. Por princípio, e contrariamente ao que se diz. Só isso explica a falta de ar, a falta de vidas absurdas. No seu estado de demência mais benigna, percebe-se como o mundo cedeu a uma imensa nostalgia do passado. Ninguém saberia, contudo, situá-lo. Na verdade, são doenças da nossa falta de memória. Os delírios de uns débeis. Mas vez por outra lá se cruza connosco um desses seres descarrilados, vendendo beijos com sabor a cerveja, contrariando a ideia de que tudo só se passa muito longe, no ** do mundo. Ainda antes de isso ser tido como um acto político, era vista com o batom a transbordar sempre um pouco dos lábios. O desastre torna-se sugestivo a partir de certa altura, e há quem se apegue a ele, desenvolva por esses sinais uma estima imensa. A realidade, no fundo, interessa-nos muito pouco. Só a partir do momento em que alguém se dispõe a recuperar velhas cassetes, as gravações soluçantes, ficando buracos que é preciso compensar. Uma canção que toca ao longe e que quase se deixa reconhecer, e também a partir de frases cortadas uma linguagem que nos parece desconhecida, feita de réplicas oferecidas em lugares esquecidos. É preferível quando alguém só conhece uma versão parcial, e faz dela o seu todo. Não se põe a investigar todas as circunstâncias, porque a partir de certa altura a enxurrada dos acontecimentos devasta qualquer possibilidade de segurar uma narrativa mais firme. «Não ser amada é um acto de terror», disse ela. Só ter para mostrar a quem a visita naquele quartinho infecto «um coração cheio de moscas negras». E, nas paredes, balouçando, «um alfabeto de más experiências.» É o de sempre: histórias gaguejantes, overdoses, comprimidos para dormir, os bibelôs para compor uma solidão de deserto, e a clara sensação de que tudo caminha para o seu fim. São as impressões o que respira no meio dos relatos. Todos sabemos secretamente que as histórias estão mortas há muito. Hoje, só nos sonhos não nos sentimos ali despejados, desfeitos. Só nos sonhos, as impossibilidades não se apresentam como impossibilidades. Michael Marder diz-nos que após a segunda morte de Deus, convencionalmente chamada secularização, o vazadouro global incita à expiação do ser através da massa em energia, potencialidade pura, inflamável e explosiva. «A existência é tolerada desde que nada permaneça quieto, os seres não se detenham no interior dos seus limites próprios e o próprio ser acelere a caminho do nada.» Por isso prefiro ler como quem tem a sensação de ouvir alguém perdido num transe, como Sara Stridsberg a recolher os sinais da passagem de Valerie Solanas por este mundo. Falar-nos daquele quarto do Hotel Bristol, em abril de 1988, daquela cama que «é um deserto em chamas de tudo o que não fizeste e de tudo o que fizeste mal, profunda como dez mil braças de água de oceanos de tudo o que esqueceste e de todas as vezes que te esqueceste de dizer adeus.» Morreu ali, aos 52 anos, como uma personagem de quem se dizia que não tinha os parafusos todos. Mais um nome a juntar a uma lista, que poderia seguir assim: Valerie. Marilyn. Roslyn. Ulrike. Sylvia. Há tantos narradores empenhados em chegar ao fundo da verdade, apenas para descobrirem que à medida que se aproximam as frases se tornam vazias, tomadas de uma irresolução, de uma fundamental inépcia retórica. Por isso, as histórias são só uma força de atiçar, manter a tensão, para levar as pessoas a confiarem naquilo que já viveram e sabem. Assim sendo, que importa que o narrador exagere ou minta? Que importa saber quem é o narrador? Cada um está entregue ao que viveu já e a partir disso está disposto a imaginar. «A tua memória é um passador», diz uma delas. Todos se esfalfam por abordar um material genuíno, mas acaba por valer mais essa voz capaz de demorar-se até ficar com os pensamentos encardidos, a roupa suja, revelar as suas sujas intenções, a sua baixeza. No fundo, para que alguma coisa sobreviva a este mundo precisa ser arrancada às suas circunstâncias, aquilo que fica na memória dos que registam apenas os contornos mais frios, essa cultura geral da indiferença. Solanas ficou conhecida apenas como mais outra histérica, a feminista radical que, nos anos sessenta, disparou três tiros sobre Andy Warhol, depois de ter participado num dos seus filmes. Os dois primeiros tiros falharam o alvo, mas o terceiro perfurou-lhe o esófago, o estômago, o baço, o fígado e os pulmões. Um ano após o atentado, que a levou a ser internada com um diagnóstico de esquizofrenia, Warhol posou para uma fotografia com a camisa arregaçada, exibindo as marcas das cirurgias. Aquelas cicatrizes deram-lhe a gravidade que lhe permitiam afastar-se da figura de um patético cadáver disponível a tudo para somar mais uns minutos. Havia ali um certo triunfo, uma dimensão insinuante e provocatória. «Vemos Warhol a assimilar o facto da sua própria morte, a processá-lo com a mesma ligeireza inquisitiva e penetrante que animava o resto da sua obra. Se Solanas está presente na fotografia, é apenas sob a forma de um ponto de interrogação, objecto do olhar perplexo de Warhol», registou um artigo numa revista middlebrow, como eles dizem. «Ele tinha controlo excessivo sobre a minha vida», terá dito Solanas ao polícia a quem se entregou, como explicação para o ataque. Se não morreu dos ferimentos provocados pelos disparos, as cirurgias subsequentes a que Warhol foi submetido levaram a passar demasiado tempo na companhia dos moribundos, e era essa vulnerabilidade excessiva que instigou o terror que acabaria por matá-lo, tendo mais tarde recusado procurar tratamento para uma infecção na vesícula biliar até já não haver nada a fazer. Hoje, nada senão esse fetiche dos factos sustenta as maiores ficções, que permitem a alguns estar muito confiantes dos seus esforços para esclarecer a época, e tantas vezes esquecem-se como a condenação deste tempo é a forma como leva «todos os seres a verem-se confundidos nos amontoados caóticos dos refugos, esmagando e sendo esmagados, sobrepondo-se e arrasando-se uns aos outros» (Marder). O jornalismo não pode dizer-nos muito pois não está em condições de ir até ao fundo, e o fundo são as nossas próprias vidas. Solanas tinha escrito um manifesto para a sua «associação para esquartejar os homens» (SCUM, Society for Cutting Up Men). Quando ela foi internada no hospital psiquiátrico, dois tipos que a conheciam encheram-se de dinheiro com uma edição do manifesto. Dez anos depois, quando foi ela a publicá-lo já ninguém estava interessado. Ficou célebre o arranque: «A vida nesta sociedade é, na melhor das hipóteses, tremendamente enfadonha, e nenhum dos seus aspectos é minimamente relevante para as mulheres. Às mulheres civilizadas, responsáveis, que procuram o estímulo, resta apenas a possibilidade de derrubar o governo, eliminar o sistema económico, implantar a automatização integral e aniquilar o sexo masculino. Temos agora possibilidades técnicas de nos reproduzirmos sem o contributo dos homens e de produzir apenas mulheres. Temos de começar imediatamente a pôr isto em prática.  Imediatamente. Conservar os homens não tem sequer o mais duvidoso sentido no plano biológico. Os homens são um desastre biológico: o cromossoma Y é um cromossoma X incompleto, ou seja, um gene com uma composição deficiente de cromossomas. Por outras palavras, o homem é uma mulher incompleta, um fracasso ambulante, falhado logo no estádio do gene. Ser homem é ser uma falha, é ser emocionalmente limitado. A masculinidade é uma deficiência, e os homens são aleijados emocionais. (…) contudo, os homens que são racionais não irão protestar e espernear, nem fazer um alarido patético, vão simplesmente deixar-se ficar sentados, calmamente, desfrutar o espectáculo e cavalgar as ondas até soçobrarem.» Naturalmente, este espectáculo não encherá a plateia do Tivoli. Neste episódio fomos levados pela Margarida Davim a pensar o que pode ser ainda um jornalismo capaz de definir por si mesmo um horizonte muito além dos enredos de conveniência, capaz de nos oferecer alguma coisa além desse chá para os submissos. Fomos postos a par do turbulento e incerto percurso em que está lançada essa balsa daqueles poucos que conseguiram resgatar a Visão, num dos episódios mais conturbados e que melhor ilustram os bastidores daquele que em tempos se tinha como o quarto poder e que hoje anda por aí lançado aos caídos, devendo o melhor de si à obstinação de uns quantos que talvez resista mais à base do desespero do que um resto de utopia requentada.

    -5 dias

    •
    4 h 18 min
  • Patrícia Baltazar: RÉ (Obra Reunida)

    -3 dias

    4

    Patrícia Baltazar: RÉ (Obra Reunida)

    A poeta Patrícia Baltazar deixou-nos prematuramente em 2019, com apenas 41 anos. Os seus poemas tinham as edições em livro esgotadas há muito tempo. Agora, a editora Do Lado Esquerdo acaba de publicar a sua obra completa num livro chamado RÉ, que reúne não apenas os 4 livros da autora como alguns dispersos e inéditos. De sublinhar a beleza e a sensibilidade da introdução deste volume, da autoria da filha da Patrícia, Rita Baptista. Também a ilustração do rosto de Patrícia, da autoria de Hugo Baptista, que reproduzimos na capa deste episódio.

    -3 dias

    •
    8 min
  • Episódio #183: Vamos ler autores portugueses vivos

    -1 dia

    5

    Episódio #183: Vamos ler autores portugueses vivos

    Junho é o mês da literatura portuguesa contemporânea. Quem o diz? Dizemos nós e a 4ª edição do #lusitanautores, o projeto em que vos desafiamos a lerem, durante o mês de junho, pelo menos um livro de um autor português vivo e a partilharem a experiência usando a hashtag do desafio e identificando os perfis @na.cama.com.os.livros e @silveria.miranda. E, como habitualmente, para que não vos falte inspiração, partilhamos convosco neste episódio algumas recomendações e revelamos também aquilo que pretendemos ler. O João recomenda:"A árvore das palavras" de Teolinda Gersão (Porto Editora)"Visitar amigos e outros contos" de de Luísa Costa Gomes (Dom Quixote)"Atlas das Criaturas Mágicas de Portugal" de Samuel Pimenta & Helena Soares Silvéria recomenda:"Quem tem medo dos santos da casa" de Sara Duarte Brandão (Dom Quixote)"Matilde" de H. G. Cancela (Relógio d'Água)"O homem sem mim" de Rute Simões Ribeiro (Nós Editora) João vai ler:"Na casa da minha mãe" de Anabela Mota Ribeiro (Quetzal)"Agarrar a faca pelo gume" de Inês Bernardo (Tinta da China)"Na tua mão" de Hélder Teixeira Aguiar (Gradiva) Silvéria vai ler:"Os veios da Invicta" de Fernando Abreu (Urutau)"Um quadrado de céu" de Susana Moreira Marques e & Joana Afonso (Os Livros de Oeiras)"A sombra das árvores no inverno" de Carla Pais (Leya) Diz-nos nos comentários que livros planeias ler para o #lusitanautores. Destacamos também, neste episódio, algumas novidades do grupo Penguin: "Mudar: Método" de Édouard Louis (Elsinore)"Perdeu-se relógio de senhora" de Alice Brito (Companhia das Letras)"D. João VI – A história não contada" de Paulo Rezzutti (Penguin)"Contos completos" e "Um pequeno romance Lúmpen" de Roberto Bolaño (Cavalo de Ferro)"Sótão" de Madalena Sá Fernandes (Companhia das Letras)"Akira - livro 2" de Katsuhiro Otomo (Distrito Manga)

    -1 dia

    •
    2 h 18 min
  • The Hunger Games: Rebellion and Violence In Dystopian America

    -2 dias

    6

    The Hunger Games: Rebellion and Violence In Dystopian America

    What does The Hunger Games say about the state of modern America? How did reality TV inspire The Hunger Games? Why did Suzanne Collin's novel become such a sensation with young adults? Join Dominic Sandbrook and Tabitha Syrett as they delve into the fascinating story behind the writing of The Hunger Games, the world it was born of, and the novel itself. Email us: ⁠⁠thebookclub@goalhanger.com⁠⁠ Instagram: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ TikTok: ⁠⁠@thebookclubpodhq⁠⁠ X: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ YouTube: ⁠⁠@TheBookClubPodHQ⁠⁠ Senior Producer: Nicole Maslen Assistant Producer: Alfie Norris Social Producer: Harry Balden Video Editor: Lorcan Moullier Executive Producer: Dom Johnson Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    -2 dias

    •
    1 h 16 min
  • Maria Luiza Jobim: "“A minha experiência é que música e a arte estavam lá e eu cheguei depois. Então, não foi a música que chegou até mim.”

    -6 dias

    7

    Maria Luiza Jobim: "“A minha experiência é que música e a arte estavam lá e eu cheguei depois. Então, não foi a música que chegou até mim.”

    Maria Luiza Jobim nasceu no Rio de Janeiro, em 1986 mas foi viver para Nova Iorque ainda bebé onde esteve até aos 4 anos. Filha de António Carlos Jobim, cresceu numa casa com música e músicos, ensaios que viravam palco. Demorou a decidir-se a assumir a sua voz musical, mas quando o fez estreou-se com um disco que, precisamente, homenageia essa infância. Casa Branca era também o nome da sua casa de infância, e sobre isso também falamos no podcast. A primeira vez que visitou Portugal foi para acompanhar o pai, quando Tom Jobim veio tocar ao Mosteiro dos Jerónimos, na década de 90. Mais tarde, a mãe comprou uma casa no Estoril, e também por causa disso a sua relação com o nosso país é próxima há muito tempo. O ano passado mudou-se com a filha, e decidiu ficar. A família, a infância, o legado e as memórias do pai, a decisão de abandonar a arquitetura para se dedicar apenas à música, a carreira, a relação com Lisboa, são alguns dos temas que atravessam esta conversa. Poemas: Trecho de “Ligue os Pontos” Gregório Duvivier Trecho “Fevereiro”, Matilde Campilho Allen Ginsberg , My Sad Self Quedei em altas , Ana Paula Vulcão Caçada , Ana Martins Marques

    -6 dias

    •
    1 h 11 min
  • T4 #48 Valentina Silva Ferreira

    26/05

    8

    T4 #48 Valentina Silva Ferreira

    Uma conversa ótima, cheia de boas histórias e do maravilhoso sotaque madeirense, com uma talentosa e premiada escritora, muito simpática. Espero que gostem tanto quanto eu. (Gravada ao vivo no Falemos, o festival anual do Livro e da Leitura da Madeira, organizado pela Direção Regional dos Arquivos, das Bibliotecas e do Livro - DRABL). Os livros que escolheu: Como Água para Chocolate, de Laura Esquivel; O Chão dos Pardais, de Dulce Maria Cardoso; Notas sobre o Luto, de Chimamanda Ngozi Adichie; Atos de Desobediência, de Helena Magalhães. Outras referências: Filho da Mãe, Hugo Gonçalves. Os que escreveu: Distúrbio; A Morte é uma Serial Killer; Os Loucos Também Dançam; Origami; Vertigens; Um Lobo no Quarto; A Casa das Malvas. O que ofereci: Isola, Allegra Goodman. Os livros aqui: www.wook.pt

    26/05

    •
    42 min
  • T4 #47 Diana Costa e Silva

    19/05

    9

    T4 #47 Diana Costa e Silva

    Uma actriz conceituada que escolheu livros que a tocam muito, nesta fase de vida em que se encontra. Fala de empatia, e emana empatia. Que boa conversa, mais uma que vale a pena. Os livros que escolheu: Os Esquecidos de Domingo, Valerie Perrin; Para Onde Vão os Guardas Chuvas, Afonso Cruz. A Quietude é a resposta, Ryan Holiday Ensaio sobre a Lucidez, José Saramago; Para os caminhantes, tudo é caminho, José Tolentino Mendonça Outras referências: A Breve Vida das Flores, Valérie Perrin; A Máquina de Fazer Espanhóis, Valter Hugo Mãe; Zen e a Arte do Tiro com Arco, Eugen Herrigel; Estoico todos os dias, Ryan Holiday; Hábitos Atómicos; James Clear. O que recomendei: Misericórdia, Lídia Jorge. O que ofereci: Horas Azuis, Bruna Dantas. Onde a Diana faz voluntariado: Associação Coração Amarelo. Os livros aqui: www.wook.pt

    19/05

    •
    49 min
  • How a single decision made a century ago split a family by race

    -16 h

    10

    How a single decision made a century ago split a family by race

    Pope Leo XIV’s Creole family roots inspired New Orleanian journalist Susan Saulny to research her Creole great-uncle who moved to Chicago, identified himself as white and never returned. She describes her journey to reunite her family. Her piece in the New York Times is called "A Family Secret No More." Also, TV critic David Bianculli reviews the Netflix series ‘The Boroughs.’ See pcm.adswizz.com for information about our collection and use of personal data for sponsorship and to manage your podcast sponsorship preferences. NPR Privacy Policy

    -16 h

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    44 min

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