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  • T4 #45 Filipa Fonseca Silva

    -2 DIAS

    1

    T4 #45 Filipa Fonseca Silva

    Quando se estreou na literatura, foi a primeira autora portuguesa a chegar ao Top 100 da Amazon. Desde então publicou mais de uma dezena de obras, algumas com adaptação ao cinema. Agora, quais os livros que marcaram esta convidada, que é também fundadora do Clube das Mulheres Escritoras? Os livros que escolheu: Alice no País das Maravilhas, Lewis Carroll; Puro, Nara Vidal; Os Meus Sentimentos, Dulce Maria Cardoso; Ensaio sobre a Cegueira, José Saramago. Outras referências: Alice Do Outro Lado do Espelho, Lewis Carroll; Saramago: Deste Mundo e do Outro (Crónicas); A Caverna. O Meu Pé de Laranja Lima, José Mauro de Vasconcelos; O Mel Sem Abelhas, Judite Canha Fernandes. Alguns dos livros que publicou: Os 30: Nada é como sonhámos; Admirável Mundo Verde; Napoleão, O Camaleão; O Elevador; E se Eu Morrer Amanhã?; A Mulher por Detrás da Parede. Recomendei: Terra Estreita, Mafalda Santos; O Deus das Moscas, William Golding; Maggie O’Farrell: Hamnet; Estou Viva, Estou Viva, Estou Viva. Ofereci: Minúscula, Marta Coelho; O Estranho Desaparecimento de Esme Lennox, Maggie O'Farrell. Os livros aqui: www.wook.pt

    -2 dias

    •
    49 min
  • Poeta: profissão liberal. Uma conversa com João Vasco Rodrigues e Nuno dos Santos Sousa

    -4 DIAS

    2

    Poeta: profissão liberal. Uma conversa com João Vasco Rodrigues e Nuno dos Santos Sousa

    A natureza não dá satisfações. À sua semelhança, também a poesia faz o que precisa fazer, e ninguém deve esperar que se enrede em justificações. Por outro lado, a crítica é uma arte de se mostrar audaz nos motivos que articula, como um criminoso, que fosse dispensado de cumprir qualquer tipo de pena, considerando-se que as motivações eram de tal forma eloquentes que até esse sabujo do homem médio, no seu papel, reconhece que não teria feito outra coisa, se ao menos estivesse dotado de alguma força de carácter e de coragem. Mas, por estes dias, ninguém admite como qualquer proeza significativa deve estar animada de um ímpeto e intenção criminosos, de uma paixão capaz de arrastar com ela e revirar todos os pressupostos, como se a moral se aliviasse da regularidade dos antecedentes para dar origem a uma fronteira e uma via por dentro do impensável, pelo menos até ali. Mas se pensarmos na cultura, aquela de que dispomos ao nosso redor, os exemplos mais propalados, nenhum nos adianta de nada. E o que nos servem os jornais, além dessas estatísticas sanitárias, pois se entre toda aquela jactância há muito não damos por uma ganância da realidade, as estrondosas expectativas que admitem efeitos perversos, bruscos, a vantagem de uma fantasia desordeira, e nem ao menos a sóbria e vesperal magia hebdomadária? O próprio amanhã tornou-se-nos inalcançável. Sim, porque mesmo nas condições de miséria moral actuais, todos se põem a negociar um mínimo. “Sim, porque ainda estamos no crepúsculo moribundo do amanhã, ainda podemos vislumbrar a ideia do futuro”, assinala J.G. Ballard. “Mas os meus filhos, ou os adolescentes de hoje, não estão interessados no futuro. Todas as possibilidades das suas vidas estão contidas dentro de um conjunto diferente de perspectivas, uma vida interior. Se olharmos para os últimos dez anos, podemos ver um contínuo recuo para o interior. Eu cunhei a expressão 'espaço interior' há cerca de dez anos e, geralmente, as previsões dos escritores de ficção científica provam-se erradas com 100 por cento de consistência, mas neste caso eu estava certamente certo: o que se vê é a morte do espaço exterior, o fracasso da aterragem na lua em excitar a imaginação de alguém a um nível real, e a descoberta do espaço interior em termos de sexo, drogas, meditação, misticismo. Basta olhar para a carreira dos Beatles e vê-se este recuo do exterior por etapas constantes, através das drogas, depois da meditação, para um envolvimento mais ou menos completo com os seus próprios corpos. Lennon e Yoko parecem estar a redescobrir a existência táctil, a realidade orgânica dos seus próprios abraços, e isso é muito bonito, eu acho.” Afinal, também esta leitura e previsão acabou por envelhecer mal, azedou, foi para lá do ponto. O interior tornou-se uma espécie de fuga, um álibi, um furo por onde toda a realidade vai escoando. Acabamos por ser levados a reconhecer que não há fundo para a capacidade de cada um, pelas suas razões infindáveis, pela economia das suas forças e por gestão de riscos, tirar o corpo da situação, todos tiram o corpo, e, no final, a realidade vê-se inteiramente abandonada por esta espécie. Aquele c****o do Pasolini é que se mostrou mais presciente do que todos eles, por nunca se ter fixado em géneros desses que se especializam, e topou-nos bem os vícios, este modo de viver às arrecuas: "Encontramos assim um momento imponderável da cultura, um vazio cultural, povoado por escritores, cada um dos quais mais não faz que seguir a história particular, como numa ilha linguística ou numa área conservadora. Não se trata da crise habitual, mas de um facto totalmente novo, que evidentemente se repercute nas estruturas da sociedade." Talvez devêssemos esquecer por uns anos a longa tradição, fundar um período de intervalo, não regar os vasos, deixar toda essa vegetação que nos cobre o juízo definhar, não agir de acordo com os pressupostos, atacar as convenções, assumir o lado deficiente, ficar reduzido aos modos mais directos, aos elementos de ligação, aos contactos em que elegemos este ou aquele, e não uma suposta audiência, não alimentando a conveniência dos públicos enfartados da arte e de todos os seus produtos. Poderíamos ficar-nos pelos gestos tão fáceis de serem omitidos, dos quais muitas vezes  só resta um carimbo, um selo, um minúsculo sinal de sentido tão limitado. Poderíamos voltar às correspondências que exigem algum grau de cumplicidade, os postais, as missivas que tinham um destinatário mais ou menos seguro, remontar os rastros “desses escritos desajeitados em que, no fundo, não se diz outra coisa senão que se continua vivo e que esperamos voltar a ver‑nos em breve”, aventa Georges Perec… “parece-me que emerge algo que constitui o próprio tecido da nossa existência no que ela tem de mais quotidiano e próximo: uma história esquecida, tão pouco importante face aos nomes dos generais e das batalhas, mas que conta muito mais do que é feita a nossa vida do que aquilo que os historiadores, na maior parte das vezes, nos contam.” Afinal, uma ética dos afectos não se sustém sem a alternativa, sem aquele desprendimento, que começa por não se tomar como o centro seja do que for. Em vez de determinar a acção, um tipo aceita possuir “o encantamento de receber/ de secretamente sem fim/ receber o impalpável”. Deixamo-nos ficar por aí, entre os buracos, as zonas que não se resolvem, assistindo à invasão que é uma evasão, com Michaux, e, desse modo, pode-se chegar a ser “visionário por extensão/ por limpidez/ por acréscimo// As palavras relidas nas chamas/ e a religação distendem-se/ distendem-se/ vastas, sagradas, solenes/ em luzes violentas/ em surtos// Infinito/ Infinito que já não intimida (…) Amotinadoras impotências (…) O edifício dobra/ Eu tinha pernas noutros tempos/ A mão também se desprende”… E tudo isto para chegar à conclusão de que estamos desfeitos pelos elementos da rejeição, de já nada esperarmos uns dos outros, de não contar que venha ninguém que faça o que ainda não nos dispusemos a fazer por nós próprios… É difícil começar seja o que for no meio de tanta gente tão empenhada em reagir contra, nem sabe ao certo o quê, mas está contra o que quer que venha arranjar uma crise própria, e que a obrigue, por um momento que seja, a abandonar os seus monumentos, perdê-los de vista, bem como esse orgulho de pertença, as relações que a confirmam naquela sua frivolidade céptica, naquela sua petulância melancólica e geral indiferença, ou negligência. Ainda a altivez perante a decadência – tudo sinais do fim cuja proximidade parece tornar-nos incapazes de o reconhecer. E o pior é que se queriam reclamar da poesia desde logo esses que se encontravam sempre de ouvido cheio. Isto é o que se sabe destas duas décadas e trocos, deste quartel de uma época que se empurra com a barriga… Começam a falar de poesia e o que se ouve senão esse “carrilhão retrospectivo”? Neste episódio, e com tantos livros sobre a mesa, os esforços preparatórios e os subsequentes à antologia crítica que nos serviu de motivo, procuramos espalhar ainda mais migalhas, renunciando ao século no sentido que este leva, e ao modo como tantos se inclinam perigosamente sob as honras, sendo que a nós nos interessa resgatar o sentido negativo, ganhar a periferia do mundo civilizado, e pensar hipóteses de nos retirarmos, mesmo que por intervalos mais ou menos breves, dos seus mercados. Os rapazes vieram do Porto para falarmos da antologia, A Rosa Devorada pelos Espinhos, entre outras questões, outros modos de se usurpar o lugar perdido, encarar de frente tudo o que nos surge, esse tremor dentro dos elementos, apreciar o ouro da ininterrupção que se amontoa sem que os leitores se dêem conta. Acusam-nos de maldade, como é natural. De termos ido já muito para além da conta em termos de blasfémias. Talvez isto nos venha dessa arrogância de achar que a poesia exprime aquela ânsia de quem procura viver no mundo, “mas fora das concepções que dele existem” (Wallace Stevens).

    -4 dias

    •
    4 h 33 min
  • #15 - Venham comigo escrever um romance

    -12 H

    3

    #15 - Venham comigo escrever um romance

    Depois de uma ausência de meses (porque a vida nem sempre é uma linha reta sem obstáculos e muita coisa se atravessa no pouco tempo que temos livre), estou de regresso com... a escrita do meu terceiro romance. Venham comigo pelo caminho que vou percorrer nos próximos meses e acompanhem o processo criativo, os medos, as angústias, os momentos em que tudo se revela... e o mais que apareça entre a página em branco e o Fim.

    -12 h

    •
    18 min
  • T4 #44 João Paulo Sacadura

    28/04

    4

    T4 #44 João Paulo Sacadura

    AVISO: quem ouvir esta conversa sai de sorriso na cara e coração cheio. E, claro, óptimas recomendações de leitura. Grande convidado, assim vale mesmo a pena. Os livros que o jornalista e apresentador escolheu: Nenhum Caminho Será Longo, José Tolentino de Mendonça; De Amor e de Sombra, Isabel Allende; Dor Fantasma, Rafael Gallo; Ensaio Sobre a Cegueira, José Saramago; A Bíblia. Outras referências: Julia Navarro: História de um S****a; Diz-me Quem Sou. As Intermitências da Morte, José Saramago; O Céu de Sacadura, Luísa Costa Gomes; Leitura da Bíblia referida: O Filho Pródigo. Recomendei: Amor Estragado, Ana Bárbara Pedrosa; Para os Caminhantes Tudo é Caminho, Tolentino Mendonça. O que ofereci: Um Bom Homem é Difícil de Encontrar, Flannery O´Connor; Visitar Amigos e outros Contos, Luísa Costa Gomes. Os livros aqui: www.wook.pt

    28/04

    •
    42 min
  • 140. Alto mar, racismo e ruralidade

    -15 H

    5

    140. Alto mar, racismo e ruralidade

    Sigam o podcast no Instagram em ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠@soseestragaumaestante⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ Também nos podem contactar através do email soseestragaumaestante@gmail.com Créditos Música: “The Wrong Way”, Jahzzar Uma produção Casa do Aço⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ @acasadoaco⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠ - Instagram

    -15 h

    •
    54 min
  • Dia da Mãe: poema de Jorge Sousa Braga lido por Raquel Marinho

    -4 DIAS

    6

    Dia da Mãe: poema de Jorge Sousa Braga lido por Raquel Marinho

    Para assinalar o Dia da Mãe, Raquel Marinho lê o poema Diário de Bordo, de Jorge Sousa Braga, publicado no livro O Poeta Nu, edição Assírio & Alvim. É um diário, como o nome indica, do que pode ser a viagem do bebé dentro da barriga da mãe.

    -4 dias

    •
    5 min
  • A Court of Thorns and Roses: ''Fairy Smut'' or Fantasy Sensation?

    -2 DIAS

    7

    A Court of Thorns and Roses: ''Fairy Smut'' or Fantasy Sensation?

    How was ACOTAR inspired by traditional folklore? Why has the novel become such a mass sensation? And, what is Romantasy? Join Dominic Sandbrook and Tabitha Syrett as they delve into the fascinating story behind the writing of A Court Of Thorns and Roses, the world it was born of, and the novel itself. Email us: ⁠⁠thebookclub@goalhanger.com⁠⁠ Instagram: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ TikTok: ⁠⁠@thebookclubpodhq⁠⁠ X: ⁠⁠@bookclubpodhq⁠⁠ YouTube: ⁠⁠@TheBookClubPodHQ⁠⁠ Senior Producer: Nicole Maslen Assistant Producer: Alfie Norris Social Producer: Harry Balden Video Editor: Adam Thornton, James Clayden Executive Producer: Dom Johnson Learn more about your ad choices. Visit podcastchoices.com/adchoices

    -2 dias

    •
    1 h 15 min
  • Episódio #181: Informações em 1ª mão da Feira do Livro de Lisboa 2026

    -5 DIAS

    8

    Episódio #181: Informações em 1ª mão da Feira do Livro de Lisboa 2026

    Alguém pediu informações fresquinhas sobre a Feira do Livro de Lisboa deste ano? Pois bem, nós ouvimos os vossos clamores, fizemos as nossas investigações e revelamos agora em 1ª mão alguns lançamentos e eventos que vão decorrer na Feira do Livro de Lisboa e até uns quantos livros do dia. Daquilo que vos contámos, o que vos deixou mais em pulgas? Contem-nos nos comentários.

    -5 dias

    •
    2 h 34 min
  • A Metamorfose

    17/02

    9

    A Metamorfose

    No último episódio da primeira temporada, Francisco Mota Saraiva e João Dinis (de pantufas Paez) enveredam pelo labirinto existencial kafkiano à procura de respostas para o sentido da vida, antes que seja tarde demais e acabem por morrer ou, pior!, se vejam transformados numa espécie monstruosa de insetos. Gregor Samsa, o protagonista de “A Metamorfose” (1915), de Franz Kafka, é a representação de um mundo alienado e mecânico, debruçado sobre a sua violência inane, expressão do Homem abandonado na sociedade moderna, dependente da sua vileza, indiferença e crueldade. E, também assim, os nossos anfitriões, tal como todos nós… Esta é uma obra sobre a reflexão do absurdo que permeia a nossa existência, mas que pode ganhar mais sentido com um Aleixo, um vinho branco, da Bairrada, de 2022, um autêntico bouquet aromático que, a fechar o programa, despertou uma conversa, digamos, muito floral. “Antes de Morrer” volta em breve com uma nova temporada que será mais um convite à morte e aos bons livros e aos bons vinhos. Até lá, se puderem, evitem a trágica consequência de perderem a vida.

    17/02

    •
    1 h 14 min
  • T4 #43 Carmen Maria Machado

    21/04

    10

    T4 #43 Carmen Maria Machado

    Uma autora premiada (e, acrescento, original) fala sobre o seu livro e alguns que a marcaram enquanto leitora, aluna e professora. Falamos de horror, ficção, literatura e humor. Os livros que escolheu: A Maldição de Hill House (Haunting of Hill House), Shirley Jackson; O Hidroavião em Aproximação Final (The Seaplane on Final Approach), Rebecca Rukeyser; White Dialogues, Bennett Sims; Beasts and Children, Amy Parker. Os livros que tem em Portugal: O Corpo dela e outras partes (contos); O mais recente: A Casa dos Sonhos. Recomendei: Um Bom Homem É Difícil de Encontrar (A Good Man Is Hard to Find), Flannery O’Connor. O que ofereci: The Heart’s Invisible Furies, John Boyne. Os livros aqui: www.wook.pt

    21/04

    •
    31 min

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